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74 resultados encontrado para: BSC

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Planejamento estratégico com BSC: saiba como implantar na sua empresa

O planejamento estratégico é fundamental para que uma empresa atinja seus objetivos e alcance o sucesso. Mas como determinar quais as metas mais importantes? Para isso, aliar o planejamento estratégico com o BSC pode auxiliar seu negócio. Criado por dois professores de Harvard, o BSC é um método construído para medir o desempenho além do […]

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11 maiores tropeços das lideranças na implementação do BSC

E quando a própria liderança é o motivo do fracasso na implementação do BSC (Balanced Scorecard)? Sim, isso acontece, por mais que o líder tenha a melhor das intenções. É por isso que neste artigo decidimos compartilhar com você os 11 maiores erros das lideranças quando o assunto é a implementação do BSC. Prepare-se para aprender, de forma muito descontraída, os erros que você não deve cometer. E fique atento para ver se você não está tropeçando num deles.

1º Não ter um acompanhamento de um assessor especialista em implementação do BSC

Quando o assunto é o sucesso do seu negócio, nem sempre dá para desfilar de autodidata. Já imaginou que balde de água gelada estará jogando na sua equipe se engajá-los em uma coisa que você não domina e não sabe se dará certo? Pois é, nessas horas, a maturidade está em assumir que ainda não sabe andar sozinho e contratar a ajuda de um assessor executivo.

 

2º Não seguir o critério de estabelecimento de metas SMART

Metas SMART são metas com as seguintes características:

 

Se suas metas são o oposto disso, ou seja, GENÉRICAS, IMPOSSÍVEIS DE MEDIR, INALCANÇÁVEIS, IRREAIS E SEM DELIMITAÇÃO DE PRAZO, você acha mesmo que alguém vai dar conta delas? Veja um exemplo de metas SMART em relação a cada uma das quatro perspectivas do BALANCED SCORECARD:

Se quiser saber mais sobre como definir metas SMART, clique aqui>>> 

3º Não vincular as metas de perspectiva de Pessoa e Inovação, Cliente e Processos Internos a Política de Bônus e Comissão

 Você conhece bem como é a rotina da sua empresa: UM VERDADEIRO REDEMOINHO! Você pode delegar mais atribuições e responsabilidades aos seus colaboradores, além de tudo o que eles já têm que fazer, e SIM, eles darão um jeito de cumprir. Mas é muito provável que o pensamento deles seja: “Afff, lá vem o chefe com uma ideia impossível de realizar” ou “Mais coisa pra fazer? Não é possível!”.

Agora quando a sua proposta vem atrelada a bônus e comissão, estamos falando de um OUTRO NÍVEL DE ENGAJAMENTO. Somos seres competitivos e vaidosos. Atrele a participação dos seus colaboradores na implementação do Balanced Scorecard à recompensas. Essas recompensas abrem portas para seus colaboradores realizarem outros sonhos, até mesmo particulares. Quando as metas da sua empresa estiverem alinhadas, de alguma forma, com projetos pessoais dos seus colaboradores, você terá um time implacável!

4º Usar mais indicadores históricos do que indicadores de desempenho

Já explicamos, aqui no blog, a diferença desses dois. A diferença básica é: você quer gerir sua empresa olhando pro passado ou olhando por futuro? Indicadores históricos te apresentam resultados que você não pode mudar. Indicadores de desempenho é que te dão o feedback do que está acontecendo AGORA na sua empresa, em relação a uma meta, e orientam, portanto, o que você pode fazer AGORA pra impactar aquele resultado. Não perca tempo e pare de dirigir sua empresa olhando pelo retrovisor!

5º Utilizar o plano de ação como lista de tarefas

Uma lista de tarefas te diz o que fazer. Um plano de ação constrói uma ponte entre o objetivo e a realização. Portanto, ao invés de você mesmo e seus colaboradores criarem listas de afazeres, exercitem responder, para cada item, as perguntas chaves da ferramenta de execução 5W2H:

5 W: What (o que será feito?) – Why (por que será feito?) – Where (onde será feito?) – When (quando?) – Who (por quem será feito?)

2H: How (como será feito?) – How much (quanto vai custar?) 

6º Não preencher bem a descrição de indicadores:

Para preencher bem a descrição de indicadores você precisa responder as seguintes perguntas sobre cada um deles:

1)Qual será a fonte de dados?

2) Qual a frequência de mensuração?

3) Quem é o responsável pelo indicador?

4) Qual a unidade de medida?

5) Qual fórmula utilizará para cálculo do indicador?

 7º Utilizar mais de 3 indicadores por objetivo

Uma falha comum das empresas na implementação do BSC é escolher um grupo grande de indicadores, crendo que isso garantirá o sucesso na gestão de seu desempenho. Quando se trata de indicadores de desempenho, qualidade é a chave do sucesso, e não a quantidade. Optar por muitos indicadores provavelmente é sinônimo de indicadores genéricos, muito trabalho para monitorá-los e pouco impacto. Se a escolha dos indicadores foi certeira, vocês não precisam de mais do que 3 por objetivo.

 8º Não fazer benchmark

Quando não estiver encontrando a resposta para a definição de uma meta ou a implementação de uma melhoria, talvez a solução seja você e sua equipe olharem ao redor. Aprender com os acertos das outras empresas é a sua oportunidade de acelerar a caminhada e alcançar o sucesso da implementação do BSC.

9º Não atrelar orçamento ao planejamento estratégico do BSC

Um erro comum na implementação do BSC é o não atrelamento do Orçamento ao Planejamento estratégico. Essa falha faz com que Orçamento e Planejamento caminhem de forma desintegrada e até mesmo concorrendo entre si. Pelo contrário, essas ferramentas precisam funcionar de forma alinhada e integrada, cada uma exercendo o papel que lhe cabe. Ao Orçamento caberá um papel de apoio ao Planejamento Estratégico, projetando cenários futuros do negócio definidos pelas metas e iniciativas do BSC. Por outro lado, os resultados gerados por estes cenários podem exigir a revisão do conteúdo do BSC. Por isso, a relação BSC-Orçamento deve ser encarada como um caminho de duas vias: o Orçamento tanto alimenta quanto é alimentado pelo BSC e o uso integrado de ambos propiciará um planejamento e uma gestão mais abrangente e eficaz.

10º Cobrar a equipe com base nas metas e não nas ações que levam ao alcance das metas

Imagine um atleta de corrida e seu treinador. O que te parece mais eficiente:

  • O treinador cobra que o atleta ganhe as próximas corridas para impactar seu resultado final da competição;
  • O treinador cobra que o atleta foque no desempenho de suas passadas, ritmo e respiração para melhorar seu desempenho na próxima corrida e, consequentemente, na competição.

A meta aponta onde você quer que sua equipe chegue. Mas sãos as ações que levarão sua equipe ao cumprimento da meta. Cobre a melhoria das ações, e o cumprimento das metas será a consequência natural durante a implementação do BSC.

11º Ajustar a meta à sua mediocridade

Um dos piores erros que gestores e empresários costumam cometer é “ajustar a meta à sua mediocridade”. Metas, depois de planejadas com o critério SMART, não deve ser mexida facilmente. Uma meta bem colocada é aquela que passa um frio na barriga e não aquela cujo resultado é óbvio. Aquela que as pessoas se questionam: “como vou realizar isso?” . Você não deve adequar a meta a sua mediocridade e da sua equipe. Você tem que mudar e melhorar a sua performance para alcançar a meta, e nunca inverso. É para isso que a meta existe: para melhorarmos em algum aspecto, tanto individual como em equipe.

Vou te dar um exemplo bem familiar ao brasil que fará você concordar comigo. Em 2017, o governo brasileiro tinha uma meta de gastos prevista e quando percebeu que não ia alcançar, em vez de se esforçar em mudar alguns hábitos, aprender e buscar conhecimento de como ser mais eficiente, preferiu ajustar a meta à sua mediocridade. Ou seja, aumentou o teto de gastos somente para cumprir uma normatização. Infelizmente, isso acontece muito nas empresa e o pior é que os argumento são muito bem embasados e com dados. não caia nesta armadilha. É preferível que a empresa não alcance a meta. Assim ao menos conseguirá saber, ao final do prazo, a diferença que faltou para alcançar. Isso resultará em busca por mais conhecimento interno ou externo, a fim de que consiga ter condições de alcançar a meta em um outro momento. Às vezes, o pulo do gato está no reconhecimento da derrota pela liderança.

 

Essas lições te foram úteis? Continuamos essa conversa, nos comentários abaixo.

 

Um abraço,

Dekker Jordão Baptista

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Como estabelecer metas de inovação com Balanced Scorecard (BSC)

Você já parou para pensar O QUE empresas como Apple e Natura fazem para serem protagonistas da inovação?

Uma coisa é certa: essas empresas sabem que inovações não necessariamente estão ligadas a um investimento pesado em tecnologia. A própria Apple muitas vezes incorpora tecnologias patenteadas por outras empresas, escolhendo dedicar mais esforços a:
1) Inovar na forma de tratamento e comunicação com seu público;
2) Inovar no desenvolvimento de um design único em seus produtos.

Inovar pode ser mais simples do que você imagina!

Inovações, geralmente, podem ser de duas naturezas: radicais e incrementais. Radicais são aquelas que revolucionam, que mudam de forma determinante o modo de fazer alguma coisa. Por exemplo, a criação do telefone sem fio na era dos telefones com fio. A inovação incremental é mais direcionada ao aperfeiçoamento das possibilidades existentes. Por exemplo, os novos modelos de iphone disponibilizados a cada ano.

Para que a inovação se torne parte da cultura organizacional da sua empresa (tanto as de naturezas incrementais quanto as de natuezas radicais), é necessário ter ferramentas de gestão adequadas para isso. Estamos falando do Balanced Scorecard (BSC), uma das metodologias de gestão estratégica mais utilizadas do mundo.

Com BSC, é possível desdobrar o Planejamento Estratégico (Missão, Visão e Valores) em objetivos e metas de inovação que serão fundamentais para manter os olhos da sua empresa também no futuro. Neste artigo, vou te mostrar a forma que considero melhor para estabelecer metas de inovação com BSC.

Primeiro, prepare o terreno para o surgimento de ideias!

Não é à toa que Michael Saul Dell, presidente e fundador de uma das marcas de computadores mais bem-sucedidas do mundo, dizia ter um rodo gigante em seu escritório. O motivo? Lembrar que quando alguém trouxesse uma nova ideia, seu papel NÃO ERA PASSAR O RODO!

 

Muitas empresas estagnam no quesito inovação porque a liderança se comporta como vilã das novas ideias, olhando apenas para os obstáculos que as fragilizam. Por mais que possam aparecer ideias sem pé nem cabeça, é necessário deixá-las fluir. Lembre-se que quem traz uma nova ideia está se expondo, é um provocador de inovação. Se na sua empresa as pessoas não são estimuladas a pensarem fora da caixa, vocês estão fadados ao fracasso.

Preparar o terreno para o surgimento de ideias é criar espaço na rotina dos colaboradores para que elas surjam e amadureçam. Portanto:
1) Separe na agenda da sua empresa um momento semanal ou quinzenal para apresentação de propostas de inovação;
2) Delegue um grupo de colaboradores para analisar essas propostas e escolher as que tem maiores chances de sucesso e que estão alinhadas ao seu Planejamento Estratégico;
3) Estabeleça que cada departamento se comprometa em inovar em pelo menos um aspecto de sua atuação, por mês, considerando os objetivos estratégicos que vocês definiram na perspectiva de Aprendizado/Crescimento do BSC.

Assim você conseguirá instaurar um processo gradual e contínuo de inovação e estará pronto para o próximo passo: testar e implementar a inovação.

Teste a inovação: Dê um tiro de pistola antes de dar um tiro de canhão

Antes de apostar todas as suas fichas em uma inovação, teste-a. Inicie com metas pequenas. Comece com medidas de menor custo e aplicáveis. Por exemplo, se no seu segmento não é comum ter um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento, inicie o trabalho responsabilizando apenas um colaborador por colocar a inovação em ação. É como se você estivesse testando se sua mira para o alvo está correta, com uma pistola. Aos poucos, conforme a inovação for dando retorno e engajando, envolva outros profissionais. Quando estiver se sentido mais confiante de que vocês estão no caminho certo para o alvo, aposte no tiro de canhão: faça que a inovação seja abraçada por toda a empresa.

 

Defina métricas de desempenho específicas para a inovação

Como já mostramos aqui no BLOG, uma das maiores vantagens do BSC é a combinação da metodologia com métricas de desempenho, ou indicadores de desempenho. Afinal, como saber se sua empresa tem investido o suficiente em inovação? Ou como saber se vale a pena continuar investindo em uma inovação ou não? Todas essas questões precisam ser medidas. Mas como medir? Vou te dar exemplos práticos e mais genéricos. Mas é importante que você e sua equipe definam junto ao seu assessor executivo métricas específicas para cada iniciativa de inovação, de acordo com seu tipo, área de aplicação e impacto.

Para medir o grau de inovação na empresa:
1) Número de ideias geradas em um dado período;
2) Percentual de colaboradores que participam com novas ideias;
3) Tempo de implementação de uma ideia;
4) Percentual de novos produtos lançados nos últimos x anos;
5) Atitudes da empresa em relação à inovação medidas por pesquisa de clima organizacional.

Para medir o impacto da inovação:
1) Quanto as inovações tiveram de impacto no meu resultado financeiro;
2) Quanto as inovações tiveram impacto na consolidação da minha marca (pesquisa de satisfação com clientes).

Está convencido de que inovação não é só tecnologia? Inove no tipo de relacionamento com seu cliente ou mesmo na forma de entregar o serviço ou produto. De hoje em diante, as desculpas de que “não dá tempo de inovar” ou não “há recursos sobrando para investir em inovação” não fazem mais sentido.
Se inovar é um risco, pode ter certeza que não inovar é um risco maior ainda.

Entre em contato com seu assessor executivo do DAEXE e juntos vamos construir uma lista dos muitos aspectos em que sua empresa pode inovar, a partir de hoje!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista

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Construção e implementação do BSC em 7 PASSOS

Ah o Sucesso…

No nível individual ou organizacional, no âmbito público ou privado, todos nós o desejamos. Mas como saber se o alcançamos ou estamos em vias de alcançá-lo de fato? Essa é uma resposta que a construção e implementação do BSC (Balanced Scorecard) pode trazer para sua instituição, seja ela pública ou privada.

A metodologia de gestão estratégica desenvolvida pelos professores Norton e Kaplan, da Universidade de Harvard – e adotada pelo DAEXE – é fantástica para auxiliar as empresas a definirem seus objetivos estratégicos de sucesso. E o melhor de tudo é que através dos mecanismos de gestão de desempenho do BSC, a instituição consegue avaliar se está progredindo em relação aos objetivos ou não e quanto falta para alcançá-los. Agora sim é possível avaliar o seu nível de sucesso!

Ficou animado em saber mais sobre BSC? Pois neste artigo, vamos apresentar em 7 passos como funciona a construção e implementação do BSC em uma instituição! Vamos nessa?!

Leia também: Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

1. Vasculhando o passado: ciclo anterior do Planejamento Estratégico

Todo conhecimento acumulado ao longo dos anos pela sua instituição é fundamental para embasar suas decisões no próximo ciclo de planejamento estratégico. Portanto, antes de formular e implementar o novo planejamento estratégico, é necessário olhar com atenção para o que estava em ação anteriormente. Nessa etapa, o assessor executivo que estiver auxiliando sua instituição nesse processo tomará conhecimento do ciclo de planejamento anterior.  Ele deverá analisar:

  • A eficiência dos instrumentos de avaliação de desempenho e gestão estratégica antes utilizados;
  • Os resultados alcançados; e
  • As lacunas que identificadas ao longo da implementação do processo anterior.

Com essas informações em mãos, ele elaborará um relatório que será muito útil nas próximas fases de construção e implementação do BSC.

2. Análise SWOT e Diagnóstico estratégico

Não importa quantos anos sua instituição esteja no mercado, não se deve pular a etapa da análise SWOT (análise dos Pontos fortes, Pontos fracos, Desafios e Oportunidades). E com o relatório da etapa anterior em mãos, ficará ainda mais fácil identificá-los. A definição da SWOT também deverá estar baseada nos diálogos travados com a liderança da instituição. Com todos esses subsídios em mãos (relatório do ciclo anterior de planejamento estratégico e análise SWOT), sua instituição terá um potente diagnóstico estratégico em mãos. Ele será fundamental para o sucesso das próximas etapas de construção e implementação do BSC.

3. Revisão da identidade organizacional

Qual a percepção que o seu público e o mercado têm da sua instituição? Para que sua imagem não saia do controle, é necessário ter muito bem amarrado qual o seu posicionamento de mercado. O diagnóstico estratégico da etapa anterior certamente será capaz de orientá-los sobre qual identidade sua organização precisa assumir e consolidar para obter sucesso. Nessa hora, estamos falando de um trabalho de revisão da identidade organizacional, o que incluiu uma reconstrução de missão, visão e valores da instituição.

Aqui, será necessário que sua instituição faça um exercício de construção de um discurso sólido sobre:

1) O que fazemos e porquê fazemos?
2) Como fazemos e por meio de quais valores?
3) Quem é seu público-alvo e qual o impacto almejado?

Além disso, a instituição desenvolverá, com o auxílio de seu assessor executivo, uma declaração de futuro (visão estratégica), demonstrando como deseja ser reconhecida na realização de suas ações e projetos desenvolvidos.

4. Elaboração do Planejamento Estratégico com BSC

Com a identidade organizacional construída e a visão estratégica alinhada, será possível iniciar o processo de elaboração do planejamento estratégico. A visão estratégica será diluída em objetivos estratégicos (de 2 a 3 objetivos) em cada uma das perspectivas do BSC. Nesse sentido, se sua instituição for uma empresa privada, o modelo de BSC levará em conta as perspectivas Financeiras, Clientes, Processos Internos e Aprendizado/inovação. Já se a instituição for pública (não visa o lucro), a perspectiva financeira será substituída por outro termo. Não entendeu muito bem? No próximo tópico, você terá exemplos disso.

5. Elaboração do Mapa Estratégico do Balanced Scorecard

Nada melhor do que um recurso visual para lembrar a empresa, todos os dias, qual a sua razão de ser e quais os seus objetivos estratégicos. É por isso que o mapa estratégico é peça-chave na construção e implementação do BSC. Nessa etapa, a instituição elaborará, com o auxílio de seu assessor executivo, uma estrutura visual que parte do planejamento estratégico (missão e visão) e se desdobra em objetivos estratégicos para as perspectivas do BSC, conforme falamos no tópico anterior e demonstramos nos exemplos abaixo. Isso permitirá comunicar de forma simples e funcional de que forma os objetivos estratégicos se conectam com o MVV (MISSÃO, VISÃO, VALORES) da empresa, e ainda, como eles se comunicam entre si, numa relação de causa e efeito.

Veja também Planejamento Estratégico: O que é?

 

 

 6. Construção ou revisão de metas crucialmente importantes e indicadores de desempenho

Nessa etapa, os objetivos estratégicos serão desdobrados em metas crucialmente importantes e indicadores de desempenho. As metas devem ser construídas em um formato simples e prático, que chamamos de “FORMATO DE X PARA Y, ATÉ QUANDO”. Por exemplo, “até o fim do ano, queremos aumentar nossa cartela de clientes fidelizados de X para Y”. Esse formato garante que a meta terá uma linha de partida e uma linha de chegada.

Para cada meta, por sua vez, será necessário definir indicadores de desempenho preditivos e influenciáveis, específicos para o seu negócio. Preditivos, porque medem algo que te levará a instituição ao alcance da meta. Influenciáveis, porque a ação da equipe deverá conseguir influenciar diretamente o resultado. Para saber como escolher os melhores indicadores de desempenho para a construção e implementação do BSC na sua instituição, leia nosso artigo “Saiba definir indicadores de desempenho relevantes para seu negócio”.

7. Melhoria Contínua com PDCA

O BSC, como vimos, é uma ferramenta para construção e gestão de performance uma estratégia. No entanto, periodicamente a estratégia precisa de alguns ajustes menores das metas crucialmente importantes e indicadores de desempenho. Além disso, é necessário desdobrar as metas em planos de ação que envolvam todos os colaboradores da empresa, dizendo qual a sua participação na construção do sucesso da estratégia. Por isso, nessa última fase seu assessor executivo poderá utilizar uma ferramenta de gestão complementar, o PDCA – Plan, Do, Check and Act, que significa Planejar, Fazer, Checar e Agir. Essa ferramenta ajuda a construir uma cultura de melhoria contínua na instituição.

Simpatizou com essa metodologia? Não é à toa que é uma das ferramentas de gestão estratégias de maior sucesso no mundo, tanto para instituições privadas quanto para instituições públicas. Entre em contato com seu assessor executivo do Daexe e vamos te mostrar como essa ferramenta pode se encaixar perfeitamente às necessidades da sua instituição.

Até a próxima leitura.
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista

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4 motivos que fazem do mapa estratégico do BSC um componente-chave para o sucesso da Estratégia

O que é um mapa estratégico do BSC? Geralmente, a primeira vez que perguntamos a uma equipe o que eles acham que é um mapa estratégico, a maioria lembra dos mapas topográficos usados para guiar as tropas em uma guerra.

Segundo Norton e Kaplan, os professores de Harvard que criaram o Balanced Scorecard (BSC), a lógica é essa mesma! Assim como o mapa topográfico é um componente-chave para as tropas numa guerra, o mapa estratégico é um componente-chave para as equipes na implementação de sua estratégia, a partir do BSC (Leia mais sobre esta metodologia de gestão estratégica, clicando aqui>>>).

Quer saber por quê? É exatamente isto que vamos responder neste artigo, mostrando os 4 motivos principais que fazem do mapa estratégico um componente-chave para o sucesso da implementação do Balanced Scorecard. Vamos lá?!

O que é um mapa estratégico do BSC?

Para você que ficou em dúvida, nós respondemos. Mapa estratégico é uma ferramenta que utiliza o poder da imagem para traduzir visualmente o planejamento estratégico de uma empresa. Nesta imagem, estão presentes a missão e a visão da empresa, que se desdobram em objetivos e metas claras que envolvem todos os níveis da organização, do gerencial ao operacional.

 

AGORA, VAMOS AOS 4 MOTIVOS

 

1 – O mapa estratégico do BSC é SIMPLES E FUNCIONAL

Imagine poder resumir todo o planejamento estratégico da empresa em uma folha A4?! É disto que estamos falando, quando a organização cria um mapa estratégico. A ferramenta permite elaborar uma composição objetiva que mescla:

– Descrição do MVV (Missão, Visão e Valores);
– 4 Perspectivas do BSC (Finanças, Clientes, Processos Internos, Aprendizado & Crescimento);
– Objetivos estratégicos crucialmente importantes de cada perspectiva.

Para ilustrar o que estamos falando, veja um exemplo de mapa estratégico do SENAI:

 

2 – O mapa estratégico do BSC MELHORA A COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA

Por ser simples e funcional, o mapa estratégico permite a qualquer empresa – seja de que porte for – comunicar seus objetivos estratégicos para colaboradores, clientes e stakeholders.

Os objetivos são apresentados de forma conectada, ficando claras suas relações de causa e efeito, tanto de forma vertical quanto de forma horizontal. Tomando por exemplo a pergunta-chave da perspectiva financeira do BSC – “Para ter sucesso financeiramente, como nós devemos aparecer para nossos investidores?” – no mapa estratégico será possível apresentar graficamente aos seus stakeholders o que a empresa pretende fazer para cumprir com o compromisso assumido. O mesmo se repete para clientes e colaboradores.

Relembre as perguntas-chave das quatro perspectivas do BSC:

 

3 – O mapa estratégico do BSC é FANTÁSTICO PARA GESTÃO DE RISCO

No mapa estratégico, é possível trabalhar com recursos de faróis e cores que permitem identificar, em fração de segundos, que objetivos estratégicos estão indo bem ou mal.

É comum os assessores executivos proporem a utilização de cores para sinalizar o desempenho da organização. Por exemplo:
– Verde: quando o objetivo está progredindo em relação à estratégica;
– Vermelho: quando está regredindo;
– Amarelo: quando o objetivo está instável entre o verde e o vermelho, ou seja, às vezes progredindo e às vezes regredindo em relação à estratégia.

Portanto, a partir de todos estes recursos, o mapa estratégico permite que o gestor não só identifique setores e situações de risco, mas aja rapidamente sobre a situação, entrando em contato com os departamentos e verificando por que o objetivo não está progredindo em relação à estratégia.

Veja alguns exemplos de mapa estratégico do BSC para instituições públicas e privadas:

 

 

 

 

4 – O mapa estratégico do BSC é GARANTIA DE MELHORIA CONTÍNUA

Quando os conceitos da estratégia são apresentados de forma visual, eles acabam funcionando como um espelho da organização. Isso porque, como vimos, ele permite monitorar continuamente a organização, focando essencialmente as quatro perspectivas do seu BSC. Isso significa dizer que o mapa estratégico consegue refletir todo o esforço que todos estão fazendo para o alcance dos objetivos estratégicos.

Dessa forma, o mapa cria sinergia para organização, estimulando o aprendizado estratégico e um trabalho coordenado e colaborativo, em uma mesma direção (todos remam para o mesmo lado). E o melhor de tudo é que todos os envolvidos conseguem facilmente identificar se a organização vai bem ou não em relação à estratégia e em quais objetivos ele mesmo precisará dedicar mais esforços para que a empresa obtenha o sucesso desejado.

Deu para perceber que esses 4 motivos que apresentamos são praticamente argumentos para sua empresa adotar esta ferramenta, para ontem!

E então? Sua estratégia é acompanhada de um bom mapa estratégico? Sinceramente, manter tudo na cabeça da liderança ou em papéis intraduzíveis não é uma boa estratégia.

Tem interesse, mas não sabe muito bem por onde começar? Entre em contato com seu assessor executivo do Daexe ou poste um comentário abaixo. Nossa missão é conduzir sua empresa à excelência administrativa.

Um abraço,

Dekker Jordão Baptista

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7 motivos do fracasso na implementação do Balanced Scorecard-BSC

O Balanced Scorecard é uma das metodologias de gestão estratégica mais utilizadas por empresas de sucesso no mundo todo. Criada pelos professores de Harvard Norton e Kaplan, a grande adesão da metodologia por empresas de portes e segmentos diferentes é a maior prova de que ela funciona mesmo e veio para ficar.

Um dos diferenciais do BSC é que ele não tem nenhuma intenção de funcionar como uma receita de bolo. Não é um modelo estático e rígido que os gestores aplicam em suas organizações. Pelo contrário, a metodologia é extremamente flexível e deve ser adaptada e personalizada a cada tipo de organização. A metodologia fornece princípios e conceitos a serem interpretados e implementados de acordo com as dimensões e características particulares da organização que a aderiu.

Ao mesmo tempo em que este é um dos pontos mais fortes do BSC, porque faz com que seja útil a uma grande corporação industrial ou a um pequeno comércio local, também é o que a torna mais desafiadora. Implementar o BSC exige abraçar uma nova dinâmica de gestão que exige muito estudo e um mergulho de autoconhecimento por parte da organização. Por isso, são requisitos básicos para o sucesso do BSC o engajamento de absolutamente toda a empresa, do nível gerencial ao operacional, e o apoio de uma assessoria empresarial que faça esse mergulho junto com a organização.

Nós do DAEXE somos especialistas em BSC e há algum tempo temos observado quais são os erros mais recorrentes no processo de implementação da metodologia, que se não forem corrigidos a tempo, podem levar ao seu fracasso. Neste artigo, apresentamos 7 erros que avaliamos como os principais motivos que costumam atrapalhar o desempenho das organizações que aderem o BSC.

Se você está interessado em levar o BSC para seu empreendimento, esta é uma excelente oportunidade de abrir sua mente para esses horizontes. E se sua organização está em fase de implementação do BSC, neste artigo você vai encontrar dicas incríveis do que NÃO FAZER se você quer que o BSC seja um sucesso na sua empresa!

MOTIVO 1: Não fazer o básico: diagnóstico SWOT e definição de MVV.

Como falamos anteriormente, o BSC é uma metodologia de gestão que deve ser personalizada de acordo com as características da organização e não há como fazer isso se não por um caminho de muito estudo e autoconhecimento. Como saber o que funcionará ao perfil de organização que você tem se não há um conhecimento sistematizado sobre esse perfil? É por isso que não dá para pular etapas. O diagnóstico SWOT (pontos fracos/pontos fortes/ameaças e desafios/oportunidades) e a definição do MVV (Missão, Visão e Valores) são pontos de partida obrigatórios. Afinal, não há como falar em estratégia e em futuro se a empresa não sabe definir quem é, para qual finalidade existe, quais são seus sonhos e de quais valores não abre mão. Essas definições nortearão sua direção. Também não é possível planejar para onde se quer ir, se a empresa não consegue avaliar o que tem de forte, no que precisa melhorar e quais oportunidades e desafios estão ao seu redor. Acredite, SWOT e MVV não foram feitas para ficar em relatórios, paredes e prateleiras. Com o BSC você verá como esses estudos podem se materializar e se tornar extremamente palpáveis no dia a dia da sua empresa.

MOTIVO 2: Não engajamento da liderança (diretoria e gerência)

Da liderança espera-se sempre o exemplo. Mas a liderança muitas vezes está mais viciada que os demais em fazer as coisas “daquele mesmo jeito de sempre”. É claro que compreendemos que toda mudança é dolorosa, é desafiadora, porque exige sair da zona de conforto. Mas se a cabeça da empresa dá as costas para uma mudança que ela mesma propôs, o resto do corpo será obrigado a acompanhar, dando as costas também. Se a diretoria e a gerência não derem o primeiro exemplo de engajamento, não poderá cobrar postura diferente de seus colaboradores.

MOTIVO 3: Não desdobrar o BSC até o nível operacional e individual, envolvendo a equipe e pessoas estratégicas em sua elaboração.

Tão ruim quanto a falta de engajamento da diretoria e liderança é o monopólio do que está sendo feito a nível de BSC por apenas esses grupos. A execução de qualquer estratégia em uma empresa depende de uma mobilização de todo o corpo e absolutamente todos os membros tem sua importância e participação.
O engajamento da equipe dependerá de uma definição clara do papel e contribuição do trabalho de cada um para o sucesso da estratégia que foi definida no BSC. O planejamento do BSC costuma ser feito através da construção de um mapa que parte do MVV da empresa (nível mais conceitual) que é traduzido em objetivos e metas, que por sua vez são desdobradas em tarefas delegadas a cada membro das equipes com prazo definido (nível das ações). Essa é a dinâmica certa de funcionamento do BSC. E uma forma de resolver a dificuldade de levar o BSC ao nível operacional e individual é utilizar uma outra metodologia auxiliar que já apresentamos aqui no BLOG, chamada OKR (objectives and key results). OKR é uma forma compartilhada de construção do mapa estratégico do BSC: 40% dos objetivos são propostos pela direção (top down) e 60% são propostos por quem está diretamente envolvido na execução do objetivo e geração do resultado (bottom up). Isto eleva o engajamento da equipe e assegura que o resultado seja viável. Por isto, a metodologia costuma surtir grande efeito na produtividade, entusiasmo e auto estima dos colaboradores, reduzindo problemas de falta de motivação. Saiba mais sobre o OKR, clicando aqui >>>

MOTIVO 4:Foco nos indicadores históricos e não em indicadores de desempenho

Indicadores históricos são resultados de uma avaliação de desempenho final. É um resultado acabado, que não poderá ser alterado, como mostramos no artigo “Saiba a diferença entre Avaliação de Desempenho e Gestão de Desempenho”. Focar neles é gerir a empresa olhando pelo retrovisor. No BSC, o foco são os indicadores de desempenho, ou seja, os resultados parciais que a empresa vai apresentando a cada nova reunião estratégica e que indicam para onde a empresa está indo e se a estratégia está adequada ou não. O foco em indicadores históricos engessa a ação. O foco nos indicadores de desempenho permite acompanhar resultados de perto, agir com dinamicidade e mudar a estratégia sempre que for necessário.

Para você entender melhor, citamos o exemplo de um atleta de corrida. O indicador histórico é o resultado que ele conseguiu após a conclusão de sua corrida de 200 metros rasos. E a avaliação de seu desempenho é a reflexão sobre em que lugar chegou, em quais quesitos falhou, em que momentos não conseguiu aplicar as técnicas que treinou em detalhes (largada, movimentos dos braços, passada, etc.). Já o indicador de desempenho é o que ele tinha acesso durante a corrida, comparando suas passadas com a dos demais corredores e avaliando em que momentos deveria aplicar maior energia, em que momentos deveria fazer uma curva mais fechada, etc. Isso é o resultado de uma gestão de desempenho, ou seja, uma observação e ação que ocorrem durante a corrida e, no caso das empresas, durante a execução dos objetivos, metas e tarefas que levarão à conquista da execução da estratégia.

MOTIVO 5: Não investir em um sistema de gestão para coletar dados e elaborar relatórios

A forma mais eficiente de realizar a gestão do desempenho no BSC é a partir de um sistema de gestão que consiga automatizar ao máximo a coleta de dados e elaboração de relatórios, permitindo que o tempo e o esforço da equipe seja direcionado à execução da estratégia. A resistência de investir num sistema ou na contratação de um especialista em Excel que possa personalizar e automatizar os relatórios acaba saindo como um tiro pela culatra, pois se os gestores tiverem de ocupar seu tempo e esforço com isso, não conseguirão avançar na mesma qualidade e ritmo que avançariam se fizessem o investimento em um sistema e em um especialista no assunto.

MOTIVO 6: Copiar indicador do vizinho ou escolher indicadores ruins e em número excessivo

A escolha dos indicadores de desempenho, ao contrário do que se poderia supor, é um dos maiores desafios que o BSC impõe à empresa na sua implementação. Isso porque para que indicadores de desempenho sejam RELEVANTES, eles precisam ser PREDITIVOS E TER CAPACIDADE DE INFLUENCIAR O ANDAMENTO DAS METAS. Como já destacamos antes, cada empresa é única, cada empresa tem fraquezas e desafios particulares e isso deve ser levado em consideração na hora da construção de seus indicadores de desempenho. Mesmo que você queira se inspirar em uma empresa do mesmo segmento que o seu, isso pode ser uma estratégia que te fará perder tempo e energia. Outro erro comum é achar que quanto mais indicadores, melhor. Você pode gerenciar 10 indicadores e nenhum deles estar te dizendo de fato se sua equipe está caminhando em direção à meta ou não. Mais uma vez, dedicará tempo e esforços a gerir uma quantidade excessiva de indicadores que te ajudam pouco no avanço da estratégia. O bom indicador demanda estudo e autoconhecimento da empresa. Pode levar um pouco mais de tempo para a empresa encontrar “a veia” certa, o indicador mais eficiente, mas a hora que isso ocorrer, você vai sentir pela primeira vez como é estar seguro e ter o controle de para onde sua empresa está caminhando.

Para te ajudar a pensar sobre isso, retomamos um exemplo que já citamos aqui no BLOG, no artigo “Saiba definir indicadores de desempenho para o seu negócio”:

“Um time de uma empresa de bebidas estava em busca de escolher os indicadores de desempenho mais relevantes para sua Meta Crucialmente Importante, que era: Aumentar a produção anual de água de 175 milhões de litros para 185 milhões de litro até 31 de dezembro.
As primeiras sugestões de indicadores que surgiram, foram:
a)Estipular meta de produção de água mensal;
b)Estipular meta de produção diária.
Qual delas você escolheria??? A resposta certa é: nenhuma das duas!
Porque nenhuma delas diz o que é necessário fazer todos os dias para chegar ao objetivo. Não são preditivas, nem influenciáveis!
Para encontrar o indicador de desempenho RELEVANTE é necessário estar atento às especificidades da empresa. No caso da empresa de água, eles buscaram estudar os motivos que os impediam de aumentar sua produção de água. Descobriram, por meio de um diagnóstico, que o gargalo da produção estava no fato de que eram recorrentes os casos de turnos de trabalho com equipes incompletas e que haviam máquinas improdutivas.
Seus indicadores de desempenho tinham que atuar sobre o que de fato era impeditivo para o alcance da META. Foi assim que definiram dois indicadores de desempenho PRECISOS:
A)O percentual de turnos com equipes completas, que agora buscariam aumentar de 80% para 95%; e
b) O percentual de conformidade com os programas de manutenção preventiva, que agora deveriam aumentar de 72% para 100%.
Estes dois indicadores são claramente PREDITIVOS, ou seja, medem algo que leva ao alcance da meta; e INFLUENCIÁVEIS, ou seja, a ação da equipe influencia diretamente nos resultados.”

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MOTIVO 7: Ser assessorado por especialistas que dominam apenas uma área de gestão.


O BSC é implementado a partir do desdobramento do MVV da empresa em estratégias destinadas às quatro áreas de gestão da empresa, que são Finanças, Processos Internos, Clientes e Aprendizado e crescimento, conforme imagem abaixo (click na imagem para ampliá-la).

BSC

Se o assessor ou consultor que vai auxiliar a empresa na implementação do BSC não possui CHAVE (Conhecimentos, Habilidades, Atitudes, Valores e Experiência) nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, gestão de estratégia e processos, e gestão de marketing (online e offline), terá dificuldades de auxiliar a empresa como deve ser. Quando o assunto é gestão estratégica, é mais importante ter um profissional que consiga ter uma visão sistêmica do que ter um profissional extremamente especializado em apenas uma das áreas de gestão da empresa.

E então? Esse artigo contribuiu com seus conhecimentos em BSC e gestão estratégica? Qual a maior dificuldade da sua empresa na implementação do BSC? Coloque sua dúvida nos comentários abaixo ou mande-nos um e-mail. Nossos assessores executivos terão o maior prazer em respondê-lo.

Até a próxima leitura!
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista
(CEO – DAEXE)

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BSC: 4 armadilhas que estão tirando o seu foco do crucialmente importante

Nós atuamos no ramo de consultoria e assessoria empresarial há muitos anos, e podemos afirmar com toda certeza: uma organização só consegue crescer de forma sustentável com foco, planejamento e estratégia!
O problema é que todos os dias, uma série de questões surgem para tirar o seu foco do crucialmente importante.
Hoje nós listamos 4 armadilhas que estão tirando o seu foco do que realmente importa para fazer a sua empresa crescer. Veja se não está caindo em uma delas!

Não ter um objetivo realmente engajador
Geralmente cada membro de uma equipe tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe em prol da organização, todo o trabalho pode ser comprometido. Trabalho em equipe só funciona quando os membros da equipe possuem um objetivo maior, ou seja, um objetivo acima dos objetivos pessoais, que engaje todos os envolvidos.

Focar nos culpados e não nas soluções
Quantas reuniões de planejamento são desperdiçadas com discussões infindáveis sobre quem errou, de quem é a culpa? Não que os erros devam passar impunes, mas se o mesmo tempo e energia fossem gastos para pensar soluções, os resultados seriam inacreditáveis. Pense nisso!

Falta de planejamento e respeito a prazos
Sem foco no que realmente traz impacto para mover a organização de onde está para onde quer chegar, e sem planejamento para realizar isso, nenhuma equipe vai para frente. As prioridades tem de estar claras, e cada um deve saber muito bem qual o seu papel dentro da equipe, seguindo à risca o que foi definido (tarefas e prazos).

Trabalhar sem o apoio de uma metodologia de Gestão Estratégica
Nós trabalhamos com Balanced Scorecard (BSC), que é uma metodologia de gestão estratégica que consegue alinhar os objetivos e metas individuais e coletivos, criando regras e prazos. Se você está trabalhando sem uma metodologia de gestão para apoiar o planejamento, as chances de insucesso são muito maiores.

Consulte agora mesmo seu assessor executivo do Daexe e saiba mais sobre metodologias de gestão que realmente podem te ajudar a não perder o foco!