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Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

 

Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

O Balanced Scorecard é uma ferramenta de negócios reconhecida mundialmente pelos executivos das empresas. O segredo do projeto de sucesso do BSC é que todos os principais funcionários, proprietários de empresas e gerentes de alto escalão estão envolvidos.

As pesquisas mostram que o maior desafio durante a implementação do BSC é o problema motivacional. Antes de iniciar um projeto de Balanced Scorecard, é necessário explicar esta abordagem de negócio a todas as partes interessadas (stakeholders). De modo a que integrem a concepção do Balanced Scorecard e, no futuro, se tornem usuários ativos desta ferramenta comercial. Com certeza, você também enfrentará alguns problemas técnicos, mas será fácil resolvê-los se tiver todos os stakeholders ao seu lado.

O Balanced Scorecard já é amplamente usado

Iniciemos com alguns fatos básicos. A estatística mostra que a estrutura do Balanced Scorecard já é amplamente utilizada em empresas em todo o mundo:

Segundo o estudo da Cranfield University:

  • Mais de 50% das grandes empresas usam algum tipo de Balanced Scorecard.

Segundo o levantamento feito pela 2GC sobre o uso do Balanced Scorecard:

  • 31% das empresas declararam que o Balanced Scorecard é extremamente prestativo, e 42% que ele é muito útil
  • 34% das empresas entrevistadas usam o BSC para gestão estratégica, 35% o usam para relatórios e 17% para gestão operacional

Segundo a Bain & Co

  • Cerca de 70 por cento das organizações implementaram, pelo menos parcialmente, um Balanced Scorecard até 2006.
  • 50% das empresas da Fortune 1.000 estão usando o Balanced Scorecard
  • O Balanced Scorecard foi uma das 5 ferramentas de negócios mais utilizadas em 2013

Você encontrará todas as estatísticas mencionadas no artigo Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas.

Até agora, vemos que o Balanced Scorecard é amplamente utilizado, mas por que é usado? Seguem aqui mais alguns dados que revelam problemas que todas as empresas enfrentam e que o Balanced Scorecard aborda:

De acordo com o Balanced Scorecard Colaborativo

  • 95% da força de trabalho típica não entende a estratégia de suas organizações
  • 90% das organizações não conseguem executar suas estratégias com sucesso
  • 70% das organizações não vinculam os incentivos da gestão intermediária à estratégia

 

O Balanced Scorecard permite que se veja o que há de mais importante

É aí que o Balanced Scorecard entra. Ele permite que você veja o quadro geral do que está acontecendo na empresa e compartilhe esse quadro com os funcionários. Como resultado, os funcionários de nível de atendimento começam a ver a conexão entre o que estão fazendo no momento e a estratégia da empresa. Os executivos aproveitam a visão de cima do que está acontecendo na empresa, por que isso está acontecendo e qual é a resposta da empresa.

Analise seu último lapso

Todo negócio falha em algum projeto ou outro. Na maioria dos casos, não é a questão de uma estratégia errada, mas sim uma questão de má execução. Dê uma olhada no seu último fracasso comercial:

  • Se você tivesse feito um trabalho melhor, você teria uma maior compreensão do que está acontecendo?
  • Seus funcionários alcançariam melhores resultados caso soubessem do plano estratégico por trás de seu trabalho?
  • Se o seu projeto seria mais previsível, você usaria medidas claramente definidas e KPIs?

Caso tenha respondido “Sim” a pelo menos uma das perguntas, o Balanced Scorecard poderá ajudá-lo neste caso. A alta gestão estaria mais focada nos principais desafios do projeto e os funcionários poderiam atingir melhores resultados mais rapidamente. O BSC não é uma pílula mágica e não lhe garante a solução de nenhum problema comercial, mas permite que sua equipe mantenha o foco e minimize os riscos na execução da estratégia.

Já temos os KPIs! 

A maioria dos gestores comerciais argumenta que eles já têm KPIs e, com essa ferramenta, gerenciam seus negócios. Infelizmente, os KPIs são para medição, não para a gestão. Eles podem dar algumas ideias, mas falta-lhes a conexão com a estratégia, os objetivos comerciais e os planos de ação. Foi discutido em detalhes no artigo “Por que a maioria dos KPIs não funciona e o que fazer a respeito”? Para funcionarem de forma eficaz, os KPIs devem ser colocados em um contexto comercial.

Como exatamente o Balanced Scorecard poderá ajudar?

A essa altura, sabemos que para executar uma estratégia de negócios de maneira eficaz, os gestores de alto escalão, gerentes de departamento e funcionários de nível de atendimento precisam ter uma visão geral do que está acontecendo no negócio e por quê. As iniciativas de gestão devem estar alinhadas com a estratégia e precisamos de KPIs para sabermos que estamos no caminho certo. A questão é: “Como o Balanced Scorecard pode nos ajudar”?

  • Obriga os altos executivos a formalizar suas ideias estratégicas em uma forma de mapa estratégico. O mapa estratégico deve ter objetivos comerciais e o mais importante é que, esses objetivos de negócios, devem ser interligados por uma conexão de causa e efeito.
  • Os KPIs estarão alinhados aos objetivos comerciais, para que saibamos se estamos no caminho certo para alcançar o objetivo comercial.
  • No BSC, para cada objetivo comercial, teremos um plano de ação que informará aos funcionários o que eles devem fazer para atingir o objetivo comercial específico.
  • O projeto do Balanced Scorecard será em cascata. O Balanced Scorecard, com seus KPIs e planos de ação, não deve ser usado apenas pelos gestores seniores, mas sim delegado aos níveis departamentais.

Você ainda precisa das suas ferramentas de gestão de tarefas/projetos?

O Balanced Scorecard não substitui as ferramentas clássicas de gestão de projetos. O BSC aborda os problemas de execução da estratégia, não os desafios no gerenciamento de tarefas. O Balanced Scorecard fornece um contexto de negócios para tarefas operacionais. Em vez de apenas fazer o seu trabalho, os funcionários poderão entender por que eles estão fazendo isso e porque é importante. Permite mudar a percepção do trabalho. Como resultado, as empresas que implementaram o Balanced Scorecard relataram aumentos significativos no desempenho final dos negócios.

Segundo o levantamento feito pela 2GC sobre o uso do Balanced Scorecard:

  • Os impactos mais significativos da implementação do Balanced Scorecard foram encontrados nas ações empresariais (83%).
  • Segundo o Fórum do Balanced Scorecard
  • 80% das organizações que utilizam o Balanced Scorecard relataram melhorias no desempenho operacional
  • 66% dessas organizações relataram um aumento nos lucros

O Balanced Scorecard e um painel não são a mesma coisa

A maioria das empresas tem algum tipo de painel. Um painel e um Balanced Scorecard não são as mesmas ferramentas comerciais. Eles são projetados para diferentes propósitos.

  • Os painéis ajudam a gerar algumas percepções comerciais. Os painéis são ótimos para monitorar o estado atual dos negócios.
  • Quando se trata de novos desafios, você precisará de um indicador de desempenho que rastreie seu progresso em direção aos objetivos de negócios especificados.

Para um gestor de alto escalão, o Balanced Scorecard:

  • Lhe dá uma visão macro do que está acontecendo na empresa
  • Ajuda a formular e executar a estratégia
  • Auxilia na visualização de informações cruciais no mapa estratégico

Na próxima vez em que um gestor de alto escalão precise tomar algum tipo de decisão comercial, ele ou ela não terá apenas informações operacionais, mas também terá a compreensão das conexões de causa e efeito entre os objetivos de negócios envolvidos e as soluções de negócios sugeridas.

Quais são os entre os benefícios BSC para um gestor de unidades comerciais?

  • Para um gestor de unidades comerciais, o Balanced Scorecard:
  • Ajuda a monitorar o desempenho atual
  • Ajuda a acompanhar o progresso em direção aos objetivos comerciais
  • Visualiza informações importantes sobre desempenho

Junto do Balanced Scorecard, as iniciativas de alto nível serão traduzidas mais logicamente para o nível departamental. Dessa forma, os gerentes das unidades comerciais poderão concentrar-se no que é importante e evitar fazer um trabalho que não ajuda a empresa a executar sua estratégia.

Quais são os benefícios do BSC para funcionário do nível de atendimento?

Para os funcionários do nível de atendimento, o Balanced Scorecard:

  • Mostra como a tarefa atual está vinculada à estratégia da empresa
  • Acompanha o desempenho atual de forma transparente

Os funcionários ficam feliz por realizarem um trabalho onde um objetivo final e as medidas de progresso são claramente definidas. Com o Balanced Scorecard, os gestores estruturais poderão traduzir para os funcionários de nível de linha não apenas o que deve ser feito, mas por que isso deve ser feito. Conhecer o objetivo final ajuda os funcionários a realizar seu trabalho com mais eficiência.

O QUE SE PODE FAZER no Balanced Scorecard:

  • Não execute o projeto do BSC sozinho. Os gestores de alto escalão gostam de jogar seus joguinhos sozinhos. No caso do Balanced Scorecard, isso não funcionará. Envolva sua equipe o mais rápido possível. Dessa forma, você obterá melhores KPIs, objetivos comerciais, planos de ação e, por fim, obterá melhores resultados.
  • Não use KPIs de recompensa. Vincular recompensas a KPIs específicos facilitará muito a vida do RH, mas não é recomendado o uso de KPIs de recompensas em seu indicador de desempenho; as pesquisas e práticas recomendadas também confirmam esse ponto de vista. Confira o artigo “Remuneração e recompensa por práticas recomendadas de KPI” para obter mais detalhes.
  • Não copie os KPIs de outras empresas. Você precisa mapear seus objetivos de negócios e, em seguida, criar KPIs que medirão seu progresso em relação aos objetivos comerciais ou monitorarão seu desempenho atual. Os objetivos comerciais vêm em primeiro lugar, não os KPIs. Por esse motivo, não faz sentido copiar os KPIs dos outros.

Escolhendo uma ferramenta de automação

Como foi mostrado, o Balanced Scorecard não tem a ver com poucos KPIs e não se destina apenas aos gestores de alto escalão. Para ajudar a empresa a executar sua estratégia, o Balanced Scorecard deve fazer parte do conjunto de ferramentas comerciais de todos os departamentos. A questão é: qual ferramenta de automação de software uma empresa pode usar para o Balanced Scorecard?

  • O Excel é uma ótima opção quando você está diante de um protótipo
  • Quando se trata do mapa estratégico, em cascata, partilhando o seu BSC, escolha um software profissional do Balanced Scorecard como o BSC Designer.

É melhor compartilhar a verdade

Fatos dizem, histórias vendem. Temos de aprender muitos fatos sobre o Balanced Scorecard, mas, para ser realmente persuasivo, é necessário partilhar histórias sobre o Balanced Scorecard com as partes interessadas.

O software BSC Designer ajudou muitas empresas na automação do conceito do Balanced Scorecard. Visite a seção de depoimentos no BSC Designer. Lá, você encontrará mais de 80 depoimentos de usuários de várias empresas de todo o mundo.

Histórias para o mundo dos negócios

As pessoas envolvidas com negócios gostam de ver não apenas os depoimentos do usuário, mas os estudos de caso com mais fatos e detalhes. Compartilhe com sua parte interessada uma das histórias comerciais de nossa seção de estudos de caso. Seguem abaixo alguns estudos de caso mais recentes:

  • A empresa de desenvolvimento de software 2Realpeople utilizou o quadro do Balanced Scorecard automatizado com o BSC Designer para modelar a sua estratégia comercial para 2014.
  • O fornecedor de serviços de segurança da informação, localizado na Eslovénia, a empresa Astec d.o.o. iniciou o projeto do Balanced Scorecard para implementar o controle em seus processos comerciais.
  • Os principais gestores do Concept Italia usam o software BSC Designer para avaliar o nível de realização dos objetivos comerciais. Um dos principais objetivos do uso do BSC Designer na empresa é melhorar a satisfação do cliente.
  • O software BSC Designer suporta uma mudança cultural do tipo “estou fazendo meu trabalho” para “eu entendo a estratégia”, na Talent Consulting.

Ainda duvida do Balanced Scorecard?

É uma tarefa desafiadora capturar todas as características e detalhes sobre o Balanced Scorecard em apenas um artigo. Você encontrará mais detalhes e artigos perspicazes sobre o Balanced Scorecard em outros Artigos do nosso Blog. Além disso, sinta-se à vontade para nos enviar suas perguntas, conte com a Daexe !

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Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

 

Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

Existem alguns fatos sobre o Balanced Scorecard que devem ser verificados antes de se iniciar a implementação deste sistema de gestão de desempenho. Como resultado, temos a certeza de que você estará interessado em tentar implementar esse conceito em seu negócio.

De acordo com o Relatório do Estado Global de Pesquisas sobre Estratégia e Liderança de 2014

  • 72% dos executivos das pesquisas responderam que seu modelo de negócios “estará sob ameaça nos próximos cinco anos”.
  • 54% dos entrevistados relataram um mau alinhamento vertical.
  • Para a descrição da estratégia, os executivos usam: SWOT (61%), Modelagem Financeira (55%), Balanced Scorecard (49%)

Segunda o Levantamento Anual de Uso do BSC de 2014

  • 64% dos participantes responderam que usam o BSC para sua gestão estratégica.
  • 44% dos participantes responderam que emitem mensalmente relatórios, conforme o BSC.

De acordo com o Balanced Scorecard

  • Mais de 50 porcento das grandes empresas usa algum tipo de conjunto de indicadores de desempenho, segundo estudo da Cranfield University

Leia também: Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado? Confira a Análise dos Resultados da Pesquisa

Segundo o Balanced Scorecard Collaborative

  • 95% da força de trabalho típica não entende a estratégia de suas organizações
  • 90% das organizações não consegue executar suas estratégias com sucesso
  • 86% das equipes executivas gasta menos de uma hora por mês discutindo a estratégia
  • 70% das organizações não vincula os incentivos da gestão intermediária à estratégia
  • 60% das organizações não vincula a estratégia ao orçamento

Há alguns fatos sobre o Balanced Scorecard que devemos verificar antes de iniciar a implementação deste Sistema de gestão de desempenhos. Como resultado, temos a certeza de que você terá interesse em tentar implementar o conceito de Balanced Scorecard em sua empresa.

De acordo com o relatório BSC de Frustrações e Desafios:

  • 30% das frustrações e desafios do BSC estão associados aos aspectos de motivação do Balanced Scorecard

De acordo com o levantamento da 2GC sobre o uso do Balanced Scorecard:

  • 31% das empresas declararam que o Balanced Scorecard é extremamente útil, enquanto que 42% dizem ser ele muito útil
  • 34% das empresas entrevistadas usam o BSC para gestão estratégica, 35% para emissão de relatórios, 17% para gestão operacional
  • 29% das empresas utilizaram consultores externos para conceber o Balanced Scorecard
  • Os impactos mais significativos da implementação do BSC foram constatados nas ações (83%) e comportamentos (58%) comerciais; a avaliação tem impacto de 63% e o sistema de recompensas tem menor impacto (cerca de 30%)
  • A maior parte dos Balanced Scorecards foi utilizada para fins de planejamento (79%), orçamento (70%) e estabelecimento de metas (51%)

Segundo o Fórum do Balanced Scorecard

  • 80% das organizações que usam o Balanced Scorecard relataram melhorias no desempenho operacional
  • 66% dessas organizações relataram um aumento nos lucros

Segundo a Bain & Co

  • Cerca de 70% das organizações implementaram, pelo menos parcialmente, um Balanced Scorecard até 2006.
  • 50% das empresas da Fortune 1.000 utilizam o Balanced Scorecard

Segundo o Levantamento feito pela(o) “Consulta Anual de Negócios/Balanced Scorecard

  • 37% dos entrevistados não estão satisfeitos com a forma como medem sua organização
  • 67% dos entrevistados usam planilhas
  • 19,5% usam software especializado de gestão de desempenho
  • 19,5% responderam que os Scorecards de seus negócios fornecem o nível certo de informações para que eles possam tomar decisões estratégicas
  • 31,2% têm de 11-20 KPIs nos seus Scorecards e 37,7% têm 1-10 KPIs
  • 40,3% dos entrevistados confirmaram que sua gestão executiva tem um compromisso com seu indicador de desempenho, e apenas 18,8% responderam que existe um compromisso por parte dos departamentos
  • Para 44,2% dos participantes, um indicador de desempenho comercial ainda é uma medida, e não uma ferramenta de gestão
  • 20% das empresas implementaram com sucesso os produtos de softwares de gestão de desempenho e relataram uma influência positiva de seus Scorecard, no desempenho final dos negócios.

Leia também: A Importância de uma Auditoria no Planejamento e Implantação do Balanced Scorecard

De acordo com o levantamento salarial da Indeed.com

  • Para o título “Balanced Scorecard”, o salário anual médio a partir de 2012 será de $ 112.000,00
  • A média salarial envolvendo os postos de trabalhos relacionados ao Balanced Scorecard é 84% superior à média dos salários de todos os postos de trabalho.

O que dizem os especialistas

  • Entrevistamos vários especialistas em gestão de desempenho. Confira o que eles pensam sobre o BSC, KPIs e outras ferramentas comerciais populares

Perfil do Usuário

Embora a maioria dos profissionais de negócios possa se beneficiar deste conceito, certamente há alguns especialistas que fazem parte do nosso perfil principal de usuários.

  • CEOs, fundadores da empresa
  • Profissionais de Estratégia Empresarial e Planejamento Estratégico
  • Especialistas em Gestão de Mudanças, Melhoria de Processos e Desenvolvimento de Negócios
  • Gestores de processos
  • Profissionais da Análise de Negócios e de Consultoria de Gestão
  • Gestores de garantia de qualidade
  • Especialistas em RH
  • Gestores da cadeia de suprimentos
  • Gestores de marketing
  • Diretores operacionais

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Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado? Confira a Análise dos Resultados da Pesquisa

 

Veja Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado.

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

A 2GC Active Management publicou recentemente sua pesquisa anual acerca do Balanced Scorecard de 2014. Em dez páginas, eles compartilharam os resultados da pesquisa juntamente com as principais descobertas e análises de tendências. Seguem aqui alguns dos que eu considero especialmente interessantes para aqueles que estão planejando implementar o Balanced Scorecard ou que acham que é hora de atualizar seu projeto do BSC.

  • 64% usam o BSC para sua gestão estratégica
  • 58% usam o BSC para sua gestão operacional
  • 44% emitem relatórios segundo o BSC mensalmente
  • 28% usam o BSC apenas para emissão de relatórios
  • Os links de premiações relativas ao BSC diminuíram na faixa de quase o dobro de 20%
  • Apenas 22% usam o software de automação do BSC

COMO O BALANCED SCORECARD FOI AVALIADO EM 2014?

64% dos participantes (duas vezes mais que em 2013) responderam que usam o Balanced Scorecard em sua gestão estratégica.O uso do BSC na gestão estratégica

  • 58% dos participantes (um aumento de quase um terço em relação a 2013) relataram na pesquisa que usam o BSC em sua gestão operacional.
  • O número daqueles que o utilizam para relatórios recuou levemente para 28%

Pessoalmente, acho que isso reflete uma mudança positiva na compreensão do papel do BSC. Os profissionais de negócios começaram a tratar o BSC não como uma ferramenta de medição simples. Mas como uma ferramenta de gestão que os ajuda a entender melhor a estratégia. Em vez de apenas disponibilizar alguns números no final do período de emissão de relatórios.

  • 44% dos participantes responderam que emitem relatórios mensais em conformidade com o BSC. Este fato também confirma a tendência geral de tornar o BSC uma ferramenta comercial diária.

Leia também: Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

Menor número de recompensas vinculadas ao Balanced Scorecard

Antes, vínhamos discutindo algumas das melhores práticas sobre o alinhamento dos planos de remuneração do Balanced Scorecard. Os resultados empíricos da pesquisa confirmam que as empresas estão menos entusiasmadas em vincular o BSC às gratificações individuais; a respectiva percentagem das empresas diminuiu em um número beirando o dobro de 20%.

De acordo com os resultados da pesquisa, apenas 22% utilizam softwares de automação para o Balanced Scorecard. A maioria dos entrevistados (39%) ainda usa o software do escritório para esse fim. Acredito que isso possa ser explicado pelo nível de maturidade dos projetos do BSC. A pesquisa refere-se à classificação pautada na geração do BSC, a qual foi explicada anteriormente. A maioria das empresas ainda utiliza o BSC de 1ª geração (30%) e 2ª geração (50%), sendo que apenas 20% utilizam o BSC de 3ª geração.

No momento, o BSC encontra-se mais alinhado com o restante da empresa do que em 2012

Por fim, de acordo com os resultados do levantamento, 44% (30% em 2012) das organizações informaram que possuem múltiplos conjuntos de indicadores de desempenhos. Acredito que isso seja uma evidência indireta do melhor alinhamento do BSC entre as empresas. Mais empresas entendem que o BSC destinado ao alto nível hierárquico seja bom para a gestão, mas não para os departamentos ou funcionários de atendimento ao público.

Leia também: Planejamento Estratégico: O que é?

Como será o Balanced Scorecard em 2015?

Em geral, a pesquisa confirma que existem muitas tendências positivas:

  • Em 2015, veremos ainda mais empresas migrando do BSC mais antigo para o conjunto de indicadores de desempenho de 3ª geração;
  • Mais indicadores de desempenho comercial serão traduzidos para os níveis mais baixos e alinhados com os indicadores de desempenho do nível hierárquico mais alto;
  • A necessidade do software de automação do BSC aumentará;
  • O papel do BSC evoluirá ainda mais de um simples relato para a gestão estratégica;
  • O papel do BSC evoluirá ainda mais de uma simples emissão de relatórios para a gestão estratégica;

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A Importância de uma Auditoria no Planejamento e Implantação do Balanced Scorecard

Auditoria do Balanced Scorecard: Porque é importante fazer  após sua implantação e após seu Planejamento.

Auditoria é um exame sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor. Tendo objetivo de averiguar se elas estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente. Além disso, se foram implementadas com eficácia e se estão adequadas.

Quando realizada de maneira periódica, é possível encontrar erros e corrigi-los antes que seja tarde demais. Por isso, ao fazer uma auditoria procure fazer na fase inicial de um processo, mantendo assim seu controle.  Isso também é bom e bem visto pelos clientes, pois demonstra a eles que a sua empresa é séria.

As auditorias são classificadas como externa ou internas. Quando se fala de auditoria externa a averiguação será feita em áreas como financeiro, de qualidade, gestão, recursos humanos, sistemas, jurídico, dentre outros. Normalmente é feito por um auditor contratado, que possua especialização na área auditada.

Para entender melhor, vou exemplificar com a auditoria de qualidade. Que é feita a partir de um instrumento gerencial utilizado nas ações referente a qualidade prevista num sistema de qualidade. Portanto, é um processo construtivo e de auxílio a prevenção de problemas.

Já as auditorias internas são feitas voltadas para governança corporativa, gestão de riscos, dentre outros. É feito por alguém da empresa mesmo, que irá apontar e garantir cumprimento dos regimentos, normas e politicas internas. Além de, relatar algum desvio ou vulnerabilidade que possa ter na empresa.

Para exemplificar temos uma Lista de verificação para auditoria do Balanced Scorecard. Use a lista para auditar seu projeto de Balanced Scorecard. Encontrar possíveis problemas e corrigi-los durante os estágios iniciais antes que eles resultem emproblemas maiores.

Leia também: Gestão Documental

Auditoria do Balanced Scorecard

O Balanced Scorecard (BSC) é um método de gestão estratégica, e pode ser traduzido como Indicadores Balanceados de Desempenho. A expressão “indicadores balanceados” significa que a seleção de indicadores não se restringe à área financeira, abrangendo também resultados considerados intangíveis. É o balanço de todos estes aspectos que vai indicar quais mudanças que precisam ser feitas na estratégia da organização. Para traçar o plano levando em conta as perspectivas de um cenário futuro.

O BSC pretende abranger as ações de curto e longo prazo, estabelecendo um equilíbrio entre elas; entre medidas financeiras e não-financeiras; entre indicadores de desempenho e Histórico; entre perspectiva interna e externa do desempenho. Como resultado, proporcionando uma visão mais integral da organização.

A auditoria do Balanced Scorecard pode ser feito tanto interna, como externa. Portanto, auditoria serve para analisar se sua empresa está seguindo ou não as normas. Assim, se entender que precisa fazer uma auditoria faça e não corra riscos desnecessários, evite problemas.

E no caso do BSC não é diferente, procure fazer auditoria após implantá-lo e também após o seu planejamento. É importante para averiguar o quanto seu projeto do Balanced Scorecard está sendo executado de maneira correta. Certamente, se não estiver é o momento para corrigi-lo.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

 

 

 

 

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Perguntas & Respostas sobre o Balanced Scorecard

Balanced Scorecard: Confira perguntas e respostas sobre essa importante ferramenta de gestão.

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

Se você perguntar a um profissional de negócios sobre o Balanced Scorecard, em 95% dos casos, você ouvirá que se trata de “equilibrar” os Principais Indicadores de Desempenho dentro de quatro perspectivas. Com essas ideias enganosas, as pessoas começam a implementar a estrutura, não conseguem faze-lo e chegam à conclusão de que o Balanced Scorecard não é para elas.

Segue uma compilação das perguntas mais frequentes sobre o Balanced Scorecard e os KPIs. Esperamos que as nossas respostas o(a) ajudem a trilhar o caminho certo com a estrutura.

O que é um Balanced Scorecard?

Uma resposta curta seria: trata-se de uma estrutura de execução de estratégias. Tendo dito isso, precisamos entender que não há um acordo universal sobre o que é estratégia, ou sobre as formas de rastrear sua execução.

Por vezes, o Balanced Scorecard é definido como um meio de articular a estratégia, traduzi-la para os funcionários de atendimento e garantir que essas ideias sejam executadas com sucesso.

Se escreve “Balanced Scorecard” ou “Balanced score card”?

O termo correto é “Balanced Scorecard” ou “BSC.” Seria errado escrever conjunto de indicadores de desempenho (em letras minúsculas), Conjunto de Indicadores de Performance, BSc, bsc etc.

Quem são os autores do Balanced Scorecard?

A ideia foi sugerida pela primeira vez no início dos anos 90, pelos drs. Robert Kaplan e David Norton. O site do Instituto do Balanced Scorecard é um ponto de referência obrigatória para informações históricas, bem como para conselhos práticos sobre o BSC.

Quem o utiliza?

Qualquer organização tem uma estratégia, mesmo pequenas empresas e pessoas físicas; portanto, com algumas modificações, o Balanced Scorecard pode ser usado por qualquer organização, incluindo organizações sem fins lucrativos. Segundo um estudo do Grupo Gartner, mais de 50% das grandes organizações adotaram o Balanced Scorecard.

Leia também:O poder da análise SWOT para as empresas

Por que as empresas o usam?

A raiz do problema é que o quadro estratégico nas mentes dos gestores de alto escalão não é o mesmo que uma imagem nas mentes dos funcionários de nível de atendimento. Os estudos do Relatório do Conjunto de Indicadores de Colaboração mostram que mais de 95% dos funcionários não entendem a estratégia de uma organização. Isso leva as organizações a uma execução menos eficiente e eficaz.

O Balanced Scorecard supostamente ajuda a resolver esse problema, alinhando metas de nível superior com ações de nível de atendimento e, assim, tornando o processo de execução da estratégia mais rastreável.

Aqui temos mais fatos sobre o Balanced Scorecard, os quais esclarecem o quanto ele é usado e quais problemas ele resolve.

Tem a ver com os principais indicadores de desempenho?

Em suas versões anteriores, parecia mais uma estrutura de medição de desempenho, na qual as medidas (não necessariamente os principais indicadores de desempenho) desempenhavam um papel significativo. Atualmente, as medidas são responsáveis pelo acompanhamento da execução da estratégia, mas eu diria que a parte principal é um mapa estratégico com metas comerciais conectadas por links de causa e efeito. As métricas ainda estão lá, mas elas não são o principal objetivo do jogo.

Quais são os princípios-chave do Balanced Scorecard?

Vou simplificar, mas, ao meu ver, esses são os três princípios mais importantes:

  1. Relação de causa e efeito entre objetivos
  2. Mostrar como o valor do cliente é criado e como ele está vinculado aos objetivos da organização
  3. Alinhamento de medidas e iniciativas com objetivos

Qual é o processo do Balanced Scorecard?

Varia de empresa para empresa e de consultor para consultor. Isso é o que recomendamos para a execução da estratégia, no geral, e para o Balanced Scorecard, em particular.

E se uma empresa tiver um Balanced Scorecard com muitos KPIs, mas sem uma estratégia?

O Balanced Scorecard é um termo que está na moda. Como acontece com qualquer termo que pegou, algumas confusões são inevitáveis. Um conjunto de mais de 100 KPIs não é um Balanced Scorecard, é um indicador de KPI. Seria mais correto chamar essas ferramentas comerciais de um painel ou simplesmente de um indicador de desempenho. Assim, a diferença entre um painel e um indicador de desempenho fica bem clara.

As abordagens são similares às do Balanced Scorecard?

Os executivos de negócios sempre usam uma combinação de várias ferramentas. Existem estruturas que abordam o problema do planejamento estratégico e de execução: Hoshin Kanri, 7-S, OKRs, Geração de Modelos Comerciais (vide o livro de Yves Pigneur e Alexander Osterwald). E, com certeza, existem muitas outras ferramentas de suporte como o SWOT, análise de lacunas, avaliação de riscos etc. Na prática, há sempre uma mistura de diferentes ferramentas de negócios.

Preciso de um software para trabalhar com o Balanced Scorecard?

Na minha opinião, a resposta é “sim”. Caso contrário, corre-se o risco de gastar mais tempo no projeto e ainda enfrentar problemas de motivação. Confira nosso guia de compras para o software de execução de estratégias.

Uma nota de bom senso: antes de acessar as ferramentas de automação, você precisa ter certeza sobre sua estratégia e metas comerciais.

Qual é o maior desafio do Balanced Scorecard? Como resolvê-lo?

De acordo com nossas pesquisas informais, o maior desafio é a motivação para começar a usar e continuar usando o Balanced Scorecard. Neste artigo, discutimos como resolver o problema. Outro grande desafio é encontrar medidas de desempenho adequadas (vide a próxima pergunta).

Como encontrar os KPIs certos para o indicador de desempenho?

Primeiramente, seria recomendável entender a diferença entre métricas, medidas e KPIs. O maior erro seria pegar indicadores de desempenho de alguma lista na Internet. Em vez disso, concentre-se primeiro nas metas de negócios e os indicadores aparecerão naturalmente. Aqui está o processo para os KPIs que recomendamos.

Leia também: Inovação organizacional: Como aplicar na sua empresa

O que é um Balanced Scorecard em cascata?

A ideia de cascata (no caso do Balanced Scorecard também é chamado de “alinhamento”) tem a ver com a tradução dos objetivos do alto escalão para os níveis mais baixos (e vice-versa). A ideia-chave é que o cascateamento é feito por metas comerciais, e não por KPIs. Aqui você encontrará exemplos de algumas abordagens típicas para o cascateamento.

Como usar o Balanced Scorecard para…?

Não há regras específicas para nichos de negócios específicos. As ideias orientadoras que os estrategistas usam para uma empresa de varejo são semelhantes às ideias que se usarão para uma empresa hoteleira. Ainda assim, ter alguns exemplos é sempre uma boa ideia.

Você tem mais perguntas? Sinta-se à vontade para fazê-las nos comentários. E os especialistas da Daexe estão à disposição para tirar qualquer dúvida. 

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Como estabelecer metas de inovação com Balanced Scorecard (BSC)

Você já parou para pensar O QUE empresas como Apple e Natura fazem para serem protagonistas da inovação?

Uma coisa é certa: essas empresas sabem que inovações não necessariamente estão ligadas a um investimento pesado em tecnologia. A própria Apple muitas vezes incorpora tecnologias patenteadas por outras empresas, escolhendo dedicar mais esforços a:
1) Inovar na forma de tratamento e comunicação com seu público;
2) Inovar no desenvolvimento de um design único em seus produtos.

Inovar pode ser mais simples do que você imagina!

Inovações, geralmente, podem ser de duas naturezas: radicais e incrementais. Radicais são aquelas que revolucionam, que mudam de forma determinante o modo de fazer alguma coisa. Por exemplo, a criação do telefone sem fio na era dos telefones com fio. A inovação incremental é mais direcionada ao aperfeiçoamento das possibilidades existentes. Por exemplo, os novos modelos de iphone disponibilizados a cada ano.

Para que a inovação se torne parte da cultura organizacional da sua empresa (tanto as de naturezas incrementais quanto as de natuezas radicais), é necessário ter ferramentas de gestão adequadas para isso. Estamos falando do Balanced Scorecard (BSC), uma das metodologias de gestão estratégica mais utilizadas do mundo.

Com BSC, é possível desdobrar o Planejamento Estratégico (Missão, Visão e Valores) em objetivos e metas de inovação que serão fundamentais para manter os olhos da sua empresa também no futuro. Neste artigo, vou te mostrar a forma que considero melhor para estabelecer metas de inovação com BSC.

Primeiro, prepare o terreno para o surgimento de ideias!

Não é à toa que Michael Saul Dell, presidente e fundador de uma das marcas de computadores mais bem-sucedidas do mundo, dizia ter um rodo gigante em seu escritório. O motivo? Lembrar que quando alguém trouxesse uma nova ideia, seu papel NÃO ERA PASSAR O RODO!

 

Muitas empresas estagnam no quesito inovação porque a liderança se comporta como vilã das novas ideias, olhando apenas para os obstáculos que as fragilizam. Por mais que possam aparecer ideias sem pé nem cabeça, é necessário deixá-las fluir. Lembre-se que quem traz uma nova ideia está se expondo, é um provocador de inovação. Se na sua empresa as pessoas não são estimuladas a pensarem fora da caixa, vocês estão fadados ao fracasso.

Preparar o terreno para o surgimento de ideias é criar espaço na rotina dos colaboradores para que elas surjam e amadureçam. Portanto:
1) Separe na agenda da sua empresa um momento semanal ou quinzenal para apresentação de propostas de inovação;
2) Delegue um grupo de colaboradores para analisar essas propostas e escolher as que tem maiores chances de sucesso e que estão alinhadas ao seu Planejamento Estratégico;
3) Estabeleça que cada departamento se comprometa em inovar em pelo menos um aspecto de sua atuação, por mês, considerando os objetivos estratégicos que vocês definiram na perspectiva de Aprendizado/Crescimento do BSC.

Assim você conseguirá instaurar um processo gradual e contínuo de inovação e estará pronto para o próximo passo: testar e implementar a inovação.

Teste a inovação: Dê um tiro de pistola antes de dar um tiro de canhão

Antes de apostar todas as suas fichas em uma inovação, teste-a. Inicie com metas pequenas. Comece com medidas de menor custo e aplicáveis. Por exemplo, se no seu segmento não é comum ter um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento, inicie o trabalho responsabilizando apenas um colaborador por colocar a inovação em ação. É como se você estivesse testando se sua mira para o alvo está correta, com uma pistola. Aos poucos, conforme a inovação for dando retorno e engajando, envolva outros profissionais. Quando estiver se sentido mais confiante de que vocês estão no caminho certo para o alvo, aposte no tiro de canhão: faça que a inovação seja abraçada por toda a empresa.

 

Defina métricas de desempenho específicas para a inovação

Como já mostramos aqui no BLOG, uma das maiores vantagens do BSC é a combinação da metodologia com métricas de desempenho, ou indicadores de desempenho. Afinal, como saber se sua empresa tem investido o suficiente em inovação? Ou como saber se vale a pena continuar investindo em uma inovação ou não? Todas essas questões precisam ser medidas. Mas como medir? Vou te dar exemplos práticos e mais genéricos. Mas é importante que você e sua equipe definam junto ao seu assessor executivo métricas específicas para cada iniciativa de inovação, de acordo com seu tipo, área de aplicação e impacto.

Para medir o grau de inovação na empresa:
1) Número de ideias geradas em um dado período;
2) Percentual de colaboradores que participam com novas ideias;
3) Tempo de implementação de uma ideia;
4) Percentual de novos produtos lançados nos últimos x anos;
5) Atitudes da empresa em relação à inovação medidas por pesquisa de clima organizacional.

Para medir o impacto da inovação:
1) Quanto as inovações tiveram de impacto no meu resultado financeiro;
2) Quanto as inovações tiveram impacto na consolidação da minha marca (pesquisa de satisfação com clientes).

Está convencido de que inovação não é só tecnologia? Inove no tipo de relacionamento com seu cliente ou mesmo na forma de entregar o serviço ou produto. De hoje em diante, as desculpas de que “não dá tempo de inovar” ou não “há recursos sobrando para investir em inovação” não fazem mais sentido.
Se inovar é um risco, pode ter certeza que não inovar é um risco maior ainda.

Entre em contato com seu assessor executivo do DAEXE e juntos vamos construir uma lista dos muitos aspectos em que sua empresa pode inovar, a partir de hoje!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista

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3 exemplos de Balanced Scorecard e sua aplicação na empresa

Antes de apresentarmos exemplos de Balanced Scorecard, é importante entendermos o contexto e os conceitos por trás desta ferramenta de gestão e monitoramento criada pelos professores Robert S. Kaplan e David Norton em seu famoso artigo na Harvard Business Review de 1992 intitulado: “O Balanced Scorecard: Medidas que impulsionam o desempenho”.

Nessa época havia uma percepção de que as metodologias de aferição de desempenho das organizações estavam se tornando obsoletas e insuficientes. Ao final do estudo dos professores, mais que criar um método mais apropriado de medição de desempenho empresarial, eles acabaram por desenvolver um eficiente sistema de suporte à tomada de decisão e de auxílio à gestão estratégica.

Um dos pontos chave do Balanced Scorecard foi ampliar as perspectivas de avaliação de desempenho que sempre foram muito focadas em aspectos puramente financeiros.

Portanto, podemos definir o Balanced Scorecard da seguinte maneira:

Ferramenta destinada ao acompanhamento das decisões estratégicas tomadas pela empresa com base em indicadores previamente estabelecidos e que devem permear ao menos 4 aspectos: financeiros, clientes, processos internos e aprendizado & inovação.

Leia também: Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado? Confira a Análise dos Resultados da Pesquisa

Assim, a empresa tem sua capacidade de medição e acompanhamento muito ampliada, permitindo que todos os pontos relevantes da cadeia produtiva passem a ser medidos. Isso traz importantes melhorias também no entendimento por parte de toda empresa de como a estratégia definida pela alta gestão será avaliada até o ponto em que cada colaborador se envolve no processo. Isso se faz por meio da elaboração dos chamados mapas estratégicos.

Mais adiante, nossos exemplos de Balanced Scorecard mostrarão alguns mapas estratégicos e ficará mais claro como eles resumem para toda organização como o desempenho será medido e afetará o atingimento dos objetivos da empresa.

Nas palavras dos próprios professores Robert Kaplan e David Norton:

“No Balanced Scorecard a comunicação se dá por meio de uma estrutura lógica, baseada no gerenciamento das metas estabelecidas, possibilitando aos gestores realocar recursos físicos, financeiros e humanos, a fim de alcançar os objetivos estratégicos. Mais que uma ferramenta de mensuração de desempenho, o Balanced Scorecard é um tradutor da estratégia e comunicador de desempenho”.

Exemplo de Balanced Scorecard: definindo as 4 perspectivas

A melhor maneira de definir os objetivos e as suas métricas para cada uma das perspectivas é respondendo a algumas perguntas. Perceba que exista uma hierarquia interligada que vai dos objetivos financeiros (normalmente aonde a empresa quer chegar), passando para os clientes e processos e depois chegando ao aprendizado e crescimento, que será a maneira de perpetuar as conquistas a longo prazo.

Veja um exemplo de como responder a essas perguntas.

Perspectiva financeira:
Para sermos bem sucedidos financeiramente, como deveríamos ser vistos pelos acionistas?
Um exemplo de resposta poderia ser: aumentar receitas e aumentar a rentabilidade.
Como medir isso? Por meio dos demonstrativos financeiros.

Perspectiva dos Clientes:
Para alcançarmos nossa visão, como deveríamos ser vistos pelos nossos clientes?
Exemplo de resposta: precisamos mostrar ao mercado que nossos produtos têm qualidade superior ao da concorrência.
Como medir isso? Por meio de pesquisas de satisfação do cliente.

Perspectiva dos Processos internos:
Para satisfazermos nossos clientes, em que processos de negócios devemos alcançar a excelência?
Exemplo de resposta: devemos alcançar a excelência no controle de qualidade e na inovação.
Como medir isso? Pela análise estatística dos relatórios do serviço de atendimento ao consumidor, redes sociais e de sites como o “Reclame Aqui”.

Perspectiva de Aprendizado e Inovação:
Para alcançarmos nossa visão, como sustentaremos nossa capacidade de mudar e melhorar?
Exemplo de resposta: devemos sustentar nossa capacidade de mudar e melhorar com a intensificação de treinamentos e capacitação de funcionários.
Como medir isso? Pela verificação do número de horas gastas em treinamento e do número de certificados conseguidos pelos funcionários nos cursos terceirizados.

3 exemplos de Balanced Scorecard

O processo de desenvolvimento do Balanced Scorecard em uma empresa envolve diversas etapas, que poderíamos resumir nestas:

1) Estabelecer com clareza a visão de futuro
2) Definir os objetivos estratégicos
3) Determinar os fatores críticos de sucesso
4) Escolher os indicadores para medir e acompanhar o desempenho
5) Definir metas, planos de ação e iniciativas

Leia também: A Importância de uma Auditoria no Planejamento e Implantação do Balanced Scorecard

Tudo isso em relação a cada uma das 4 perspectivas.

Desses pontos, analisamos apenas alguns aspectos de como definir objetivos e escolher indicadores. O que gostaríamos de apresentar agora são 3 exemplos de mapas estratégicos que são gerados durante o desenvolvimento de projetos de Balanced Scorecard e que resumem todo trabalho para a organização, incluindo objetivos, metas, indicadores e também as ações e iniciativas que devem ser implementadas.

EXEMPLO 1

EXEMPLO 2

EXEMPLO 3

Os exemplos de Balanced Scorecard apresentados são totalmente hipotéticos e bastante esquemáticos. Normalmente podem conter mais iniciativas para cada objetivo, assim como mais objetivos por perspectiva. O importante é entender o conceito e saber como empregá-lo da forma correta em seu negócio específico. E então, este conteúdo foi útil para sua empresa? Qualquer dúvida, seguimos nossa conversa nos comentários abaixo.

Até a próxima leitura!
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista
(CEO – DAEXE)

Este conteúdo foi gentilmente cedido pela VENKI para os leitores do Blog Daexe. O texto original se encontra aqui.

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Como desdobrar a estratégia até o nível operacional com Balanced Scorecard

Como fazer o planejamento estratégico sair das placas de parede para a rotina da empresa? Esse é um problema que a maioria das empresas enfrenta todo ano. Neste artigo, mostraremos em 5 passos como o Balanced Scorecard, aliado a outras metodologias de execução, te ajuda a fazer isso.

Pegue agora mesmo a descrição de MVV da sua empresa (Missão, Visão e Valores), um papel e uma caneta. Aproveite pra rascunhar a estrutura que vamos ensinar para você. Assim, você pode testar agora mesmo se a nossa metodologia está simplificando ou não as coisas. Em seguida, leve para discutir com sua equipe se este formato ajuda vocês a tirarem a estratégia do papel e fazer acontecer. Qualquer dúvida, continuaremos esta conversa nos comentários abaixo.

PASSO 1: DO MVV ÀS 4 PERSPECTIVAS DO BALANCED SCORECARD

O BSC foi desenvolvido pelos professores Norton e Kaplan, da Universidade de Harvard (EUA), nos anos 1990. E se tornou reconhecido por auxiliar as empresas a desdobrarem sua MVV em quatro perspectivas integradas: Finanças; Clientes; Processos Internos; Aprendizado e Inovação.
Para realizar este primeiro movimento de desdobramento do MVV, você e sua equipe devem ser capazes de responder às seguintes perguntas relacionadas a cada uma das perspectivas:

1)Para ter sucesso financeiramente, como nós devemos aparecer para os nossos investidores?
2)Para satisfazer os clientes, em quais processos devemos nos sobressair?
3)Para alcançar nossa visão, como sustentar a habilidade de mudar e progredir?
4)Para alcançar nossa visão, como devemos ser vistos pelos clientes?

Diante destas quatro perguntas, você e sua equipe já devem ter algumas respostas em mente. Escrevam essas respostas em diálogo com a VISÃO que haviam estabelecido. Aqui já temos um primeiro passo consolidado.
Agora, para que essas primeiras respostas tomem um formato que facilite o caminho da execução. Elas deverão ser transcritas em forma de objetivos e metas. OBJETIVO é o que se pretende atingir através de metas. As METAS são o conjunto de etapas com prazos e marcos definidos quantitativamente que serão necessárias para se chegar ao objetivo previamente definido. Isso é o que ensinaremos no passo a seguir.

Leia também: 3 razões pelas quais nossos clientes recomendam o BSC!

PASSO 2: DAS 4 PERSPECTIVAS AOS OBJETIVOS CRUCIALMENTE IMPORTANTES (OCIs)

Sabendo a diferença entre objetivos e metas, a primeira lição para começar este segundo passo é o FOCO. A ciência afirma que a MENTE HUMANA foi projetada para fazer, COM EXCELÊNCIA, apenas uma coisa de cada vez. Quanto mais objetivos e metas você escolher, menor será a sua taxa de sucesso e maior o risco de você e sua equipe saírem frustrados. Se você estabelece um número muito grande de objetivos e metas, seu time vai se dedicar a todas elas ao mesmo tempo e parcialmente. Nenhuma delas será executada com a devida EXCELÊNCIA.

Sabendo da importância do FOCO, neste passo você e sua equipe deverão ser capazes de escolher até 3 Objetivos Crucialmente Importantes (3OCIs). Para cada uma das 4 perspectivas do BSC e que estejam atrelados às suas respostas do passo anterior (não mais do que 3). Esses objetivos deverão ser pensados dentro de um prazo de execução, por exemplo, um ano.

PASSO 3: DOS OBJETIVOS ÀS METAS CRUCIALMENTE IMPORTANTES (MCIs)

Após desdobrar as respostas das 4 perguntas nos até 12 objetivos estratégicos.  A sua próxima tarefa é definir APENAS 2 METAS CRUCIALMENTE IMPORTANTES (2MCIs) para cada um dos 12 objetivos.

Mas como definir uma meta crucialmente importante, diante de tantas metas que podemos ter?

Para te inspirar, trazemos o conselho de Waren Buffet, um dos 3 homens mais ricos do mundo: Faça uma lista de 10 coisas importantes para serem realizadas em certo período. Em seguida, apague 9! É assim ele define foco ou MCI com a sua equipe, em relação a cada um dos objetivos traçados.

Para facilitar mais ainda este passo, sugerimos que você escreva essas metas em um formato SIMPLES E PRÁTICO, que chamamos de “FOMARTO DE X PARA Y, ATÉ QUANDO”. Por exemplo, “até o fim do ano, queremos aumentar nossa cartela de clientes fidelizados de X para Y”. Esse formato garante que a meta terá uma linha de partida e uma linha de chegada. Assim, ficará mais fácil para a sua equipe perceber se venceram ou não o jogo!

Outra dica que você pode levar em consideração para construir suas METAS é o que diz a metodologia SMART. Segundo ela, uma meta ideal possui sempre estas 5 características: eSpecífica; Mensurável; Alcançável; Realista; Temporal. Para ficar mais palpável, veja os exemplos de como definir uma MCI em cada uma das quatro perspectivas do BSC, segundo a metodologia SMART:

Até agora você definiu até 3 OCIs para cada uma das quatro perspectivas da sua empresa e, no máximo, 2MCIs para cada objetivo. Se fôssemos criar um infográfico para o caminho que fizemos até agora, poderia se assim:

Conseguiu rascunhar isto com informações específicas da sua empresa? Se você consegue rascunhar isto, está no caminho certo até aqui.

Não perca de vista que não só a direção e você, mas todos os colaboradores deverão ser apresentados a estes objetivos e metas! É partir de metas claras e práticas sabidas por todos que poderemos discutir o nosso próximo passo: o que cada um precisa fazer para alcançar as MCIs!

Leia também: 4 recursos do BSC para tirar a sua Estratégia do papel

PASSO 4: DOS OCIs e MCIs AOS INDICADORES DE DESEMPENHO (IDs)

Neste ponto, a primeira capacidade que você e sua equipe devem ter é a de diferenciar dois conceitos: Avaliação de Desempenho e Indicadores de Desempenho. São dois tipos de métricas fundamentais para execução da estratégia, mas com uma sutil diferença que faz toda a diferença!

A Avaliação de desempenho é uma medida histórica, que remete a um resultado de ações que ficaram no passado. Quando a empresa tem esse resultado em mãos, já não pode fazer nada para influenciá-lo. Exemplo: Faturamento do mês; Resultado da pesquisa de satisfação de clientes; Resultado da Avaliação de desempenho dos colaboradores.

Os Indicadores de desempenho são medidas de direção, PREDITIVAS E INFLUENCIÁVEIS, através das quais é possível impactar os resultados apresentados pelas avaliações de desempenho.

O problema é que boa parte das reuniões de estratégia das empresas acabam focando na mesma coisa: medidas históricas e a incapacidade de alterá-las. A fixação exclusiva em medidas históricas geralmente não leva a nada: Líderes de vendas se fixam no montante de vendas, líderes de serviços se detêm na satisfação dos clientes, os que fazem dieta ficam obcecados pela balança!

Esta fixação exclusiva é um erro muito comum porque, de fato, as medidas históricas são os resultados que você quer alcançar, além de serem dados fáceis de obter e observar. Por exemplo, é mais fácil subir na balança e ver quanto peso perdeu do que descobrir quantas calorias você ingeriu e quantas queimou, não é verdade?

Embora as medidas históricas (Avaliações de desempenho) sejam a sua meta de realização mais importante. São os indicadores de desempenho, também chamados de ALAVANCAS, que te permitirão mover a empresa para os lugares que você e sua equipe almejam.

A grande lição dos indicadores de desempenho ideais é que eles precisam te dizer o que você precisará fazer todos os dias para que o resultado da avaliação de desempenho seja o que você quer. Ou seja, o alcance da meta! Para isso, eles precisam levar em conta duas características básicas:
•TEM DE SER PREDITIVOS: medem algo que te levará a alcançar a META;
•TEM DE SER INFLUENCIÁVEIS: a ação da equipe consegue influenciar diretamente o resultado.

Para te dar um bom exemplo de indicador de desempenho preditivo e influenciável, compartilhamos o exemplo do avião.

O avião é um dos meios de transporte mais seguros do mundo, embora se saiba que, havendo um acidente, as chances de sobrevivência são pequenas. Hoje geralmente fazemos viagens seguras, mas não foi sempre assim. Algumas décadas atrás, mesmo se tratando de pilotos experientes, muitos acidentes foram causados por erros dos próprios pilotos.

Para minimizar ao máximo estas possibilidades, os pilotos se reuniram e adotaram um conjunto claro de indicadores de desempenho chamado check list de pré-voo. Neste caso, as medidas históricas eram os voos com acidentes ou não, ou seja, um resultado final que eles já não tinha como modificar. Para influenciar esta medida, desenvolveram um indicador preditivo e influenciável. Podendo contemplar o impacto que um simples check list obrigatório teria no resultado final.

Agora que você já entendeu o que é um bom Indicador de Desempenho. Seu novo desafio é definir até 2 indicadores de desempenho para cada uma das MCIs do passo anterior.

Passo 5: DAS MCIs E IDs AOS OBJETIVOS E RESULTADOS CHAVES (OKRs)

Para FAZER ACONTECER este passo do nosso aprendizado, vamos utilizar alguns princípios de uma metodologia de gestão de metas chamada OKR (OBJECTIVES AND KEY RESULTS = OBJETIVOS E RESULTADOS CHAVES)!

Se você nunca tinha ouvido falar em OKR, vamos te contar logo que ela inspirou grandes empreendimentos. A partir de uma palestra de John Doerr – gestor de investimento na KPCB – sobre a metodologia OKR. Um grupo de profissionais no primeiro ano da sua empresa se inspirou a utilizar essa filosofia de planejamento estratégico. A empresa em questão se tornou o Google, que começou com uma equipe de 20 pessoas e hoje conta com mais de 40 mil colaboradores.

O que faz a OKR ser tão útil aos negócios é o fato desta metodologia permitir que, de uma forma muito simples, a formulação da estratégia envolva toda a equipe (independentemente do seu tamanho), gerando uma mobilização em rede.

A partir das MCIs e dos IDs definidos anteriormente, você e sua equipe vão traçar OBJETIVOS E RESULTADOS-CHAVE (OKRs). Com prazos mais curtos e de forma compartilhada (top down e bottom up):
•40% deles devem ser propostos pela direção;
•60%, por quem está diretamente envolvido na execução das ações e na geração dos resultados.

Sugerimos que para cada Indicador de Desempenho, vocês definam até 3 OKRs a serem alcançados a cada trimestre, por cada equipe. Que se desdobre em OKRs semanais para cada colaborador, como ilustrado na imagem abaixo.

Leia também: Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

O objetivo é que a equipe chegue ao nível da contribuição individual. Ou seja, que cada colaborador saiba o deve fazer diariamente e semanalmente (seu próprio indicador de desempenho). Para que sejam alcançados os OKRs trimestrais e, no fim das contas, os OCIs e MCIs anuais. Uma das maiores vantagens desta estrutura é sua simplicidade e flexibilidade. Pois a qualquer momento, percebendo que escolheram Metas, Indicadores ou OKRs inadequados, as equipes podem corrigir os rumos.

O seu caminho até agora pode ser ilustrado pelo infográfico abaixo:

Depois de ter toda esta estrutura montada, o trabalho de sua equipe será o de se reunir com frequência, regularidade e foco (reuniões estratégicas de sucesso) e o de registrar os avanços em relação às MCIs e aos OCIs.

Mãos à obra, e se você teve dificuldade de compreender algum dos passos que compartilhamos aqui, entre em contato com seu assessor executivo do Daexe.

Até a próxima leitura!
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista
(CEO – DAEXE)