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46 resultados encontrado para: liderança

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11 maiores tropeços das lideranças na implementação do BSC

E quando a própria liderança é o motivo do fracasso na implementação do BSC (Balanced Scorecard)? Sim, isso acontece, por mais que o líder tenha a melhor das intenções. É por isso que neste artigo decidimos compartilhar com você os 11 maiores erros das lideranças quando o assunto é a implementação do BSC. Prepare-se para aprender, de forma muito descontraída, os erros que você não deve cometer. E fique atento para ver se você não está tropeçando num deles.

1º Não ter um acompanhamento de um assessor especialista em implementação do BSC

Quando o assunto é o sucesso do seu negócio, nem sempre dá para desfilar de autodidata. Já imaginou que balde de água gelada estará jogando na sua equipe se engajá-los em uma coisa que você não domina e não sabe se dará certo? Pois é, nessas horas, a maturidade está em assumir que ainda não sabe andar sozinho e contratar a ajuda de um assessor executivo.

 

2º Não seguir o critério de estabelecimento de metas SMART

Metas SMART são metas com as seguintes características:

 

Se suas metas são o oposto disso, ou seja, GENÉRICAS, IMPOSSÍVEIS DE MEDIR, INALCANÇÁVEIS, IRREAIS E SEM DELIMITAÇÃO DE PRAZO, você acha mesmo que alguém vai dar conta delas? Veja um exemplo de metas SMART em relação a cada uma das quatro perspectivas do BALANCED SCORECARD:

Se quiser saber mais sobre como definir metas SMART, clique aqui>>> 

3º Não vincular as metas de perspectiva de Pessoa e Inovação, Cliente e Processos Internos a Política de Bônus e Comissão

 Você conhece bem como é a rotina da sua empresa: UM VERDADEIRO REDEMOINHO! Você pode delegar mais atribuições e responsabilidades aos seus colaboradores, além de tudo o que eles já têm que fazer, e SIM, eles darão um jeito de cumprir. Mas é muito provável que o pensamento deles seja: “Afff, lá vem o chefe com uma ideia impossível de realizar” ou “Mais coisa pra fazer? Não é possível!”.

Agora quando a sua proposta vem atrelada a bônus e comissão, estamos falando de um OUTRO NÍVEL DE ENGAJAMENTO. Somos seres competitivos e vaidosos. Atrele a participação dos seus colaboradores na implementação do Balanced Scorecard à recompensas. Essas recompensas abrem portas para seus colaboradores realizarem outros sonhos, até mesmo particulares. Quando as metas da sua empresa estiverem alinhadas, de alguma forma, com projetos pessoais dos seus colaboradores, você terá um time implacável!

4º Usar mais indicadores históricos do que indicadores de desempenho

Já explicamos, aqui no blog, a diferença desses dois. A diferença básica é: você quer gerir sua empresa olhando pro passado ou olhando por futuro? Indicadores históricos te apresentam resultados que você não pode mudar. Indicadores de desempenho é que te dão o feedback do que está acontecendo AGORA na sua empresa, em relação a uma meta, e orientam, portanto, o que você pode fazer AGORA pra impactar aquele resultado. Não perca tempo e pare de dirigir sua empresa olhando pelo retrovisor!

5º Utilizar o plano de ação como lista de tarefas

Uma lista de tarefas te diz o que fazer. Um plano de ação constrói uma ponte entre o objetivo e a realização. Portanto, ao invés de você mesmo e seus colaboradores criarem listas de afazeres, exercitem responder, para cada item, as perguntas chaves da ferramenta de execução 5W2H:

5 W: What (o que será feito?) – Why (por que será feito?) – Where (onde será feito?) – When (quando?) – Who (por quem será feito?)

2H: How (como será feito?) – How much (quanto vai custar?) 

6º Não preencher bem a descrição de indicadores:

Para preencher bem a descrição de indicadores você precisa responder as seguintes perguntas sobre cada um deles:

1)Qual será a fonte de dados?

2) Qual a frequência de mensuração?

3) Quem é o responsável pelo indicador?

4) Qual a unidade de medida?

5) Qual fórmula utilizará para cálculo do indicador?

 7º Utilizar mais de 3 indicadores por objetivo

Uma falha comum das empresas na implementação do BSC é escolher um grupo grande de indicadores, crendo que isso garantirá o sucesso na gestão de seu desempenho. Quando se trata de indicadores de desempenho, qualidade é a chave do sucesso, e não a quantidade. Optar por muitos indicadores provavelmente é sinônimo de indicadores genéricos, muito trabalho para monitorá-los e pouco impacto. Se a escolha dos indicadores foi certeira, vocês não precisam de mais do que 3 por objetivo.

 8º Não fazer benchmark

Quando não estiver encontrando a resposta para a definição de uma meta ou a implementação de uma melhoria, talvez a solução seja você e sua equipe olharem ao redor. Aprender com os acertos das outras empresas é a sua oportunidade de acelerar a caminhada e alcançar o sucesso da implementação do BSC.

9º Não atrelar orçamento ao planejamento estratégico do BSC

Um erro comum na implementação do BSC é o não atrelamento do Orçamento ao Planejamento estratégico. Essa falha faz com que Orçamento e Planejamento caminhem de forma desintegrada e até mesmo concorrendo entre si. Pelo contrário, essas ferramentas precisam funcionar de forma alinhada e integrada, cada uma exercendo o papel que lhe cabe. Ao Orçamento caberá um papel de apoio ao Planejamento Estratégico, projetando cenários futuros do negócio definidos pelas metas e iniciativas do BSC. Por outro lado, os resultados gerados por estes cenários podem exigir a revisão do conteúdo do BSC. Por isso, a relação BSC-Orçamento deve ser encarada como um caminho de duas vias: o Orçamento tanto alimenta quanto é alimentado pelo BSC e o uso integrado de ambos propiciará um planejamento e uma gestão mais abrangente e eficaz.

10º Cobrar a equipe com base nas metas e não nas ações que levam ao alcance das metas

Imagine um atleta de corrida e seu treinador. O que te parece mais eficiente:

  • O treinador cobra que o atleta ganhe as próximas corridas para impactar seu resultado final da competição;
  • O treinador cobra que o atleta foque no desempenho de suas passadas, ritmo e respiração para melhorar seu desempenho na próxima corrida e, consequentemente, na competição.

A meta aponta onde você quer que sua equipe chegue. Mas sãos as ações que levarão sua equipe ao cumprimento da meta. Cobre a melhoria das ações, e o cumprimento das metas será a consequência natural durante a implementação do BSC.

11º Ajustar a meta à sua mediocridade

Um dos piores erros que gestores e empresários costumam cometer é “ajustar a meta à sua mediocridade”. Metas, depois de planejadas com o critério SMART, não deve ser mexida facilmente. Uma meta bem colocada é aquela que passa um frio na barriga e não aquela cujo resultado é óbvio. Aquela que as pessoas se questionam: “como vou realizar isso?” . Você não deve adequar a meta a sua mediocridade e da sua equipe. Você tem que mudar e melhorar a sua performance para alcançar a meta, e nunca inverso. É para isso que a meta existe: para melhorarmos em algum aspecto, tanto individual como em equipe.

Vou te dar um exemplo bem familiar ao brasil que fará você concordar comigo. Em 2017, o governo brasileiro tinha uma meta de gastos prevista e quando percebeu que não ia alcançar, em vez de se esforçar em mudar alguns hábitos, aprender e buscar conhecimento de como ser mais eficiente, preferiu ajustar a meta à sua mediocridade. Ou seja, aumentou o teto de gastos somente para cumprir uma normatização. Infelizmente, isso acontece muito nas empresa e o pior é que os argumento são muito bem embasados e com dados. não caia nesta armadilha. É preferível que a empresa não alcance a meta. Assim ao menos conseguirá saber, ao final do prazo, a diferença que faltou para alcançar. Isso resultará em busca por mais conhecimento interno ou externo, a fim de que consiga ter condições de alcançar a meta em um outro momento. Às vezes, o pulo do gato está no reconhecimento da derrota pela liderança.

 

Essas lições te foram úteis? Continuamos essa conversa, nos comentários abaixo.

 

Um abraço,

Dekker Jordão Baptista

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Os 4 pilares de uma boa liderança

Segundo a Associação Norte Americana de Pequenas Empresas, cerca de 540 mil novas pequenas empresas são abertas todo mês. Enquanto a metade desses novos empreendimentos irá comemorar um aniversário de cinco anos, 70 por cento deles irá fracassar num prazo de 10 anos.

Embora muito tenha sido feito numa economia difícil nos últimos oito anos, o fato é que a maioria das empresas não fracassa por causa de um ambiente de negócios deficiente ou forças complexas do mercado externo. Fracassam por causa da má liderança interna.

Pode parecer assustador, mas é a realidade do negócio. Com mais de meio milhão de novos empreendimentos a cada mês, é lógico que nem todos terão bons líderes, muito menos grandes líderes.

Quando empresários ou CEOs me procuram para pedir conselhos sobre medidas concretas que podem tomar para melhorar suas habilidades de liderança, compartilho com eles esses quatro pilares da liderança:

1. Cuide de seus colaboradores

Seus colaboradores são o ativo mais importante da sua empresa, e o primeiro passo para cuidar deles é pagar um salário justo e fornecer seguro de saúde. Isso confere segurança aos empregados e paz de espírito. Eles serão capazes de se concentrar na empresa e ficar menos estressados com a vida em casa.
Mas não basta apenas um bom salário. Você deve demonstrar preocupação constante com todos que lutam pelo objetivos da empresa. Pode ser simplesmente perguntando aos associados como eles e suas famílias estão ou através de eventos mensais destinados a reforçar a moral da equipe. Colaboradores felizes, seguros e produtivos são um componente-chave para toda história de sucesso.

2. Compartilhe o plano

Como executivo por boa parte da minha vida profissional, entendo que às vezes você não pode contar toda a história para sua equipe porque um anúncio prematuro pode afundar um negócio antes de ele decolar. Mas o segredo deve ser o outlier. Mantenha sua equipe informada de tudo sempre que possível. Dar um panorama geral pode ajudar a inspirar seus colaboradores, bem como permiti-los fazer pequenos ajustes por conta própria para garantir que o percurso mantenha-se estável e os objetivos alcançáveis.

3. Valorize pequenas coisas

Ao longo de nossas vidas, as pessoas nos dizem: “não valorize as pequenas coisas”, e em vez disso preste atenção às coisas grandes, o panorama geral. Preocupe-se apenas com os grandes desafios. O problema é que os grandes desafios raramente se apresentam de repente. Pelo contrário, as grandes coisas começam como pequenas coisas que passaram despercebidas, e que se permitiu deteriorar. As pequenas coisas se nutrem da inatividade e negligência. Descobri que valorizando coisas pequenas, prestando atenção aos detalhes, estaremos melhor preparados para resolver problemas antes que se tornem catástrofes.

4. Mantenha contato

Nunca superestimar o seu conhecimento do que está acontecendo com o seu negócio ou a sua equipe. É bem possível que haja muito mais acontecendo do que você vê. Algumas coisas você precisa saber, outras talvez não, mas prestando atenção, e de forma proativa consultar os seus colaboradores, permanecendo acessível para ao feedback da equipe, você terá pelo menos uma ideia do que precisa saber dentro de sua empresa.

Pode parecer simples, mas não é. Requer trabalho. Mesmo no mais alto nível, um bom CEO é muitas vezes um bom gestor de projeto. Por isso, pode ser difícil lembrar-se de sair da a sua zona de conforto e interagir com sua equipe sobre temas que podem não ter nada a ver com projetos pendentes. Mas não se contente com isso.
Um bom líder não lidera atrás de uma mesa ou um e-mail. Um bom líder toma a dianteira, interagindo com o pessoal, responsabilizando-os, certificando-se que eles saibam que são valorizados, prestando atenção aos detalhes.

É muito árduo, mas quem disse que a liderança era fácil ou sem sacrifício. São ausências em jantares com a família, em fins de semana ocasionais e muito estresse. Mas se você seguir essas dicas, também poderá significar tirar a sua empresa de um universo de estatísticas de fracasso para um grupo menor de empresas de sucesso.

Como você tem liderado a sua empresa? Deixe o seu comentário abaixo, participe da conversa!

Este artigo foi escrito originalmente por Gabriel Bristol no blog entrepreneur e cedido gentilmente aos leitores do Blog do DAEXE

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4 atos de liderança decisivos para o futuro do seu negócio

Se você fosse forçado a parar de trabalhar hoje, seja para tratar uma doença ou por uma fatalidade que te levasse a vida, o que aconteceria com a sua empresa? Este é o tipo de pergunta que todos nós passamos longe de fazer a nós mesmos. Criamos a ilusão de que somos eternos e super-heróis. Mas, independentemente de qual seja o motivo, uma hora, mais cedo ou mais tarde, todos nós teremos de parar e alguém terá de nos substituir nas nossas atribuições, concorda?!
Por isto, temos aprendido que o maior ato de liderança é o que se passa na sua ausência. Se tudo o que você trabalhou para conquistar e construir na vida morrer com você, significa que você fracassou.
Os maiores líderes da história da humanidade possuem justamente esta marca: eles prepararam sucessores. Veja os exemplos de Jesus Cristo, Maomé ou Buda. Já se passarem séculos desde sua existência e, em qualquer canto do mundo, podemos encontrar seus seguidores. Por isto, preste atenção nas afirmativas que trazemos abaixo:

Grandes líderes investem em pessoas (mais…)

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5 lições de LIDERANÇA do domador que você precisa saber

img_artigojunhoLendo a revista Epoca sobre a história de um domador de animais que narrava o estilo de domar os animais, pude chegar a conclusão que as características que um domador possui são fundamentais para uma liderança de sucesso no mundo corporativo. O que você acha?
“Não dá para fingir que é valente. Se a fera farejar qualquer vulnerabilidade, você já era”.

1. ACREDITE NA SUA FORÇA. Mas acredite mesmo, não adianta fingir. Nem que para isso você tenha de construí-la. Só quando se sentir forte, é que as feras também o verão assim. Se não acreditas que és um líder forte e com competência para administrar a sua empresa nos bons e maus momentos, dificilmente a sua equipe acreditará e te seguirá.

2. NÃO SUBESTIME A FORÇA ALHEIA. O poder de domar as feras pode inebriar. Mas não se esqueça que, numa simples relaxada você pode ser devorado. Nunca pense que tens o domínio total da sua equipe e que os integrantes são inferiores a você e incapaz de fazer um trabalho melhor que o seu ou criar uma empresa melhor que a sua.

3. RESPEITE O TEMPO DE CADA UM. Tigres, leões e elefantes têm tempos diferentes para aprender. Respeite as particularidades e seja paciente e persistente para ganhar respeito dos liderados. Cada colaborador tem o seu perfil comportamental, tempo para entender a cultura da sua empresa e produzir resultados.

4. EDUQUE EM PARTICULAR E VALORIZE O TALENTO EM PÚBLICO. Na jaula, o domador é firme e impositivo. No palco, gestos e olhares sutis trazem a tona o melhor de cada um dos bichos. Elogie o colaborador em público e reprima-o em particular. Ao reprimir, use a técnica de sandwich – comece ressaltando os pontos fortes ou elogios, depois os pontos negativos ou repreensão e finalize com elogios e motivação.

5. RECONHEÇA AS FERAS INDOMÁVEIS. Os animais de instinto violentos, mesmo adestrados, em algum momento vão reagir de acordo com seus impulsos primitivos. Escolha o risco que queres correr. Saiba escolher o seu time, defina muito bem o tempo que você pretende ter cada integrante na sua equipe e tenha sempre pessoas tão boas ou melhores do que você nas funções-chave da sua empresa.

OBS: Nós da Daexe acreditamos que tudo pode ser melhorado e pode ser mais simples, então continue pesquisando e aprimorando o seu conhecimento partindo do que foi escrito aqui.

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