Stay Safe Home Office

Home Office de sucesso: 7 ferramentas para aumentar sua produtividade

Trabalhar em Home Office não é tão difícil, mas exige uma organização maior do que a que estávamos habituados em um escritório. E se você está estreando nesse modelo de trabalho, essas dicas podem te salvar.

Você pode gostar: Inovação Organizacional: Como aplicar na sua empresa

A primeira coisa que você precisa ter em seu Home Office é tempo para se organizar. E pode ser 10 ou 30 minutos por dia. Mas nesse período você vai organizar todos os seus arquivos.

 

Stay Safe Home Office

7 dicas para aumentar sua produtividade em Home Office. Foto: Tina Whiterspoon/Unsplash

 

 

Que tal fazer um raio-x da saúde da sua empresa com um diagnóstico gratuito da Daexe? Agende seu horário com um assessor.

 

Ajustar nomes, colocar nas pastas corretas e revisar tudo. A dica principal é tomar cuidado com a pasta downloads, muita coisa fica esquecida lá.

Os nomes dos arquivos precisam ser descritivos. Se você ou outra pessoa tiver dificuldade, ela pode pesquisar os arquivos por nome. Isso dá muita agilidade ao trabalho.

 

 

Produza mais no seu Home Office com essas ferramentas

 

1. Microsoft Teams

Esse é um programa gratuito, mas com versão paga. Nas opção completa é possível realizar até videoconferência dentro da própria plataforma.

Com ele é possível criar “wikis” pequenos tutoriais, anexar planilhas e documentos do Word se você tiver a suíte Microsoft Office. Mas se não, é possível usar as integrações da Microsoft, como o One Note – excelente programa de anotações.

Também é possível comentar os projetos em uma página inicial como se fosse um fórum. O que ajuda muito a situar a quantas andam os projetos e demandas.

2. Gmail/G-Suit

Poderia sugerir qualquer outro, mas aqui somos taxativos com o Gmail por duas razões: a primeira é o Google Keep integrado para você fazer anotações, e a segunda é a lista de tarefas integrada.

Na página inicial do Gmail na lateral esquerda você encontra essas duas ferramentas fantásticas que podem ajudar você a não esquecer os insights importantes e não esquecer suas tarefas.

Mas como se fosse pouco, ainda temos o Google Agenda que pode compartilhar com outros usuários os eventos importantes que virão, tais como o fim de um prazo para entregar um relatório, ou a marcação de uma videoconferência.

3. Zoom

No plano gratuito você pode se reunir com uma pessoa sem limite de duração de tempo e realizar chamadas coletivas com prazo de 40 minutos. E caso o prazo esgote, ou você assina ou faz outra chamada.

Existem aplicações de inteligência artificial no Zoom que o ajuda a melhorar a chamada. Vale a pena tentar.

4. Google Drive

Na Daexe usamos o Google Drive como repositório virtual. Funciona muito bem, não tem bugs e nosso time já estava acostumado com essa arquitetura.

Mas o mais importante, acessamos nossos arquivos em qualquer lugar e muito rápido. Compartilhamos documentos e editamos na suíte do Office gratuita que já está inclusa.

É claro, existem alternativas como o One Drive da Microsoft, o DropBox e outros. Mas com a integração ao serviços Google essa ferramenta nos dá muita agilidade.

5. Scopi

Com essa ferramenta de Project Manager nos gerenciamos nossos projetos e tarefas internas. Conseguimos visualizar bem como as coisas estão funcionando e é fácil de usar.

Bem mais minimalista que o Microsoft Teams, mas muito poderoso na mão de um bom gestor!

6. MindMeister

Se você precisa desenvolver ideias, planejamentos e coisas que envolvam reunião com sua equipe, o MindMeister pode te ajudar.

Ele permite construir mapas mentais online de forma colaborativa simultaneamente com outros usuários.

O limite do uso dessa ferramenta e sua finalidade é definido pela sua critiviade!

7. Canva

O Canva é uma ferramenta de design gráfico online e gratuito. E oferece vários templates para vários formatos. Seja um tamanho A4 para a sua proposta comercial, relatório ou um slide para sua apresentação.

Você pode dar criar designs incríveis em pouco tempo que valorizem seus trabalhos.

 

 

Como-organizar-sua-empresa-em-7-dias-1

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

 

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

A Universidade Corporativa é um sistema estratégico para se obter melhores resultados internos, com o treinamento de colaboradores. Ou seja, é a criação de uma rede educacional para funcionários de uma organização.

Por meio de cursos, palestras, oficinas e workshops, a Universidade Corporativa tem o objetivo de atualizar, treinar, informar e educar colaboradores, assim como disseminar a cultura empresarial. Dessa maneira, é possível construir uma equipe mais preparada para os desafios.

No entanto, quando uma empresa sente a necessidade de desenvolver um ambiente de aprendizado e atualização, há uma preocupação: Afinal, isso será custo ou investimento?

Sendo custo um gasto extra e evitável, enquanto investimento é um gasto que terá retorno futuramente, pode-se afirmar que a Universidade Corporativa é um investimento de curto, médio e longo prazo.

Em outras palavras, após investir em projetos de educação para o funcionários, a empresa pode colher bons resultados em pouco tempo (às vezes, em questão de dias). Depois, os resultados podem ser prolongados para meses e anos, quando esse sistema integra a cultura organizacional.

Leia também: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Universidade Corporativa: Como fazer?

A empresa que pretende iniciar com projetos educacionais para os colaboradores, deve passar por um processo de organização para iniciar com a nova cultura. O processo consiste nas seguintes etapas:

1 – Detectar falhas e carências: Ao notar quais são os pontos fracos de uma empresa ou equipe, é possível criar planos mais assertivos para a melhoria do desempenho. Por isso, líderes e gestores devem pesquisar e entender quais são os obstáculos da equipe.

2 – Planejar: Depois, é importante que haja um planejamento para os cursos e palestras, levando em consideração tempo, agenda, horários, participantes, ministrantes, professores, etc. Além disso, nessa fase devem ser discutidas as metas e as ferramentas de mensuração de resultados.

O planejamento também consiste em compreender quais serão os materiais e equipamentos necessários, bem como espaço físico e ambiente virtual

3 – Divulgar e Comunicar: Parte fundamental de uma Universidade Corporativa é o apoio dos próprios colaboradores. Os alunos devem comprar a ideia de uma nova política educacional na empresa, para que o investimento gere resultados.

A divulgação interna é parte fundamental. Por isso, é importante apresentar as vantagens da Universidade Corporativa não só no campo organizacional, mas pessoal. Afinal, ela também é um desenvolvimento pessoal, um avanço na carreira individual e trará resultados pessoais.

4 – Criar uma política de recompensa: Outra parte importante, atrelada à comunicação, é o incentivo à Universidade Corporativa. Com políticas de recompensas (bônus, prêmios, participações lucrativas, e e, planos de carreiras) é possível motivar ainda mais as equipes.

As regras para isso devem estar claras e serem comunicadas antes da iniciação dos cursos. Os funcionários também devem ter conhecimentos sobre as metas que devem ser atingidas.

Universidade Corporativa em EAD

A Universidade Corporativa ainda pode ser implementada em EAD (Educação à Distância). Ou seja, os cursos podem ser transmitidos online para os colaboradores. Gerando inúmeras vantagens para empresa, tais como:

Redução de Gastos: A empresa irá economizar com aluguel ou compra de equipamentos, coffee break ou contratação de palestras. Além disso, há economias com espaço físico (às vezes, é preciso alugar salas), luz, ar-condicionado, entre outros.

Flexibilidade de horários: Não é necessário parar uma equipe inteira para fazer o treinamento. Os colaboradores podem revezar o tempo de estudo com o tempo de trabalho. Isso irá fazer com que a produtividade continue ativa.

Arquivamento de conteúdo: Com os conteúdos disponíveis na internet, é possível revisitá-los para recordar algo. Sendo assim, o aprendizado é contínuo e pode ser transmitidos para novos contratados.

Universidade Corporativa: Hora de investir!

Com a ampliação do conhecimento do time de colaboradores, é possível que uma empresa tenha melhores resultados, maior margem lucrativa e mais produtividade. Além de poder contar com funcionários mais motivados e competentes em suas áreas de atuação.

A Daexe possui serviços e consultorias em Educação Corporativa, e nosso time de especialistas pode te ajudar a implementar uma Universidade Corporativa na sua empresa.

Entre em contato com a gente!

5 Passos para Estruturar uma Universidade Corporativa

 

Universidade Corporativa: Entenda quais são os passos para estruturar uma

Em um mercado competitivo e acelerado, as empresas que param no tempo ficam para trás. Por isso, é fundamental buscar políticas de atualização e treinamento, como uma Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa é um departamento de educação ao colaboradores, a fim de tornar as equipes mais produtivas, atualizadas e competentes. Sendo assim, a empresa passa a ter outros benefícios, como maior lucratividade e melhor vantagem competitiva.

Em outras palavras, a Universidade Corporativa é um sistema educacional interno de uma organização. São ações instrucionais voltadas para o desenvolvimento humano, a capacitação profissional e a busca por mais conhecimentos técnicos, trabalhando as competência institucionais, técnicas e comportamentais.

Nos tempos atuais, essa cultura de educação se tornou ponto-chave para as empresas. Porque além de promover benefícios monetários e produtivos, uma Universidade Corporativa gera resultados no campo emocional de cada colaborador.

Isso porque promove maior motivação (sentimento de valorização) e melhor integração entre equipes (sentimento de companheirismo). Também desenvolve a parte técnica, dando impulsionamentos para a carreira de cada colaborador, que poderá assumir cargos de chefia futuramente.

Veja também o artigo: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Veja a seguir, os 5 passos para estruturar uma Universidade Corporativa:

Universidade Corporativa: O passo a passo para o sucesso profissional

É possível estruturar uma Universidade Corporativa em apenas 5 passos simples para uma empresa. Eles são:

1 – Análise interna e externa

O primeiro passo para implementar uma Universidade Corporativa é estudar e analisar o mercado externo e as competências internas de uma organização. Assim, é possível elaborar metas e conhecer quais são os pontos fracos da empresa levando em consideração onde ela quer chegar a médio e longo prazo.

Uma dica para esse ponto é fazer uma análise SWOT da empresa. A análise SWOT é uma tabela comparativa entre o mercado externo e a produção interna, ela gera uma análise sobre pontos fortes e carências empresariais.

Com esses relatórios em mãos, os líderes devem começar a pensar em quais equipes devem ser treinadas, quais são os tipos de treinamentos e conteúdos, e como isso tudo deve ser feito.

2 – Planejamento

Após a análise, a empresa deve iniciar o planejamento e criar um projeto. O planejamento deve constar:

  • Responsáveis: Quais áreas ou quais colaboradores serão responsáveis pelo desenvolvimento e a organização de uma Universidade Corporativa?
  • Metas: Qual é a meta que se pretende atingir?
  • Índices de Mensuração: Como o resultado será medido?
  • Gastos: Quanto a empresa irá investir?
  • Materiais: O que será necessário comprar ou alugar?
  • Metodologia: Como o aprendizado será feito (Presencial e Portal Virtual?
  • Conteúdo: O que será ensinado?

3 – Desenvolvimento

O terceiro passo é colocar o planejamento em ação. A Universidade Corporativa começa a sair do papel e ganhar vida. Nessa etapa,  estrutura o Sistema de Educação Corporativa, além  de se pensar em estrutura (física e virtual) e demais recursos.

A equipe responsável começa a traçar esboços e materializar planos anteriores. Com isso é possível ter um panorama sobre o projeto feito e até fazer ajustes, se necessário.

4 – Divulgação

Parte importante da Universidade Corporativa é a comunicação aos colaboradores. Eles devem estar cientes do projeto e entender a importância deles. A empresa deve fazer ações de endomarketing para motivar as equipes a participarem efetivamente dos treinamentos.

Os colaboradores são os maiores interessados nesse novo projeto e são eles quem dão vida a uma Universidade Corporativa. Sendo assim, é fundamental contar com o apoio deles e a participação de todos.

5 – Profissional Especialista

Por fim, é fundamental que a empresa conte com um profissional especialista em Universidade Corporativa. A consultoria e colaboração deixará o projeto mais assertivo, favorecendo o alcance das metas desenhadas.

O profissional irá analisar o projeto, promover melhorias e ampliar sua influência nos resultados da organização. Sendo assim, os caminhos para os objetivos são encurtados e facilitados com a visão de um especialista.

Algumas empresas, como a DAEXE, possui a consultoria em  Educação Corporativa. Esse serviço tem como objetivo fazer com que a empresa passe a lucrar com o seu investimento em educação corporativa.

Especialista em Universidade Corporativa

A Daexe pode te ajudar nessa missão. Entre em contato com a gente e consulte um de nós especialistas em Educação Corporativa!

Conte com a gente!

Plataforma para Cursos a Distância

Você também pode utilizar uma plataforma EAD que permita personalização para poder ministrar cursos a distância para a sua equipe, o que facilita principalmente para empresas com grande números de funcionários.

Como um assessor executivo pode aumentar a produtividade na sua empresa

Assessor Executivo: Veja no que ele pode contribuir na sua empresa

Um assessor executivo é como um estímulo para os empresários que desejam melhorar o seu desempenho ou da sua empresa. O profissional torna-se um “braço direito” da diretoria da empresa para realizar determinadas ações em alta performance.

Além de trabalhar pela própria motivação, o assessor executivo tem pleno conhecimento de gestão e de como alcançar objetivos. Com o senso de auto responsabilidade apurado, ele estimula toda a empresa a crescer também.

Funções do assessor executivo

O assessor executivo pode exercer funções a nível estrategista, evangelizador, gestor ou networker. O que ditará isso é o formato de trabalho e o que fora colocado a cargo dele pela empresa.

Portanto, ele poderá, por exemplo, ser a pessoa que define o tom e o norte das estratégias. Ele enxerga o negócio como um todo – muitas vezes até de fora – e está apto à tomada de decisões. Além disso, pode ser o elo de ligação da diretoria com os funcionários, exercendo papel de líder.

Como gestor, o assessor executivo é capaz de avaliar resultados e desempenhos. É assim que ele pode apontar onde é necessário melhorar a produtividade, por exemplo. Já como networker ele atua como um representante da empresa no mercado.

O que uma assessoria empresarial pode fazer pelo seu negócio

Princípio de Pareto

É essencial que um assessor executivo trabalhe com base no Princípio de Pareto. Isso nada mais significa do que a regra do 80/20. Ou seja, o assessor atenta-se apenas ao que pode gerar resultados positivos à empresa. Isso ocorre pois a regra afirma que 80% dos efeitos é originado de 20% das causas.

Autonomia e independência: marcas do assessor executivo

Tratando-se de um profissional completo para a gestão, o assessor executivo é habilitado a trabalhar de forma independente. Em outras palavras, ele não espera ordens: apenas faz o que é para ser feito. Essa é uma das principais formas para aumentar a produtividade.

Por trabalhar pela motivação própria, o assessor executivo possui também uma gestão eficiente do tempo. É capaz de fazer uso otimizado e inteligente das tecnologias e possui habilidade de gestão documental. Essas três características, em suma, são as principais para que o trabalho seja bem executado.

Apostar em um assessor executivo também é a certeza de que o profissional está em constante aperfeiçoamento. Essa é uma das metas mais importantes na área: buscar sempre estudar mais para alcançar resultados ainda melhores. Como é possível perceber, o assessor executivo possui uma motivação voltada ao desempenho de alta performance.

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Vantagens de um assessor executivo

Afinal, por que contar com um assessor executivo na sua empresa? Seja ela de grande ou pequeno porte, o profissional pode ajudá-lo a enxergar todos os potenciais do seu negócio.

Uma das tarefas do assessor executivo é justamente pensar em conjunto com a empresa. Ele não trabalha apenas para o bem dela, mas também junto à ela. Ao invés de um empreendedor ou gestor sobrecarregar-se, pode dividir as responsabilidade com o assessor executivo.

Muitas vezes, por exemplo, é preciso um novo comando aos funcionários da empresa, mas isso demanda tempo. O empresário pode, então, contratar um assessor executivo para essa tarefa. O mesmo pode acontecer em outras áreas da empresa, até mesmo para conquistar novas parcerias no mercado.

O importante no assessor executivo é que ele tenha liberdade para agir na empresa em busca dos resultados desejados. Assim, ele identifica os melhores rumos a serem tomados e, a partir da própria motivação, busca esses resultados. O melhor benefício para o assessor, afinal, é crescer junto com a empresa. É assim que ele comprova a sua excelência e importância para o mercado de trabalho.

O assessor executivo precisa deixar um legado na empresa. Para isso, ele precisa sair da sua zona de conforto e assumir diversas responsabilidades e função mais supervisora. Ele precisa ser proativo na busca de melhorar a motivação e qualificação de todos os colaboradores da empresa. Lembre-se um funcionário motivado é capaz de produzir 40% a mais do que o normal.

Comportamento do consumidor: Como, quando e porque compram

 

Comportamento do consumidor

O estudo do comportamento do consumidor busca compreender os hábitos de compra das pessoas. Verificando quais são suas necessidades, desejos, motivações, e entendendo como, quando e porque compram.

É necessário que se faça uma análise antes, durante e  também após a compra. Funciona como averiguação sobre os processos de compra, já que o resultado da pesquisa possuem variações. Que dependem das circunstâncias, produtos e os diferentes tipos de consumidores.

Dentro desse estudo existe um processo que é dividido em três estágios. O primeiro se chama pré-compra, em que o consumidor percebe que precisa de algum produto para suprir uma necessidade. O segundo é quando ele decide comprar o produto. E o terceiro o pós-compra ele verifica se o produto satisfaz sua necessidade.

Existem diversos fatores que influenciam os consumidores, são identificados e diferenciados por grupos.

Leia também: 3 mandamentos da fidelização do cliente

Fatores de Influência

 

  • Sociais – A influência parte da interação humana, formado por grupos de referências como família, amigos, status e influenciadores. Ex: Desejo de comprar algo que um influenciador digital estava usando.
  • Culturais – Faz parte da vida do consumidor, pois é quem molda o modo de pensar e agir. Ex: roupas, comidas de uma determinada região, lugar onde mora ou nasceu.
  • Classes Sociais – Está relacionado ao poder aquisitivo, a questão financeira de cada consumidor. Ex: Valores que possuem os produtos, marcas.
  • Idade – Cada fase da vida as necessidades vão se divergindo ao longo do tempo. Ex: Uma criança de 2 anos, não consome o mesmo que uma de 10 anos.
  • Estilo de vida – São interesses do consumidor, os hábitos que ele possui, prospecções futuras, círculo de amizade, entre outros aspectos. Ex: Pessoas que pensam em ter filhos possuem hábitos diferentes dos que não querem.
  • Motivação pessoal – Quando consumidor possui uma meta ou objetivo específico. Ex: Quando decide comprar um carro.

Além disso, existe o processo de compra. O consumidor não percebe que passa por este processo quando decide fazer uma compra. Ele é dividido em seis etapas.

As seis etapas do processo de decisão de compra

  • A primeira etapa, é o reconhecimento das necessidade, quando consumidor percebe que preciso de algo.
  • Segunda etapa, é a busca de informações, consiste na busca de fontes para satisfazer sua necessidade.
  • Terceira etapa, é a avaliação das alternativas, ele vai verificar qual produto, serviço é melhor para ele.
  • Quarta, é a avaliação das alternativas de compras, ele irá definir o local e a forma de pagamento.
  • Quinta etapa, é a decisão de compra, depois dessas etapas ele já definiu tudo, e irá realizar sua compra.
  • E a sexta etapa é o pós-compra. Que deve ser feita por quem vendeu o produto, ou próprio consumidor verificará se satisfez sua necessidade.

Importante entender que essas etapas são cruciais, assim como entender as influências, e buscar outras informações relacionadas ao consumidor. Por ser uma área ampla, o estudo do consumidor pode ser feito por meio de recortes.

Sendo assim, recomendo o estudo específico do consumidor do seu produto. Exemplo, suponhamos que sua empresa venda sapatos, certamente, você terá que conhecer os consumidores de sapatos. Como eles são, o que os fazem diferentes dos outros, os principais fatores e o que eles procuram satisfazer com este produto.

Isso pode ser feito por toda e qualquer empresa não apenas de produtos, mas também que oferece serviços. Fazendo estudo de maneira específica você conseguirá entender melhor o que o seu consumidor deseja.

Pesquisa de satisfação: O jeito certo de encantar clientes

Como fazer este estudo do comportamento do consumidor ?

Primeiro é preciso encontrar quem é seu consumidor, fazendo recortes. Se são homens, mulheres ou ambos os sexos, idade, classe social, personalidade, cultura que vive e quem são seus influenciadores. Esses serão principais pontos a ser definidos, mas também poderá usar outros que sejam relevantes e necessários, como objetivo de vida por exemplo.

Os outros recortes serão feitos de acordo com seu produto ou serviço. Pois, existem peculiaridades que costuma ser exclusivos de cada produto. Exemplificando, quem vende produtos cosméticos o seu consumidor é vaidoso, preocupado com bem estar  e autoestima. Um outro exemplo, vendedores de cervejas, estes consumidores procuram prazer e status social.

Pode-se fazer este estudo com pesquisas bibliográficas, de pessoas que já tenham feito algo parecido. Utilizando de pesquisas prontas para  replicar o que pode ser relevante. Mas também, você pode fazer a sua pesquisa. Aproveite pesquisa de satisfação e faça algumas perguntinhas, isso ajudará também na fidelização do cliente.

Uma análise interessante seria a pesquisa participante. Uma pessoa irá analisar o consumidor de forma presencial e que ele não saiba. Dessa forma poderá averiguar o porque eles compram, porque essa marca chama mais atenção que a outra, dentre outros aspectos.

Entendendo como o seu consumidor se comporta facilitará para que sua empresa, produto, serviço ou marca chegue até ele.

Quer saber mais veja o passo a passo para fazer o estudo do comportamento do consumidor

Gostou deste artigo ? Nos conte o que achou e compartilhe suas experiências nos comentários a respeito do tema.

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

Co-criação o que é?

Co-criação Já ouviu falar ?

Segundo Augusto Franco no livro Cocriação reinventando o conceito ele explica que é um processo composto por tentativas recorrentes. De estabelecer e restabelecer congruências múltiplas e recíprocas entre ideias que mutam. Quando interagem, nem sempre se aproximando e se fundindo, mas frequentemente se distanciando. E que podem ser novamente modificadas na interação para se combinar e reagir “quimicamente” umas com as outras em novas combinações gerando 24 novas “substâncias” (novas ideias substantivas).

Num conceito genérico podemos dizer que é uma iniciativa de colaboração entre as partes. Imagine cliente e empresa criando juntos para gerar um bom resultado. Pois é, é possível, têm sido muito utilizado no departamento do marketing de algumas empresas, principalmente em criação de campanhas.

Leia também: Customer Success

Mas logicamente que pode ser usado em outros setores e com diversos objetivos. Concorrentes podem utilizar essa iniciativa,  como? Mesmo com serviços similares nem sempre será igual não é mesmo ? haverá produtos específicos. Então empresas podem se juntar Co-criar e  construírem um novo produto, nova ideia, e a partir daí surgir a inovação.

Empresas com serviços diferentes também podem se unir de forma colaborativa e da mesma maneira fazer com que surja um novo produto. Uma outra forma é se unirem em prol de um bem comum como por exemplo para desenvolvimento de projeto sociais, de sustentabilidade, produtos renováveis, dentre outros.

Agora na relação empresa cliente, se trata de ouvir abertamente a opinião deles perguntar o que tá bom e o que não está. Mas não como uma pesquisa de satisfação, e sim na busca de melhorias, resolução de problemas e na criação de novos produtos. Este pode ser um novo futuro das empresas.

Co-criação não é apenas para empresas

Mas para ficar claro esta iniciativa não é utilizada apenas em empresa, em qualquer lugar pode haver a Co-criação. O governo, por exemplo pode buscar co-criar com a população. Na escola o professor pode utilizar com seus alunos, sobre o plano de aula. Os pais com os filhos sobre a administração da casa, dentre outros.

Se você ainda não utiliza da co-criação tente implantá-la, seja na sua empresa, no seu dia-a-dia de alguma maneira ela poderá vim a te ajudar. Estimule ideias novas a partir da colaboração.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe. Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

Gestão Documental

Gestão Documental veja sua importância para as empresas.

Escrevo este breve artigo para esclarecer quais são as atividades e os objetivos de uma consultoria arquivística. Para isso escolhi uma linguagem informal e direta com a intenção de possibilitar a compreensão dos conceitos associando-os à realidade.

O papel do arquivista na instituição é potencializar o recurso “informação” e fazer com que isso seja um diferencial. Um dos maiores problemas identificados nas empresas é a falta de gestão documental. Condição que tem como reflexo o acúmulo desordenado de documentos. Estes sem critérios ou prazos de guardas estabelecidos. Sem metodologia padronizada de registro, sem instrumentos ou métodos de pesquisas eficazes.

A consequência disso, principalmente em longo prazo, é a dificuldade de recuperar informações pertinentes em tempo hábil. Principalmente para tomadas de decisões emergenciais ou de recuperar dados probatórios em casos de processos judiciais ou atividades contábeis.

Ressaltei que essa dificuldade ganha proporção em longo prazo. Isso porque quanto maior for o volume de documentos acumulados sem gestão, maior será o prazo para recuperar a informação. Pois o tempo demandado para a busca cresce proporcionalmente à quantidade de documentos e à falta de métodos de organização e pesquisa.

Veja também o artigo sobre Educação Corporativa

Todos os problemas citados são identificados no momento do diagnóstico. Que é a primeira etapa de uma consultoria arquivística. Na qual ocorre o reconhecimento das atividades desempenhadas pela empresa, das formas de registro utilizadas, das condições de acondicionamento, dos gargalos no fluxo documental. Ou seja, é a fase da identificação do nível de maturidade da gestão documental na instituição e das necessidades de melhorias. Depois dessa etapa é possível mapear todas as atividades arquivísticas que deverão ser desenvolvidas para que a empresa atinja o objetivo almejado.

A consultoria arquivística, quando realizada em sua maior abrangência, resulta em instrumentos arquivísticos. Estes que auxiliam no desenvolvimento das atividades que impactam toda a instituição, proporciona visão sistêmica da rotina e possibilita o aperfeiçoamento das tarefas. Os principais instrumentos arquivístico, Plano de classificação e Tabela de temporalidade, permitem que exista um padrão na produção e no prazo de guarda dos documentos. Evitando assim o acúmulo de informações desnecessárias.

O projeto de consultoria arquivística possibilita a criação de  metodologia de organização adequada à realidade de cada instituição. Isso facilita a rotina das pessoas que trabalham diretamente com a produção e tramitação dos documentos. Além de, oficializar toda atividade arquivística e trazer impessoalidade para o trabalho, uma vez que os procedimentos ficam formalizados e padronizados.

Para ter uma orientação específica sobre qual a melhor estratégia para que o recurso informação seja um aliado da empresa, sugiro que converse com um profissional da área de arquivo (arquivista).  E que explique a rotina, os objetivos, a estrutura da empresa, a condição dos documentos. Depois de ter uma visão singular sobre o plano a ser adotado, tenho certeza que a empresa terá um trunfo que poucas instituições estimam e que fará total diferença nos resultados, a valiosa informação.

 

 

Camila Carvalho Côrte

Bacharel em Arquivologia, Universidade de Brasília- UnB. Pós Graduada em Gestão Estratégia nas Organizações Públicas, Faculdade Projeção. Servidora pública, Arquivista, Ministério das Cidades, e Consultora pelo Departamento de Assessoria Executiva (DAEXE) em Gestão Documental. Possui ampla expertise em desenvolver estratégias para potencializar o recurso informação e para solucionar os gargalos no fluxo documental. Desenvolve métodos de organização e recuperação da informação que subsidia as tomadas de decisão. Visando o alcance dos objetivos almejados pela empresa.

Qual a sua estratégia para fechar negócios na crise?

Fechar negócios na crise

Há alguns meses atrás, a Revista Exame publicou um artigo super interessante com 20 estratégias utilizadas por empresas reais para sobreviver em meio à crise. Na nossa avaliação, a grande lição do artigo foi SAIA DA INÉRCIA. E para te ajudar a sair dela, nós separamos e resumimos as 3 melhores estratégias voltadas para vendas, entre as 20. Confira:

1) Repense os preços que você já pratica

A empresa Agendor oferecia um aplicativo cobrado por números aproximados de funcionários na empresa (5,10 e 20 pessoas, por exemplo). Com a crise e a redução do quadro de funcionários de seus clientes, começou a receber reclamações porque um empresa com seis funcionários pagaria o mesmo de quem tinha 10. O Agendor passou a cobrar exatamente pelo número de membros da equipe.

Resultado: Fizeram a mudança em 4 meses e conseguiram recuperar a taxa de crescimento que tinham no primeiro semestre de 2015.

2) Monte competições para sua equipe de vendas
A rede de franquias Outer Shoes passou a dar mais feedback para os vendedores e a criar ações divertidas para estimular a equipe, como corridas de vendas e gincanas, com metas e premiações atreladas.
Resultado: O faturamento tem crescido em média 10% por mês, em cada uma das unidades.

3) Recompense quem paga em dia
Com a crise, os ciclos de venda da Big Data Corp ficaram mais longos, e os clientes começaram a atrasar os pagamentos por um mês ou mais. Por isso, a empresa criou um desconto especial por pagamento em dia, na proporção da velocidade do pagamento.
Resultado: Conseguiram reduzir a inadimplência dos clientes existentes em 50% e mantiveram o ritmo de vendas semelhante ao anterior à crise: cerca de 100% ao ano.

E você? Qual a sua estratégia pra fechar negócios na crise? Já pensou em utilizar alguma dessas três?

Se estiver precisando de orientações para pensar novas estratégias, marque uma reunião com seu assessor executivo de marketing do Daexe.

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Por que as transformações organizacionais são processos tão difíceis? Niklas Luhmann, um dos gigantes pensadores do século XX, explica da seguinte maneira: tanto pessoas como empresas funcionam como sistemas fechados. Com sua própria lógica de funcionamento (cultura organizacional) e estratégias de sobrevivência.

A transformação, pessoal ou organizacional, é um processo gradual, porque o sistema é resistente ao que lhe é estranho e luta para se manter igual. O estranho, principalmente quando contradiz o modus operandi do sistema, é visto como ameaça à sua subsistência.

Trazendo este raciocínio para a interação entre consultorias e assessorias executivas junto aos empreendedores, colaboradores e empresas. Como um todo, podemos observar que o Consultor Executivo atua como um provocador desse sistema. Num primeiro momento, sua atuação é um elemento que pode causar estranheza e resistência.

Ele entra na empresa para diagnosticar, rever processos, apontar o que deveria ser melhorado a partir do seu vasto conhecimento do mundo empresarial. Não que seja visto como inimigo, não é isso. Mas sua presença gera o desconforto de que transformações sistêmicas deverão ocorrer. E para que elas ocorram, será necessário o engajamento e a mobilização de todos os envolvidos. Será necessária uma transformação organizacional.

A partir daí, o incômodo está lançado e o ambiente organizacional pode ficar tenso.

As mudanças exigem que saiamos da nossa zona de conforto

Buscar e implementar novos aprendizados não é tão fácil assim. Às vezes ficamos resistentes, nosso sistema sinaliza que não vai dar certo, que não vai fazer diferença, que não vai ser melhor. Às vezes, só depois de uma mudança é que percebemos o quanto ela era necessária para evoluirmos.

Como um Assessor executivo pode aumentar o lucro a produtividade da sua empresa

É neste ponto que o Assessor Executivo tem um papel fundamental. O assessor, como o nome já diz, é aquele que auxiliará o processo de transformação. Colocando a mão na massa, ensinando como fazer a mudança acontecer e, especialmente, dedicando-se a conciliar os extremos, as opiniões divergentes.

É aquele que mostrará porque vale a pena mudar. Porque a combinação de suas duas visões (um de fora do sistema e outra de dentro do sistema) lhe permitem ter um panorama de como a empresa está hoje e de como ela poderá ficar.

 

As transformações são processos trabalhosos, mas sempre valem a pena! Conte com seu consultor e seu assessor executivo do DAEXE para auxiliar a sua empresa neste momento fundamental!

Gestão financeira

Gestão financeira: saiba se você não está passando a perna em si mesmo

A casa própria é o sonho de muitas pessoas. Ao longo da vida de um sujeito os seus esforços são dedicados a gestão financeira e economia para atingir aquela que se anuncia como a grande realização de uma vida inteira de trabalho, não é verdade?

Mas quando o sujeito não tem conhecimento sobre edificações, acaba cometendo muitos erros: escolhe mal o terreno; investe em material de segunda categoria; economiza no que é importante e desperdiça naquilo que não é; enfim, faz uma série de escolhas que poderão lhe proporcionar dores de cabeças e um sentimento de verdadeira frustração por longos anos. Você concorda que este sujeito acabou passando a perna em si mesmo?

Gestão financeira

Que tal fazer um raio-x da saúde da sua empresa com um diagnóstico gratuito da Daexe? Agende seu horário com um assessor.

Autossabotagem na sua gestão financeira

Conscientemente ou não, a mesma síndrome da autossabotagem acomete a muitos empreendedores, especialmente pela falta de conhecimentos em gestão empresarial. Frequentemente começa do mesmo jeito: o sujeito tem um sonho de empreender, de ter um negócio. Para realizar este propósito, dedica sua vida, mas pela falta de conhecimentos. Especialmente em gestão financeira, acaba se tornando vítima da sua própria “rasteira”. É por isto que o verdadeiro empreendedor não economiza com aprendizado e não tem medo se investir em uma assessoria empresarial!

Um erro recorrente é a falta de discernimento entre receita operacional bruta e receita operacional líquida. Você sabe a diferença, na prática?
Por exemplo: Você acha que a comissão de venda dos colaboradores deve ser deduzida com base na receita bruta ou na receita líquida? Olha aí perigo!

A diferença entre receita operacional bruta e líquida

As Receitas Operacionais Brutas são as receitas decorrentes das vendas de mercadorias e/ou da prestação de serviços que constituam o objeto social da empresa. O problema é que a receita bruta não contabiliza as deduções ocorridas em função das devoluções e vendas canceladas, dos descontos concedidos incondicionalmente e de outros impostos e contribuições que possam incidir sobre as vendas. Quando o empreendedor toma decisões baseando-se na receita operacional bruta, ele compromete todo o resultado da empresa. É nesta atitude que ele pode estar se “passando a perna”!

 

Utilizar a receita operacional líquida como base de cálculo dilui os seus riscos

A Receita Operacional Líquida se diferencia da Bruta justamente porque mostra os ganhos que ocorreram de fato, em cada período. Se você, por exemplo, fez uma venda parcelada no cartão ou no cheque, e a comissão pela venda obedece à lógica da receita bruta, você terá um compromisso imediato com o seu colaborador, sem por outro lado ter recebido o pagamento da venda que ele efetuou.

Você vai receber em parcelas, mas vai ter que pagar a comissão de uma só vez, de imediato. Existem mecanismos para adiantar os recebimentos das receitas da venda, mas são viabilizados pelo pagamento de taxas que reduzem as suas receitas. Quando as parcelas não são pagas pelo cliente que efetuou a compra, o problema se agrava ainda mais.

Há muitas ocasiões em que é possível negociar e diluir os riscos entre as partes envolvidas. Nesta situação específica que retratamos aqui, a comissão de vendas deveria ser uma porcentagem paga no mês da venda e outra porcentagem paga obedecendo a dinâmica de parcelamento da própria venda que foi efetuada. Este é um exemplo claro de utilização da receita operacional líquida na gestão financeira, que traz como benefícios uma diluição de riscos e o não comprometimento do capital de giro da empresa.

Você pode argumentar que os riscos são males do ofício, que o empreendedor está mesmo sujeito a este tipo de situação. Mas é possível administrar melhor estes riscos, buscando colaboradores, fornecedores e parcerias que estejam abertas a negociar e compartilhá-los com você. Utilizar a receita operacional líquida é uma decisão assertiva e justa.