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eBook Repensando o Planejamento Estratégico

Homem cabisbaixo

Case de Fracassos: descubra quais erros não cometer na sua gestão

Você está acostumado a grandes histórias de empreendedores de sucesso. É comum que eles falem sobre suas jornadas até o sucesso. Mas e o case dos que fracassam?

Aprender sobre empreendedorismo é estudar não só o sucesso, mas também o fracasso. Para isso, criamos um case de fracassos. Afinal, muita gente só aprende com o erro – mesmo que seja dos outros.

Para facilitar, vamos contar a história de personagens fictícios. Mas que não deixam de serem verdadeiras.

Case - Homem - Vergonha

Foto: Unsplash

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O que faz o sucesso ou o fracasso?

 

O sucesso não é ser a maior empresa do ramo, a líder global de um setor ou algo do gênero. A economia é um grande sistema global cujas teias se iniciam nos pequenos negócios e vão até grandes organizações do outro lado do mundo.

E tudo isso ocorre de forma interligada. Gostamos de assumir o sucesso como a participação no comércio em algum nível ou etapa de produção de forma saudável.

Portanto, um negócio que gera emprego, é rentável, capaz de superar crises e adversidades com solidez e que perdure ao longo do tempo mantendo a sua saúde financeira e a de seus donos.

E o fracasso é o contrário disso. É a incapacidade de uma atuação financeira e empresarial saudável que gere lucro e renda para sua própria sustentação e de seus donos.

 

Case 1: “Estou vendendo muito bem, vou ampliar os negócios”

Mário é um empresário jovem, possui 38 anos e tem uma empresa peças de veículos, ele possui uma lista completa de fornecedores de peças com a qual precisa manter boa relação.

Seu faturamento mensal é de 250 mil reais, possui 15 funcionários e demorou para chegar nesse patamar, mas o caixa nunca fechava muito bem.

Possuía muitos custos, mas acreditava que se expandisse os negócios aumentaria os lucros e resolveria o problema. Sua ânsia para conseguir aumentar as vendas o fez pegar um empréstimo.

Esperançoso e com pressa. Mário tomou um empréstimo e iniciou a expansão. A obra de ampliação demorou mais do que esperava. Isso afetou o atendimento aos clientes e reduziu um pouco o seu faturamento nos dois meses que duraram as obras.

Passou um mês reorganizando o estoque e contratou mais 5 pessoas, e passou a ter 20 funcionários.

No fim, Mário se viu com um faturamento baixo, um custo ainda maior e um empréstimo muito alto que fazia o seu caixa terminar no negativo.

Mário demitiu cinco pessoas, começou a atrasar o pagamento dos fornecedores até que não conseguiu arcar com a manutenção da sua loja. Para reduzir os custos precisou vender a empresa.

 

 

Case 2: “Quem é meu público?”

Carlos e Marília eram casados a alguns anos – ele, gastrônomo com longa experiência em restaurantes de luxo, e Marília uma experiente assessora de imprensa.

Demitido em função de uma crise econômica Carlos não conseguiu se recolocar no mercado e decidiu empreender uma experiência gastronômica a céu aberto.

Marília o ajudou produzindo releases que logo foram publicados nos jornais. E a experiência foi muito quista em especial pelo público jovem que fez a divulgação das experiências no boca a boca.

Em pouco tempo Carlos e Marília felizes com o sucesso tomaram a decisão de abrir um restaurante à la carte. Juntaram dinheiro para garantir três de meses de aluguel e montar o espaço.

Montaram um cardápio refinado, ofertaram alguns bons vinhos, champanhe e cervejas importadas.

Realizavam um sonho enquanto montavam o restaurante e isso fez o ticket médio triplicar em relação a experiência a céu aberto.

Logo após a abertura às críticas foram maravilhosas. Mas do segundo mês em diante o público reduziu muito e os jornais locais já não tinham tanto interesse pelo restaurante, era notícia velha.

O Público jovem sumiu e as poucas pessoas que apareciam eram bem mais velhas do que as da experiência a céu aberto.

Reduziram o preço, criaram diversas promoções e investiram em mais releases para a imprensa, sem sucesso. Ao fim do terceiro mês estavam tristes, mas aliviados por não terem tido maiores prejuízos, e fecharam as portas.

Onde está o erro?

Carlos e Marília queriam realizar o sonho seus sonhos e esqueceram de quem era o seu público e criaram uma experiência que não era o que ele queria. E criaram uma mudança de ambiente e preço afastaram o público jovem.

Dessa forma investiram em canais de comunicação que não acessam de forma tão eficiente o seu público demonstrando a ausência de uma de estratégia e marketing e de customer succes.

Já Mário confiou que apenas a expansão dos negócios garantiria um aumento no lucro. Quando na verdade precisava apenas renegociar os valores com fornecedores, organizar melhor seu processo de compra, vendas e atendimento de clientes.

Uma assessoria executiva especializada poderia tê-lo feito aumentar os lucros de forma saudável otimizando seus processos. Evitando que Mário se empolgasse com os lucros e esquecesse o planejamento e a avaliação de mercado.

 

Planejamento estratégico

Como fazer revisão de um planejamento estratégico

Revisar o planejamento estratégico tem a mesma importância de quando ele é elaborado. É preciso fazer uma revisão para ter certeza que todos os pontos estão da maneira correta e seguindo todos os passos. Agora você deve estar se perguntando como deve ser feita esta revisão? Neste artigo iremos mostrar quais pontos devem ser revisados e porque isso é importante.

A revisão de um planejamento estratégico é um momento de reflexão. Recomendamos que seja feito com frequência trimestral, semestral ou anual. Isso irá depender de cada empresa, sendo que é aconselhado que seja realizado no mínimo anualmente.

Porém, o mais recomendado seria fazer uma revisão do planejamento semestralmente para entender se o plano está indo de acordo com o esperado ou não. Sendo que neste momento é possível ir fazendo alterações e correções necessárias.

Primeiro é preciso analisar os resultados alcançados e avaliá-los. Rever o que empresa conseguiu, se as metas estabelecidas foram alcançadas, por exemplo: Alcançou a meta antes da data prevista, ótimo, agora aumente sua meta. Caso não tenha alcançado, é identificar o porquê, caso feito isso ainda não foi identificado o problema, terá que modificar suas metas.

Encontre a raiz do problema

Existe uma técnica que pode ajudar a encontrar o problema de não ter sido possível alcançar as metas. Conhecida como os “5 porquês”, é uma técnica de análise que parte da premissa que após perguntar 5 vezes o porquê um problema está acontecendo, sempre relacionado a causa anterior, será determinada a causa raiz do problema ao invés da fonte de problemas.

 

 

Geralmente se diz que:

No 1º porquê, temos um sintoma
No 2º porquê, temos uma desculpa
No 3º porquê, temos um culpado
No 4º porquê, temos uma causa
No 5º porquê, temos a causa raiz

 

É bom que também seja revisto o plano de ação ou projetos, e assim como nas metas procure por melhorias aonde for necessário.  Além disso, compare o resultado planejado dos planos de ação executados com o resultado real e verifique se os planos futuros não vão ter o mesmo comportamento. Utilize os cinco porquês nos problemas encontrados.

A partir dessas avaliações se torna possível definir caminhos e cenários. Traçar metas e conjunto de ações que são as diretrizes para todos os objetivos estabelecidos. E para isto também tem os dados e métricas. Os dados funcionam como bússolas e as métricas como termômetros.

 

Indicadores de BSC

Um outro passo do planejamento a ser revisto são os indicadores. Revise a gestão de seus indicadores tanto o de tendência como o histórico. Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa.

Essas são informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades. O software BSC é considerado como uma ferramenta que abrange ações de curto e longo prazo, pode ajudar a rever os indicadores do planejamento e fazer uma auditoria.

Reveja alguns de seus projetos, verificando se está integralmente associado à equipe e que estão sendo efetivamente desenvolvido. Verifique se os organogramas estão de acordo com o que foi desenhado. E como andam as competências necessárias se estão precisando de alguma coisa ou não. E também reveja alguns processos para automatizá-los.

Além disso, outro ponto que não se pode esquecer é o orçamento estratégico. Importante rever se a empresa tem um orçamento definido e se este foi estourado. Nesse ponto além da importância de ter um orçamento, é bom que se faça um horizonte com três a seis meses, adequando a sua realidade até que seja possível fazer um orçamento anual.

 

Avalie o clima organizacional

Ainda, é bom que também faça uma revisão na pesquisa de clima, para entender como os colaboradores estão se sentindo em relação ao ambiente de trabalho, seu engajamento, liderança entre outros aspectos. E um outro ponto é revisar a pesquisa de satisfação dos clientes, entendendo o que estão deixando o cliente satisfeito e o que não estão.

Cada um desses pontos que forem revistos, deve-se entender o que foi realizado com sucesso e buscar manter e o que não obteve ou ainda não chegou onde queria, buscar o porquê e resolver para que siga o planejamento. Sendo feito uma análise completa. Lembrando que só não pode mexer nos objetivos estratégico crucialmente importate – OCI , porque são um desdobramento da visão da empresa traçadas e que devem ser buscados de qualquer maneira, com ética.

 

De forma estrutural é de suma importância que sejam feitas reuniões. Primeiro devem se reunir com sócios e fazer uma reflexão, e depois é uma reunião com a assessoria, caso tenha alguma contratada para alinhar os pontos da revisão. Essa segunda reunião é esperado que já tenha uma ideia clara do que necessita, e a assessoria irá ajudar a realizar a revisão do planejamento de maneira eficiente. E por final fazer uma terceira reunião no formato de workshop ou outro formato mais conveniente a cultura da sua empresa, com toda a equipe de colaboradores, parceiros chaves e alguns clientes que quiserem participar para apresentar os resultados da revisão, além disso, nesta reunião deve ser esclarecido como está ou vai ser tratada as reclamações ou elogio dos clientes, as reclamações ou elogio dos colaboradores por meio da pesquisa de clima. É o momento para mostrar novas táticas e  esforços que precisam ser empenhado para alcançar as metas, concluir ou excluir processos e projetos.

 

Gostou do texto sobre como Como fazer revisão de um planejamento estratégico ?

Este post foi escrito por Daexe Assessoria Executiva. Empresa especialista em criar e executar planejamento estratégico e de departamentos da empresa com BSC.

Nós Medimos e Melhoramos o Desempenho das empresas, otimizando recursos financeiros, aumentando e fidelizando clientes e tornando seus funcionários mais felizes por meio de processos simples! Nossa vocação é materializar os sonhos dos empreendedores e empresários e nossa missão, audaciosa por natureza, é organizar o mundo!

Com a DAEXE você  tem muito mais facilidade em acompanhar suas metas, descobrir os indicadores que melhor funcionam para o seu tipo de negócio ou área de atuação e garantir a execução de 97% do que for planejado.

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

 

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

A Universidade Corporativa é um sistema estratégico para se obter melhores resultados internos, com o treinamento de colaboradores. Ou seja, é a criação de uma rede educacional para funcionários de uma organização.

Por meio de cursos, palestras, oficinas e workshops, a Universidade Corporativa tem o objetivo de atualizar, treinar, informar e educar colaboradores, assim como disseminar a cultura empresarial. Dessa maneira, é possível construir uma equipe mais preparada para os desafios.

No entanto, quando uma empresa sente a necessidade de desenvolver um ambiente de aprendizado e atualização, há uma preocupação: Afinal, isso será custo ou investimento?

Sendo custo um gasto extra e evitável, enquanto investimento é um gasto que terá retorno futuramente, pode-se afirmar que a Universidade Corporativa é um investimento de curto, médio e longo prazo.

Em outras palavras, após investir em projetos de educação para o funcionários, a empresa pode colher bons resultados em pouco tempo (às vezes, em questão de dias). Depois, os resultados podem ser prolongados para meses e anos, quando esse sistema integra a cultura organizacional.

Leia também: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Universidade Corporativa: Como fazer?

A empresa que pretende iniciar com projetos educacionais para os colaboradores, deve passar por um processo de organização para iniciar com a nova cultura. O processo consiste nas seguintes etapas:

1 – Detectar falhas e carências: Ao notar quais são os pontos fracos de uma empresa ou equipe, é possível criar planos mais assertivos para a melhoria do desempenho. Por isso, líderes e gestores devem pesquisar e entender quais são os obstáculos da equipe.

2 – Planejar: Depois, é importante que haja um planejamento para os cursos e palestras, levando em consideração tempo, agenda, horários, participantes, ministrantes, professores, etc. Além disso, nessa fase devem ser discutidas as metas e as ferramentas de mensuração de resultados.

O planejamento também consiste em compreender quais serão os materiais e equipamentos necessários, bem como espaço físico e ambiente virtual

3 – Divulgar e Comunicar: Parte fundamental de uma Universidade Corporativa é o apoio dos próprios colaboradores. Os alunos devem comprar a ideia de uma nova política educacional na empresa, para que o investimento gere resultados.

A divulgação interna é parte fundamental. Por isso, é importante apresentar as vantagens da Universidade Corporativa não só no campo organizacional, mas pessoal. Afinal, ela também é um desenvolvimento pessoal, um avanço na carreira individual e trará resultados pessoais.

4 – Criar uma política de recompensa: Outra parte importante, atrelada à comunicação, é o incentivo à Universidade Corporativa. Com políticas de recompensas (bônus, prêmios, participações lucrativas, e e, planos de carreiras) é possível motivar ainda mais as equipes.

As regras para isso devem estar claras e serem comunicadas antes da iniciação dos cursos. Os funcionários também devem ter conhecimentos sobre as metas que devem ser atingidas.

Universidade Corporativa em EAD

A Universidade Corporativa ainda pode ser implementada em EAD (Educação à Distância). Ou seja, os cursos podem ser transmitidos online para os colaboradores. Gerando inúmeras vantagens para empresa, tais como:

Redução de Gastos: A empresa irá economizar com aluguel ou compra de equipamentos, coffee break ou contratação de palestras. Além disso, há economias com espaço físico (às vezes, é preciso alugar salas), luz, ar-condicionado, entre outros.

Flexibilidade de horários: Não é necessário parar uma equipe inteira para fazer o treinamento. Os colaboradores podem revezar o tempo de estudo com o tempo de trabalho. Isso irá fazer com que a produtividade continue ativa.

Arquivamento de conteúdo: Com os conteúdos disponíveis na internet, é possível revisitá-los para recordar algo. Sendo assim, o aprendizado é contínuo e pode ser transmitidos para novos contratados.

Universidade Corporativa: Hora de investir!

Com a ampliação do conhecimento do time de colaboradores, é possível que uma empresa tenha melhores resultados, maior margem lucrativa e mais produtividade. Além de poder contar com funcionários mais motivados e competentes em suas áreas de atuação.

A Daexe possui serviços e consultorias em Educação Corporativa, e nosso time de especialistas pode te ajudar a implementar uma Universidade Corporativa na sua empresa.

Entre em contato com a gente!

5 Passos para Estruturar uma Universidade Corporativa

 

Universidade Corporativa: Entenda quais são os passos para estruturar uma

Em um mercado competitivo e acelerado, as empresas que param no tempo ficam para trás. Por isso, é fundamental buscar políticas de atualização e treinamento, como uma Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa é um departamento de educação ao colaboradores, a fim de tornar as equipes mais produtivas, atualizadas e competentes. Sendo assim, a empresa passa a ter outros benefícios, como maior lucratividade e melhor vantagem competitiva.

Em outras palavras, a Universidade Corporativa é um sistema educacional interno de uma organização. São ações instrucionais voltadas para o desenvolvimento humano, a capacitação profissional e a busca por mais conhecimentos técnicos, trabalhando as competência institucionais, técnicas e comportamentais.

Nos tempos atuais, essa cultura de educação se tornou ponto-chave para as empresas. Porque além de promover benefícios monetários e produtivos, uma Universidade Corporativa gera resultados no campo emocional de cada colaborador.

Isso porque promove maior motivação (sentimento de valorização) e melhor integração entre equipes (sentimento de companheirismo). Também desenvolve a parte técnica, dando impulsionamentos para a carreira de cada colaborador, que poderá assumir cargos de chefia futuramente.

Veja também o artigo: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Veja a seguir, os 5 passos para estruturar uma Universidade Corporativa:

Universidade Corporativa: O passo a passo para o sucesso profissional

É possível estruturar uma Universidade Corporativa em apenas 5 passos simples para uma empresa. Eles são:

1 – Análise interna e externa

O primeiro passo para implementar uma Universidade Corporativa é estudar e analisar o mercado externo e as competências internas de uma organização. Assim, é possível elaborar metas e conhecer quais são os pontos fracos da empresa levando em consideração onde ela quer chegar a médio e longo prazo.

Uma dica para esse ponto é fazer uma análise SWOT da empresa. A análise SWOT é uma tabela comparativa entre o mercado externo e a produção interna, ela gera uma análise sobre pontos fortes e carências empresariais.

Com esses relatórios em mãos, os líderes devem começar a pensar em quais equipes devem ser treinadas, quais são os tipos de treinamentos e conteúdos, e como isso tudo deve ser feito.

2 – Planejamento

Após a análise, a empresa deve iniciar o planejamento e criar um projeto. O planejamento deve constar:

  • Responsáveis: Quais áreas ou quais colaboradores serão responsáveis pelo desenvolvimento e a organização de uma Universidade Corporativa?
  • Metas: Qual é a meta que se pretende atingir?
  • Índices de Mensuração: Como o resultado será medido?
  • Gastos: Quanto a empresa irá investir?
  • Materiais: O que será necessário comprar ou alugar?
  • Metodologia: Como o aprendizado será feito (Presencial e Portal Virtual?
  • Conteúdo: O que será ensinado?

3 – Desenvolvimento

O terceiro passo é colocar o planejamento em ação. A Universidade Corporativa começa a sair do papel e ganhar vida. Nessa etapa,  estrutura o Sistema de Educação Corporativa, além  de se pensar em estrutura (física e virtual) e demais recursos.

A equipe responsável começa a traçar esboços e materializar planos anteriores. Com isso é possível ter um panorama sobre o projeto feito e até fazer ajustes, se necessário.

4 – Divulgação

Parte importante da Universidade Corporativa é a comunicação aos colaboradores. Eles devem estar cientes do projeto e entender a importância deles. A empresa deve fazer ações de endomarketing para motivar as equipes a participarem efetivamente dos treinamentos.

Os colaboradores são os maiores interessados nesse novo projeto e são eles quem dão vida a uma Universidade Corporativa. Sendo assim, é fundamental contar com o apoio deles e a participação de todos.

5 – Profissional Especialista

Por fim, é fundamental que a empresa conte com um profissional especialista em Universidade Corporativa. A consultoria e colaboração deixará o projeto mais assertivo, favorecendo o alcance das metas desenhadas.

O profissional irá analisar o projeto, promover melhorias e ampliar sua influência nos resultados da organização. Sendo assim, os caminhos para os objetivos são encurtados e facilitados com a visão de um especialista.

Algumas empresas, como a DAEXE, possui a consultoria em  Educação Corporativa. Esse serviço tem como objetivo fazer com que a empresa passe a lucrar com o seu investimento em educação corporativa.

Especialista em Universidade Corporativa

A Daexe pode te ajudar nessa missão. Entre em contato com a gente e consulte um de nós especialistas em Educação Corporativa!

Conte com a gente!

Plataforma para Cursos a Distância

Você também pode utilizar uma plataforma EAD que permita personalização para poder ministrar cursos a distância para a sua equipe, o que facilita principalmente para empresas com grande números de funcionários.

Educação Corporativa

 

Educação Corporativa: Porque é importante para as empresas ?

Quando se tem uma empresa e necessita de haver nela um quadro de funcionários, é importante que procure mantê-los engajados. Porém, muita das vezes essa tarefa não é fácil, não é mesmo? E quando também precisa de tecnologia, mas não tem pessoas qualificadas para trabalhar com os equipamentos e programas, o que fazer?

Existe um serviço que pode ajudar qualquer empresa a resolver essa questão, que é o Sistema de Educação Corporativa.  Por isso, preparamos esse artigo para você conhecer um pouco mais este serviço e como ele pode ajudar a sua empresa.

A educação corporativa é um sistema de aprendizagem estratégico que visa engajar o quadro funcional para obtenção das metas estipuladas nos objetivos estratégicos da empresa. A prática busca capacitar e desenvolver os colaboradores de uma empresa e desenvolver gestão de conhecimento e uma gestão de pessoas eficiente. Além de, estar ligado a inovação do mercado empresarial, levando o negócio a estar sempre competitivo frente aos concorrentes.

Jeanne Meister, referência no trabalho com educação corporativa, diz que essa prática seria um “guarda-chuva estratégico para desenvolver e educar funcionários, clientes, fornecedores e comunidade, a fim de cumprir as estratégias da organização. O que corrobora com a importância de investir neste sistema cada vez mais falado nos meios empresariais.

Isso quer dizer que, não é apenas um treinamento profissional, ou qualificação de mão de obra, vai além disso.  É articular coerentemente as competências individuais e organizacionais no contexto mais amplo da empresa.

Com a implantação da educação corporativa, você aumenta a produtividade da sua empresa reduzindo os retrabalhos por meio de processos bem estruturados e desenvolvimento das competências técnicas. Além disso, é consequência ter em seu quadro funcional colaboradores com alto engajamento, equipes de alto desempenho, capazes de entender a estratégia do negócio e seus desdobramentos, aplicando-a com sucesso.

A professora Marisa Eboli, referência em Educação Corporativa fez uma das pesquisas mais amplas sobre o panorama da Educação Corporativa no Brasil. O que a fez criar os sete princípios de sucesso da educação corporativa. Confira agora!

Veja como se transformar num líder transformacional

Os 7 princípios de sucesso da educação corporativa

Competitividade – Valorizar a educação como forma de desenvolver capital intelectual dos colaboradores. Dessa forma estará gerando um diferencial no que faz. Aumentando o potencial da empresa em competir, e no seu valor.

Perpetuidade – A educação corporativa deve ser contínua, além de ser como um processo de transmissão cultural dos valores da empresa. Deve funcionar como um braço operacional e intelectual para empresa. Para então, poder perpetuar sua existência.

Conectividade – Privilegiar a construção social do conhecimento, estabelecendo conexões. O conhecimento deve ser introduzido por meio de uma rede de relacionamento. Para garantir uma interação entre os públicos internos e externos.

Disponibilidade – A forma de aprendizagem deve estar em qualquer lugar e a qualquer momento. Para que o acesso não tenha restrições, seja de fácil acesso e com ótimas condições. Estimulando assim, o autodesenvolvimento.

Cidadania – Os conteúdos não precisam pautar apenas assuntos profissionais. Mas também sobre ética, meio ambiente, dentre outros. Formando além de profissionais, cidadãos. Isso irá diferenciar a educação corporativa de um treinamento.

Parceria – Processo fundamental, ninguém consegue crescer sozinho, por isso é necessário apoio de fornecedores, parceiros. E lembrando também que isso é um trabalho complexo, entenda que será essencial parcerias internas e externas.

Sustentabilidade – É preciso que a educação corporativa gere resultados, tanto pela competitividade, como pela sustentabilidade. Pense que você pode até mesmo vender ou disponibilizar o material que você está usando na educação corporativa. Ideias sustentáveis agregam valor aos negócios.

Leia também o artigo Compliance

Empresas no Brasil que implantaram Educação Corporativa

Veja agora, alguns exemplos de empresas no Brasil que já implantaram o sistema de educação corporativa:

AMBEV

 A AMBEV foi uma das pioneiras em universidade corporativa. Criou em 1995 a Universidade Brahma, hoje atualizada para Universidade Corporativa AMBEV, que oferece diversos cursos e certificações para seus colaboradores, tornando-se um dos maiores casos de sucesso em educação corporativa no Brasil.

Sabin Medicina Diagnóstica

A Universidade Corporativa do Sabin foi implantada em 2010 como plataforma de suporte ao processo de expansão, onde os colaboradores podem ter aprendizagem vivencial e também por acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, dentro ou fora da empresa.

Sebrae

A universidade corporativa Sebrae surgiu em 2008 vinculada à unidade de gestão de pessoas com diversos cursos online. Estabelecendo um paralelo entre conhecimento e prática, estimulando o desenvolvimento de competências pessoais e o compartilhamento dos conhecimentos e das melhores práticas da organização.

 

Quer saber como implantar a educação corporativa na sua empresa? Baixe o nosso e-book, educação corporativa, o que é e como implantá-la em seu negócio.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.