5 problemas que afetam o crescimento empresarial

5 problemas que afetam o crescimento empresarial

O começo de um novo ano sempre reserva muitas reflexões e questionamentos sobre o futuro. Em meio a rápidas transformações, manter um crescimento empresarial é um dos desafios que tirar o sono de muitos gestores. 

Ainda assim, uma forma de controlar essa situação é começar a olhar para dentro da sua empresa e avaliar quais os possíveis problemas que estão atrasando o crescimento empresarial. A partir disso, será possível pensar em novas formas de melhorias para o futuro. 

Pensando nisso, listamos abaixo cinco problemas muito comuns que afetam o crescimento empresarial para você refletir e começar 2020 evoluindo sua gestão!

1. Baixa produtividade

 

Inegavelmente, a baixa produtividade é um dos grandes dilemas de qualquer empresa. Seus impactos negativos são grandes, podendo afetar desde o faturamento até o bem-estar dos profissionais. 

Porém, nem sempre é fácil entender os motivos do problema. Dependendo do setor da sua empresa, ela podem ter diversas causas, como por exemplo:

  • desmotivação da equipe; 
  • falta de foco;
  • talentos mal desenvolvidos;
  • processos difíceis;
  • organização interna; 
  • falhas de comunicação. 

Mas uma coisa é certa, empresas que possuem baixa produtividade tendem a crescer menos. Afinal, se a produtividade pode ser definida como a capacidade de fazer mais em menos tempo com os recursos disponíveis, se não estamos sendo produtivos, a capacidade em atender o mercado de uma empresa acaba sendo reduzida. E nem precisamos falar que, com isso, as vendas e o crescimento diminuem junto! 

Em resumo, se a sua empresa não está crescendo, é importante dar uma investigada nos índices de produtividade de todos os setores envolvidos. Tente entender os possíveis motivos desta queda para propor soluções práticas e trazer melhorias para a rotina da sua empresa e voltar a crescer! 

2. Ausência de planejamento estratégico

 

Como anda o planejamento estratégico da sua empresa? Se você não sabe nem responder, acredite, temos um problema sério! Afinal, o planejamento estratégico é um processo que tem como objetivo traçar um plano de ações para que uma empresa atinja seus objetivos.

Ou seja, se você não está planejando, dificilmente está alcançando seus objetivos. A ausência do planejamento nas empresas faz com que o trabalho seja feito de forma reativa, sem um foco a seguir. Isso representa um problema grave ao crescimento empresarial!

Empresas que planejam possuem um conhecimento maior sobre suas necessidades, sobre seu propósito no mercado e na sociedade e sobre onde quer chegar. Quando elas deixam de lado essa parte importante da gestão, acabam não priorizando as ações que podem gerar o crescimento desejado. 

Por isso, se sua empresa ainda não planeja, não perca tempo! E caso já tenha esboçado ele em algum momento, lembre-se: mais importante do que planejar, é executar as ações que foram planejadas. Só assim elas se tornarão realidade e trarão impactos positivos. 

Quer ajuda para construir o planejamento estratégico da sua empresa? Converse com um Assessor Daexe e atinja a excelência administrativa!

3. Má gestão financeira

 

Falar de gestão financeira é um assunto delicado, porém muito necessário! Ter o controle total de tudo que entra e sai da sua empresa, dos investimentos, faturamento e lucros, é fundamental para garantir a saúde dos negócios. 

Isto é, para que o crescimento aconteça, investimentos são necessários. E se você não sabe quanto tempo, não sabe o quanto pode investir! Lançar um novo produto, iniciar um novo setor interno, investir em mídia, construir uma nova sede, tudo isso demanda de investimentos. 

Entendeu por que é tão importante ter uma gestão financeira na sua empresa? Sem contar que, com um controle de caixa seguro, fica muito mais fácil enfrentar possíveis crises e lidar com as adversidades sem sentir tanto os efeitos negativos. 

pessoa analisando gráfico financeiros

4. Processos burocráticos demais

 

Sabe quando você possui algum problema pessoal com uma empresa e passa horas e horas tentando resolver? Bom, isso acontece por causa de processos internos muito burocráticos. E da mesma forma que eles podem atrapalhar a sua vida, quando existentes dentro da sua empresa, podem atrapalhar a vida dos seus clientes e impactar negativamente na imagem da sua marca no mercado. 

Além disso, processos internos muito burocráticos e cheios de etapas minam a motivação dos seus colaboradores, tornando qualquer projeto muito trabalhoso. Sem contar no impacto que isso tem na produtividade empresarial, na qualidade das entregas e no impacto no faturamento. 

Por isso, se você deseja que sua empresa cresça, revise e simplifique seus processos. Temos certeza que muitas ações internas passam por etapas que são desnecessárias e acredite, quanto mais antigos forem os processos, maiores as chances de oportunidades de melhorias. 

Os impactos dessa mudança irão refletir no aumento da produtividade, melhor aproveitamento do tempo dos seus colaboradores, melhor qualidade de entrega e consequentemente num crescimento maior.

5. Falta de liderança 

 

Por fim, um fator que pode impedir sua empresa de crescer é a falta de liderança estratégica. Imagine todas essas mudanças e sugestões que listamos ao longo do artigo sendo implantadas na sua empresa… Consegue imaginar as pessoas colocando-as em prática por conta própria? Seria um caos! 

A liderança estratégica é importante para que sua empresa tenha um time de líderes que irão promover as mudanças necessárias para fomentar o crescimento. Eles irão engajar seus colaboradores, reforçar o propósito da empresa sempre que necessário e o mais importante: manter todos no caminho certo. 

Sem eles, seu colaboradores tendem a se sentirem perdidos, trabalhando de forma aleatória e quando se sentirem desmotivados, não terão aquela figura inspiradora capaz de engajar a todos. Por isso, se você quer que sua empresa cresça, encontre os líderes dentro dela e invista neles. 

Mesa vazia sem líder

Depois de conhecer alguns dos problemas que afetam o crescimento das empresas, você consegue perceber quais melhorias podem ser feitas no seu negócio para impulsionar o crescimento? 

A partir de agora, analise seus processos de forma consciente e proponha as melhorias necessárias para crescer a cada dia. Se precisar de auxílio nessa jornada, converse com um Assessor Daexe aqui.

Planejamento e Organização do Departamento Financeiro Como Fazer?

Sabes como organizar um departamento financeiro? Como e por onde começar? O passo a passo e o que preciso ser feito? O que utilizar? Benefícios? Vantagens? E fazer seu planejamento?

Dessa maneira, estaremos respondendo à todas essas perguntas artigo, que produzimos especialmente para te ajudar na organização do departamento financeiro da sua empresa. E ainda como fazer o planejamento deste setor tão importante.

 

Organização, por onde começar?

Primeiramente deve-se começar pelo controle financeiro da empresa, o qual tende a ser uma bagunça quando não é acompanhado de perto. Por isso, é importante organizar e planejar toda gestão financeira de uma empresa focando naquilo que realmente importa.

A saber, gestão financeira é um conjunto de ações realizadas dentro de uma empresa para melhorar os seus resultados. Além de manter os dados atualizados relativos ao que está acontecendo na realidade atual, comparando com o planejamento financeiro da empresa para o ano, por exemplo.

Todas as ações que impactam a vida financeira da empresa fazem parte do conjunto que define o que é controle financeiro. Desde o comando de contas pendentes/inadimplência (a receber e a pagar) e fluxo de caixa, até planejamento do orçamento anual, precificação de produtos, entre outros.

Portanto, ter o controle pode também significar possuir um setor financeiro organizado, com dados e relatórios que permitem aos gestores tomar decisões com base em dados reais. Além de saber a tendência financeira da empresa em relação a lucros e prejuízos, investimentos tanto na visão por caixa ou por competência.

Leia também: Diferença entre custos e despesas

O que utilizar na organização do departamento?

  • Possuir um software de gestão financeira

Pois, este é um sistema que irá colaborar para que possa economizar dinheiro e conquistar seus objetivos. Ao possuir um software que faça sua gestão financeira, poderá sobrar mais tempo para outras atividades, como as operacionais, por exemplo.

  • Elaborar um plano de contas e DRE gerencial

Sendo assim, administrar um negócio torna-se uma tarefa mais fácil quando você possui um plano de contas gerencial. O modelo do plano auxilia a estruturar e organizar todos os dados financeiros existentes sobre a empresa. Você passa a ter não apenas o controle, mas também conhecimento do seu negócio a partir do plano.

  • Ter política e controle de contas a pagar e a receber

Dessa forma, havendo um controle eficaz, é possível avaliar como seu capital rodou no passado e como está no presente. Desta maneira consegue identificar falhas e despesas desnecessárias.

  • Ter uma conciliação bancária

Nada mais é que a simples conferência das contas bancárias em relação ao controle financeiro interno da empresa. O objetivo é verificar se o controle interno está sendo eficiente ou se há inconsistência nos dados registrados. É uma forma de passar um pente fino, verificando se as datas e os lançamentos estão em conformidade com o extrato do banco.

  • Fazer o inventário e conciliação de estoque

Primordialmente, o inventário é recomendado para todo tipo de empresa que precisa fazer um gerenciamento de estoque. Principalmente as empresas do ramo de comércio e varejo como supermercados, farmácias, padarias, lojas e dentre outros.

Enquanto, a conciliação é importante para toda e qualquer empresa, independente do negócio. Principalmente por dois motivos: o primeiro é correta contabilização do patrimônio empresarial, e o segundo e a gestão de custos.

  • Possuir política de compras

Assim sendo, a política de compras orienta nas decisões do que comprar, quando comprar, ajustes de pedidos e valores dos produtos que estão no estoque por meio da programação financeira e compras.

  • Elaborar orçamento empresarial

Já que o orçamento empresarial é fundamental porque evita riscos, uma vez que aponta se novos investimentos (em equipamentos, aluguéis, reformas, etc) são possíveis, antes que a compra o contrato seja efetuado.

  • Utilizar indicadores de desempenho

Numa boa gestão contábil, é preciso ter em mãos dados preciso, transparentes e reais sobre os negócios. E todas essas informações são fornecidas por meio de demonstrativos financeiros, como o balanço patrimonial, demonstrativos de resultados e de origem de aplicação de recursos.

Planejamento Financeiro

O planejamento financeiro é essencial numa empresa, principalmente se ela almeja organizar os lucros. É considerado um grande desafio, mas que com certeza vale muito a pena.

Primeiro de tudo, ele buscará controlar os gastos da empresa para que tenham uma noção real das despesas e receitas. Além disso, serão feitos relatórios das finanças, verificação do fluxo de caixa, análise de orçamentos, dentre outros. Por isso, quem se responsabiliza por este departamento deve-se exigir muito conhecimento e técnica em gestão financeira.

Veja mais: Planejamento Estratégico: O que é?

Passo a passo Para Realização do Planejamento

Primeiramente, é recomendado que se alinhe o planejamento estratégico com o financeiro. Isso porque um ajuda e complementa o outro, principalmente quanto a metas e estabelecimento dos objetivos.

Assim também, planeje a curto, médio e longo prazo, para poder guiar as ações da empresa com foco no crescimento.

Realize um diagnóstico financeiro, pois ele permitirá que se identifique os prejuízos e lucros existentes no fluxo de caixa. Também serve para análise financeira principalmente se tratando de justificativa e avaliação de gastos na tomada de decisão. E assim a empresa poderá se preparar para diversos cenários econômicos.

Traçar um plano de ação, definindo metas e objetivos, fazendo mapeamento dos projetos e ainda desenvolvendo um cronograma para cada ação. Isso auxilia no controle das finanças.

Defina o orçamento anual, com os valores mais realistas possíveis. Compare o que foi recebido, com o que está sendo gasto.

Fazer a medição do retorno financeiro por meio de indicadores que possa obter resultados realistas. O qual poderá identificar as melhores oportunidades no mercado, prevendo os custos mais eficazes, demostrando o melhor momento de colocar as ações em prática e fazer aplicação em investimentos.

Utilização de softwares pode ser um aliado importantes para casos como planejamento financeiro. Pois nele são permitidos armazenar dados, como contas a pagar e a receber, acompanhar as metas, otimizar o fluxo de caixa, etc.

Mensuração de resultados, que certamente ajudará na avaliação do mercado, tomar decisões e consertar erros.

 

Benefícios e Vantagens

  • Controle de caixa
  • Corte de gastos desnecessários
  • Redução de custos
  • Automação das operações
  • Agilidade nos resultados
  • Redução de erros
  • Processos mais eficientes
  • Previsão para o futuro
  • Tranquilidade na gestão
  • Planejamento e acompanhamento do ROI (Retorno sobre investimento)
  • Diminui o estresse
  • Aumento na segurança de dados
  • Informações reais
  • Auxílio na tomada de decisão
  • Vantagens competitivas.

 

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

Diferença entre Custos e Despesas

 

Diferença entre custos e despesas

 

Quando uma empresa está com um péssimo fluxo de caixa e as contas fecham no vermelho, ela deve cortar os custos ou as despesas? Afinal, há diferença entre custos e despesas? Qual é a diferença?

Esses questionamentos são extremamente comuns em qualquer organização. O problema é que eles sempre aparecem em situações de crises financeiras, em que não há muito tempo para se pensar e organizar.

A empresa sabe que possui diversos gastos, mas muitas vezes não consegue identificar quais deles são os ralos que levam o dinheiro para o esgoto. Com isso, o caixa entra em desequilíbrio total.

Além disso, cortes errados podem prejudicar ainda mais a saúde financeira de uma instituição. Afinal, itens importantes para a produtividade e o desempenho empresarial serão retirados, existindo, então, uma deficiência na empresa.

É de extrema importância que em momentos complicados, a empresa tenha clareza sobre a diferença entre custos e despesas. Isso irá ajudar na organização e também no entendimento de quais gastos devem ser cortados.

Leia também: Plano de contas gerencial como elaborar e personalizar para minha empresa

Afinal, qual é a diferença entre custos e despesas?

Tanto custo e despesa se refere ao desembolso da empresa para um fim. Ou seja, custos e despesas tratam de gastos, de saída de dinheiro no fluxo de caixa. No entanto, possuem uma diferença.

As despesas são aqueles gastos que possuem relação à administração empresarial. Ou seja, são valores pagos para que a empresa consiga se manter funcionando. Por exemplo, salários de funcionários, contas administrativas, aluguéis, etc.

Já os custos são os gastos que envolvem o produto final de uma empresa, ou seja, são os valores destinados à produção de mercadorias. Todo o dinheiro direcionado ao produto final é considerado um custo.

Podemos citar como exemplos de custos: compra de maquinário, compra de matéria-prima, gastos com a fabricação, mão de obra voltada para o produto, manutenção ou até mesmo materiais de limpeza da fábrica e das máquinas.

Portanto, a grande diferença entre custos e despesas está na relação de gastos com o produto final de uma empresa. Sendo assim, é possível dividir os gastos em dois grupos distintos.

Se ainda houver alguma dificuldade na hora de separar os gastos nesses grupos, basta fazer a seguinte perguntar: Se eu cortar esse gasto, a produção será diretamente atingida? Com a resposta positiva, é possível colocar o gasto no grupo custos.

 

Custos e despesas: Fixos X Variáveis

A organização não pára por aí. Além dessa classificação, é possível criar 4 grupos distintos para os custos e despesas. Eles são:

 

  • Custos Fixos
  • Custos Variáveis
  • Despesas Fixas
  • Despesas Variáveis

 

Antes de compreender cada um desses grupos individualmente, é importante ter conhecimento sobre o que é um gasto fixo e o que é um gasto variável. Veja a seguir:

Gasto Fixo

São gastos que possuem ocorrência mensal, independentemente dos resultados da empresa. Ou seja, são aqueles gastos que não sofrem impactos com o desempenho comercial de uma instituição.

Exemplos:

Custo Fixo: Salário da mão de obra para a produção.

Despesa Fixa: Conta de água.

 

Atenção: Os gastos fixos podem sofrer alteração de valor (como no exemplo da conta de água). O que irá defini-lo como fixo é a sua recorrência, ou seja, mesmo que você pague mais ou menos pela água, essa conta irá chegar no final do mês.

Veja também: 4 formas eficazes de conseguir capital de giro para a sua empresa

Gastos Variáveis

Esses gastos variam de acordo com a demanda e fabricação de um produto. Por exemplo, se há baixa procura por determinado produto, pode ser que a produção dele seja pausada. Sendo assim, alguns gastos serão evitados.

Exemplos:

Custos Variáveis: Matéria Prima

Despesas Variáveis: Bônus de funcionários.

 

Em outras palavras, os gastos variáveis são proporcionais à produção ou aos resultados da empresa. Quanto mais venda, por exemplo, há mais gastos variáveis. Ou vice-versa.

 

Custos e Despesas: Como organizar?

O primeiro passo para fazer essa organização é identificar em qual grupo o gasto se encaixa. Um hábito que pode ajudar nesse processo é criar uma planilha de gastos já com a identificação de cada um.

Além disso, a empresa pode contar com uma assessoria especializada na organização do departamento financeiro. O profissional será responsável em fazer a gestão do fluxo de caixa e gerar mais lucratividade para a empresa.

A Daexe pode te ajudar! Contate-nos!

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Administrar um negócio torna-se uma tarefa mais fácil quando você possui um plano de contas gerencial. O modelo do plano auxilia a estruturar e organizar todos os dados financeiros existentes sobre a empresa. Você passa a ter não apenas mais controle, mas também mais conhecimento do seu negócio a partir do plano.

Para montar um plano personalizado é necessário, sobretudo, ter total conhecimento e acesso dos dados da empresa. Isso diz respeito desde os lucros a todos os tipos de contas. A seguir confira algumas dicas para estruturar o seu plano da melhor forma!

Plano de contas gerencial: o que é e como aplicar?

Basicamente o plano de contas gerencial consiste em uma série de itens listados que recebem classificações. Ele registrará todo o fluxo de caixa da empresa. Você pode dividi-los em grupos ainda maiores para especificar cada um.

O aconselhável é optar por dois grandes grupos:

Grupo Sintético: grupo principal com divisões como Receita Bruta, Despesas, entre outros dados;

Grupo Analítico: são subgrupos que especificam receita e custos, por exemplo.

Para entender melhor, no Grupo Sintético podem ser incluídas as Receitas. Dentro disso haverá um sub Grupo, que será o Analítico. Nesse caso, o sub Grupo será as Receitas com produtos, por exemplo. Assim, você cria mais sub Grupos detalhados de acordo com o seu negócio.

Em um restaurante, por exemplo, é possível criar grupos de menus, sobremesas, bebidas, etc. Já em uma livraria criam-se grupos de livros. Desse modo, cada empresa pode personalizar o seu plano de contas gerencial.

Não confunda o plano de contas gerencial com o plano de contas fiscal. O plano gerencial é personalizado, ou seja, é estruturado de acordo com as necessidades de cada empresa. As informações que serão contidas para a sua elaboração dependerão justamente da empresa. Nele estarão dados de todas as entradas e saídas detalhadamente.

Leia também sobre: contabilidade gerencial

Vantagens do plano de contas gerencial

Contar com um plano é fundamental para o andamento da sua empresa. Além da organização que se obtém, ele otimiza a pesquisa dos dados financeiros. Ao listar todos os dados como um verdadeiro checklist você evita erros e atrasos na administração.

As vantagens de um plano de contas gerencial perante outros planos, como o contábil, facilita a compreensão da sua importância. Ao contrário dos demais ele não possui um padrão fiscal, ou seja, é variável. Você – e deve – adequar o seu plano à sua empresa. Essa personalização, inclusive, é muito importante para garantir que ele seja bem utilizado.

O plano também permite um controle mais detalhado sobre as contas. Se algum erro estiver ocorrendo com as suas finanças, você claramente o detectará. Ainda, ele auxilia a identificar onde podem estar os gastos excessivos da empresa.

Plano personalizado

Como dito acima, personalizando um plano de contas gerencial é um diferencial para a sua empresa. Apesar de muitos modelos prontos disponíveis, ao estruturar o seu próprio plano você toma mais conhecida do seu negócio.

Veja o exemplo de um plano de conta gerencial:

RECEITA Bruta Total

Receita de vendas de serviços (consultoria empresarial, uso de sistemas, consultoria de marketing)

Receita de vendas de produtos (equipamentos, certificado digital)

CUSTOS

Custos fixos (manutenção de máquinas, insumos de produção, matéria prima, compra de materiais)

Custos variáveis

DESPESAS FIXAS, DIRETAS, VARIÁVEIS

Despesas operacionais (aluguel, água, luz, telefone, internet)

Despesas com RH (salário, 13º, férias, incentivos)

Lembre-se sempre de que o seu plano não precisar seguir padrões de outras empresas. Identifique o que realmente é importante na sua e inicie o seu plano a partir disso. Um plano personalizado é a garantia de que você estará, de fato, otimizado a empresa.

 

balanced scorecard BSC

Gestão financeira por fluxo de caixa e por competência

 

Gestão financeira: por fluxo de caixa e por competência

Ricardo é um empresário que investiu todo o seu dinheiro em uma empresa nova de comunicação. A agência administrada por ele conquistou inúmeros clientes logo no primeiro ano, contudo, a gestão financeiro ainda o preocupa. Embora lucre com os vários clientes, ele não sabe para onde o seu dinheiro está indo. O problema de Ricardo está, de fato, na má gestão financeira.

Como ele, muitos empresários não entendem as diferenças entre gestão por fluxo de caixa e por competência. Para ver os lucros do seu negócio e administrá-los com sabedoria é preciso ter conhecimento de ambas práticas.

Gestão financeira por fluxo de caixa

Esse tipo de gestão considera todas as transações financeiras somente no dia em que ocorrem. Se o Ricardo precisar pagar a parcela de computadores novos em 30 dias, considera-se a segunda somente em 60.

O que acontece é que tanto as receitas quanto os custos são contabilizados somente no mês em que são pagos/recebidos. Essa seria a gestão ideal apenas para quem observa a movimentação financeira. Entretanto, esse tipo pode levar a dívidas em algum mês por meros descuidos caso você se esqueça de alguma despesa.

 Plano de contas gerencial: Como elaborar e personalizar para minha empresa

Gestão por competência

No caso da gestão por competência ela é obrigatória pela legislação brasileira para empresas de médio e grande porte. Esse tipo de gestão, que também pode ser executada por pequenas empresas, facilita a análise financeira e patrimonial. Ao contrário da gestão por fluxo de caixa, ela contabiliza tanto despesas quanto receitas.

Se o Ricardo comprar computadores novos para a sua agência, a despesa será contabilizada no dia em que ocorreu. Assim, a cada mês não é necessário acrescentar aquela despesa novamente.

A gestão por competência facilita muito também a geração de relatórios financeiros. Graças a ela é possível apresentar com muito mais clareza os indicadores econômico. O Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE) é um desses exemplos. Ele é um dos relatórios mais completos de gestão e só é possível a partir desse tipo de gestão financeira.

Gestão por fluxo de caixa versus Gestão por competência

É preciso ter muita atenção às diferenças entre cada um dos tipos de gestão financeira abordados. Quando você deseja medir resultados, deve considerar tanto lucros quanto despesas e ainda a depreciação. Nesse caso, utiliza-se sempre a gestão por competência.

A grande diferença é que a gestão por fluxo de caixa não considera-se a depreciação. Ele não é menos importante, que permite a realização do Demonstrativo de Fluxo de Caixa. Entretanto, olhar apenas para os lucros pode induzir a erros como o de Ricardo em sua agência.

O ponto positivo da gestão por fluxo de caixa é o gerenciamento da liquidez do negócio, porque às vezes, a empresa tem uma rentabilidade boa, ou seja, dá lucro, mas não tem capital de giro à curto prazo para pagar contas.

A gestão por competência é a marca de empresas bem administradas. É ela que permite saber os lucros, prejuízos e toda situação econômica da empresa a qualquer momento. O ponto positivo desse sistema é a visualização da estrutura financeira da empresa. Se está correta ou não e qual modelo de negócio faz mais sentido para seu negócio.

O risco de uma gestão por fluxo de caixa aumenta a curto prazo. Apesar de a empresa ter lucro, basear-se apenas nisso não oferece uma visão completa dela. É por isso que o Ricardo, no caso, não consegue ver para o seu dinheiro está indo. É preciso ter uma visão completa para saber qual o seu capital de giro exato.

Por outro lado, a gestão por competência é fundamental quando se pensa no futuro da empresa. Se o Ricardo desejar expandir a atuação e criar um novo setor, precisará analisar criteriosamente. Os dados que podem dar embasamento para saber se é possível investir ou não são encontrados justamente nessa gestão.

Obviamente, um bom gestor precisa ter conhecimento e utilizar de ambas gestões para o sucesso da sua empresa. Erros como o de Ricardo concentram-se quando o foco está apenas nos lucros. Uma gestão financeira por competência surge, então, para equilibrar essa balança e dar mais segurança ao gestor e à empresa.

 

Contabilidade gerencial: o que é e como começar a fazer na sua empresa

Contabilidade Gerencial: Veja o que é e como fazer

Diferente da contabilidade financeira, a contabilidade gerencial produz relatórios para gerentes, diretores e demais públicos internos. Quando bem realizada, ela se torna uma ferramenta contábil que pode refletir em melhores resultados.

Além de ser importante para ajudar a criar ações futuras, a contabilidade gerencial oferece uma visão completa da empresa. Se você ainda não implantou essa ferramenta na sua gestão, conheça mais sobre ela a seguir:

O que é a contabilidade gerencial?

A contabilidade gerencial é considerada uma ferramenta contábil. Com uso estratégico, ela reúne dados da empresa que possam ser relevantes aos gestores. A sua principal função é orientar a tomada de decisões.

Os relatórios gerados são estratégicos porque se concentram naquilo que é necessário se ter conhecimento. Eles podem incluir detalhes dos recursos financeiros disponíveis, fluxo de vendas, contas a vencer, etc.

  • Para entendê-la melhor conheça os seus principais benefícios:
  • Aumenta a eficiência dos gestores;
  • Auxilia na tomada de decisões;
  • Auxilia na fixação de preços;
  • Atua na previsão financeira;
  • Otimiza o controle de desperdícios;
  • Aumenta a comunicação entre os diferentes níveis de gestão;
  • Aumenta o lucro;
  • Norteia decisões estratégicas.

Como aplicar

contabilidade gerencialPara aplicar a contabilidade gerencial, é preciso integrá-la com toda a contabilidade da sua empresa. Isso acontece porque para gerar os relatórios deve-se ter acesso a todo orçamento e custos.

Além do desenvolvimento dos relatórios, a estratégia pode ser aplicada ainda com outras ações. Aproximar a contabilidade de todos os departamentos é uma dessas ações. Assim, é possível que todos participem da construção de estratégias aprofundadas.

O acesso a toda e qualquer informação da empresa também é fundamental para aplicar a contabilidade gerencial. Somente assim é possível a precisão dos resultados. Além disso, contar com softwares de dados fiscais também ajuda a reduzir os erros.

Veja Também: Gestão Financeira por fluxo de caixa e por fluxo de competência

Contabilidade gerencial versus contabilidade financeira

Entender a diferença entre essas duas formas de contabilidade é simples. Basicamente, elas dividem-se em externa e interna. A contabilidade gerencial é considerada interna. A diferença é que ela apresenta as informações para os próprios gestores, sócios e empregados da empresa.

Por outro lado, a Contabilidade Financeira é focada em apresentar as informações para o público externo. No caso, esse público pode ser fornecedores, investidores ou até o governo.

O grande benefício da Contabilidade Gerencial é que os seus dados são pensados em benefício da própria administração da empresa. É importante destacar que uma não é mais importante do que a outra, já que possuem focos distintos. Para traçar estratégias de crescimento, por exemplo, a Contabilidade Gerencial pode ser muito mais efetiva.

Plano de Conta Personalizado

Mesmo não possuindo nenhuma validade legal, o Plano de Contas Personalizado pode ser um diferencial na construção da Contabilidade Gerencial. A sua função é auxiliar na análise das informações da empresa. Com ele é possível visualizar inúmeros dados:

  • Valor de vendas;
  • Vendas em cartão/cheque/dinheiro;
  • Compra de mercadorias;
  • Material de consumo;
  • Contas como luz e água.

Em suma, tudo o que acontece na empresa relacionado à contabilidade poderá constar no plano. Para utilizá-lo, contudo, é necessário contar com um software de gestão que possua a função. 

O Plano de Contas Personalizado destaca-se pelo alto detalhamento das informações. Normalmente em planilhas, ele as apresenta de forma clara e separadas por atividades dentro da empresa. O plano pode conter ainda as contas e suas descrições para facilitar a interpretação de quem receber o relatório.

A contabilidade gerencial, de fato, não acontece sozinha. Como se salientou, ela depende tanto de recursos como o Plano de Contas como de pessoas que formam a empresa. Unindo informações e métodos, ela pode ser decisiva para uma empresa que busca crescer.

contabilidade gerencial

 

Gestão financeira

Gestão financeira: saiba se você não está passando a perna em si mesmo

Gestão financeira

Gestão financeira

A casa própria, especialmente no Brasil, é o sonho de muitas pessoas. Ao longo da vida de um sujeito os seus esforço são dedicados ao investimento em cada tijolinho daquela construção, que se anuncia como a grande realização de uma vida inteira de trabalho, não é verdade?!

Mas quando o sujeito não tem conhecimento sobre edificações, acaba cometendo muitos erros: escolhe mal o terreno; investe em material de segunda categoria; economiza no que é importante e desperdiça naquilo que não é; enfim, faz uma série de escolhas que poderão lhe proporcionar dores de cabeças e um sentimento de verdadeira frustração por longos anos. Você concorda que este sujeito acabou passando a perna em si mesmo?

Com a sua empresa não é diferente!

Conscientemente ou não, a mesma síndrome da autossabotagem acomete a muitos empreendedores, especialmente pela falta de conhecimentos em gestão empresarial. Frequentemente começa do mesmo jeito: o sujeito tem um sonho de empreender, de ter um negócio. Para realizar este propósito, dedica sua vida, mas pela falta de conhecimentos. Especialmente em gestão financeira, acaba se tornando vítima da sua própria “rasteira”. É por isto que o verdadeiro empreendedor não economiza com aprendizado e não tem medo se investir em uma assessoria empresarial!

Um erro recorrente é a falta de discernimento entre receita operacional bruta e receita operacional líquida. Você sabe a diferença, na prática?
Por exemplo: Você acha que a comissão de venda dos colaboradores deve ser deduzida com base na receita bruta ou na receita líquida? Olha aí perigo!

A diferença entre receita operacional bruta e líquida

As Receitas Operacionais Brutas são as receitas decorrentes das vendas de mercadorias e/ou da prestação de serviços que constituam o objeto social da empresa. O problema é que a receita bruta não contabiliza as deduções ocorridas em função das devoluções e vendas canceladas, dos descontos concedidos incondicionalmente e de outros impostos e contribuições que possam incidir sobre as vendas. Quando o empreendedor toma decisões baseando-se na receita operacional bruta, ele compromete todo o resultado da empresa. É nesta atitude que ele pode estar se “passando a perna”!

Utilizar a receita operacional líquida como base de cálculo dilui os seus riscos

A Receita Operacional Líquida se diferencia da Bruta justamente porque mostra os ganhos que ocorreram de fato, em cada período. Se você, por exemplo, fez uma venda parcelada no cartão ou no cheque, e a comissão pela venda obedece à lógica da receita bruta, você terá um compromisso imediato com o seu colaborador, sem por outro lado ter recebido o pagamento da venda que ele efetuou.

Você vai receber em parcelas, mas vai ter que pagar a comissão de uma só vez, de imediato. Existem mecanismos para adiantar os recebimentos das receitas da venda, mas são viabilizados pelo pagamento de taxas que reduzem as suas receitas. Quando as parcelas não são pagas pelo cliente que efetuou a compra, o problema se agrava ainda mais.

Há muitas ocasiões em que é possível negociar e diluir os riscos entre as partes envolvidas. Nesta situação específica que retratamos aqui, a comissão de vendas deveria ser uma porcentagem paga no mês da venda e outra porcentagem paga obedecendo a dinâmica de parcelamento da própria venda que foi efetuada. Este é um exemplo claro de utilização da receita operacional líquida na gestão financeira, que traz como benefícios uma diluição de riscos e o não comprometimento do capital de giro da empresa.

Você pode argumentar que os riscos são males do ofício, que o empreendedor está mesmo sujeito a este tipo de situação. Mas é possível administrar melhor estes riscos, buscando colaboradores, fornecedores e parcerias que estejam abertas a negociar e compartilhá-los com você. Utilizar a receita operacional líquida é uma decisão assertiva e justa.

 

E então, já tinha se dado conta desta sutil diferença que faz toda a diferença? A equipe DAEXE espera que essa dica tenha chegado na hora certa para dar um up na sua gestão financeira. Aproveite para adquirir outros conhecimentos de gestão financeira relevantes pro seu negócio, aqui no nosso BLOG! E se você sentir que está na hora de ter uma opinião especializada, entre em contato com seu assessor executivo do DAEXE!
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3 mandamentos da fidelização de clientes

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Fidelização de clientes

Uma estratégia promissora para aumentar o faturamento da sua empresa é saber administrar astutamente os clientes que você já tem! Se até hoje você estava sendo negligente nisto, está na hora de mudar de rumo. Veja como.

Criar uma lista de contatos dos clientes via CRM

Relacionamento é a carta na manga que as empresas têm, principalmente as de pequeno porte! Considere fortemente ter um sistema de CRM que te permite resguardar informações relevantes sobre os seus clientes: nome, telefone, data de aniversário, o que costuma adquirir, com que frequência, etc. Com estas informações em mãos, você saberá quais as estratégias ideias para atrair o cliente mais vezes à empresa, o que deve oferecer com mais frequência, que lançamentos deve divulgar para ele por telemarketing ou e-mail marketing, entre outros.

Criar um relacionamento com os clientes

Com as informações dos seus clientes em mãos, há uma série de estratégias possíveis. Você pode se comunicar com ele sempre que tiver algo a oferecer que o interessará. Poderá oferecer um serviço personalizado e direto, sem rodeios. Uma relação de proximidade com os seus clientes é o que produz um relacionamento de longo prazo.

Criar vantagens para clientes antigos

Imagine você um cliente que por quase três meses almoça no mesmo restaurante. Ele gosta da qualidade do produto e acha o atendimento razoável. Uma empresa concorrente relativamente próxima oferece uma vantagem: a cada X refeições, uma é por conta da casa. Quando o cliente ganha esta vantagem, ele se sente até mesmo injustiçado em relação à empresa anterior. Imagine que durante 3 meses ele frequentou o lugar, no mesmo horário, e em nenhum momento foi tratado como um cliente que era fiel à casa. Portanto, não hesite em valorizar os clientes que valorizam a sua empresa! Crie políticas claras por categoria de clientes (por exemplo, clientes bronze, para e outro), como prioridade no atendimento, brindes em datas festivas e descontos.

Mãos à obra, e conte com o DAEXE para FAZER ACONTECER.
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Quando devo procurar uma Assessoria Empresarial?

Assessoria Empresarial

Se você está lendo este artigo, provavelmente está refletindo se vale a pena ou não contratar um serviço de assessoria empresarial. O que temos para te dizer é que a resposta depende do tipo de problema que você está querendo resolver.

Qual o papel de uma Assessoria Empresarial?

A Assessoria Empresarial é um acompanhamento de longo prazo. É quando a empresa assume para si mesma que em algum aspecto, não está mais podendo caminhar sozinha e que necessita ter um profissional especializado para somar no dia-a-dia, no andamento das atividades fundamentais do negócio.
Em nossa experiência em assessoria executiva, somos frequentemente procurados por médicos, advogados, dentistas, entre outros profissionais que possuem seus escritórios e consultórios e atendem perfeitamente dentro de suas vocações, mas percebem que não está sendo sadio para os seus negócios terem de acumular suas funções de atendimento às funções administrativas, financeiras, de marketing, entre outras atividades.
Ao mesmo tempo, o volume destas atividades em seus ramos de atuação não justifica contratar um profissional somente para aquilo. Neste caso, uma opção bastante conveniente é contratar uma assessoria executiva que assuma estes departamentos ou funções, para que o empreendedor possa focar apenas no que é de fato sua vocação.

Soluções Pontuais e Soluções Estruturais

Se o problema que você quer resolver é um problema de natureza mais pontual, o serviço de uma Consultoria Empresarial pode ser o mais adequado. Neste ramo, vamos dizer que o trabalho de um consultor empresarial é semelhante ao de um BOMBEIRO. Ele é contratado para ajudar a empresa a dar fim a um grande incêndio e normalmente se retira quando o problema está em vias de ser resolvido.
Mas às vezes, a empresa necessita de um acompanhamento permanente de um profissional especializado em implementar as melhorias necessárias, que garanta que o incêndio não aconteça, ou não volte a acontecer. Aqui estamos falando de uma solução de natureza estrutural, preventiva. Se é sob esta lógica que você gostaria de ser atendido, provavelmente o ideal é que procure os serviços de uma Assessoria Empresarial.

Investir em uma Assessoria Executiva é como contratar um seguro. É um investimento que tem por benefício diluir os riscos de um “grande incêndio”, cujas consequências materiais e imateriais poderiam ser extremamente prejudiciais à empresa.

O seu Daexe – Departamento de Assessoria Executiva – possui profissionais especializados em prestar ambos os tipos de serviço. Se tiver qualquer dúvida, deixe-nos sua pergunta nos comentários abaixo ou entre em contato com a gente por um dos nossos canais de atendimento. Teremos o maior prazer em atendê-lo!