capital de giro para clínicas

7 dicas para montar o capital de giro para clínicas e consultórios

capital de giro para clínicasAo abrir uma empresa, é necessário dar muita atenção nas finanças para que ela se mantenha viva no mercado e com as contas em dia. Isso vale também para clínicas e consultórios médicos. Vamos conhecer agora 7 dicas para montar o capital de giro para clínicas.

Para quem é muito bom entregando valor para o cliente, mas não tem tanto contato com a administração do negócio, capital de giro é a diferença entre os recursos disponíveis em caixa e a soma de todas as despesas e contas a pagar.

capital de giro para clínicas

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Ele é conhecido como ativo circulante e se refere a quantidade de recursos necessários para a empresa desempenhar suas atividades no dia a dia.

Por isso o capital de giro é o pilar da saúde financeira de qualquer tipo de negócio. Ele costuma ser utilizado para pagamento de fornecedores, de salários e algumas outras despesas, enquanto o dinheiro não entra no caixa.

Não ter um fluxo de caixa pode fazer com que o negócio não evolua, e feche as portas, conforme mostra uma pesquisa feita pelo Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo a pesquisa, 20% dos negócios encerram por falta de capital e 7% por falta de lucro.

Mas fique tranquilo, você vai conseguir dar os primeiros passos para formar o seu capital de giro agora. E se você já tem um capital, fique atento, que sempre é possível melhorar e corrigir problemas.

 

Conheça agora 7 dicas para montar o capital de giro para clínicas

 

1. Conheça seus custos e o capital de giro para clínicas

Coloque na ponta do lápis, ou se preferir em uma planilha do Excel, todos os custos que seu consultório ou clínica tem. Isso vale desde as contas de água, luz, telefone, pagamento dos funcionários até os gastos simples do dia a dia, com um cafezinho, por exemplo.

Com isso chegará a um valor montante e poderá ter uma ideia do quanto precisa ter em média, por dia, para pagar essas contas e ainda obter lucro.

O valor de todos os custos vamos chamar de passivo circulante.

 

2. Conheça sua receita

Quanto você cobra por consulta em sua clínica ou consultório? Quantas pessoas consegue atender por dia?

A partir dessas respostas será possível ter uma ideia de quanto de recursos, em média, será possível entrar em seu orçamento.

Lembrando que ao definir o valor cobrado a cada consulta, deve ser levado em consideração os custos que você tem.

Além disso, para formar a receita, lembre-se que entra nessa conta todas as fontes de alta liquidez, por exemplo, o saldo da conta corrente de sua clínica, poupança, os valores a receber dos pacientes, possíveis investimentos e ainda o estoque disponível.

Somando esses valores temos o chamado ativo circulante.

Vamos aplicar isso na fórmula para saber o capital de giro para clínicas?

Capital de Giro = Ativo Circulante (incluindo estoque) – Passivo Circulante

Pronto, agora você chegará ao valor do seu capital de giro. A partir desse resultado, será possível enxergar os recursos financeiros necessários para manter as finanças da clínica no positivo.

Vale ressaltar que é importante determinar um período para que o capital de giro possa garantir o pagamento das contas, por exemplo. O ideal, segundo especialistas financeiros, é que esse período seja de, pelo menos, três meses.

 

3. Não tenha restrições nas formas de pagamento

Uma dica importante para aumentar o capital de giro para clínicas é ter diversas opções de pagamento para seus clientes. Se você restringir apenas ao pagamento à vista, ou não oferecer parcelamento, muitos pacientes não escolheram sua clínica, e podem buscar por outro local.

 

4. Saber negociar com fornecedores e clientes é muito importante

Agora que você já sabe a fórmula para calcular seu capital de giro, é importante também saber como aumentá-lo.

Da mesma forma que você deve oferecer boas opções de pagamento aos seus clientes, busque por fornecedores que também lhe ofereçam boas formas de pagá-los.

Busque por fornecedores que ofereçam desconto no pagamento à vista ou que permitam um pagamento a prazo mais longo.

Fazendo isso, a compra de insumos não vai comprometer o seu capital de giro.

 

5. Mantenha atualizado seu fluxo de caixa

Sabe aquela famosa frase, “não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”? É exatamente o que tem que acontecer quando o assunto é o fluxo de caixa.

Uma atualização do que entra de receita e tem de despesa todos os dias será crucial para você ter tranquilidade de quanto terá de capital de giro em sua clínica ou consultório.

 

6. Antecipação de recebíveis

Uma dica importante para você aumentar seu fluxo de caixa e ter um capital de giro consequentemente maior é contar, quando necessário, com a antecipação de recebíveis.

Procure por uma instituição financeira que ofereça o dinheiro que você vai receber no futuro. Porém, fica um alerta, nas taxas que são cobradas por esse tipo de serviço. Em alguns casos vale mais a pena esperar o recebimento do que optar por essa facilidade.

 

7. Faça um empréstimo a título de capital de giro para clínicas

Essa também é uma dica que tem que ser muito bem avaliada, mas que se feita de forma estratégica pode trazer um aumento do seu capital de giro.

Por exemplo, se uma instituição te oferecer uma baixa taxa de juros e você precisa daquele dinheiro naquele momento específico, mas só vai receber daqui 30 dias, pode ser interessante contratar um empréstimo.

Lembrando de sempre avaliar as taxas para não se enrolar financeiramente e colocar em risco seu consultório ou clínica.

Conclusão:

Agora ficou mais claro como montar o capital de giro para clínicas e que ele é muito importante principalmente em momentos de imprevistos ou desafios que possa enfrentar no seu negócio.

Contando com esse valor reservado, é possível ter tempo para se planejar e decidir qual deverá ser os próximos passos a serem tomados, sem se endividar por conta dos altos juros e tomar decisões precipitadas.

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superação da crise

Programa de Crédito para Superação da crise qual buscar?

Uma crise além de prejudicar os trabalhadores também coloca em risco muitas empresas, pois normalmente demoram meses para conseguir a superação da crise.

Alguns empreendedores, muitas vezes, têm que fechar as portas do seu negócio ou demoram muito para se recuperar.

superação da crise

 

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É o que aconteceu neste ano, por conta da pandemia causada pelo covid-19, principalmente nas empresas de menor porte. Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae, 87% dos pequenos negócios tiveram queda no faturamento mensal por causa da pandemia.

Por conta desta drástica queda muitas empresas começaram a buscar por programas de crédito, que são ferramentas essenciais para superação da crise.

 

Conheça os principais Programas de Crédito para superação da crise

Existem diversos programas de crédito disponíveis. Alguns subsídio do Governo, do Sebrae e de outros programas e instituições de apoio e fomento.

Além desses programas a iniciativa privada também oferece diversas linhas de crédito com diversas finalidades. O mais importante é sempre ficar de olho nas taxas e ficar esperto com as condições.

Vale ficar de olho também no tipo da transação. Este artigo pode te ajudar.

 

Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC)

O PEAC é um programa de crédito pensado para apoiar pequenas e médias empresas, associações e fundações de direito privado.

Através deste programa é possível contratar crédito com o banco por meio das maquininhas eletrônicas de até 50 mil reais, ou por disponibilização de garantia.

Uma das principais vantagens deste programa é que os contratantes são isentos de tarifas, encargos ou lucros casuais. Além de melhores condições de prazo, maiores limites e diminuição na taxa de juros.

Para realizar um financiamento no PEAC é necessário buscar uma instituição financeira autorizada a operar com garantia do programa.

 

BNDES para pequenas empresas 

Essa linha do BNDES é destinada para micro, pequenas e médias empresas que possuam faturamento de até R$300 milhões em 2019. O programa é destinado para o capital de giro dessas empresas.

Certamente se sua empresa estiver dentro do critério de faturamento, esse pode ser um ótimo empréstimo para superação da crise.

É importante preencher alguns requisitos para ter acesso a esse programa, como:

  • Prazo de carência de, no mínimo, seis meses e, no máximo, doze meses;
  • Prazo total da operação de, no mínimo, doze meses e, no máximo, sessenta meses;
  • Limite máximo de R$ 10 milhões para o total das operações de crédito garantidas para cada contratante, por agente financeiro;
  • Taxa de juros nos termos do regulamento.

Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE)

Lançado pelo Governo Federal em julho deste ano, o programa é destinado aos micros, pequenos e médios empresários. O crédito será disponibilizado para o capital de giro das empresas dentro do prazo mínimo de 36 meses.

Os empresários contam com o prazo de 6 meses para iniciar a amortização da dívida.

Segundo o governo, serão disponibilizados ao todo R$ 120 bilhões em crédito, sendo que 80% do programa será direcionado a pequenas empresas, com receita bruta anual de R$ 100 milhões.

 

Programa de Retomada Fiscal (PGFN)

Este programa tem por objetivo, como o próprio nome sugere, a retomada fiscal auxiliando os devedores. Ele é voltado para pessoa física ou jurídica, que estão com débitos inscritos na dívida ativa da união (DAU) e que poderão parcelar suas dívidas.

O programa entrou em vigor no mês de outubro de 2020 e deve beneficiar, segundo o governo, mais de 1,1 milhão de micro e pequenas empresas.

 

Redução do IOF

A redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre operações de crédito foi prorrogada no último dia 2 de outubro por mais 90 dias. Sendo assim, vale agora até o dia 31 de dezembro de 2020. Também foi reduzida a alíquota adicional do IOF de 0,38%.

Ou seja, a taxa de operação para empréstimos e negociações estão mais baixas, por exemplo. Uma ótima oportunidade de crédito para superação da crise.

 

Qual programa de crédito escolher para superação da crise?

Essa é uma pergunta em que será muito importante você responder tendo como ponto de partida a sua renda anual, a dimensão da dívida ocasionada pela crise e qual será a melhor linha de crédito para sua empresa.

Abaixo vamos dar algumas dicas para te ajudar a escolher a melhor linha de crédito para sua empresa:

 

Tenha o conhecimento da dívida total

Seu negócio foi afetado pela crise e te gerou muitas dívidas? Então vamos te ajudar a conseguir a superação da crise. Primeiramente faça o cálculo total para saber qual o valor que tem de débito, ou uma estimativa bem próxima do valor real.

Fazendo isso, ao procurar um programa de crédito para superação da crise, será possível conseguir o valor total e quitar a dívida, sem deixar outras pendências que podem acarretar mais juros.

 

O porte da sua empresa

Sempre avalie o capital de giro da sua empresa e tenha o conhecimento do seu porte. A partir dele será possível entender qual o programa de crédito se adequa melhor às suas necessidades.

 

Fique atento a taxa de juros

Essa é a dica principal, sempre se atente a taxa de juros cobradas na hora de escolher um programa de crédito para que sua empresa consiga superar a crise.

Analise as opções no mercado antes de fechar negócio e escolha a que melhor atenda as necessidades do seu negócio para que ele possa voltar a crescer.

 

Prazo para pagamento

Muitos tipos de programas de créditos oferecem diversos prazos para pagamento. Se organize conforme o prazo e saiba que é melhor assumir uma dívida mais barata do que ter uma mais cara no futuro.

 

Situação do mercado

Analise o mercado em que você atua e veja se ele está em uma crescente recuperação ou continua em queda. E a partir disso, será mais fácil pensar qual o próximo passo a ser tomado na empresa.

 

Conclusão

A pandemia do coronavírus causou um grande impacto na economia em todo o mundo, porém os programas de crédito oferecidos pelo governo podem ajudar a sua empresa a não quebrar e permitir a superação da crise.

Por isso é necessário ter um amplo conhecimento das receitas e despesas de sua empresa e fazer uma boa opção na hora de solicitar o crédito.

Importante também pagá-lo em dia para que não acarrete a geração de mais juros e acabe criando prejuízo para seu negócio.

Organize sua empresa em 7 dias

spread bancário

Spread bancário: saiba no que ficar atento ao tomar empréstimo empresarial

Um dos termos muito utilizado por quem realiza operações financeiras é o Spread Bancário. Se você nunca ouviu falar, saiba que é muito importante conhecer, principalmente se costuma buscar por empréstimo empresarial.

O spread bancário representa a diferença entre as taxas de juros cobradas pelos bancos ao oferecer um empréstimo e o retorno da taxa de juros de captação.

spread bancário

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Para ficar mais claro, veja o seguinte exemplo: ao aplicar seu dinheiro na poupança você receberá uma taxa de juros de 5% ao ano, mas para solicitar um empréstimo, no mesmo valor, o banco lhe cobra 20% de juros ao ano. Portanto o spread bancário nesta operação é de 20% menos 5%, ou seja, totaliza 15%.

Quanto maior for essa diferença, ou seja, o spread bancário, mais caro serão os juros cobrados dos clientes que solicitam empréstimo, por exemplo.

Mas além dessa diferença existem outros 5 custos que definem o spread bancário e é justamente neles que você deve ficar ainda mais atento:

 

Conheça os fatores que determinam o cálculo do spread bancário: 

 

Margem de segurança devido à inadimplência:

Infelizmente o Brasil tem uma taxa de inadimplência muito alta, em relação aos outros países. Em março de 2019, 63 milhões de consumidores brasileiros não conseguiram arcar com suas dívidas, como mostra um levantamento feito pelo Serasa.

Portanto a instituição financeira, ao oferecer um empréstimo, inclui nas suas taxas de juros uma margem de segurança.

Este é um dos fatores que eleva o spread bancário quando você solicita um empréstimo.

 

Lucro 

Certamente realizar empréstimo gera custos não só para o cliente, mas também para o banco. Mas ele coleta o seu lucro de forma direta e simplificada.

As instituições gastam com funcionários, insumos, manutenção de agências, caixas eletrônicos, tecnologia e outras despesas características da atividade.

Mas esse percentual é embutido no spread e em alguns casos podem representar mais de 30% da taxa de spread.

*Além de pagar esses custos e manter a estrutura da economia, o banco também inclui ao spread bancário, seu lucro.

 

Custo administrativo 

O custo administrativo de um banco é muito alto, pois existem diversas despesas com funcionários, aluguel, recursos tecnológicos e muito mais.

Todas essas despesas entram no custo administrativo e consequentemente são inseridos no valor do spread bancário.

Por não ter alguns desses custos, que algumas fintechs e bancos digitais conseguem disponibilizar para seus clientes propostas de empréstimo mais vantajosas.

Como não há um espaço físico, os custos diminuem, sendo possível oferecer empréstimos e outros serviços com taxas menores comparadas a outras instituições financeiras.

 

Impostos e tributos

Assim como pessoas físicas, os bancos também pagam por impostos, e eles influenciam muito no spread bancário. Uma vez que o Imposto de Renda (IR), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e outros são considerados sobre o spread.

É importante lembrar que o spread bancário não inclui o Imposto sobre Operação Financeira (IOF).

 

Compulsório e encargos 

O depósito compulsório, que é um depósito obrigatório feito pelos bancos e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), também não são embutidos no spread bancário.

 

Juros e inflação 

O spread bancário no Brasil acompanha a taxa básica de juros, a Selic, que determina quanto de rendimento um investidor terá. Ou seja, quanto menor for a taxa básica de juros, menos os bancos pagarão de rendimento aos investidores.

Além disso, a inflação interfere muito no rendimento do investimento. Por exemplo se você investir e tiver um rendimento de 5% ao ano, é irrelevante se o preço das despesas e consumos aumentar em 10%.

 

Concentração bancária 

Além desses fatores, no Brasil o spread acaba sendo mais alto, pois aqui há uma concentração muito grande do setor bancário e a privatização desses bancos.

Isso faz com que os bancos não sejam pressionados pela alta concorrência, como acontece em outros lugares do mundo.

É justamente por isso que os valores de taxas e spread de um banco no Brasil é muito parecido com os demais.

 

Por que você deve estar atento ao spread bancário quando solicitar um empréstimo? 

Como você pode ter percebido no texto, o spread bancário é muito alto e pode influenciar diretamente no valor total que deverá pagar seu empréstimo. Isso vale tanto para empréstimos pessoais, como empresariais.

Portanto ao optar por um empréstimo esteja atento às taxas de juros, ao spread bancário e ao Custo Efetivo Total (CET).

Outro ponto muito importante é que se decidir investir seus recursos, escolha uma instituição que lhe ofereça um bom rendimento. A pesquisa é totalmente crucial, ainda mais na hora de investir seu dinheiro.

 

A categoria de empréstimo influência no spread bancário? 

Normalmente os bancos definem o crédito de acordo com o tipo de recurso, a finalidade e ao perfil do tomador do empréstimo. Isso definirá qual é a possibilidade de empréstimo e quais serão suas características, como juros, prazo etc.

Da mesma forma acontece com o spread bancário, ele pode diminuir dependendo da modalidade do empréstimo e para qual público está direcionado.

Por exemplo, é comum que em empréstimos para pessoa jurídica, ou seja, empresarial, o spread seja maior comparado a um empréstimo para pessoa física.

 

Cuidados que você deve ter antes de solicitar um empréstimo empresarial: 

  • Defina um valor exato e a finalidade que dará ao dinheiro;
  • Separe toda documentação necessária;
  • Faça simulações em diferentes instituições e bancos;
  • Cogite também as diferentes modalidades de empréstimos;
  • Busque o empréstimo correto para o porte da sua empresa;
  • Tenha um controle financeiro, para que o valor das parcelas do empréstimo seja pago apenas com recursos da sua empresa;
  • Pesquise e opte pelo crédito que tenha o spread bancário menor;
  • Escolha a opção com a taxa de juros e CET mais baixa;
  • Se necessário, busque por prazos mais longos para pagamento das parcelas.

 

Se estiver na dúvida sobre qual empréstimo solicitar e como garantir melhores condições de negociações, converse com um de nossos assessores. Desta forma você encontra as melhores dicas, e terá a certeza que optará pela melhor proposta de empréstimo.

Você também pode deixar um comentário ao final da matéria contando pra gente se em alguma vez, quando foi solicitar um empréstimo se atentou ao Spread Bancário?

Conheça o PIX, o sistema que vai revolucionar a transferência bancária

eeEm maio deste ano, o Banco Central divulgou uma nova ferramenta de pagamento instantâneo, o PIX. Com ele será possível realizar transferência bancária de forma simples e rápida.

A ferramenta tem o intuito de facilitar e otimizar os pagamentos e transferências, sendo até mais seguro do que outras formas convencionais, principalmente aos usuários.

 

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O PIX poderá ser utilizado para realizar pagamento de boletos, contas de consumo, impostos, taxas governamentais, e também efetuar transferência bancária entre pessoas, bancos e empresas.

Segundo o Banco Central (BC), o sistema entrará em vigor em 16 de novembro de 2020. Porém vai funcionar de forma restrita já em 3 de novembro.

Antes disso, em 5 de outubro, os bancos e fintechs que tenham mais de 500 mil clientes devem oferecer a criação da Chave PIX. Ela permitirá que o cliente possa fazer as transações a partir de novembro.

 

O que é o PIX?

Já pensou em pagar uma conta depois do horário do expediente bancário? Ou em pleno domingo? Essas serão algumas das vantagens do PIX.

O novo sistema, que está na fase final de testes, funcionará 24h por dia, sete dias por semana e se diferencia dos métodos convencionais. A ideia é que em um futuro próximo esse novo sistema substitua o DOC e TED.

Colocando em prática, essa nova forma será mais parecida com o TED, em que o pagamento cai na mesma hora que ocorre o depósito ou transferência.

A partir de novembro deste ano, o PIX será o novo sistema brasileiro de transferências monetárias eletrônicas instantâneas.

Ele será integrado aos bancos, fintechs e estabelecimentos comerciais, não sendo necessário baixar nenhum aplicativo adicional em seu celular.

Também será possível utilizar esse sistema no caixa eletrônico ou por meio do internet banking.

 

Como funcionará a transferência bancária pelo PIX?

Sabe aquela hora que você chega para fazer um depósito e não encontra o envelope para colocar o dinheiro? Isso não será mais um problema.

Com o PIX não será mais necessário informar o número da agência e conta, por exemplo, quando for fazer uma transferência bancária.

Segundo o BC, será necessário usar apenas a “Chave PIX”, que poderá ser o CPF, CNPJ, número de telefone celular ou um endereço de e-mail.

Para realizar as transações no novo sistema, tanto quem irá transferir o  dinheiro, quanto quem recebe, precisarão ter conta. Nesse caso, a conta pode ser, por exemplo, em banco, instituição de pagamento ou fintech.

Além disso, utilizando dessas informações a pessoa poderá ter acesso ao seu próprio QR Code para poder receber dinheiro, por meio de pagamento por aproximação.

 

Qual será a tarifa cobrada para utilizar o novo sistema de transferência bancária?

O Pix vai agradar muitas pessoas visto a diferença dos altos valores cobrados atualmente a cada transferência bancária, pois a taxa dele será muito mais barata.

Segundo o Banco Central, será cobrado apenas R$ 0,01 a cada 10 transações, porém, haverá preços diferenciados para pagamento agendados ou de madrugada, por exemplo.

 

Como funcionam as transferências bancárias atualmente?

A princípio quem já pegou muita fila para fazer um depósito ou transferência bancária sabe o quanto essa nova opção otimizará o tempo de muitas pessoas.

 

Atualmente, existem as transferências por:

 

DOC – Documento de Ordem de Crédito, o DOC leva 1 dia útil para cair na conta do destinatário. Porém, caso o depósito seja feito após às 21h59, pode ser que o valor seja compensado após 2 dias úteis.

TED – Transferência Eletrônica Disponível, diferente do DOC, o valor transferido via TED, entra na conta do destinatário no mesmo dia. A menos que a transação seja feita após às 17h. Nesse caso, cai no dia seguinte.

 

Em algumas instituições financeiras, o TED, por exemplo, chega a custar de R$ 8 a R$ 16. Porém, caso a transferência seja feita por meio do Internet Banking, a taxa cobrada pelo banco pode ser menor.

Outra questão que também está envolvida nesse tipo de transação é que no DOC, por exemplo, há um limite de até R$ 4.999,99. Já o TED permite transferências maiores do que R$ 5 mil.

 

Quais são os públicos que poderão fazer as transações via PIX:

 

  • Entre Pessoas;
  • Estabelecimentos;
  • Pessoas e estabelecimentos; e
  • Entidades Governamentais.

 

E a segurança do PIX?

As transações feitas por meio do PIX, acontecerão de forma segura, por meio do mecanismo de QR Codes, eles podem ser:

 

Estático: essa forma poderá ser utilizada para realizar diversas transações, como em uma transferência entre duas pessoas, ou

Dinâmico: já esse tipo será voltado mais para pagamento de compras, visto que serão apresentadas informações diferentes a cada transação.

 

Esse modelo do QR Code para pagamento no comércio já vem sendo utilizado por meio do aplicativo da Caixa TEM. As pessoas vêm usando essa maneira para pagar as compras por meio do crédito do auxílio emergencial disponibilizado pelo Governo Federal.

 

Adesão ao novo formato

 

O Banco Central já conta com mais de 980 instituições em processo de adesão ao novo PIX, porém apenas 34 delas com participação obrigatória e 946 facultativas.

Segue abaixo as categorias dos serviços que já estão no processo de aderir o PIX:

 

  • Sociedade de empréstimo entre pessoas ou de crédito direto (fintech);
  • Sociedade de crédito ao microempreendedor;
  • Financeiras;
  • Cooperativa de crédito;
  • Bancos múltiplos sem carteira comercial;
  • Banco de câmbio;
  • Bancos comerciais ou múltiplos com carteira comercial;
  • Associação de poupança e empréstimo;
  • Instituições de pagamento.

 

Conclusão

É possível enxergar um novo futuro para as transações bancárias a partir de novembro desse ano.

O novo sistema, a longo prazo, pode até colocar em cheque o uso dos famosos cartões de débito e crédito.

Outro ponto a ser comemorado é que com a adesão ao novo sistema Pix, e também será possível economizar papeis na hora do depósito, por exemplo.

Isso consequentemente vai gerar economia para bancos e instituições governamentais.

E você, será um dos adeptos ao novo sistema de transações bancárias PIX? Conta pra gente nos comentários. Caso ainda tenha ficado com dúvidas, ou precise organizar as suas finanças conte com a ajuda dos nossos especialistas da Daexe.

eBook Repensando o Planejamento Estratégico

5 problemas que afetam o crescimento empresarial

5 problemas que afetam o crescimento empresarial

O começo de um novo ano sempre reserva muitas reflexões e questionamentos sobre o futuro. Em meio a rápidas transformações, manter um crescimento empresarial é um dos desafios que tirar o sono de muitos gestores. 

Ainda assim, uma forma de controlar essa situação é começar a olhar para dentro da sua empresa e avaliar quais os possíveis problemas que estão atrasando o crescimento empresarial. A partir disso, será possível pensar em novas formas de melhorias para o futuro. 

Pensando nisso, listamos abaixo cinco problemas muito comuns que afetam o crescimento empresarial para você refletir e começar 2020 evoluindo sua gestão!

1. Baixa produtividade

 

Inegavelmente, a baixa produtividade é um dos grandes dilemas de qualquer empresa. Seus impactos negativos são grandes, podendo afetar desde o faturamento até o bem-estar dos profissionais. 

Porém, nem sempre é fácil entender os motivos do problema. Dependendo do setor da sua empresa, ela podem ter diversas causas, como por exemplo:

  • desmotivação da equipe; 
  • falta de foco;
  • talentos mal desenvolvidos;
  • processos difíceis;
  • organização interna; 
  • falhas de comunicação. 

Mas uma coisa é certa, empresas que possuem baixa produtividade tendem a crescer menos. Afinal, se a produtividade pode ser definida como a capacidade de fazer mais em menos tempo com os recursos disponíveis, se não estamos sendo produtivos, a capacidade em atender o mercado de uma empresa acaba sendo reduzida. E nem precisamos falar que, com isso, as vendas e o crescimento diminuem junto! 

Em resumo, se a sua empresa não está crescendo, é importante dar uma investigada nos índices de produtividade de todos os setores envolvidos. Tente entender os possíveis motivos desta queda para propor soluções práticas e trazer melhorias para a rotina da sua empresa e voltar a crescer! 

2. Ausência de planejamento estratégico

 

Como anda o planejamento estratégico da sua empresa? Se você não sabe nem responder, acredite, temos um problema sério! Afinal, o planejamento estratégico é um processo que tem como objetivo traçar um plano de ações para que uma empresa atinja seus objetivos.

Ou seja, se você não está planejando, dificilmente está alcançando seus objetivos. A ausência do planejamento nas empresas faz com que o trabalho seja feito de forma reativa, sem um foco a seguir. Isso representa um problema grave ao crescimento empresarial!

Empresas que planejam possuem um conhecimento maior sobre suas necessidades, sobre seu propósito no mercado e na sociedade e sobre onde quer chegar. Quando elas deixam de lado essa parte importante da gestão, acabam não priorizando as ações que podem gerar o crescimento desejado. 

Por isso, se sua empresa ainda não planeja, não perca tempo! E caso já tenha esboçado ele em algum momento, lembre-se: mais importante do que planejar, é executar as ações que foram planejadas. Só assim elas se tornarão realidade e trarão impactos positivos. 

Quer ajuda para construir o planejamento estratégico da sua empresa? Converse com um Assessor Daexe e atinja a excelência administrativa!

3. Má gestão financeira

 

Falar de gestão financeira é um assunto delicado, porém muito necessário! Ter o controle total de tudo que entra e sai da sua empresa, dos investimentos, faturamento e lucros, é fundamental para garantir a saúde dos negócios. 

Isto é, para que o crescimento aconteça, investimentos são necessários. E se você não sabe quanto tempo, não sabe o quanto pode investir! Lançar um novo produto, iniciar um novo setor interno, investir em mídia, construir uma nova sede, tudo isso demanda de investimentos. 

Entendeu por que é tão importante ter uma gestão financeiro na sua empresa? Sem contar que, com um controle de caixa seguro, fica muito mais fácil enfrentar possíveis crises e lidar com as adversidades sem sentir tanto os efeitos negativos. 

pessoa analisando gráfico financeiros

4. Processos burocráticos demais

 

Sabe quando você possui algum problema pessoal com uma empresa e passa horas e horas tentando resolver? Bom, isso acontece por causa de processos internos muito burocráticos. E da mesma forma que eles podem atrapalhar a sua vida, quando existentes dentro da sua empresa, podem atrapalhar a vida dos seus clientes e impactar negativamente na imagem da sua marca no mercado. 

Além disso, processos internos muito burocráticos e cheios de etapas minam a motivação dos seus colaboradores, tornando qualquer projeto muito trabalhoso. Sem contar no impacto que isso tem na produtividade empresarial, na qualidade das entregas e no impacto no faturamento. 

Por isso, se você deseja que sua empresa cresça, revise e simplifique seus processos. Temos certeza que muitas ações internas passam por etapas que são desnecessárias e acredite, quanto mais antigos forem os processos, maiores as chances de oportunidades de melhorias. 

Os impactos dessa mudança irão refletir no aumento da produtividade, melhor aproveitamento do tempo dos seus colaboradores, melhor qualidade de entrega e consequentemente num crescimento maior.

5. Falta de liderança 

 

Por fim, um fator que pode impedir sua empresa de crescer é a falta de liderança estratégica. Imagine todas essas mudanças e sugestões que listamos ao longo do artigo sendo implantadas na sua empresa… Consegue imaginar as pessoas colocando-as em prática por conta própria? Seria um caos! 

A liderança estratégica é importante para que sua empresa tenha um time de líderes que irão promover as mudanças necessárias para fomentar o crescimento. Eles irão engajar seus colaboradores, reforçar o propósito da empresa sempre que necessário e o mais importante: manter todos no caminho certo. 

Sem eles, seu colaboradores tendem a se sentirem perdidos, trabalhando de forma aleatória e quando se sentirem desmotivados, não terão aquela figura inspiradora capaz de engajar a todos. Por isso, se você quer que sua empresa cresça, encontre os líderes dentro dela e invista neles. 

Mesa vazia sem líder

Depois de conhecer alguns dos problemas que afetam o crescimento das empresas, você consegue perceber quais melhorias podem ser feitas no seu negócio para impulsionar o crescimento? 

A partir de agora, analise seus processos de forma consciente e proponha as melhorias necessárias para crescer a cada dia. Se precisar de auxílio nessa jornada, converse com um Assessor Daexe aqui.

Planejamento e Organização do Departamento Financeiro Como Fazer?

Sabes como organizar um departamento financeiro? Como e por onde começar? O passo a passo e o que preciso ser feito? O que utilizar? Benefícios? Vantagens? E fazer seu planejamento?

Dessa maneira, estaremos respondendo à todas essas perguntas artigo, que produzimos especialmente para te ajudar na organização do departamento financeiro da sua empresa. E ainda como fazer o planejamento deste setor tão importante.

 

Organização, por onde começar?

Primeiramente deve-se começar pelo controle financeiro da empresa, o qual tende a ser uma bagunça quando não é acompanhado de perto. Por isso, é importante organizar e planejar toda gestão financeira de uma empresa focando naquilo que realmente importa.

A saber, gestão financeira é um conjunto de ações realizadas dentro de uma empresa para melhorar os seus resultados. Além de manter os dados atualizados relativos ao que está acontecendo na realidade atual, comparando com o planejamento financeiro da empresa para o ano, por exemplo.

Todas as ações que impactam a vida financeira da empresa fazem parte do conjunto que define o que é controle financeiro. Desde o comando de contas pendentes/inadimplência (a receber e a pagar) e fluxo de caixa, até planejamento do orçamento anual, precificação de produtos, entre outros.

Portanto, ter o controle pode também significar possuir um setor financeiro organizado, com dados e relatórios que permitem aos gestores tomar decisões com base em dados reais. Além de saber a tendência financeira da empresa em relação a lucros e prejuízos, investimentos tanto na visão por caixa ou por competência.

Leia também: Diferença entre custos e despesas

O que utilizar na organização do departamento?

  • Possuir um software de gestão financeira

Pois, este é um sistema que irá colaborar para que possa economizar dinheiro e conquistar seus objetivos. Ao possuir um software que faça sua gestão financeira, poderá sobrar mais tempo para outras atividades, como as operacionais, por exemplo.

  • Elaborar um plano de contas e DRE gerencial

Sendo assim, administrar um negócio torna-se uma tarefa mais fácil quando você possui um plano de contas gerencial. O modelo do plano auxilia a estruturar e organizar todos os dados financeiros existentes sobre a empresa. Você passa a ter não apenas o controle, mas também conhecimento do seu negócio a partir do plano.

  • Ter política e controle de contas a pagar e a receber

Dessa forma, havendo um controle eficaz, é possível avaliar como seu capital rodou no passado e como está no presente. Desta maneira consegue identificar falhas e despesas desnecessárias.

  • Ter uma conciliação bancária

Nada mais é que a simples conferência das contas bancárias em relação ao controle financeiro interno da empresa. O objetivo é verificar se o controle interno está sendo eficiente ou se há inconsistência nos dados registrados. É uma forma de passar um pente fino, verificando se as datas e os lançamentos estão em conformidade com o extrato do banco.

  • Fazer o inventário e conciliação de estoque

Primordialmente, o inventário é recomendado para todo tipo de empresa que precisa fazer um gerenciamento de estoque. Principalmente as empresas do ramo de comércio e varejo como supermercados, farmácias, padarias, lojas e dentre outros.

Enquanto, a conciliação é importante para toda e qualquer empresa, independente do negócio. Principalmente por dois motivos: o primeiro é correta contabilização do patrimônio empresarial, e o segundo e a gestão de custos.

  • Possuir política de compras

Assim sendo, a política de compras orienta nas decisões do que comprar, quando comprar, ajustes de pedidos e valores dos produtos que estão no estoque por meio da programação financeira e compras.

  • Elaborar orçamento empresarial

Já que o orçamento empresarial é fundamental porque evita riscos, uma vez que aponta se novos investimentos (em equipamentos, aluguéis, reformas, etc) são possíveis, antes que a compra o contrato seja efetuado.

  • Utilizar indicadores de desempenho

Numa boa gestão contábil, é preciso ter em mãos dados preciso, transparentes e reais sobre os negócios. E todas essas informações são fornecidas por meio de demonstrativos financeiros, como o balanço patrimonial, demonstrativos de resultados e de origem de aplicação de recursos.

Planejamento Financeiro

O planejamento financeiro é essencial numa empresa, principalmente se ela almeja organizar os lucros. É considerado um grande desafio, mas que com certeza vale muito a pena.

Primeiro de tudo, ele buscará controlar os gastos da empresa para que tenham uma noção real das despesas e receitas. Além disso, serão feitos relatórios das finanças, verificação do fluxo de caixa, análise de orçamentos, dentre outros. Por isso, quem se responsabiliza por este departamento deve-se exigir muito conhecimento e técnica em gestão financeira.

Veja mais: Planejamento Estratégico: O que é?

Passo a passo Para Realização do Planejamento

Primeiramente, é recomendado que se alinhe o planejamento estratégico com o financeiro. Isso porque um ajuda e complementa o outro, principalmente quanto a metas e estabelecimento dos objetivos.

Assim também, planeje a curto, médio e longo prazo, para poder guiar as ações da empresa com foco no crescimento.

Realize um diagnóstico financeiro, pois ele permitirá que se identifique os prejuízos e lucros existentes no fluxo de caixa. Também serve para análise financeira principalmente se tratando de justificativa e avaliação de gastos na tomada de decisão. E assim a empresa poderá se preparar para diversos cenários econômicos.

Traçar um plano de ação, definindo metas e objetivos, fazendo mapeamento dos projetos e ainda desenvolvendo um cronograma para cada ação. Isso auxilia no controle das finanças.

Defina o orçamento anual, com os valores mais realistas possíveis. Compare o que foi recebido, com o que está sendo gasto.

Fazer a medição do retorno financeiro por meio de indicadores que possa obter resultados realistas. O qual poderá identificar as melhores oportunidades no mercado, prevendo os custos mais eficazes, demostrando o melhor momento de colocar as ações em prática e fazer aplicação em investimentos.

Utilização de softwares pode ser um aliado importantes para casos como planejamento financeiro. Pois nele são permitidos armazenar dados, como contas a pagar e a receber, acompanhar as metas, otimizar o fluxo de caixa, etc.

Mensuração de resultados, que certamente ajudará na avaliação do mercado, tomar decisões e consertar erros.

 

Benefícios e Vantagens

  • Controle de caixa
  • Corte de gastos desnecessários
  • Redução de custos
  • Automação das operações
  • Agilidade nos resultados
  • Redução de erros
  • Processos mais eficientes
  • Previsão para o futuro
  • Tranquilidade na gestão
  • Planejamento e acompanhamento do ROI (Retorno sobre investimento)
  • Diminui o estresse
  • Aumento na segurança de dados
  • Informações reais
  • Auxílio na tomada de decisão
  • Vantagens competitivas.

 

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

Diferença entre Custos e Despesas

 

Diferença entre custos e despesas

 

Quando uma empresa está com um péssimo fluxo de caixa e as contas fecham no vermelho, ela deve cortar os custos ou as despesas? Afinal, há diferença entre custos e despesas? Qual é a diferença?

Esses questionamentos são extremamente comuns em qualquer organização. O problema é que eles sempre aparecem em situações de crises financeiras, em que não há muito tempo para se pensar e organizar.

A empresa sabe que possui diversos gastos, mas muitas vezes não consegue identificar quais deles são os ralos que levam o dinheiro para o esgoto. Com isso, o caixa entra em desequilíbrio total.

Além disso, cortes errados podem prejudicar ainda mais a saúde financeira de uma instituição. Afinal, itens importantes para a produtividade e o desempenho empresarial serão retirados, existindo, então, uma deficiência na empresa.

É de extrema importância que em momentos complicados, a empresa tenha clareza sobre a diferença entre custos e despesas. Isso irá ajudar na organização e também no entendimento de quais gastos devem ser cortados.

Leia também: Plano de contas gerencial como elaborar e personalizar para minha empresa

Afinal, qual é a diferença entre custos e despesas?

Tanto custo e despesa se refere ao desembolso da empresa para um fim. Ou seja, custos e despesas tratam de gastos, de saída de dinheiro no fluxo de caixa. No entanto, possuem uma diferença.

As despesas são aqueles gastos que possuem relação à administração empresarial. Ou seja, são valores pagos para que a empresa consiga se manter funcionando. Por exemplo, salários de funcionários, contas administrativas, aluguéis, etc.

Já os custos são os gastos que envolvem o produto final de uma empresa, ou seja, são os valores destinados à produção de mercadorias. Todo o dinheiro direcionado ao produto final é considerado um custo.

Podemos citar como exemplos de custos: compra de maquinário, compra de matéria-prima, gastos com a fabricação, mão de obra voltada para o produto, manutenção ou até mesmo materiais de limpeza da fábrica e das máquinas.

Portanto, a grande diferença entre custos e despesas está na relação de gastos com o produto final de uma empresa. Sendo assim, é possível dividir os gastos em dois grupos distintos.

Se ainda houver alguma dificuldade na hora de separar os gastos nesses grupos, basta fazer a seguinte perguntar: Se eu cortar esse gasto, a produção será diretamente atingida? Com a resposta positiva, é possível colocar o gasto no grupo custos.

 

Custos e despesas: Fixos X Variáveis

A organização não pára por aí. Além dessa classificação, é possível criar 4 grupos distintos para os custos e despesas. Eles são:

 

  • Custos Fixos
  • Custos Variáveis
  • Despesas Fixas
  • Despesas Variáveis

 

Antes de compreender cada um desses grupos individualmente, é importante ter conhecimento sobre o que é um gasto fixo e o que é um gasto variável. Veja a seguir:

Gasto Fixo

São gastos que possuem ocorrência mensal, independentemente dos resultados da empresa. Ou seja, são aqueles gastos que não sofrem impactos com o desempenho comercial de uma instituição.

Exemplos:

Custo Fixo: Salário da mão de obra para a produção.

Despesa Fixa: Conta de água.

 

Atenção: Os gastos fixos podem sofrer alteração de valor (como no exemplo da conta de água). O que irá defini-lo como fixo é a sua recorrência, ou seja, mesmo que você pague mais ou menos pela água, essa conta irá chegar no final do mês.

Veja também: 4 formas eficazes de conseguir capital de giro para a sua empresa

Gastos Variáveis

Esses gastos variam de acordo com a demanda e fabricação de um produto. Por exemplo, se há baixa procura por determinado produto, pode ser que a produção dele seja pausada. Sendo assim, alguns gastos serão evitados.

Exemplos:

Custos Variáveis: Matéria Prima

Despesas Variáveis: Bônus de funcionários.

 

Em outras palavras, os gastos variáveis são proporcionais à produção ou aos resultados da empresa. Quanto mais venda, por exemplo, há mais gastos variáveis. Ou vice-versa.

 

Custos e Despesas: Como organizar?

O primeiro passo para fazer essa organização é identificar em qual grupo o gasto se encaixa. Um hábito que pode ajudar nesse processo é criar uma planilha de gastos já com a identificação de cada um.

Além disso, a empresa pode contar com uma assessoria especializada na organização do departamento financeiro. O profissional será responsável em fazer a gestão do fluxo de caixa e gerar mais lucratividade para a empresa.

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