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eBook Repensando o Planejamento Estratégico

Data-Science-vs.-Big-Data

BIG DATA e DATA SCIENCE NA MINHA EMPRESA

Na era da informação todo dia surge uma coisa novas não é mesmo? Por isso é preciso estar sempre atualizado, e é a tecnologia quem nos auxilia para não ficarmos para trás. Sendo assim já ouviu falar em Big Data e no Data Science?

São programas de armazenamento e organização de dados, que podem estar auxiliando sua empresa em atividades do dia a dia. Como por exemplo, para que dados não se percam e que seja processado de forma rápida.

Quer saber como? Este artigo estará explicando sobre estes programas, a sua importância e como estar utilizando dentro do seu negócio.

O que é Big Data

Primeiramente você sabe o que é Big Data?

Ele é um sistema de banco de dados que serve para analisar grandes volumes de informações estruturados e não estruturados. Sabe aquela imensa quantidade de informações que são processados pelos softwares que sobrecarregam os sites? Então, o Big Data é o Insight para organiza-las de maneira estratégica.

Além disso, também processa aqueles dados que possuem complexidade e que normalmente processadores tradicionais não conseguem fazer ou demoram bastante.

Os 5V´S

A base do Big Data é formada por meio do chamado 5 V’S: velocidade, volume, variedade, veracidade e valor.

  • Velocidade – diz a respeito aos dados que devem ser transmitidos sem precedentes e de forma hábia.
  • Volume – é referente as organizações que coletam dados de fontes variadas, como por exemplo as transações financeiras.
  • Variedade – se trata de dados produzidos com diversos formatos.
  • Veracidade – é relacionado a fontes e qualidade dos dados.
  • Valor – é o benefício que as soluções vão trazer para empresa.

Leia também: O Que é Design Thinking e Como Aplicar

Passo a Passo do seu Processo

Para que possa entender melhor como funciona o Big Data este passo a passo explica como é realizado o seu processo.

 

1 – Coleta de dados: Pode ser utilizada diversas fontes como Datawarehouses, por exemplo.

 

2 – Armazenamento de dados: É a distribuição em sistemas e servidores diferentes. A partir disso, é garantido que cada informação exista um backup. Para o armazenamento é necessário que aja uma boa estrutura física ou uma contratação em nuvem.

3 – Organização: Cada categoria será organizada de acordo com a sua estrutura. Sendo estruturada, semi-estruturada e não-estruturada. Para que facilite o acesso e a análise das informações.

4 – Análise dos dados: É aonde ocorre a extração das informações e a interpretação baseadas em conceitos de negócios e estatísticas para verificar quais dados serão úteis.

O que é Data Science

Já o Data Science também conhecido como ciências dos dados, é o estudo das informações, do processo de captura, transformação, geração e análise dos dados. A partir disso, tira-se o conhecimento necessário dos dados em diversas formas que são fornecidos pelo Big Data ou qualquer outro sistema.

Desse modo, são responsáveis por essa atividade os cientistas de dados que por meio das disciplinas como computação, estatísticas, programação e matemática, procuram por formas novas para realizar atividades relacionadas a limpeza, preparação e organização de dados.

Passo a Passo

Para entender como funciona o Data Science vamos alguns pontos cruciais que são utilizados no processo deste trabalho. E que o mesmo venha a ser realizado obtendo resultado satisfatório.

Assim sendo, a ciência de dados juntamente com auxílio do Big Data retira as informações que são remodeladas e organizadas. Abaixo tem um passo a passo do que é feito no Data Science.

1 – Obtenha mais informações: Pegue toda e qualquer informação que conseguir como ações, horários, preços, produtos, etc.

2 – Faça perguntas inteligentes: As perguntas devem ser precisas para que receba respostas satisfatórias.

3 – Coloque os dados em uma tabela: A maioria dos algoritmos de aprendizado de máquina pressupõe que os seus dados estejam em uma tabela. Cada linha será um evento ou item ou instância.

4 – Verifique a qualidade: Confira os dados nos mínimos detalhes, pois caso encontre erros possa estar fazendo as devidas correções e em casos de dados desnecessários possam ser excluído. E ainda se ambientar com cada linha e coluna.

5 – Transforme as características: Antes de entrar na aprendizagem da máquina há uma etapa que é a engenharia das características. Nesta etapa irá pegar características que já possua e combinar de maneira criativa para que realize a melhor previsão do seu objetivo.

6 – Responda as perguntas: Esta é a etapa que chega na aprendizagem da máquina. Agora é a hora de decidir a qual família de algoritmos a sua pergunta pertence. Escolher um ou mais algoritmos dentro dessa família para usar e, em seguida, girar a manivela, usando as técnicas de aprendizagem de máquina tradicionais de dividir os dados em treinamento, adaptação e teste de conjuntos de dados e otimizar os parâmetros em qualquer modelo de sua escolha.

7 – Use as respostas: Coloque os dados em um formulário para que as pessoas possam usar seja para uma tomada de decisão ou para aprender algo que ainda não saibam.

Veja também: CRM o que é e porque implementar?

Então, porque deve-se usá-los e seus benefícios

É preciso entender que a importância de se usar o Big Data é relacionada ao que se faz com os dados, não com a sua quantidade. Já que com ele é possível obter várias fontes e analisa-las. E dentre seus benefícios é possível reduzir custos, economizar tempo, dentre outros.

O Data Science é como uma pesquisa em que participa da formulação do problema, da hipótese e da análise de resultados. Os benefícios gerados pelo Data Science são diversos dentre alguns listáveis estão a personalização no atendimento, aumento do retorno sobre investimentos, criações de estratégias para o meio digital, agilidade nos processos e tomadas de decisões, melhoria na prestação de serviços, etc.

Mas assim como no Big Data, com o Data Science a quantidade de informações não é tão relevante, e sim o que irá fazer para impulsiona-las. Por isso, é capaz de ajudar por meio dos estudos destas informações e trabalhando sobre elas, fazendo-as fluírem melhor dentro de uma empresa.

Portanto, tanto o Data Science quanto o Big Data são sistemas de inteligência artificial. O Big Data para analisar os grandes volumes de dados e o Data Science para estudar esses dados e buscar organizá-los.

A Evolução do Empreendedorismo e o Porquê se Tornar um Empreendedor

Já pensou em se tornar um empreendedor? Muitos são os brasileiros hoje que possuem seu próprio negócio. Assim como, muitos outros gostariam de ter seu próprio negócio.

São diversas vantagens e benefícios de se tornar um empreendedor. Porém muitos tem medo de não dá certo e acabar fracassando. Ou não conseguem formas de investir, e com isso fica apenas no sonho.

Diante disso, neste artigo vamos falar sobre o empreendedorismo e porque vale a pena ser um empreendedor, e como ter sucesso.

O que é Empreendedorismo?

Primeiramente, vamos entender o que é o empreendedorismo.

Ele surge a partir da capacidade de alguém em criar ou identificar situações de oportunidades. Seria basicamente como ver um problema buscar a solução e mostrá-la ou desenvolvê-la.

Isso não se refere apenas a negócios, mas também para criação de projetos que não tenha finalidade financeira.  Pois, o empreendedorismo tem haver com criatividade, inovação, solução de problemas e visão estratégica.

Além disso, por meio dele as pessoas podem estar desenvolvendo suas habilidades, implementando mudanças e ainda trazer melhorias.

Mas quando falamos de negócios é preciso que se invista recursos para alcançar seu objetivo como empreendedor.

E como ser um Empreendedor?

Antes de tudo, será necessário que seja alguém que saia da sua zona de conforto, pois terá que batalhar e agir bastante. Enxergar aquilo que ninguém viu, identificar situações e buscar modifica-las.

Além disso, que saiba lidar com responsabilidades, possua habilidades tanto social como de comunicação, que assuma riscos, seja capaz de resolver problemas com soluções criativas, que saiba reagir quando algo dê errado, entre outros.

A saber, a liderança também é algo importante para ser um empreendedor.

Veja Também: A importância da inteligência competitiva para a sua empresa

Como ter sucesso?

Certamente, esta deve ser a dúvida de muitas pessoas que pensa em se tornar um empreendedor. É preciso esclarecer primeiro que não existe a chave do sucesso, mas sim maneiras que podem ajudar a alcança-las.

Para quem deseja possuir um negócio é de extrema importância criar metas. E o porque disso? Simplesmente se torna necessário estabelecer objetivos a serem alcançados seja curto, médio ou longo prazo. Já possuindo uma ideia do resultado que deseja, e se não chegou lá é preciso rever o que não deu certo.

Procurar utilizar técnicas que auxiliem a promover sua criatividade. Como por exemplo anotar suas ideias, nunca se sabe quando precisará de uma. Faça um Brainstorming quanto mais ideias, melhor.

Além disso busque estimular o cérebro por meio de atividades, crie hobbys e ainda procure consumir arte como visita a museus, praticar leitura, escutar músicas, entre outros.

Assim também, outras formas é ter foco, criar planejamento e estratégia, inspirar-se em outras pessoas de sucesso, assistir palestras, participar de workshops, dentre outros.

Benefícios do Empreendedorismo

  • Autorrealização
  • Estimula o desenvolvimento
  • Transmite valores
  • Dar autonomia
  • Ser seu próprio chefe
  • Fazer o que gosta
  • Gerar mais emprego
  • Ensina como lidar com fracassos
  • Horário de trabalho flexível
  • Aprende a administrar o tempo

Características de um Empreendedor

Iniciativa – Não espera que alguém lhe dia algo, ele busca, corre atrás e faz.

Autoconfiança – É preciso confiar em suas capacidades e não ter medo de julgamentos.

Pensamento estratégico – Planejamento, visão e solução todo empreendedor precisa.

Otimismo – Sempre busca pelo melhor e acredita que vai dá certo.

Coragem – Fazer tudo que for preciso para alcançar o sucesso.

Criatividade – É essencial para todo e qualquer empreendedor. Imaginação é importantíssimo desenvolver.

Persistência – Não se pode desistir facilmente e busca superar os desafios.

Tipos de Empreendedores

Corporativo – Geralmente é desenvolvido em empresas, principalmente na criação de um novo produto, implementando novas soluções.

Social – O qual busca mudanças no âmbito social, com novas ideias e inovação.

Individual – Um dos mais conhecidos, pois se trata da criação de uma nova empresa, podendo ser inovador ou não.

 

Leia Também: Como utilizar os gatilhos mentais na sua estratégia

Empreendedores de sucesso para se inspirarem

Abílio Diniz – Grupo Pão de Açúcar

Admirado no meio empreendedor pela sua capacidade de enfrentar problemas com humildade e tolerância, Abilio Diniz tem em sua trajetória profissional a passagem pelo Conselho do Grupo Pão de Açúcar, no qual atuou durante anos, e a atual presidência do Conselho de Administração da BRF. Além do seu site, Abilio frequentemente fala sobre como empreender e crescer profissionalmente em seu Twitter e em sua página no Facebook.

Alexandre Costa – Cacau Show

Uma das marcas mais fortes do Brasil, a Cacau Show nasceu do desejo do paulistano Alexandre Costa retomar um empreendimento familiar de fabrico e distribuição de ovos e trufas de chocolate. O negócio, que começou tímido, cresceu e, em 1996, o empresário foi para a Bélgica estudar técnicas de trabalhar com chocolate.

Luiza Helena Trajano – Magazine Luiza

Fundadora do Magazine Luiza e uma das mais importantes representantes do comércio brasileiro, Luiza Helena Trajano solidificou com sucesso o nome de sua empresa. Sempre humilde e decidida, ela afirma que começamos a solucionar nossos problemas quando resolvemos parar de reclamar.

Luiz Seabra – Natura

Hoje, a Natura é uma das principais potências do segmento de cosméticos e perfumaria do mundo, porém, quando foi fundada por Luiz Seabra tinha apenas uma loja em São Paulo e uma pequena fábrica com sete funcionários.

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

Como Aferir o Engajamento dos Funcionários – Resolvendo um Problema Impossível

Como Aferir o Engajamento dos Funcionários – Resolvendo um Problema Impossível

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

O engajamento dos funcionários é um termo cujo uso está na moda, e há uma razão profunda para isso! Segundo estudos recentes, o Engajamento dos Funcionários está diretamente associado aos resultados de desempenho da empresa. As organizações têm informado uma redução enorme de custos, à medida em que conseguem melhorar os níveis de engajamento dos funcionários.

  • Balanced Scorecard e engajamento dos funcionários

Processos comerciais internos

Disponibilidade de recursos e ferramentas

% das ideias dadas pelos funcionários e analisadas de forma detalhada

% das tarefas onde a qualidade é avaliada com o Balanced Scorecard

  • Gestão

% das tarefas com alto nível de especialização e envolvimento

Nível de reconhecimento recebido pelo empregado.

Leia também: Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

Qual é a definição de Engajamento dos Funcionários?

  • Trata-se de um conceito de gestão de negócios (de acordo com o Wikipedia), que se refere ao entusiasmo dos funcionários em relação ao seu trabalho.
  • É um apego emocional ao trabalho, como afirmado nos informes do Scarlett Surveys
  • É compromisso emocional com a organização e seus objetivos, conforme afirma Kevin Kruse – escritor de artigos da Forbes e autor de diversos best-sellers voltados à gestão empresarial.

Eu acredito que todas as definições flertam com as palavras, mas a ideia é a mesma.

O importante é diferenciar engajamento dos funcionários de:

  • Satisfação do funcionário
  • Motivação
  • Felicidade

Problema de aferimento

Em um artigo publicado na Forbes, o engajamento dos funcionários é definido como um sentimento e é comparado ao amor. Como se pode medir o sentimento e como se poderia aferir o amor? Não há como fazer isso, mas podemos medir alguns aspectos relacionados (chamados de “perguntas representativas” no artigo).

  • Há o mesmo problema relacionado ao Engajamento dos Funcionários, visto que provavelmente concordaremos com o fato de que se trata de um sentimento que devemos tratar e aferir como um sentimento. E não temos ideia de como fazer isso!

Por outro lado, com a digitalização de todos os aspectos possíveis, provavelmente poderemos chegar a algumas deduções razoáveis.

Abordagem tradicional com levantamentos

A maneira tradicional de medir o engajamento dos funcionários é fazendo um levantamento. Minha opinião é a de que os levantamentos nunca serão objetivos o suficiente. No caso do engajamento, os funcionários têm uma ampla gama de possibilidades de jogar com as respostas. Mesmo que um levantamento seja feito anonimamente.

Eu acredito que seja uma boa ideia combinar pesquisas tradicionais com medidas objetivas.

Meça o que realmente importa

Outro problema com os levantamentos tradicionais é que as perguntas usadas neles não estão relacionadas aos resultados do negócio. Ex.: não está claro se, e como, algum fator do tipo “ambiente familiar no escritório”, afetará o engajamento dos funcionários e, mais ainda, como esse fator afetará o desempenho da empresa.

A análise intitulada Meta-análise Q12 – A relação entre engajamento no trabalho e resultados organizacionais) e publicada pela Gallup nos dá uma pista para esse problema. Este relatório resume a relação entre 12 elementos de engajamento e resultados de desempenho. Na próxima vez que escolher perguntas para uma pesquisa de engajamento de funcionários e decodificar os resultados, você terá muito mais informações sobre os resultados de desempenho associados a determinados fatores que influenciam o engajamento dos funcionários e sua importância.

Leia também: 7 razões para investir mais em seus funcionários

Assistente de Criação e Estratégias – Conjunto de Indicadores de Desempenho em 6 Minutos

Responda a perguntas simples – crie um mapa estratégico profissional em 6 minutos.

A formulação e a descrição das estratégias podem se tornar um projeto demorado, mesmo para um estrategista experiente. Este Assistente de Estratégias de Conjuntos de Indicadores de Desempenho tornará todo o processo rápido e intuitivo.

Medição objetiva com KPIs e Conjunto de Indicadores de Desempenho

O que viria a ser uma abordagem objetiva do Engajamento dos Funcionários? Como discutimos acima, o engajamento é um sentimento e não há como aferi-lo com 100% de precisão, mas podemos tentar.

Utilizamos a estrutura do Conjunto de Indicadores de Desempenho e criamos um Conjunto de Indicadores de Desempenho e de Engajamento dos Funcionários no BSC.

Confira o Conjunto de Indicadores de Desempenho:

  • Na guia KPIs, pode-se encontrar perspectivas e KPIs dentro de tais perspectivas. Cada KPI tem uma descrição acompanhada de valores estabelecidos como metas.
  • Na guia “metas comerciais”, é possível encontrar algumas metas comerciais a título de exemplos.

Ação é a parte mais importante

Não importa o que você usa para medir o engajamento dos funcionários – se levantamentos ou o Conjunto de Indicadores de Desempenho mencionado acima. O mais importante é o que você faz com a informação de que você dispõe. Aja adequadamente para melhor o engajamento dos funcionários e você conseguirá melhorar o resultado final do desempenho comercial.

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Customer Success: Entenda como realizar o sucesso do cliente

 

Customer Success: Entenda como realizar o sucesso do cliente

Clientes engajados e embaixadores da sua marca. É o sonho e objetivo de toda empresa, não é mesmo ? Para alcançar esse objetivo, não é nada fácil. Várias ações e estratégias com investimentos financeiros consideráveis que na maioria das vezes não funcionam. Mas, você já ouviu falar e conhece o Customer Success ? Se ainda não, leia este artigo e entenda tudo sobre essa estratégia inovadora. Ela vêm ajudando milhares de empresas e pode ajudar sua empresa a alcançar clientes engajados e embaixadores da sua marca.

Mas antes vamos explicar o que significa esses dois termos. Customer significa cliente e success significa sucesso. Juntos customer success ou simplemente CS quer dizer sucesso do cliente.

Essa é uma área da empresa dedicada a saber se o que estão oferecendo é o esperado pelo cliente. Para Lincoln Murphy, um dos maiores nomes na área, o sucesso do cliente acontece quando alcança o resultado desejado por ele. Através das interações com a solução oferecida pela sua empresa.

Isso porque, estamos na era do cliente, e eles vivem conectados. Comentam suas experiências em redes sociais, participam de fórum de discurssão e  de sites de avaliação. Estão com mais poder de decisão, mais críticos e empoderados. As empresas precisam estar atualizadas, para não perder cliente e ficar para atrás.

O estudo CXTrends – O futuro da experiência do cliente no Brasil: tendências para 2018, realizado pela Octadesk e pela MindMiners em parceria com a Tracksale.  Revela que, 56% dos clientes brasileiros estão dispostos a pagar mais por um atendimento diferenciado. Para complementar, de acordo com dados obtidos por uma pesquisa da SuperOffice, 86% dos consumidores pagariam mais por uma melhor experiência do cliente.

Leia também: A estratégia Account – Based Marketing

O fato é que o profissional de CS deve ser muito proativo na educação do cliente. Para fazer com que ele entenda qual é a proposta de valor e solução da sua empresa. Mas, além disso, precisa entender o que o cliente espera de uma proposta de valor e solução. E por fim, buscar fidelizar o cliente, e fazer com que ele compre outros serviços adicionais da sua empresa.

Podemos citar alguns exemplos de empresas que usam este  método. Como as SaaS – Software as a Service, ou seja, empresas que disponibilizam um software mediante o pagamento. Como a netflix,spotify e RD Station.

Um bom exemplo também é a Zappos. A empresa de sapato tem essa estratégia como uma das principais para servir o cliente. Eles levam isso tão a sério que já aconteceu de um atendente enviar um kit médico para um cliente. Pois, ele ficou com alguns machucados depois de calçar um sapato que comprou da marca. Ou seja, eles buscaram a felicidade e o sucesso do seu cliente.

Customer Success é uma atitude para colocar e manter o cliente em primeiro lugar. Já que, o objetivo das empresas hoje, deve ter foco na experiência e no sucesso do cliente. E não no produto ou serviço.

Um estudo  feito pela Mindminers, em parceria com a Octadesk, que ouviu 300 profissionais da área em todo País. Revelou que 86% das empresas que não possuem a área de Customer Success (CS) têm o objetivo de desenvolvê-la ainda em 2018. Das que possuem a área, 50% não utilizam nenhum tipo de software de auxílio.

Para que o serviço de CS seja eficiente é necessário fazer o mapeamento das jornadas do cliente. Para então, verificar como ele está se relacionando com a empresa.

Há diversos benefícios do Customer Success para empresa, dentre alguns deles estão:

  • A redução de churn, a taxa de cancelamento
  • Conquista e fidelização de novos clientes
  • Melhoria nos serviços ou produtos entregues
  • Vantagem competitiva
  • Oportunidades
  • Visão transparente e clara da saúde do cliente
  • A otimização de marketing e aumento das vendas adicionais.

O CS é uma estratégia que terá papéis diferentes durante o ciclo de vida da sua empresa. Se a empresa está na fase inicial o CS terá o objetivo de adoção do produto. Na 2° fase com os clientes já estabelecidos, o objetivo será a retenção de clientes. E numa 3° fase com seu negócio bem definido, o CS irá expandir seu negócio utilizando as técnicas de up-sell (estimular a compra da versão mais cara do produto ou serviço) e cross-sell (estimular o cliente a comprar produtos complementares).

Existem elementos importantes para que uma área de costumer success efetiva, que são:

Onboarding – A confiança entre cliente e marca começa no primeiro contato. Por isso este processo é também conhecido por ativação. No qual o cliente é guiado durante seus primeiros passos na utilização do produto. Isso faz com que seja eliminada possíveis barreiras. O Objetivo é fazer o cliente alcançar resultados.

Ongoing – Após os primeiros contato, é preciso da continuição e garantir o sucesso do cliente em toda experiência com a sua marca. Por isso este processo é conhecido por continuidade. Mas, lembre-se que o sucesso do cliente não quer dizer o que você pensa sobre sucesso da marca. Então, tenha foco no cliente, crie perguntas para o cliente e descubra o que deixa ele feliz.

 Leia também: Comportamento do Consumidor

Como implementar o Custumer Success

Agora que você já entendeu o que é o CS e como ele funciona. É hora de saber como implementa-lo.

Crie um departamento de CS – É importante que tenha um departamento específico, com profissionais treinados. Responsável por garantir a melhor experiência possível do cliente, após realização da venda.

Engajamento – Organize sua segmentação, pois aqui estará um dos principais motivos de utilização desta estratégia. Clientes engajados, não serão apenas clientes, serão embaixadores da sua marca e ainda lhe traram novos clientes.

Tenha metas – As metas de CS são satisfação do cliente, redução da taxa de cancelamento, retenção e fidelização dos clientes, dentre outras.

Resultados – É preciso sempre estar medindo o seus resultados e verificando o que está condizente com as metas e o que não está. Isso ajudará a buscar melhoria nas suas estratégias.

Comunicação – Essa é chave para o sucesso. É preciso procurar e conversar com seu cliente, pode ser email, ligação ou uma reunião. Alinhar com ele suas experiências e expectativas fará toda diferença.

Processos bem definidos – Faça um mapeamento dos seus processos, utilizando o método de acompanhamento da trajetória do seu cliente.

Empresas que utilizam o CS

Existem diversas empresas que já utilizam dessa estratégia inovadora. Vamos ver algumas delas e o porque delas conseguirem clientes engajados e verdadeiros embaixadores da marca.

Netflix  – Eles são conhecidos por terem um ótimo SAC, oferecem conteúdo de qualidade, produzem séries e filmes exclusivos e realizam pesquisas de satisfação com seus clientes de mais de 190 países frequentemente.

Nubank  – Se destaca pelo tratamento ao cliente “humanizado”. Cada reclamação é analisada e tratada cuidadosamente. Quando o problema apontado é resolvido, a equipe de atendimento (composta por 170 funcionários) envia cartas escritas à mão, poemas, fotos, dicas de viagem, e produtos variados relacionados ao questionamento do cliente.

Uber – Fundada em 2009, a empresa, atualmente, utiliza elementos para aprimorar a experiência de seu cliente, como diversas promoções de desconto, conforto, corridas de baixo preço e fornecimento de lanches e bebidas à vontade nos veículos.

IFood – Ao invés de o cliente ter que ligar para o restaurante, procurar o cardápio em um panfleto ou site, todo o processo da compra é feito pelo aplicativo, inclusive o pagamento.O cliente tem acesso ao cardápio dos restaurantes e paga com o cartão de crédito.

Gostou deste artigo ? Ficou alguma dúvida ? Compartilhe suas experiências nos comentários. Implemente na sua empresa o Customer Success e depois nos conte como foi o resultado.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

 

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

A Universidade Corporativa é um sistema estratégico para se obter melhores resultados internos, com o treinamento de colaboradores. Ou seja, é a criação de uma rede educacional para funcionários de uma organização.

Por meio de cursos, palestras, oficinas e workshops, a Universidade Corporativa tem o objetivo de atualizar, treinar, informar e educar colaboradores, assim como disseminar a cultura empresarial. Dessa maneira, é possível construir uma equipe mais preparada para os desafios.

No entanto, quando uma empresa sente a necessidade de desenvolver um ambiente de aprendizado e atualização, há uma preocupação: Afinal, isso será custo ou investimento?

Sendo custo um gasto extra e evitável, enquanto investimento é um gasto que terá retorno futuramente, pode-se afirmar que a Universidade Corporativa é um investimento de curto, médio e longo prazo.

Em outras palavras, após investir em projetos de educação para o funcionários, a empresa pode colher bons resultados em pouco tempo (às vezes, em questão de dias). Depois, os resultados podem ser prolongados para meses e anos, quando esse sistema integra a cultura organizacional.

Leia também: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Universidade Corporativa: Como fazer?

A empresa que pretende iniciar com projetos educacionais para os colaboradores, deve passar por um processo de organização para iniciar com a nova cultura. O processo consiste nas seguintes etapas:

1 – Detectar falhas e carências: Ao notar quais são os pontos fracos de uma empresa ou equipe, é possível criar planos mais assertivos para a melhoria do desempenho. Por isso, líderes e gestores devem pesquisar e entender quais são os obstáculos da equipe.

2 – Planejar: Depois, é importante que haja um planejamento para os cursos e palestras, levando em consideração tempo, agenda, horários, participantes, ministrantes, professores, etc. Além disso, nessa fase devem ser discutidas as metas e as ferramentas de mensuração de resultados.

O planejamento também consiste em compreender quais serão os materiais e equipamentos necessários, bem como espaço físico e ambiente virtual

3 – Divulgar e Comunicar: Parte fundamental de uma Universidade Corporativa é o apoio dos próprios colaboradores. Os alunos devem comprar a ideia de uma nova política educacional na empresa, para que o investimento gere resultados.

A divulgação interna é parte fundamental. Por isso, é importante apresentar as vantagens da Universidade Corporativa não só no campo organizacional, mas pessoal. Afinal, ela também é um desenvolvimento pessoal, um avanço na carreira individual e trará resultados pessoais.

4 – Criar uma política de recompensa: Outra parte importante, atrelada à comunicação, é o incentivo à Universidade Corporativa. Com políticas de recompensas (bônus, prêmios, participações lucrativas, e e, planos de carreiras) é possível motivar ainda mais as equipes.

As regras para isso devem estar claras e serem comunicadas antes da iniciação dos cursos. Os funcionários também devem ter conhecimentos sobre as metas que devem ser atingidas.

Universidade Corporativa em EAD

A Universidade Corporativa ainda pode ser implementada em EAD (Educação à Distância). Ou seja, os cursos podem ser transmitidos online para os colaboradores. Gerando inúmeras vantagens para empresa, tais como:

Redução de Gastos: A empresa irá economizar com aluguel ou compra de equipamentos, coffee break ou contratação de palestras. Além disso, há economias com espaço físico (às vezes, é preciso alugar salas), luz, ar-condicionado, entre outros.

Flexibilidade de horários: Não é necessário parar uma equipe inteira para fazer o treinamento. Os colaboradores podem revezar o tempo de estudo com o tempo de trabalho. Isso irá fazer com que a produtividade continue ativa.

Arquivamento de conteúdo: Com os conteúdos disponíveis na internet, é possível revisitá-los para recordar algo. Sendo assim, o aprendizado é contínuo e pode ser transmitidos para novos contratados.

Universidade Corporativa: Hora de investir!

Com a ampliação do conhecimento do time de colaboradores, é possível que uma empresa tenha melhores resultados, maior margem lucrativa e mais produtividade. Além de poder contar com funcionários mais motivados e competentes em suas áreas de atuação.

A Daexe possui serviços e consultorias em Educação Corporativa, e nosso time de especialistas pode te ajudar a implementar uma Universidade Corporativa na sua empresa.

Entre em contato com a gente!

5 Passos para Estruturar uma Universidade Corporativa

 

Universidade Corporativa: Entenda quais são os passos para estruturar uma

Em um mercado competitivo e acelerado, as empresas que param no tempo ficam para trás. Por isso, é fundamental buscar políticas de atualização e treinamento, como uma Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa é um departamento de educação ao colaboradores, a fim de tornar as equipes mais produtivas, atualizadas e competentes. Sendo assim, a empresa passa a ter outros benefícios, como maior lucratividade e melhor vantagem competitiva.

Em outras palavras, a Universidade Corporativa é um sistema educacional interno de uma organização. São ações instrucionais voltadas para o desenvolvimento humano, a capacitação profissional e a busca por mais conhecimentos técnicos, trabalhando as competência institucionais, técnicas e comportamentais.

Nos tempos atuais, essa cultura de educação se tornou ponto-chave para as empresas. Porque além de promover benefícios monetários e produtivos, uma Universidade Corporativa gera resultados no campo emocional de cada colaborador.

Isso porque promove maior motivação (sentimento de valorização) e melhor integração entre equipes (sentimento de companheirismo). Também desenvolve a parte técnica, dando impulsionamentos para a carreira de cada colaborador, que poderá assumir cargos de chefia futuramente.

Veja também o artigo: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Veja a seguir, os 5 passos para estruturar uma Universidade Corporativa:

Universidade Corporativa: O passo a passo para o sucesso profissional

É possível estruturar uma Universidade Corporativa em apenas 5 passos simples para uma empresa. Eles são:

1 – Análise interna e externa

O primeiro passo para implementar uma Universidade Corporativa é estudar e analisar o mercado externo e as competências internas de uma organização. Assim, é possível elaborar metas e conhecer quais são os pontos fracos da empresa levando em consideração onde ela quer chegar a médio e longo prazo.

Uma dica para esse ponto é fazer uma análise SWOT da empresa. A análise SWOT é uma tabela comparativa entre o mercado externo e a produção interna, ela gera uma análise sobre pontos fortes e carências empresariais.

Com esses relatórios em mãos, os líderes devem começar a pensar em quais equipes devem ser treinadas, quais são os tipos de treinamentos e conteúdos, e como isso tudo deve ser feito.

2 – Planejamento

Após a análise, a empresa deve iniciar o planejamento e criar um projeto. O planejamento deve constar:

  • Responsáveis: Quais áreas ou quais colaboradores serão responsáveis pelo desenvolvimento e a organização de uma Universidade Corporativa?
  • Metas: Qual é a meta que se pretende atingir?
  • Índices de Mensuração: Como o resultado será medido?
  • Gastos: Quanto a empresa irá investir?
  • Materiais: O que será necessário comprar ou alugar?
  • Metodologia: Como o aprendizado será feito (Presencial e Portal Virtual?
  • Conteúdo: O que será ensinado?

3 – Desenvolvimento

O terceiro passo é colocar o planejamento em ação. A Universidade Corporativa começa a sair do papel e ganhar vida. Nessa etapa,  estrutura o Sistema de Educação Corporativa, além  de se pensar em estrutura (física e virtual) e demais recursos.

A equipe responsável começa a traçar esboços e materializar planos anteriores. Com isso é possível ter um panorama sobre o projeto feito e até fazer ajustes, se necessário.

4 – Divulgação

Parte importante da Universidade Corporativa é a comunicação aos colaboradores. Eles devem estar cientes do projeto e entender a importância deles. A empresa deve fazer ações de endomarketing para motivar as equipes a participarem efetivamente dos treinamentos.

Os colaboradores são os maiores interessados nesse novo projeto e são eles quem dão vida a uma Universidade Corporativa. Sendo assim, é fundamental contar com o apoio deles e a participação de todos.

5 – Profissional Especialista

Por fim, é fundamental que a empresa conte com um profissional especialista em Universidade Corporativa. A consultoria e colaboração deixará o projeto mais assertivo, favorecendo o alcance das metas desenhadas.

O profissional irá analisar o projeto, promover melhorias e ampliar sua influência nos resultados da organização. Sendo assim, os caminhos para os objetivos são encurtados e facilitados com a visão de um especialista.

Algumas empresas, como a DAEXE, possui a consultoria em  Educação Corporativa. Esse serviço tem como objetivo fazer com que a empresa passe a lucrar com o seu investimento em educação corporativa.

Especialista em Universidade Corporativa

A Daexe pode te ajudar nessa missão. Entre em contato com a gente e consulte um de nós especialistas em Educação Corporativa!

Conte com a gente!

Plataforma para Cursos a Distância

Você também pode utilizar uma plataforma EAD que permita personalização para poder ministrar cursos a distância para a sua equipe, o que facilita principalmente para empresas com grande números de funcionários.

Compliance, o que é ? E porque devo implementar na minha empresa ?

Compliance porque implementar na minha empresa ?

Imagina que dor de cabeça quando uma empresa vira motivo de escândalo por condutas e normas antiéticas de algum de seus colaboradores. Isso é péssimo para sua imagem, além de acabar perdendo dinheiro, clientes, sócios, dentre outras coisas. É importante gerir a imagem de uma empresa e evitar ao máximo esses tipos de situações.

Para isso, escrevemos este artigo falando sobre um programa que irá te ajudar quanto a isso. O compliance, conheça e aplique na sua empresa.

O termo compliance vem do inglês “to comply” e significa, essencialmente, agir de acordo com um conjunto de normas ou regras estabelecidas. Aplicado isso em empresas é simplesmente um programa que buscará garantir que as exigências, políticas e condutas estabelecidas, venham a ser cumpridas.

Mas não se trata de uma imposição e sim, da construção de uma cultura empresarial ética. Por isso, o compliance deve estar alinhado corretamente aos negócios da empresa. Para que no fim, consiga engajar os colaboradores nessa cultura.

O compliance contruibuira para evitar comportamentos que vão contra as normas ou que sejam considerados antiéticos. A ideia não é parecer que seguir algumas normas de condutas seja chato. Mas que seja algo que faça parte do dia-a-dia da empresa, e que os colaboradores gostem de praticar.

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Como Criar o Compliance?

Essa prática deve ser criada com a ajuda de um especialista. E deverá ser feito um  código de conduta, sendo especialmente voltada para o combate a corrupção. A linguagem deve ser simples, objetiva e de fácil entendimento.

É preciso fazer uma análise bem detalhada sobre os principais riscos de corrupção em que a empresa possa estar expostas. Trabalhar em cima disso, para que então, se evite que a corrupção aconteça.

Comprometimento dos principais gestores e eles devem ser os principais exemplos também. Agindo sempre dentro das normas e de maneira ética. Outro ponto é engajar a equipe. É essencial que eles conheçam e entendam este processo, fazendo treinamentos, além da necessidade de uma boa comunicação. Crie um  canal de comunicação interna permanente com equipe. Servirá para evitar as más condutas.

Garantir a utlização correta dos recursos. Importante que os recursos humanos e fincancieros sejam adequados e suficientes. Ou seja deve atender todas as necessidades do processo. Além de, ter que possuir ferramentas adequadas como por exemplo, instrumentos para analisar o financeiro da empresa.

Estabelecer políticas e procedimentos que possam guiar os atos da empresa. Como politica de anticorrupção por exemplo. E mostre que sua empresa é exemplo, não esconda nada de seus colaboradores e clientes.

Será de extrema importância fazer uma monitoria do processo e buscar uma melhoria contínua. Por fim, é expandir o programa para todos os envolvidos da empresa, funcionários, parceiros, fornecedores, dentre outros.

Existem benefícios para empresas ao aplicar o compliance, veja alguns:

Credibilidade – Clientes, investidores, gostaram de saber que estão lidando com uma empresa ética.

Preservação da integridade – Diminui o grau de exposição da empresa e colaboradores.

Aumento da eficiência e qualidade – Reduz risco de fraudes, desconformidades e  perda de reputação. Melhora a qualidade das decisões, reduzindo custos operacionais.

Melhoria na gestão –  Previne possíveis problemas, e ajuda na organização geral da empresa.

Vantagem competitiva – No mundo globalizado e tecnológico, o compliance fornece uma atratividade. Por meio da consciência ética, exigindo uma postura comportamental que tenha valores.

Ganhos de produtividade – Estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas, de fidelização, comprometimento e rendimento do trabalho é maior dentro de Organizações com forte cultura ética.

Gostou deste artigo ? Compartilhe sua experiência sobre este tema. Caso não tenha implantado o compliance na sua empresa, tente implantá-lo.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.