5 problemas que afetam o crescimento empresarial

5 problemas que afetam o crescimento empresarial

O começo de um novo ano sempre reserva muitas reflexões e questionamentos sobre o futuro. Em meio a rápidas transformações, manter um crescimento empresarial é um dos desafios que tirar o sono de muitos gestores. 

Ainda assim, uma forma de controlar essa situação é começar a olhar para dentro da sua empresa e avaliar quais os possíveis problemas que estão atrasando o crescimento empresarial. A partir disso, será possível pensar em novas formas de melhorias para o futuro. 

Pensando nisso, listamos abaixo cinco problemas muito comuns que afetam o crescimento empresarial para você refletir e começar 2020 evoluindo sua gestão!

1. Baixa produtividade

 

Inegavelmente, a baixa produtividade é um dos grandes dilemas de qualquer empresa. Seus impactos negativos são grandes, podendo afetar desde o faturamento até o bem-estar dos profissionais. 

Porém, nem sempre é fácil entender os motivos do problema. Dependendo do setor da sua empresa, ela podem ter diversas causas, como por exemplo:

  • desmotivação da equipe; 
  • falta de foco;
  • talentos mal desenvolvidos;
  • processos difíceis;
  • organização interna; 
  • falhas de comunicação. 

Mas uma coisa é certa, empresas que possuem baixa produtividade tendem a crescer menos. Afinal, se a produtividade pode ser definida como a capacidade de fazer mais em menos tempo com os recursos disponíveis, se não estamos sendo produtivos, a capacidade em atender o mercado de uma empresa acaba sendo reduzida. E nem precisamos falar que, com isso, as vendas e o crescimento diminuem junto! 

Em resumo, se a sua empresa não está crescendo, é importante dar uma investigada nos índices de produtividade de todos os setores envolvidos. Tente entender os possíveis motivos desta queda para propor soluções práticas e trazer melhorias para a rotina da sua empresa e voltar a crescer! 

2. Ausência de planejamento estratégico

 

Como anda o planejamento estratégico da sua empresa? Se você não sabe nem responder, acredite, temos um problema sério! Afinal, o planejamento estratégico é um processo que tem como objetivo traçar um plano de ações para que uma empresa atinja seus objetivos.

Ou seja, se você não está planejando, dificilmente está alcançando seus objetivos. A ausência do planejamento nas empresas faz com que o trabalho seja feito de forma reativa, sem um foco a seguir. Isso representa um problema grave ao crescimento empresarial!

Empresas que planejam possuem um conhecimento maior sobre suas necessidades, sobre seu propósito no mercado e na sociedade e sobre onde quer chegar. Quando elas deixam de lado essa parte importante da gestão, acabam não priorizando as ações que podem gerar o crescimento desejado. 

Por isso, se sua empresa ainda não planeja, não perca tempo! E caso já tenha esboçado ele em algum momento, lembre-se: mais importante do que planejar, é executar as ações que foram planejadas. Só assim elas se tornarão realidade e trarão impactos positivos. 

Quer ajuda para construir o planejamento estratégico da sua empresa? Converse com um Assessor Daexe e atinja a excelência administrativa!

3. Má gestão financeira

 

Falar de gestão financeira é um assunto delicado, porém muito necessário! Ter o controle total de tudo que entra e sai da sua empresa, dos investimentos, faturamento e lucros, é fundamental para garantir a saúde dos negócios. 

Isto é, para que o crescimento aconteça, investimentos são necessários. E se você não sabe quanto tempo, não sabe o quanto pode investir! Lançar um novo produto, iniciar um novo setor interno, investir em mídia, construir uma nova sede, tudo isso demanda de investimentos. 

Entendeu por que é tão importante ter uma gestão financeiro na sua empresa? Sem contar que, com um controle de caixa seguro, fica muito mais fácil enfrentar possíveis crises e lidar com as adversidades sem sentir tanto os efeitos negativos. 

pessoa analisando gráfico financeiros

4. Processos burocráticos demais

 

Sabe quando você possui algum problema pessoal com uma empresa e passa horas e horas tentando resolver? Bom, isso acontece por causa de processos internos muito burocráticos. E da mesma forma que eles podem atrapalhar a sua vida, quando existentes dentro da sua empresa, podem atrapalhar a vida dos seus clientes e impactar negativamente na imagem da sua marca no mercado. 

Além disso, processos internos muito burocráticos e cheios de etapas minam a motivação dos seus colaboradores, tornando qualquer projeto muito trabalhoso. Sem contar no impacto que isso tem na produtividade empresarial, na qualidade das entregas e no impacto no faturamento. 

Por isso, se você deseja que sua empresa cresça, revise e simplifique seus processos. Temos certeza que muitas ações internas passam por etapas que são desnecessárias e acredite, quanto mais antigos forem os processos, maiores as chances de oportunidades de melhorias. 

Os impactos dessa mudança irão refletir no aumento da produtividade, melhor aproveitamento do tempo dos seus colaboradores, melhor qualidade de entrega e consequentemente num crescimento maior.

5. Falta de liderança 

 

Por fim, um fator que pode impedir sua empresa de crescer é a falta de liderança estratégica. Imagine todas essas mudanças e sugestões que listamos ao longo do artigo sendo implantadas na sua empresa… Consegue imaginar as pessoas colocando-as em prática por conta própria? Seria um caos! 

A liderança estratégica é importante para que sua empresa tenha um time de líderes que irão promover as mudanças necessárias para fomentar o crescimento. Eles irão engajar seus colaboradores, reforçar o propósito da empresa sempre que necessário e o mais importante: manter todos no caminho certo. 

Sem eles, seu colaboradores tendem a se sentirem perdidos, trabalhando de forma aleatória e quando se sentirem desmotivados, não terão aquela figura inspiradora capaz de engajar a todos. Por isso, se você quer que sua empresa cresça, encontre os líderes dentro dela e invista neles. 

Mesa vazia sem líder

Depois de conhecer alguns dos problemas que afetam o crescimento das empresas, você consegue perceber quais melhorias podem ser feitas no seu negócio para impulsionar o crescimento? 

A partir de agora, analise seus processos de forma consciente e proponha as melhorias necessárias para crescer a cada dia. Se precisar de auxílio nessa jornada, converse com um Assessor Daexe aqui.

A Assessoria executiva no processo de tomada de decisão

Assessoria executiva: no processo de tomada de decisão

O papel da assessoria executiva tem sido cada vez mais importante dentro das empresas. O mercado tem exigido uma grande capacidade a nível estratégico e gerencial. 

Por isso, atualmente o profissional da área precisa ser constantemente mais qualificado e pró-ativo. Com essas qualificações, a assessoria executiva ganhou uma posição importante na tomada de decisões.

Uma das maiores dificuldades perceptíveis na rotina diária das empresas está justamente no processo decisório. Isso fica visível especialmente na hora da necessidade de tomar decisões importantes.

O medo de arriscar sem a certeza de retorno age como um empecilho que impede muitos empreendedores de ascenderem. Em outros casos, decisões imprudentes ou precipitadas resultam em danos gigantes para a empresa.

Nesse cenário, os empresários têm colocado cada vez mais confiança nas indicações da assessoria executiva. Com um conhecimento da dinâmica de todas a empresa, essa parte da equipe consegue apresentar uma visão completa do quadro geral. Ajudando o empresário a enxergar e compreender as competências da empresa e possibilidades mais favoráveis no cenário apresentado.

A importância do planejamento

Para qualquer tomada de decisão, é necessário que todas as informações disponíveis sejam analisadas e filtradas previamente. A realidade é que, para o sucesso nos negócios, todas as decisões de uma empresa precisam de um planejamento prévio. É essencial que a assessoria executiva realize um estudo específico de cada uma das alternativas apresentadas.

Questões como falta de tempo, influência de variáveis externas e complexidade do problema podem exigir uma adaptação no planejamento. Mas mesmo em uma situação adversa, o maior aproveitamento possível do planejamento é essencial. A falta de planejamento pode resultar em inúmeros problemas para a empresa e a reputação da assessoria com a gestão.

Por todo esse processo complexo e tão importante para a sobrevivência da empresa, não basta ser apenas um assessor executivo. Indo além, o profissional da equipe executiva precisa apresentar um perfil empreendedor. É preciso que ele tenha características exigidas pelo mercado atual:

  • Auto responsabilidade;
  • Raciocínio rápido;
  • Visão estratégica;
  • Habilidade na comunicação;
  • Capacidade de execução
  • Liderança
  • Inteligência emocional
  • Analisar e correlacionar dados
  • Espírito de gestão

Leia também: Quando devo procurar uma assessoria empresarial

Assessoria executiva é sinônimo de foco e visão

Em resumo, a assessoria executiva precisa ter uma visão holística da empresa e sua organização. Ela deve abranger os seus elementos, estratégias e atividades. Esse conhecimento é também uma forma de mostrar aos responsáveis pela empresa a seriedade e comprometimento do trabalho.

A criação desse laço de confiança entre a assessoria executiva e o empresário é um ponto chave. Ele proporciona um trabalho realizado de forma harmônica e agregadora. Por isso, o papel da assessoria é justamente o maior aliado do gestor da empresa. É preciso que se possa depositar confiança e consultá-la nos momentos difíceis e de decisão. 

É evidente que a incerteza sempre vai existir. Além disso, é humanamente impossível afirmar que erros de decisão não vão acontecer. Porém, o trabalho da assessoria executiva na tomada de decisões é, dentro das possibilidades e alternativas, muito claro. A assessoria deve apresentar ao empreendedor o cenário mais favorável para um resultado positivo.

Por isso, o segredo para um bom desempenho da assessoria executiva na tomada de decisões está no conhecimento. Quanto maior for o conhecimento sobre a empresa, melhor! 

Isso inclui o seu funcionamento, estratégias e a dinâmica da equipe. Assim, maior será a qualificação da assessoria para decidir de forma inteligente e empreendedora. 

assessoria executiva

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Por que as transformações organizacionais são processos tão difíceis? Niklas Luhmann, um dos gigantes pensadores do século XX, explica da seguinte maneira: tanto pessoas como empresas funcionam como sistemas fechados. Com sua própria lógica de funcionamento (cultura organizacional) e estratégias de sobrevivência.

A transformação, pessoal ou organizacional, é um processo gradual, porque o sistema é resistente ao que lhe é estranho e luta para se manter igual. O estranho, principalmente quando contradiz o modus operandi do sistema, é visto como ameaça à sua subsistência.

Trazendo este raciocínio para a interação entre consultorias e assessorias executivas junto aos empreendedores, colaboradores e empresas. Como um todo, podemos observar que o Consultor Executivo atua como um provocador desse sistema. Num primeiro momento, sua atuação é um elemento que pode causar estranheza e resistência.

Ele entra na empresa para diagnosticar, rever processos, apontar o que deveria ser melhorado a partir do seu vasto conhecimento do mundo empresarial. Não que seja visto como inimigo, não é isso. Mas sua presença gera o desconforto de que transformações sistêmicas deverão ocorrer. E para que elas ocorram, será necessário o engajamento e a mobilização de todos os envolvidos. Será necessária uma transformação organizacional.

A partir daí, o incômodo está lançado e o ambiente organizacional pode ficar tenso.

As mudanças exigem que saiamos da nossa zona de conforto

Buscar e implementar novos aprendizados não é tão fácil assim. Às vezes ficamos resistentes, nosso sistema sinaliza que não vai dar certo, que não vai fazer diferença, que não vai ser melhor. Às vezes, só depois de uma mudança é que percebemos o quanto ela era necessária para evoluirmos.

Como um Assessor executivo pode aumentar o lucro a produtividade da sua empresa

É neste ponto que o Assessor Executivo tem um papel fundamental. O assessor, como o nome já diz, é aquele que auxiliará o processo de transformação. Colocando a mão na massa, ensinando como fazer a mudança acontecer e, especialmente, dedicando-se a conciliar os extremos, as opiniões divergentes.

É aquele que mostrará porque vale a pena mudar. Porque a combinação de suas duas visões (um de fora do sistema e outra de dentro do sistema) lhe permitem ter um panorama de como a empresa está hoje e de como ela poderá ficar.

 

As transformações são processos trabalhosos, mas sempre valem a pena! Conte com seu consultor e seu assessor executivo do DAEXE para auxiliar a sua empresa neste momento fundamental!

Como se tornar um líder transformacional

Como se tornar um líder

O conceito de liderança transformacional foi introduzido por James McGregor Burns em seu livro, de 1978, “Liderança”. Ele definiu a liderança transformacional como um processo em que “os líderes e seus seguidores elevam um ao outro para níveis mais elevados de moralidade e motivação.”

Mais tarde, Bernard M. Bass desenvolveu esse conceito em seu livro, de 1985, “Liderança e Desempenho: Além das expectativas”.

Para Bass, este tipo de líder:

• É um modelo de integridade e justiça;
• Define metas claras;
• Tem grandes expectativas;
• Incentiva os outros;
• Fornece apoio e reconhecimento;
• Promove as emoções das pessoas;
• Faz as pessoas olharem além do seu próprio interesse;
• Inspira as pessoas a atingirem o improvável.

Mais de 25 anos após o livro de Bass, a liderança transformacional é frequentemente citada como uma das mais importantes abordagens sobre liderança empresarial. Seguem alguns passos que você pode utilizar para se tornar um líder transformacional:

Passo 1: crie uma visão inspiradora de futuro

As pessoas precisam de uma razão atraente para seguir a sua liderança, e é por isso que você precisa criar e comunicar uma visão inspiradora do futuro. Sua visão define o propósito da sua equipe e da organização – é o porquê de você se levantar de manhã para fazer o que faz. Você desenvolve isso em parte pela compreensão dos valores das pessoas que você lidera, em parte através da compreensão das capacidades e recursos de sua organização, e, em parte, através da realização de uma análise inteligente de seu ambiente, e selecionando o melhor caminho a seguir. Este é o tema da estratégia e desenvolver uma estratégia coerente tem muito de trabalho árduo e pensamento cuidadoso.

Passo 2: motive as pessoas a comprarem e entregarem a visão

Começando com sua declaração de missão, você precisa apelar para os valores da sua equipe, e inspirá-la para ir para o ponto futuro onde você está indo e explicando o por quê.

Use histórias de negócios como parte de seu plano de ação: isso vai ajudar as pessoas a apreciarem o impacto positivo da sua visão sobre as pessoas que você está tentando ajudar. (Dica: se a única pessoa que você está tentando ajudar é você mesmo, você não vai inspirar qualquer um.) Então, fale sobre sua visão muitas e repetidas vezes. Vinculá-la às metas e tarefas das pessoas e dar-lhe contexto é essencial para ajudar as pessoas a verem como podem contribuir para isso. Os líderes transformacionais sabem que nada significativo acontece a menos que eles encorajem sua equipe. Então, certifique-se de que você conhece os diferentes tipos de motivação e use-os para inspirar seu time a entregar o seu melhor.

Passo 3: gerencie a entrega da visão

Uma visão não tem utilidade por si mesma: ela precisa se transformar em realidade. No entanto, muitos líderes cometem o erro de desenvolver uma visão, mas não traduzi-la em algo real e em trabalho duro e mundano de entregá-la. Para gerenciar a entrega de sua visão, você precisa combinar gerenciamento de projetos eficaz com a gestão sensível à mudança. Isso irá ajudá-lo a entregar as mudanças que você precisa com o total apoio da sua equipe.

Comunique os papéis e responsabilidades de cada membro da equipe de forma clara, e conecte-os a seus planos. Todos devem entender completamente em que são responsáveis e saber como você vai medir seu sucesso. Em seguida, definir metas claras e inteligentes para todos, incluindo alguns objetivos a curto prazo que vão ajudar as pessoas a alcançar vitórias rápidas e ficarem motivadas. Use a gestão por objetivos para conectar as realizações de curto prazo aos seus objetivos de longo prazo. Você deve construir a sua autodisciplina e resistência, para que você não se deixe abater e ficar pra baixo.

Lembre-se: você é o exemplo para sua equipe. Além disso, fique visível através da prática de gestão de andar pelos corredores e departamentos. Esta é uma técnica ideal para os líderes transformacionais, porque ajuda você a ficar ligado com as atividades diárias, e permite-lhe responder a perguntas que possam surgir. Uma comunicação clara é essencial para a liderança transformacional. Tire um tempo para se certificar de que suas comunicações são ouvidas e compreendidas, e dê feedback constantemente para sua equipe.

Passo 4: construa relacionamentos cada vez mais fortes

Como um líder transformacional, você precisa concentrar sua atenção sobre a sua equipe e trabalhar duro para ajudá-la a alcançar seus objetivos e sonhos. Use um modelo de liderança situacional para gerir cada membro da equipe, descrevendo o quão importante é cada um para o resultado geral. Destaque também o fato de que a liderança é um processo de longo prazo e que, como líder, você precisa trabalhar constantemente para construir relacionamentos, ganhar a confiança e ajudar os membros da sua equipe a crescerem como indivíduos.

Conheça os membros da equipe individualmente para entender suas necessidades de desenvolvimento e ajudá-los a atingir suas metas de carreira. O que eles querem alcançar em seu papel? Onde é que eles se vêem daqui a cinco anos? Como você pode ajudá-los a alcançar esse objetivo? Você pode construir confiança com a equipe ao ser aberto e honesto em suas interações. Por último, reserve um tempo para treinar sua equipe. Quando você ajuda-os a encontrar as suas próprias soluções, você não só cria uma equipe de alta performance, mas também reforça a autoconfiança da equipe e sua confiança em você.

Os líderes transformacionais inspiram grande lealdade e confiança em seus seguidores. Eles têm grandes expectativas, e inspiram as pessoas para alcançar seus objetivos. Tenha em mente que, para ter sucesso como líder transformacional, você vai precisar se auto-gerenciar, trabalhar suas próprias habilidades, e reservar tempo e espaço para o desenvolvimento pessoal. Comece hoje mesmo este caminho de aprimoramento de suas habilidades de liderança, buscando mais conhecimento e inspiração aqui no nosso BLOG, e conte com o seu assessor executivo do DAEXE para avançar nesta caminhada.

Este artigo pertence originalmente ao Blog Administradores e foi gentilmente cedido para os leitores do BLOG DAEXE.

5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores de desempenho

Não estamos falando de metas, mas de quem vai te ajudar a alcançá-las! Conheça alguns possíveis indicadores de desempenho para sua empresa. Se você tem um curso pré-vestibular, pode ser a porcentagem de alunos aprovados em universidades renomadas. Se tem um restaurante que preza pelo serviço de qualidade, pode ser a taxa de clientes que retornam. Se o caso é uma indústria de produção em massa, pode ser a quantidade de produtos finalizados por hora. Os indicadores de desempenho, também chamados de KPI, são métricas que quantificam sua performance de acordo com seus objetivos organizacionais.

Para que esses indicadores de desempenho tenham uma contribuição significativa no controle da empresa, primeiro é necessário entender o planejamento estratégico e ter objetivos claros na hora da definição das metas que devem ser alcançadas. A partir daí, a elaboração e a gestão dos indicadores de desempenho podem ser direcionadas para o monitoramento da evolução dos resultados da empresa e servir como referência para o processo de tomada de decisão e a criação de estratégias de melhoria.

Esse artigo foi criado justamente para abordar a importância da utilização da avaliação de desempenho organizacional, quais tipos de indicadores e métodos podem ser utilizados e como eles podem contribuir no processo de tomada de decisão.

A utilização de indicadores de desempenho

Existem diversos tipos de KPIs que fornecem uma série de informações que podem estar encaixadas em categorias. Dentre alguns deles, podemos citar:
a) os indicadores de produtividade: que podem estar relacionados à produtividade hora/colaborador, hora/máquina. Ou seja, estão ligados ao uso dos recursos da empresa com relação às entregas.
b) os indicadores de qualidade: eles andam juntos com os indicadores de produtividade, pois ajudam a entender qualquer desvio ou não conformidade que ocorreu durante o processo produtivo. Um exemplo de indicador de qualidade pode ser considerado o nível de avarias, onde a quantidade de avarias ocorridas durante um período é comparado com o nível de aceitação estabelecido.
c) os indicadores de capacidade: eles medem a capacidade de resposta de um processo. Podemos citar como indicadores de capacidade a quantidade de produtos que uma máquina consegue embalar durante um determinado período de tempo.
d) indicadores estratégicos: eles auxiliam na orientação de como a empresa se encontra com relação aos objetivos que foram estabelecidos anteriormente. Eles indicam e fornecem um comparativo de como está o cenário atual da empresa com relação ao que deveria ser.

Independentemente de em qual categoria os indicadores se encontram, eles são igualmente importantes, pois são eles quem fornecem a visão que a empresa necessita para enxergar seus processos e conseguir uma base sólida para alinhá-los aos objetivos traçados.

Os principais indicadores de desempenho nas empresas de sucesso

Então, quais indicadores de desempenho podem ser utilizados para acompanhar a performance da empresa e o que pode ser feito para que os resultados sejam melhorados?

Indicador de lucratividade

Grande parte dos empreendedores se preocupa em acompanhar o faturamento da empresa e, não raro, se depara com situações onde os resultados foram positivos, mas o dinheiro não sobra. Parece estranho? Sim, mas não é.
O cálculo do percentual de lucro sobre o faturamento ajuda a entender melhor qual caminho o negócio tem seguido e quais ações podem ser tomadas para melhorar os resultados. Voltando à questão da falta de dinheiro, ela pode estar diretamente ligada aos custos que a empresa apresenta.
Se o seu faturamento foi positivo, mas o dinheiro não está disponível, é sinal de que seus custos andam elevados e você precisa tentar resolver esse impacto. Uma boa forma de analisar se a lucratividade do seu negócio está em bom estado é compará-la com a lucratividade média apresentada pelo seu setor no mercado.

Valor do ticket médio

Este indicador de desempenho permite entender como funciona a dinâmica de vendas e pode ser acompanhado de três formas: por venda, por cliente e por vendedor. Com esses três parâmetros, é possível identificar a performance do setor de forma mais ampla e identificar ações que podem maximizar os resultados ou pontos que necessitam de melhoria.
Por exemplo: se você consegue medir seu ticket médio por clientes, poderá saber quais deles compram mais e melhor e mudar a forma como se relaciona com esses clientes, oferecendo um atendimento diferenciado e negociações especiais.
Por outro lado, se você acompanha o ticket médio por vendedor, consegue identificar, por exemplo, quais se saem melhor. A partir daí, vale investigar os motivos e implementar soluções, como a de investir mais na capacitação dos vendedores ou de criar programas de incentivos.
O cálculo padrão de ticket médio se dá: faturamento em X meses / X / nº de clientes – dessa forma, têm-se o ticket médio mensal da empresa.

Nível de serviço de entregas

Esse indicador da área de logística revela os dados de uma das operações mais complicadas e, ao mesmo tempo, mais observadas pelos clientes: a entrega dos produtos. Esse KPI é importante não só para entender como está o desempenho da sua operação de transporte, mas também se a sua cadeia de suprimentos funciona de forma eficiente.
Serve ainda como base para avaliar o desempenho dos seus fornecedores. Isso é importante para avaliar o grau de confiabilidade de cada um deles com relação a suas entregas e o cumprimento de prazos.

Taxa de sucesso em vendas

Esse indicador auxilia os empreendedores a entender qual é o índice de vitórias em cada negociação realizada pela empresa. Ela pode ser medida estabelecendo a relação entre a quantidade de vendas que foram efetivamente fechadas e a quantidade total de oportunidades que foram abertas em determinado período.
Além disso, se as taxas de sucesso forem medidas em cada etapa do processo de negociação, é possível identificar qual é o maior gargalo do seu funil de vendas, aquele que faz com que seus clientes desistam da proposta. Por exemplo: se os clientes desistem logo no início, o problema pode estar relacionado à abordagem dos vendedores. Em um momento mais avançado, pode ser consequência da oferta de facilidade de pagamento ou, mais adiante, da capacidade de entrega.

Índice de turnover

Avaliar o grau de rotatividade dos seus funcionários ajuda a entender as questões internas da empresa. Grandes taxas de turnover podem sinalizar problemas de liderança, de clima organizacional e de valorização dos colaboradores. Quando a empresa enfrenta problemas internos, possivelmente eles irão refletir no atendimento ao cliente.
O grau de turnover pode ser calculado com base no tempo médio de permanência de cada funcionário na empresa. A fórmula clássica é (nº de demissões + nº de admissões)/2, dividido pelo total de funcionários. Essa taxa de rotatividade acaba se tornando importante para que a organização entenda seus problemas e crie ações para solucioná-los e melhorar os resultados da empresa como um todo.

É muito comum encontrar empreendedores que, na ânsia de controlar suas operações, acabam criando uma grande quantidade de KPIs, que fornecem muitas informações que muitas vezes não são analisadas. Ou então, ainda, há aqueles que acabam dando tanto foco no que diz respeito à rotina — captação de clientes, negociação, vendas, entre outras atividades — que se esquecem de desenvolver análises que podem fornecer um diagnóstico preciso sobre a situação em que a empresa se encontra. Esses indicadores de desempenho só funcionam quando estão alinhados com suas estratégias e quando você está disposto a separar um respiro na rotina para acompanhá-los.

Você pode continuar aprendendo sobre indicadores de desempenho aqui no nosso BLOG, e se tiver alguma dúvida, não hesite em contatar o seu assessor executivo do DAEXE.

Este artigo pertence originalmente ao BLOG Endeavor e foi gentilmente cedido para os leitores do BLOG DAEXE.

Você tem certeza que está executando o planejamento estratégico?

Planejamento estratégico

Você consegue ver de que forma as ações que sua equipe está executando ou medindo estão ligadas ao planejamento estratégico da sua empresa? Para muitos gestores a resposta é NÃO e isto produz uma frustração muito grande. Infelizmente, boa parte dos planejamentos estratégicos elaborados pelas empresas não mostram como a estratégia pode ser executada no dia a dia, da diretoria e gerência ao nível mais operacional, limitando-se geralmente à descrição do MVV (Missão Visão e Valores) e da matriz SWOT (pontos fortes, pontos fracos, desafios e oportunidades).

 

O Balanced Scorecard é uma metodologia de gestão estratégica criada justamente para auxiliar às empresas neste caminho de materialização da estratégia. Ele permite desdobrar o MVV em objetivos estratégicos que contemplam cada perspectiva da empresa: finanças, clientes, processos e aprendizado/inovação. Estes objetivos, por sua vez, são desdobrados em metas crucialmente importantes e atribuições para cada membro da equipe. Desta forma, a metodologia consegue conduzir a estratégia até o nível operacional, engajando a empresa como um todo.

A metodologia é eficiente, mas seu desenvolvimento e gestão exigem estudo e conhecimento de como fazer. Quando o percurso entre descrição da estratégia e execução via Balanced Scorecard é feito de forma errada, a liderança se vê diante do mesmo problema de quando não tinha o BSC: não consegue perceber qual a ligação entre o que a equipe está fazendo e o planejamento estratégico que foi definido. Isso acontece, segundo a consultora especialista em estratégia Gail Perry (do Instituto Balanced Scorecard) por um problema que ela chama de ligações quebradas.

O que são ligações quebradas?

Como falávamos anteriormente, existe um fio condutor que deve ligar a descrição mais filosófica da estratégia ao seu nível mais palpável, que são as atividades realizadas pelos colaboradores no dia a dia. A ligação se quebra quando não é possível entender de que forma a tarefa do dia a dia está ligada à estratégia.

Por quais motivos as ligações são quebradas?

Segundo Gail Perry, uma das principais causas para ligações quebradas é a situação em que uma equipe cria o plano estratégico da organização (diretoria ou uma equipe executiva) e, em seguida, uma equipe diferente (equipe de gerenciamento ou força-tarefa) é direcionada a “converter” o plano estratégico em um Balanced Scorecard. Essa abordagem fragmentada para a construção do BSC possui 3 grandes falhas, que explicamos a seguir.

Falha 1: Incompatibilidade

Se o grupo que fez a estratégia não o fez pensando em como ela se desdobraria em uma Balanced Scorecard, provavelmente sua descrição terá um problema de incompatibilidade. As estruturas tradicionais de planejamento estratégico raramente contêm vínculos claros e propositivos que vislumbrem o caminho feito partindo-se da visão de alto nível, missão e posicionamento competitivo até as áreas de foco (temas estratégicos) e objetivos estratégicos (que são os elos críticos utilizados pelo Balanced Scorecard para conectar estratégia com execução).

Falha 2: Incompletude

A estratégia formulada por uma equipe desconectada da construção do BSC geralmente é incompleta. Muito provavelmente eles não consideraram nesta formulação as quatro dimensões interdependentes do BSC – as 4 perspectivas do BSC, que são finanças, clientes, processos e aprendizado/inovação – que deveriam direcionar a descrição dos objetivos e resultados estratégicos. E sem isso, dificilmente será possível que a estratégia seja executável.

Falha 3: Intraduzibilidade

Neste caso a equipe que ficou responsável por desenvolver o Balanced Scorecard fica batendo cabeça, tentando forçar uma tradução impossível do planejamento estratégico formulado pela outra equipe. Esta abordagem pode levar a suposições errôneas sobre estratégia. Pior ainda, a equipe pode simplesmente abandonar o esforço para interpretar a estratégia e, em vez disso, recair sobre óbvios objetivos operacionais necessários para garantir que a organização funcione exatamente como sempre foi. Nestes casos de intraduzibilidade, os objetivos operacionais resultantes podem ou não estar alinhados com o FUTURO desejado pela organização (direção estratégica desejada ou mudança no posicionamento competitivo). Em outras palavras, a intraduzibilidade acaba gerando a construção de um scorecard que simplesmente se limita a medir a execução operacional tradicional da empresa, desviando-se do foco original que é a estratégia.

Depois de lhe apresentar esses problemas, pergunto novamente: você está mesmo executando a estratégia ou está se enganando dentro de uma dessas falhas?

Se você percebe que na sua empresa essas ligações estão quebradas, entre em contato com seu assessor executivo do Daexe. Faremos uma avaliação sobre seu atual planejamento estratégico, comparando-o com as melhores práticas e um diagnóstico de lacunas será entregue para mostrar onde as ligações estão quebradas e o que precisa ser feito para repará-las.

Até a próxima leitura!
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista
(CEO – DAEXE)

*Este conteúdo foi inspirado no artigo do Instituto Balanced Scorecard “Broken Linkages: Are you SURE you are Executing Strategy?”.

Você sabe a diferença entre métricas e indicadores?

Pode parecer um assunto difícil à primeira vista, mas não há grandes mistérios na hora de definir e entender o que são métricas e indicadores. Ambos são termos muito utilizados que servem como base para quantificar resultados e conduzir a avaliação das análises da organização. Ou seja, as métricas e os indicadores são uma forma de medir a performance da sua empresa. Mas você sabe qual a diferença entre eles? A primeira diferença entre métricas e indicadores está no conceito. Veja:

Métricas

As métricas são dados brutos, que podem ser representados por números precisos ou não. Elas estão ligadas ao nível tático e operacional da empresa, revelando o desempenho de processos. São sistemas de medida que avaliam tendências, comportamentos ou variáveis do negócio. As métricas ajudam na tomada de decisão, detectam oportunidades, mantêm o foco produtivo, identificam pontos fortes e fracos, definem necessidades de investimentos, apontam falhas operacionais e até diminuem o grau de incerteza quanto ao futuro.

Em resumo, as métricas são a base para identificar os indicadores e o passo seguinte a ser dado após a definição das metas.

Leia também: 5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores

Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa. São informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades.

As métricas estão ligadas às atividades e os indicadores abrangem os processos e as atividades. Os indicadores dependem de um conjunto de métricas específicas. Veja abaixo alguns exemplos dentro de quatro perspectivas: financeira, cliente, processos internos e pessoas.

FINANCEIRA

Exemplo de métrica: Faturamento; Despesas.
Exemplo de indicador: Lucro = Faturamento – Despesas.

CLIENTE
Métrica: Quantidade de clientes atendidos; Número de visitantes no site.
Indicador: NPS ou Índice de Satisfação dos clientes.

PROCESSOS INTERNOS
Métrica: Tempo de conclusão do procedimento ou tempo de entrega.
Indicador: Índice de conformidade ou Índice de eficiência de produção.

PESSOAS
Métrica: Quantidade de treinamento.
Indicador: Clima Organizacional.

Leia também: 3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Estudiosos investigaram o desempenho de 84 empresas no período entre 1984 e 1997 que adotaram um sistema de mensuração de desempenho.

O estudo concluiu que essas empresas aumentaram significativamente seu lucro residual ajustado e que a melhora persistiu durante cinco anos após o período de estudo.

Tanto indicadores como métricas devem fornecer aos executivos informações significativas para tomar melhores decisões, que impactam na meta ou nos objetivos do planejamento estratégico da empresa. De nada vale colocar em prática seu planejamento para consolidação das metas se não houver maneiras de avaliar o seu desempenho e ajustar as ações através do uso de métricas e indicadores. Fale conosco e saiba como aplicar na sua empresa e obter o sucesso que procura!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista.

Qual a diferença entre PLR e Bônus?

Atrair e reter talentos é um dos grandes desafios das empresas. Profissionais qualificados têm maior oferta de oportunidades de trabalho e acabam saindo de uma empresa para outra por motivos diversos, entre eles os incentivos financeiros. No caso dos executivos, a PLR – participação nos lucros e resultados é fator determinante para aceitar um cargo. De acordo com a Consultoria Michael Page, mais de 60% deles espera esse tipo de remuneração variável. Além da PLR, os bônus por metas atingidas também fazem os olhos de gerentes e diretores brilharem, sem contar no entusiasmo que geram nos funcionários, cujos salários são menores e gratificações como essas fazem uma grande diferença no orçamento. Mas afinal, qual é a diferença entre PRL e bônus? Você pode aplicar os dois na sua empresa?

PRL

A famosa participação nos lucros é uma das formas mais utilizadas para motivar funcionários e também demonstrar preocupação social, compartilhando parte dos lucros com quem faz as coisas acontecerem na empresa. Para implementar a PLR na sua empresa é preciso criar uma comissão de funcionários e realizar uma negociação, juntamente ao sindicato da categoria. Firmados os valores a serem distribuídos, essa negociação é registrada na Convenção Coletiva de Trabalho, dando garantias aos trabalhadores do recebimento dos valores correspondentes. Ao contrário do que muitos pensam, nem todos os funcionários recebem a PLR. Ela está atrelada ao atingimento de metas individuais e coletivas, portanto, se o funcionário não atinge suas metas, não tem direito ao benefício. É claro que a empresa precisa ter um bom sistema de avaliação de desempenho para justificar o não pagamento da PLR a determinado funcionário, por esse motivo, a maioria opta por distribuir os valores para todos, sem exceção.

Bônus

Da mesma forma que a PLR, o bônus é pago com base no alcance de metas. Contudo, é destinado a cargos gerenciais e executivos, como uma gratificação pela boa gestão e os resultados trazidos para a empresa. Essa modalidade de remuneração variável é arbitrada pela própria empresa, ou seja, não há necessidade de negociação com funcionários e sindicato. Além disso, pode ser paga quando a empresa bem quiser, portanto, não há exigência de datas ou prazos. Quando o pagamento de bônus se torna habitual, a cada trimestre, por exemplo, pode ser visto como parte integrante do salário dos executivos. Isso é prejudicial à empresa no momento em que um gerente ou executivo é dispensado ou se desliga voluntariamente da empresa, pois essa habitualidade é incorporada ao salário e as verbas rescisórias devem ser calculadas sobre o valor total dos recebimentos. Outra questão negativa no pagamento de bônus a qualquer funcionário é a incidência de Imposto de Renda, que respeita a tabela vigente da Receita Federal. Quando se trata de PLR, os valores são diferenciados e quem recebe até 6 mil reais é isento.

Qual escolher para sua empresa, PLR ou Bônus?

A escolha do modelo de remuneração variável depende dos objetivos e possibilidades financeiras da sua empresa. Se você tem um pequeno negócio, com poucos funcionários, talvez seja o caso de pagar bônus, já que é uma gratificação esporádica e que não exige negociação no sindicato. Por outro lado, se o faturamento da sua empresa é alto e você possui uma grande quantidade de funcionários que precisam de incentivo, o PLR pode ser a melhor solução. Você paga apenas uma vez ao ano – podendo ser dividido em duas parcelas – e todos são agraciados pelo esforço que tiveram. Nada impede que uma pequena empresa também implemente a PLR, apenas é um trabalho mais custoso e gera obrigatoriedade do pagamento todos os anos, o que nem sempre é viável. Se você preferir, pode implementar os dois modelos e com isso atrair e reter ainda mais talentos para o seu negócio, já que boa parcela das empresas não possui nenhum tipo de incentivo como esses.

E então, conseguiu identificar qual dos dois modelos é mais adequado para sua empresa? Se ainda ficou com dúvida, entre em contato com seu assessor executivo do Daexe.

As 4 funções Crucialmente Importantes do DEPARTAMENTO DE ASSESSORIA EXECUTIVA

Já falamos aqui sobre a importância de se ter um Departamento de Assessoria Executiva (DAEXE) em uma organização. Ter uma área que se dedique a cuidar do planejamento e garantir o cumprimento de metas é um avanço enorme para qualquer negócio. Mas, quais são as atividades desse setor? O que é de responsabilidade do departamento de assessoria executiva? Basicamente, o departamento de assessoria executiva deve cuidar da Execução do Planejamento Estratégico com os processos do BSC – Balanced Scorecard. Veja a seguir:

1. Gestão do BSC

A função mais natural e primária do DAEXE é cuidar do Balanced Scorecard. E isso implica em diversas outras responsabilidades. Como por exemplo, facilitar e conduzir a reunião, mensal, trimestral, semestral ou anual de revisão da estratégia, traduzindo a estratégia atualizada em mapas e objetivos estratégicos.

Ainda que não haja mudanças significativas na estratégia, no momento da revisão, o DAEXE precisa liderar na reunião a discussão sobre os KPIs – (Key Performance Indicators) e suas medidas. Assim que os objetivos e os indicadores são aprovados para o ano seguinte. É função do DAEXE orientar os executivos da Alta Administração a determinar metas e identificar iniciativas estratégicas que serão necessárias para o alcance das metas.

Além disso, durante o ano, o DAEXE deve propor cursos e treinamentos na empresa sobre o modelo de gestão BSC. Sendo reconhecido como o centro de conhecimento da metodologia. E servindo tanto para orientações, treinamentos e cursos, eventos e principalmente, para ajudar os líderes locais com as ferramentas que suportam a metodologia.

Um ponto importante é que o DAEXE não precisa assumir a função de cobrar os resultados de cada área. Durante o processo de definição de metas e indicadores de cada setor. Já se determina também quem será o responsável por produzir os relatórios da área e prestar contas.

O que o DAEXE pode fazer é supervisionar o processo de coleta dos dados e apresentação dos mesmos. A fim de orientar e garantir a validade da informação que está sendo compartilhada. Outra questão é que normalmente é o DAEXE quem escolhe o sistema de gestão estratégica a ser usado na empresa. Que pode variar desde planilhas de Excel e apresentações, até softwares robustos que automatizam toda a execução da estratégia. Portanto, o DAEXE deve garantir o treinamento e a usabilidade do sistema escolhido para que funcione corretamente e garanta a validade dos dados.

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2. Alinhamento Organizacional

O Departamento de assessoria executiva é responsável por garantir o alinhamento da empresa toda com a estratégia do negócio provocando uma sinergia interna. O alinhamento traz foco e coordenação entre as atividades e projetos da empresa e por isso é tão importante.

É função do DAEXE desenvolver e desdobrar o BSC nos diferentes níveis hierárquicos da empresa, desde a Alta Gestão até o “chão de fábrica”. Além disso, o DAEXE precisa fazer o link entre fornecedores, clientes, parceiros, joint ventures. O corpo diretivo e acionistas para que todos estejam alinhados à estratégia da organização.

3. Revisões da Estratégia

As reuniões mensais de gestão são fundamentais no processo de controle e execução do BSC. São elas que proporcionam a oportunidade de revisar a estratégia e fazer os ajustes necessários. Nesse momento, os aprendizados são compartilhados e documentados e novas ações são propostas.

Além de conduzir a reunião, o DAEXE deve orientar o CEO antes do evento sobre os desafios atuais identificados no BSC. É esse briefing que vai determinar a agenda da reunião, priorizando sempre a revisão da estratégia em detrimento das questões financeiras de curto prazo e ações para “apagar incêndio”. Estes que insistem em aparecer nessas ocasiões. O DAEXE deve conduzir a discussão para a confecção de planos de ação e monitoramento para garantir que os projetos vão sair do papel.

Assim como a Alta Direção ocupa um papel importante no processo de revisão e direcionamento da estratégia, o DAEXE pode ajudar na preparação das reuniões de diretoria.

4. Planejamento estratégico

A formulação da estratégia e a execução da mesma estão intimamente conectados em um processo cíclico. A função de planejar a estratégia do negócio requer do DAEXE uma análise competitiva interna e externa de grande profundidade. Além de construir cenários, organizar reuniões de planejamento e orientar líderes e gestores para atingirem o máximo de resultados.

É importante que a estratégia não seja uma questão tratada somente uma vez ao ano, e nesse ponto é que o DAEXE é fundamental. De nada adianta ter uma estratégia super bem formulada se ela não é comunicada para toda a empresa, testada, revisada e que reflita a realidade do negócio.

Os colaboradores precisam ter a liberdade de contactar o DAEXE para sugerir novas ações e soluções. E a Alta Direção precisa revisar a estratégia constantemente durante o ano, afinal. Nada mais é que uma hipótese de relação entre causa e efeito que leva em consideração as ações internas e o impacto esperado nos stakeholders. Essas hipóteses precisam ser validadas e constantemente editadas.

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5. Comunicar a estratégia

Para ter seus colaboradores realmente envolvidos no cumprimento dos objetivos globais da organização, eles precisam conhecer a estratégia do negócio e ter contato com ela. Nesse ponto, a comunicação é a ferramenta mais poderosa a ser usada.

Algumas empresas apostam em criar diversas mensagens e disseminá-las por meio de diferentes canais de mídia. Nesse caso, o DAEXE serve como coordenador das campanhas juntamente com a área de marketing e comunicação. Revisando a mensagem e a frequência do contato para garantir que a estratégia está sendo comunicada corretamente.

Caso a empresa opte por fazer uma comunicação mais simples, especialmente quando se está começando a implantar o BSC na companhia. O DAEXE pode assumir a comunicação da estratégia para todos os funcionários.

É também função do DAEXE implementar uma cultura de formação e treinamento para os colaboradores novos e criar um programa de reciclagem do conhecimento para os funcionários antigos.

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista

Consultoria, Assessoria, Coaching ou Mentoring

Qual contratar: Consultoria, Assessoria, Coaching ou Mentoring?

Consultoria, Assessoria, Coaching ou Mentoring

Você é empresário há anos? Ou está abrindo um negócio? A verdade é que todo empreendedor já pensou, em algum momento de sua trajetória, que a ajuda de um especialista lhe cairia muito bem. Mas as opções são variadas e cada vez surgem mais expressões para qualificar os serviços de um especialista em negócios.

Afinal, “qual serviço é adequado para o meu problema? Consultoria, Assessoria, Coaching ou Mentoring? ”. Bom, se essa pergunta não sai da sua cabeça, vamos tentar respondê-la de uma maneira simples e objetiva. Continue!

1) Consultoria Empresarial

Consultoria Empresarial é um serviço pontual, contratado quando há interesse da empresa em melhorar uma área estratégica ou implementar um novo produto. Geralmente o empresário buscará um consultor especialista no assunto que é de seu interesse. Por exemplo, se tem a intenção de investir em inovação, contratará um consultor especialista em tecnologia e inovação. O consultor fará um estudo e diagnóstico da área da empresa e entregará um documento com uma proposta de inovação. Seu serviço terá um valor único, orçado com base nas horas simuladas de dedicação à criação desta proposta. Caberá à própria empresa planejar a execução e implementar o projeto.

2) Assessoria Empresarial

 A assessoria empresarial é um serviço de magnitude maior que a consultoria. Além de ser capaz de analisar, diagnosticar e propor melhorias, o foco real do trabalho do assessor executivo é a implementação das melhorias propostas. Dessa forma, o profissional divide com a liderança as responsabilidades pelo sucesso das medidas que estão sendo implementadas, atuando ele mesmo junto às equipes para a execução das ações de melhoria. Geralmente a remuneração pelo serviço ocorre a partir de um valor fixo mensal e o assessor está em contato frequente com a empresa, participando das reuniões de diretoria e gerenciando as transformações.

3) E o serviço de Coaching, o que seria?

Coaching é uma forma de acompanhamento empresarial que ocorre num contexto produtivo e é orientado a resultados. O processo de coaching é essencialmente um diálogo que envolve o coachee (cliente) e o coach (treinador). Através das sessões de coaching, que podem ser semanais, quinzenais ou mensais, o coach apresenta tarefas definidas em parceria com seu cliente, para que este haja no sentido de alcançar as metas definidas, dentro do prazo determinado. O foco do coaching é o desenvolvimento de competências e habilidades para o alcance de resultados planejados.  O serviço é encerrado quando o cliente/equipe considera que desenvolveu as habilidades almejadas ou alcançou os resultados desejados.

 4) O que seria um serviço de Mentoring?

É um serviço de acompanhamento empresarial, focado no empresário, executado virtualmente, na maioria das vezes. O mentor é como um guru/padrinho mais experiente com o qual o empresário poderá dividir suas dores e angústias, além de desfrutar de seus conselhos e experiência no segmento. O propósito do serviço de mentoria é encurtar o caminho de aprendizado, sendo muito procurado por empreendedores que estão em fases mais iniciais do negócio ou por aqueles que estão entrando em uma nova fase da empresa e precisam de um olhar experiente que os ajude a tomar decisões mais arriscadas e estratégicas. É um serviço personalizado, sem prazos. Geralmente o empreendedor contrata um plano de horas e pode dispensar o serviço quando achar oportuno.

5) Consultoria, Assessoria, Coaching ou Mentoring? Qual a diferença?

 A diferença entre Assessoria e Consultoria, em síntese, é que o assessor, diferentemente do consultor empresarial, deverá realizar uma imersão muito mais profunda na empresa. E trabalhará junto na implementação de suas proposições. Seu trabalho tem uma dimensão operacional. Ele deverá arregaçar as mangas e alcançar os resultados junto com a empresa.

Consultoria, Mentoring e Coaching, por outro lado, são serviços mais aproximados de um aconselhamento. O consultor prestará seu aconselhamento a partir de instrumentos: diagnósticos e outras metodologias que geram documentos nos quais a empresa deverá pautar sua atuação. O mentor, como falamos, atuará como um “padrinho experiente” do empresário. Compartilhando conselhos e experiências de uma forma mais espontânea, a depender do que o empreendedor demandar dele a cada consulta. Já o coach atuará como uma espécie de “personal trainer” voltado aos negócios. Ajudará o cliente a definir objetivos, identificar habilidades que precisam ser desenvolvidas e trabalhará a motivação da equipe para alcançar esses objetivos.

6) Como resumir em poucas palavras, os quatro serviços?

Para facilitar seu entendimento, criamos um quadro resumo!

7) Afinal, quando contratar cada um?

1 – ASSESSORIA: quando quiser implementar melhorias na sua empresa com a ajuda de um especialista.

2 – CONSULTORIA: quando quiser a ajuda de um especialista para diagnosticar um problema e propor soluções específicas para ele.

3 – COACHING: quando quiser a ajuda de um profissional para motivar-se, desenvolver habilidades e definir/alcançar metas.

4 – MENTORING: quando quiser contar com o aconselhamento de um especialista no seu segmento que possa tirar suas dúvidas e compartilhar experiências.

E então, já sabe qual serviço tem mais conexão com sua necessidade ou necessidade da sua empresa? O Daexe possui especialistas qualificados nesses serviços. Se estiver em dúvida, entre em contato com seu assessor executivo do Daexe e te diremos qual a melhor opção para o momento atual da sua empresa!

Até a próxima leitura.

Um abraço,

Dekker Jordão Baptista