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eBook Repensando o Planejamento Estratégico

Jogo rápido: 3 erros que te impedem de vender mais

Podem existir diversos erros em uma empresa, alguns deles muito perigosos. Mas nenhum causa maior desestabilização que não conseguir vender os seus produtos ou serviços. Existem três erros simples, que muitas vezes ocorrem de forma sutil ou maquiada em uma empresa que precisam ser combatidos a todo custo pela saúde dos negócios.

O combate aos erros banais é missão básica de qualquer negócio e muitas vezes eles se manifestam pela preguiça e desatenção sistêmica de uma empresa causada por falta de avaliação, desconhecimento ou baixa capacitação de gestores.

E ocorre em empresas de qualquer idade, tamanho e segmento, independente se a solução ofertada ao público é um produto ou um serviço. Por isso conhecer, entender as minúcias e combatê-los é fundamental.

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1. Não conhecer a persona

A figura da persona ficou muito famosa nos últimos anos o que é muito importante. Mas possui uma persona não significa que ela é efetivamente o seu cliente ideal. Existem muitos casos de personas criadas de forma equivocada.

Para ser mais específico, uma pesquisa mal feita, ou a utilização de dados coletados de amostras incertas podem gerar diversos erros na sua persona. É preciso sempre validá-la com o perfil dos clientes atuais e o perfil médio de todos os clientes.

Se você esquecer o seu produto ou a concorrência no processo, você pode encontrar pequenos erros nas suas estratégias de marketing e vendas. Portanto avalie isso também.

Ao ter clareza de quem é sua persona, você precisa saber onde conquistá-la e descobrir o quão familiarizada com o seu produto ela está e começar a decidir qual será a estratégia do follow up.

Ligar uma vez, duas, três, quatro, 20 vezes que seja é muito cansativo para o vendedor e pouco motivador. Mas é preciso definir uma métrica e como se dará esse contato com o lead perdido.

Ter uma frequência alta gera desgaste na relação. Mas uma frequência muito distante é ruim, pode gerar um esquecimento do lead. Então é preciso dosar com cuidado e não ter receio de deixar os que não tem o perfil de persona de lado.

E sempre fazer pesquisas sobre os leads, a famosa busca social. Obter as informações pertinentes para vender e aumentar a efetividade do contato.

 

2. Não entender o processo de compra do lead

Você pode até não saber, mas existe uma jornada de compra na sua empresa, mesmo que espontânea. Usualmente ele começa na atração (ou o tráfego) e segue um percurso até chegar nas mãos do setor de vendas e finalmente: no pós-venda.

Ignorar esse processo é prejudicial para a eficiência do seu processo de vendas. E entre uma coisa e outra o seu marketing precisa alimentar esse lead com informações pertinentes que o auxiliem a entender o problema, perceber soluções e te reconhecer como a autoridade capaz de solucionar seus problemas.

Existem dois tipos de qualificação que usamos na Daexe, a primeira é a qualificação por perfil. Analisamos se o Lead tem o perfil da nossa persona, os seus problemas que ele relata, condições financeiras de realizar a contratação e estrutura para atendê-lo.

Atendendo isso, partimos para a próxima etapa: vender. Mas não atendendo, seguimos para a qualificação por maturação.

Nutrir um lead para que ele entenda a importância é realmente difícil, muitas vezes disputamos atenção com uma infinidade de propagandas de diversos tipos, as redes sociais das pessoas e várias outras coisas que enchem os smartphones de notificações.

Mas rende resultados positivos. Muitas pessoas reconhecem o diferencial dos produtos e o quanto ele pode ser positivo e isso se converte em vendas.

Conhecer o processo de compra do Lead e tratar o processo com inteligência e analítica auxilia os departamentos de vendas e marketing a personalizarem suas estratégias.

A personalização é fundamental, afinal, a automação pura e simples torna o seu processo de vendas e marketing robótico. E isso só convence pessoas extremamente necessitadas a comprarem seu produto ou serviço usualmente por preços muito baixos.

Vender não exige apenas um produto, um preço e uma pessoa interessada. Também é preciso coragem e emoção.

 

3. Agregar valor

 

Primeiramente é preciso conhecer seu produto ou serviço, e o potencial transformador ou agregador para o lead para vender melhor. Ao ter convicção sobre o potencial do seu produto, você aprende a deixar de lado a posição de poder.

Você não está oferecendo ao lead um favor, você está oferecendo uma oportunidade. Por isso é importante amplo conhecimento da solução e da experiência do cliente para obter percepções de valores subjetivos que interessam sua persona e agregam valor ao produto.

E quanto quanto mais rica a solução, maior é a capacidade de neutralizar o hábito brasileiro de pedir desconto. Não é incomum encontrar pessoas rejeitam qualquer proposta, mas quando oferta 5% de desconto… Fecha sorrindo.

Em princípio é difícil lidar com essas pessoas, eles querem uma exclusividade na oferta. Como se fossem especiais. Mas quando o produto é muito bom e inigualável as coisas mudam de figura, ele vai correr para onde mesmo para ter a mesma qualidade?

 

Balanced Scorecard

investimento - economia - poupança

7 Investimentos empresariais que se pagam sozinhos

Bons investimentos se pagam sozinhos, seja retornando dinheiro ao caixa ou melhorando a operação e fazendo reduzir os custos. De forma direta ou indireta, assessoria executiva, educação, ferramentas, consultorias e outras ferramentas podem fazer uma diferença positiva no seu caixa.

Investimento é tudo aquilo que traz retorno financeiro direto, indireto ou de otimização de recursos (como tempo e matéria prima) que possui valor maior do que o que foi pago para conseguir alcançá-lo.

 

Foto: 3D Animation Production Company/Pixabay

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Ou seja, se você paga 10 reais em um acessório e ele te dá retorno de 5 reais, não foi um investimento. Mas se você paga 100 mil reais em uma solução e ela te dá retorno de 200 mil, esse recurso se pagou e garantiu resultado, então é um investimento.

Para ajudar a Daexe preparou algumas 6 dicas de investimentos para ajudar seu negócio a crescer ainda mais e superar crises.

 

1. Contratação de uma Assessoria Executiva

Contratar uma empresa especialista para implementar soluções é um investimento. Elas, como a Daexe, vão auxiliar com metodologias específicas e eficazes para melhorar a rotina do trabalho e os resultados da sua empresa.

Ao se contratar uma assessoria técnica você conta com especialistas muito qualificados para se tornarem um braço da sua empresa no alcance de resultados. Diminuindo a energia gasta naquele setor e aumentando o conhecimento técnico e operacional dos seus colaboradores.

Na Daexe por exemplo, oferecemos assessoria técnica e qualificada para organizar sua empresa em duas etapas: avaliando e planejando o seu negócio e em seguido implementando as ações.

Esse investimento se paga de diversas formas, mas o mais comum é com a redução de custos que a assessoria implementa ao cortar gastos desnecessários e otimizando os recursos.

Muitas vezes atuar no meio do processo operacional resulta em melhores desempenho nas entregas das empresas, aumento de vendas e revendas gerando um aumento de receita.

 

2. Investimento em divulgação e vendas

Seu produto ou serviço pode ser inovador e muito melhor que o da concorrência. Mas se o seu público alvo não conhece o seu produto, não adianta nada. Porque se você não vende, ele não tem rentabilidade.

Então é muito importante investir em divulgação, seja com estratégias de marketing, manutenção de um time focado em aumentar a presença da marca e os consumidores ou contratando agências especializadas para dar conta do serviço.

A estratégia utilizada dependerá do porte, objetivos e interesse de médio e longo prazo da empresa. Caso não exista uma estratégia bem definida ou objetivo claro, investir em marketing pode não gerar os resultados esperados.

 

3. Investimento em ferramentas de gestão e produtividade

Existem várias ferramentas disponíveis no mercado para te ajudar a alcançar grandes resultados em diversos setores da sua empresa e podem aumentar a capacidade da gestão e a qualidade dos resultados.

Sua empresa não deve os melhores softwares para cada setor, a menos que seja necessário. Ela deve ter os que são pertinentes e representam agilidade, segurança e maior eficiência para sua equipe.

Por exemplo, existem softwares de gestão financeira que podem otimizar os pagamentos, demonstrar o fluxo de caixa, fazer o controlar as contas bancárias e gerar relatórios bancários com muita agilidade. O que pouparia muito tempo da sua equipe ajustando planilhas.

Para entender o potencial de ferramentas como essa, conheça os benefícios de uma das ferramentas que a Daexe recomenda.

 

4. Educação

Educação é um grande investimento para qualquer pessoa em qualquer estágio da vida. Ela pode garantir acesso a oportunidades cada vez melhores. Mas tudo isso porque ela proporciona acesso a conhecimento e técnicas importantes que muitas empresas precisam.

Então, por quê não investir nisso? Ela pode criar um cenário onde os especialistas já não estão apenas fora da empresa, mas também na sua folha de pagamento.

Esse tipo de investimento garante a motivação e retenção dos colaboradores, aumentando o valor de mercado da empresa.

 

5. Tecnologia e Inovação

Investir em tecnologia e inovação no setor não é caro. É evidente que demanda custos, mas existem formas de diluir isso ao longo dos anos ou participar junto a outras empresas e instituições de esforços coletivos.

Mas investir é fundamental para o avanço da empresa e sua manutenção no mercado. E se você deixar de lado este tipo de investimento a performance da sua empresa pode ficar prejudicada no futuro.

 

6. Consultoria

É preciso ter cautela com a motivação de uma consultoria, ou pode ocorrer muita frustração. Mas tendo um bom projeto, objetivos claros e necessidades bem definidas é possível obter grandes resultados dessa modalidade de investimento.

Diferente de serviços de assessoria, como o que a Daexe oferece, a consultoria não implementa ações. Ela realiza diagnósticos, estudos, planejamentos, planos de trabalho e ação e entrega para o contratante.

Fica a critério da empresa criar as condições para a implementação e a responsabilidade pelos resultados e qualidade da ação é única e exclusiva do contratante. A consultoria não executa.

 

7. Mentoria

E se você pudesse contar com pessoas experientes te auxiliando pessoalmente para atingir resultados? Esse é um investimento complexo, mas que tem dado bons resultados.

Empreender não é fácil e muitas vezes o caminho é longo, difícil e cheio de distrações que tornam as decisões mais difíceis ainda. Ter um mentor é um investimento que pode acelerar empresas a atingirem resultados.

Mas acima de tudo, ela pode qualificar gestores dando a eles uma visão mais experiente e externa da própria empresa. Isso usualmente costuma promover grandes mudanças na vida dos envolvidos.

 

Planejamento Estratégico

Plano de Marketing Digital Porque é Importante e como Elaborar

Já não é novidade que o planejamento é algo extremamente importante para o âmbito dos negócios. Além de ajudar a organizar, definir objetivos e metas, também contribui para evitar e minimizar riscos na execução de um projeto.

Desse modo, nas ações de marketing digital não seria diferente. Por isso, este artigo irá explicar a importância de um plano de marketing digital e a sua execução.

O que é um Plano de Marketing Digital?

Antes de tudo sabes o que é exatamente um plano de marketing digital?

Então, ele é um desdobramento do planejamento estratégico da empresa composto por objetivos, metas e ações. Voltadas para comunicação entre a empresa e o seu público alvo nos meios online. Esse planejamento pode ser de curto, médio ou a longo prazo.

Sendo mais específicos o marketing digital serve para:

  • Elevar a consciência da marca e sua autoridade junto ao mercado.
  • Atrair novos clientes, fidelizar os atuais e recuperar os antigos.
  • Aumentar as vendas, o faturamento e a lucratividade do negócio.
  • Divulgar ou apresentar produtos e serviços novos.

Leia Também: 4 estratégias de marketing atuais que sua empresa deve fazer

Quem deve Utilizar do Marketing Digital? E como Fazer?

O marketing digital é uma atividade crucialmente importante para qualquer empresa, certamente já ouviste falar que propaganda é a alma do negócio, certo. Por esse motivo recomendamos que todas as empresas devem separar uma verba mensal para investir no marketing digital.  Tendo consciência que no marketing não existe fórmula de bolo, mas sim ingredientes.

Contudo, às vezes poderá ter a sensação que estas jogando dinheiro fora, porque os resultados normalmente demoram aparecer. É aí que está o segredo do marketing digital, a persistência, consistência e paciência.

Sendo que no ambiente digital não há necessidade de investir enormes quantias, além de poder mensurar de forma fácil e exata o resultado do investimento. Dependendo de o resultado diminuir, mudar de estratégia ou aumentar o investimento.

Assim também, com a inovação tecnológica que vem acontecendo, o ambiente online apresenta maior potencial para os estrategistas de marketing digital.  A criação e execução de um plano de marketing digital é o ideal para se tornar uma referência no seu setor.

São diversos canais que podem ser utilizados como por exemplo, redes socias, blog, site, email marketing, links patrocinados, youtube, chats, entre outros. Em uma estratégia você pode utilizar vários canais, pois cada um irá agregar nas ações de diferentes formas. Podendo até mesmo transmitir a mesma mensagem em canais diferentes para impactar diversos públicos.

Vantagens de um plano de marketing digital

  • Ajuda a escolher os melhores meios de comunicação para cada público.
  • Possibilita promover ações mais eficazes, com melhores resultados e menores custos.
  • Permite tomar decisões antecipadas.
  • Gera resultados a curto, médio ou longo prazo.
  • Torna mais fácil definir  as métricas para análise dos resultados.
  • Melhora a compreensão do share do mercado da empresa.

Veja Também: Entenda o que é e como funciona a estratégia Account – Based Marketing

Passo a Passo para Criação do Plano                        

Para que entenda melhor como fazer um plano de marketing digital, acompanhe este passo a passo. Ele é ideal para implementação do plano na sua empresa.

 1 – Defina e conheça seu público alvo

Primeiramente, é importantíssimo conhecer muito bem seu público alvo, já que a comunicação será destinada para eles. Logo deve-se estudar e pesquisar quem é o seu público, onde ele está, seus desejos, necessidades, influências, motivações, dentre outros. Procure por todas as informações possíveis, porque o plano precisa ter o enfoque certo, para que possa atingir o seu público ideal.

2 – Análise Swot 

Faça uma análise dos ambientes externos e internos da empresa. Verifique quais são suas forças e fraquezas, as suas oportunidades e as ameaças. Trata-se de fazer uma auditoria abrangente que ajuda a identificar os fatores que estão afetando o desempenho da empresa.

3 – Defina objetivos e Métricas

Estabeleça objetivos claros que consiga alcançar. Lembre-se que o objetivo deve ser pautado para trazer melhorias. O que você quer na sua empresa ? O que os clientes procuram ? Faça algumas perguntas e entenda o que precisa ser respondido nesse plano.

As métricas irão avaliar como cada ação está sendo realizada e se está alcançando ou não os objetivos definidos.

4 – Defina os canais 

Com a vasta opções de divulgação, defina qual melhor se encaixa na sua estratégia. Se precisar usar vários como já foi falado não tem problema. Mas não jogue as ações lá e deixe, faça o monitoramento de todas as campanhas realizadas.

 5 – Elabore um cronograma de ações 

O cronograma irá ajudar para que as ações sejam realizadas dentro de um prazo estabelecido e que nenhuma possa se perder. Dessa forma, mantém a organização analisando também o que deve ser feito primeiro, quais são as tarefas mais importantes, etc.

6 – Orçamento 

Faça o orçamento, veja no que, como e para que o dinheiro será investido. Entenda o que está te dando retorno e também o que não está.

7 – Monitoramento 

Faça a monitoração de todas as ações que estão no plano e que devem ser executadas. Acompanhando o antes, o durante e o depois.

Cases de sucesso

Viva Oftalmologia

A Viva Oftalmologia é uma clínica com uma estrutura montada para atender a necessidade de pacientes que buscam o cuidado com a saúde visual e também com a saúde ocular.

Precisando investir para divulgar a clínica, fez uma análise minuciosa de tudo o que poderia ser feito. Como o principal objetivo era divulgar uma técnica específica, tudo foi colocado na ponta do lápis para garantir o melhor ROI para o cliente.
Sendo assim, o resultado foi:

  • 328% de aumento nos visitantes do site;
  • Primeira posição no Google com a palavra-chave da técnica;
  • +55% de vendas no período pelo canal orgânico.
Dove: Retratos da Real Beleza

A campanha global da Unilever para a Dove mostra várias mulheres sendo retratadas por um desenhista forense, baseado nas descrições das próprias mulheres e de outras pessoas.

A campanha está entre as maiores audiências entre vídeos publicitários da história do YouTube. E, segundo o publicitário Paulo Castro, o segredo está na característica de enaltecer a beleza real, o que é emocional, e o direcionamento das campanhas para as redes sociais. Afinal, não dá para fazer uma peça de três, quatro minutos, para a TV.

Gostou do artigo ? Comente suas experiências, e se ainda não fez um plano de marketing digital da sua empresa, tente fazer, conte com a Daexe para realização do seu plano.

Como o Neuromarketing Pode Ajudar nas Vendas

Primeiramente, você conhece ou já ouviu do Neuromarketing?

Pois bem! O neuromarketing é um recente estudo da neurociência e do marketing relativo ao comportamento do consumidor. Um dos principais objetos do estudo é a resposta que o cérebro dá quanto a publicidade, o branding das marcas, e ainda sobre a preferência de estar comprando ou não comprando determinados produtos.

Como surgiu o neuromarketing?

Ele surgiu mais ou menos no final da década de 90 por meio de estudos acadêmicos de um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos. Entretanto, o termo só foi introduzido definitivamente em 2002.

O médico e pesquisador Gerald Zaltman foi quem teve a ideia de usar aparelhos de ressonância magnética para o marketing, ao invés de usar apenas para estudos médicos.

Porém, quem criou este termo “neuromarketing” foi Ale Smidt, professor de marketing de uma universidade da cidade de Roterdã na Holanda.

Leia também: Branding a Gestão das Marcas Veja Como Fazer

Mas, afinal para que exatamente serve o neuromarketing?

Antes de mais nada, para esclarecimento o neuromarketing não mais uma estratégia de marketing, e sim estudo do comportamento do consumidor por meio das informações entendidas pelo cérebro.

O que ele faz é extrair dados que venham falar das preferências do consumidor e a relação no processo de compras.

Tem sido cada vez mais importante para o ramo publicitário, isso porque permite identificar diversas reações, principalmente quanto a padrões de cores e sons. Pequenos detalhes, que podem trazer boas ideias as marcas que podem estar melhorando as experiências dos seus consumidores.

Ou seja, as pesquisas são realizadas como forma de avaliação, mas que pode contribuir para entender melhor o consumidor, cliente final, e partir disso, incluir ou criar alguma estratégia.

Principais Técnicas do Neuromarketing

Utilizar mais imagens que texto – Pois conteúdo visual é mais fácil e rápido de compreensão do que apenas palavras escritas.

Aplicação da psicologia das cores – Porque elas são capazes de transmitir emoções, intensificar ou amenizar sentimentos, além de possuir uma simbologia importante.

Posicionamento das imagens – Estudos mostram que o direcionamento do rosto tem papel fundamental na percepção dos consumidores.

Criar gatilhos mentais (Escassez, urgência, novidade e/ou prova social) – São ações que o cérebro toma automaticamente, por isso possibilita o incentivo de compra.

Estimular os sentidos – Isso pode melhorar a experiência, além de impactar.

Ancoragem dos preços – Isca para convencer e fazer acreditar que vale a pena investir pela comparação de preços.

Contar histórias/gerar emoções – Irá chamar atenção e ficar na memória, utilize a técnica do storytelling, mas não seja apelativo.

Crie problemas e dê a solução – Isso vai evidenciar a importância e o benefício do produto, marca ou empresa.

Veja também:4 dicas arrasadoras para vender mais em meio à crise!

Benefícios do Neuromarketing

  • Melhora a tomada de decisão;
  • Permite o desenvolvimento de produtos mais direcionados;
  • Proporciona a criação de campanhas publicitárias mais efetivas;
  • Aprimora a experiência do consumidor;
  • Evita o desperdício de verba de marketing;
  • Permite comparar publicidade e produtos concorrentes;
  • Desvenda motivações implícitas dos consumidores;
  • Metodologia com forte embasamento científico.

Cases de sucesso

Coca cola e Pepsi

Esse é um dos estudo mais famosos.

Foi feito uma pesquisa com 16 participantes em relação as empresas de bebidas concorrentes. Eles participaram de um teste cego com as duas bebidas, onde tomaram cada uma sem saber qual era e escolheria a que ele preferia.

O resultado foi simplesmente que metade das pessoas escolheram Pepsi sem saber que era o refrigerante. Entretanto, quando ficaram sabendo, a maioria mudou de opinião e disseram preferir Coca-cola.

E a porque a opinião mudou? Uma parte do cérebro que é responsável por controlar memórias e ensinamentos culturais entrou em ação.

Hyundai

A empresa de carros foi um dos grandes casos de sucesso ao usar o eletroencefalograma para avaliar o protótipo de um automóvel.

A pesquisa focou na usabilidade do modelo. Aonde tiveram 30 participantes, 15 homens e 15 mulheres, que observaram um protótipo do carro durante uma hora.

Para realização do experimento, eles utilizaram de bonés adaptados com eletrodos. E O aparelho mediu as atividades cerebrais de cada um em resposta a diferentes características do protótipo.

E foi a partir disso, que identificou situações e estímulos mais prováveis de levar o cliente a fechar o negócio.

Netflix

A Netflix empresa de streaming de vídeos oferece um teste gratuito para que em troca seja feita a assinatura do serviço. Isso que é o conhecido princípio da reciprocidade. Ao dar o primeiro mês ao cliente, a empresa conecta os usuários ao serviço completo e mostra seus benefícios na prática.

Este é um estímulo para que consumidores confirmem sua assinatura logo após o teste. E ele funciona.

Ah, o Spotify (streaming de músicas), também utiliza deste mesmo tipo de técnica.

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

O Que é Design Thinking e Como Aplicar

Antes de mais nada, Design Thinking segundo Charles Burnette “é um processo de pensamento crítico e criativo que permite organizar as informações e ideias, tomar decisões, aprimorar situações e adquirir conhecimento.”

Nossa, parece ser algo inovador não é mesmo? Digamos que é mesmo, pois com ele buscará enxergar os problemas de outra maneira e desenvolver as melhores soluções possíveis, baseados nas abordagens mentais dos designers.

 

Como surgiu o Design Thinking?

Primeiro de tudo, isso aconteceu por volta de 1991 quando a IDEO foi fundada. Uma consultoria de inovação o qual começou utilizando a abordagem para resolver problemas e assim ficou ficando famosa no vale do silício.

Sendo que quem criou foram dois professores da universidade de Stanford David Kelley e Tim Brown, eles que fundaram a consultoria. Além disso, lançaram um livro em 2009 “Design Thinking – Uma Metodologia Poderosa Para Decretar o Fim das Velhas Ideias” que virou até bestseller.

Leia também:A importância da inteligência competitiva para a sua empresa

Para que serve o Design Thinking? Como funciona? E quem usa?

Primordialmente, Design Thinking serve para muitas coisas como: criar novos produtos e serviços, criar novos projetos, desenvolver novas ferramentas, criar novas marcas, etc.

Dessa forma ele funciona para desenvolver soluções de problemas como já dito anteriormente. Sendo um conjunto de práticas e processos, com foco está nas experiências das pessoas, principalmente do consumidor para busca de respostas.

Já que esta observação irá gerar insigths para entender o que as pessoas querem e precisam. A partir disso é que surge o desafio, para de forma criativa criar as necessidade e desejos por meio de um trabalho colaborativo.

Contudo, quem usa dessa abordagem são geralmente as empresas tanto de pequeno, médio ou grande porte, até mesmo microempresários. E pode ser nas mais diversas áreas como educação, saúde, governo, alimentação, eletrônicos, dentre outros.

Etapas do Design Thinking

Vejamos agora as etapas para realização do Design Thinking.

Imersão – Criar empatia ou compreender: Conhecer o problema e tudo o que o envolve, compreender o contexto e ação do outro e além de si mesmo. Pode fazer análise swot, beachmarking, por exemplo.

Análise e síntese – Com as informações que foram coletadas, é hora de definir fazer a delimitação do problema, o que precisa ser criado e resolvido. Pode ser feito uma representação gráfica ou organograma para ajudar

Ideação – é hora de dá ideias para resolver o problema. Podem ser feitos Brainstormings, workshops de co-criação para colaborar na geração de insights.

Prototipagem e teste – Definir ideias e criar protótipos para ratificar a ideia/criação. Pode ser desenvolvido por meio de desenhos, maquetes ou ainda algo que represente ou esteja próximo d;a ideia. E teste para ter certeza que irá funcionar.

Implementação – Desenvolva a solução encontrada, e entenda que este pode ser um processo contínuo e incremental.

Ferramentas do Design Thinking

A saber, existem algumas ferramentas importantes e essenciais na criação deste processo, como:

Duplo diamante – um processo de estímulo para criar soluções que possam permitir compreender o contexto.

Caderno de sensibilização – Sugerido para a primeira etapa a de imersão. Servirá para registrar dados importantes.

Entrevista – Para obter dos clientes informações que sejam relevantes.

Personas – representações de pessoas fictícias criadas a partir do seu público-alvo.

Veja também:Entenda o que é e como funciona a estratégia Account – Based Marketing

Benefícios:

  • Incentiva a criatividade;
  • Aproximação com o cliente;
  • Estimula a empatia;
  • Tem ótimo custo-benefício;
  • Oferece respostas;
  • Senso de-copropriedade;
  • Possibilita investir com segurança;
  • Fortalece a cultura organizacional.

Cases de Sucesso

UberEats – O UberEats levou os motoristas de Uber para um novo nicho: o delivery de restaurantes. Com uma imersão de grandes proporções, cerca de 80 cidades ao redor do mundo, foram ouvidos desde os donos de restaurantes aos clientes. A prototipação e os testes passaram pela abordagem do design thinking e hoje o UberEats já disputa o espaço de outros aplicativos que já estão há mais tempo no mercado.

Natura – A Natura, empresa de cosméticos, utilizou o design thinking na prática para desenvolver novas soluções em produtos e serviços, a marca buscava adotar uma abordagem leve e divertida para fortalecer o relacionamento com o público jovem, e todo o processo foi desenvolvido tendo como foco as necessidades e a experiência dos consumidores; tudo isso de maneira colaborativa e inovadora.

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

 

CRM o que é e porque implementar?

Já ouviu falar no termo CRM? Sabe o que o significa e a sua importância? Neste artigo estaremos explicando tudo que precisa saber sobre o CRM e ainda como estar implementando na sua empresa.

 

O que é CRM?

Antes de mais nada, CRM é um termo em inglês Customer Relationship Management que  traduzido significa Gestão de Relacionamento com Cliente. Para entender melhor, são conjunto de estratégias de negócios criadas para interação entre cliente e empresa. Que tem como objetivo entender e antecipar as necessidades dos clientes.

Dentro da gestão de relacionamento com o cliente engloba áreas como de organização, marketing, vendas e serviços de atendimento. São utilizados recursos tecnológicos a fim de organizar, automatizar e sincronizar planos de negócios. Para que possa atrair novos clientes, fidelizar os atuais clientes e trazer de volta os antigos.

Dessa forma, os sistemas de CRM são organizados em software, que são capazes de armazenar hábitos, preferências, tendências de consumo e expectativa dos clientes. Com os dados necessários é possível criar uma série de estratégias para agradar seu público-alvo de maneira personalizada.

Porém, obter essas informações não é nada fácil, mas existe algumas formas de conseguir  utilizando ferramentas como e-mail marketing, landing pages e aplicativos.

Adotando a estratégia de CRM é possível adquirir benefícios como: compreender o cliente, fidelizá-los, atrair novos e aumentar a lucratividade.

Sendo assim, segundo uma pesquisa da Salesforce as aplicações de CRM podem ajudar a aumentar as vendas em até 29% , a produtividade de vendas em até 34% e a precisão da previsão de vendas em 42%.

Assim também, ainda em uma outra pesquisa esta da Capterra 47% dos usuários de CRM identificados disseram que seu sistema teve um impacto significativo na retenção de clientes, e uma porcentagem igual diz que seu CRM teve um impacto significativo na satisfação do cliente.

Leia também: Customer Success: Entenda como realizar o sucesso do cliente

Para criar e manter um bom CRM é importantíssimo utilizar três pilares:

  • Pessoas –  Primeiramente, Todas as pessoas que trabalham na organização devem contribuir para que o resultado seja o melhor possível. Criando experiências de compra diferenciada para os clientes. É preciso manter o foco no cliente, estimular a cooperação entre setores.
  • Processos – É preciso deixar os processos alinhados para que toda a organização trabalhe em sinergia, sempre entregando o que foi prometido.
  • Tecnologia – Importante aliada para otimizar os fluxos de trabalho e para facilitar a rotina dos profissionais dentro da empresa. Quando se trata de atendimento ao cliente é imprescindível o uso de e-mail e redes sociais.

 

Passo a passo para sua implementação

Identificação

Primeiro de tudo,  é identificar seu cliente com informações do tipo onde ele mora, suas preferências, necessidades, como prefere que seja a forma de contato, interações com a empresa. Ou seja, procure obter o máximo de informações, mas cuidado para não fazer as mesmas perguntas ou perguntas evasivas.

Diferenciação

Seguidamente, com os dados coletados é hora de diferenciar os clientes. Essa diferenciação deve ser feita entre clientes de maior valor e clientes de maior potencial. Depois disso é buscar como cliente tem interagido, suas sugestões e reclamações, para entender quais são as suas expectativas para o negócio. Essas manifestações que irão orientar as ações.

Incentivo a interação

Depois de conhecer o público é hora de influencia-lo a interagir com a empresa. Personalize brindes, produtos e serviços oferecidos para o consumidor, fazendo com que ele continue interessado em seu negócio.

Personalização

Por fim, com todas essas informações reunidas sobre as necessidades dos seus clientes, agora é personalizar os produtos de acordo com as necessidades de cada um. O importante é fazer que essa experiência seja única para ele. Faça como um ciclo de retroalimentação, para que sejam oferecidos aos clientes benefícios que eles desejam e na hora que ele quiser.

 

Os Tipos de CRM

Operacional

Primordialmente, é a aplicação da tecnologia de informação para melhorar a eficiência do relacionamento entre clientes e a empresa. Estão entre os produtos de CRM operacional as aplicações de automação de força de vendas (SFA), automação de canais de venda (SCA), sistemas de e-commerce e call centers. O operacional prevê a integração de todos os produtos de tecnologia para proporcionar o melhor atendimento ao cliente.

Analítico

Sobretudo permite identificar e acompanhar diferentes tipos de clientes (entre CMV’s, CMP’s e mesmo BZ’s) dentro da carteira de clientes de uma empresa e de posse destas informações. Ainda também, determina qual estratégia seguir para atender as diferentes necessidades dos clientes identificados. Normalmente utiliza recursos de datamining para localizar os padrões de diferenciação entre os clientes.

Colaborativo

É a aplicação da tecnologia de informação que permite a automação e a integração entre todos os pontos de contato do cliente com a empresa. Esses pontos de contato devem estar preparados para interagir com o cliente e disseminar as informações levantadas para os sistemas do CRM Operacional.

Veja mais:A importância da inteligência competitiva para a sua empresa

Áreas de atuação do CRM

Marketing

Nada mais é que cadastrar os clientes, segmentá-los por tipos e ajudar a conhecer seus históricos de interação com a empresa. A partir disso, é possível conhecer melhor os clientes e saber exatamente o que desejam. E assim, poder customizar as ofertas de acordo com os tipos de clientes.

Vendas

A saber, permite analisar o pipeline de vendas, quantas transações entraram e estão fluindo pelo funil de conversão e até fazer previsões de fechamento. Além de gerenciar a força de vendas, direcionar esforços, tomar decisões e ainda, verificar quais etapas da jornada de vendas sua equipe é melhor ou pior.

Atendimento e Pós-vendas

Permite ter um módulo para atendimento de chamadas de suporte ou reclamações e contactar o cliente para pedir feedback.

 

Cases de sucesso – Benefícios do CRM

Alliate Seguros

Eusébio Garcia, sócio da Alliate conta que, “A personalização para o nosso negócio contribui muito para as ações e decisões estratégicas. O prospect percebe que você tem 100% do controle da negociação. Demonstra organização e respeito ao futuro do cliente. Internamente, facilita o dia a dia de nosso time, além de motivá-lo, já que permite melhores resultados”

Grupo PZM

Um dos executivos da marca fala que, “Com a globalização da economia, temos que ser mais eficientes em nossas estratégias. Para isso, devemos ter um controle e acompanhamento mais próximos de nossos prospects. O sistema nos ajuda a acompanhar de perto as necessidades de nossos clientes, possibilitando assim, estratégias de marketing mais adequadas”.

 

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

Branding

Branding a Gestão das Marcas Veja Como Fazer

Você costuma fazer a gestão da sua marca? Veja e entenda o qual isso é importante.  E ainda o que é Branding e como fazer.

O que é Branding?

Branding ou brand management são conjunto de ações que trabalham a gestão da marca, com estratégias que envolvem alinhar o posicionamento, valores e o propósito da marca. Sendo que, o principal objetivo com tudo isso é buscar mais reconhecimento e tornar-se mais forte no mercado. Com intuito de que o público-alvo admire e deseje ainda mais aquela marca.

Já dizia Seth Godin: “Uma marca é um conjunto de expectativas, memórias, histórias e relacionamentos que, juntos, são responsáveis por fazer o consumidor escolher um produto ou serviço em vez de outro.”

Em outras palavras, a sua marca pode certamente ser um dos fatores que influenciam o consumidor no processo de decisão de compra. Por isso, é muito importante que se trabalhe muito bem a construção de uma marca. Certamente isso vai desde o logotipo na escolha das fontes, cores, formato, etc, até a construções das ações aonde fazer, como fazer, etc.

 

Porque o Branding é Importante?

Primeiramente, você já parou para pensar quantas vezes comprou algo por causa da marca? Ou viu alguém fazer isso?

Ou ainda quando se fala de algum produto ou serviço, já se tem em mente alguma marca que represente aquilo. E também que esta marca será a primeira fonte de pesquisa.

Por exemplo Refrigerante: Coca-Cola, Tênis: Nike ou Adidas, Lanche: Mc Donalds, Tecnologia: Apple ou Samsung, Cartão de crédito: Mastercard ou Visa, dentre outros.

Além disso, dados também comprovam o quanto é importante fazer a gestão de uma marca.

Segundo uma pesquisa realizada por Ana Couto Branding, 67% dos entrevistados disseram que estão dispostos a comprar um produto que a marca se conecte com eles por meio de um propósito comum, mesmo que para isso tenha que pagar mais caro.

Entendeu o tanto que se faz importante o Branding na sua empresa.

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E como fazer a gestão da marca?

Antes de mais nada, você sabe exatamente o que é uma marca? Saiba que a marca não é apenas o logotipo da empresa ou ainda identidade visual, e sim tudo que envolve aquilo que venha representar o que é a empresa.

Como por exemplo o Slogan, os sons que possuem durante uma peça publicitária, jiggles, cores, formas tipografia etc, ou seja, é tudo aquilo que te faz único e que justamente faz lembrar a marca.

Mas e agora como fazer a gestão da marca?

Primeiramente, construa ou ainda reformule a sua marca se necessário. O logotipo, as cores, slogan, identidade de visual (manual), tipografia e outros devem estar interligados e serem criados a partir de estudo e planejamento.

Crie um posicionamento ou o reformule, a partir dos valores criados. Dessa forma, poderá estabelecer uma linguagem padrão e quais os canais serão os melhores para estar sendo utilizado. Sem esquecer de um bom conteúdo que atenda todas as necessidades, valores e repasse o posicionamento.

Desenvolva o ponto de venda do seu produto (PDV) também fará parte do Branding. Ele deve ter uma boa exposição tanto em loja virtual ou física. Busque gerar uma conexão entre produto e consumidor, sem esquecer claro da identidade visual e seu posicionamento.

Utilize a estratégia do Marketing de Conteúdo é efetivo e envolve o público-alvo e ainda reforça os valores. Isso pode ser feito por meio de textos, artigos, e-books, infográficos, webinários, estudo de caso, guias, depoimentos, White papers, releases, newsletter, dentre outros. Geralmente postados em blogs, sites ou redes sociais.

Use também as redes sociais, atualmente não dá para se pensar em ações de marketing sem que aja pelo menos uma rede social como parte da estratégia. É um dos mais importantes canais de interação, faça posts, responda comentários, aproveite para usar sua identidade visual (cores, conteúdos). E lembre-se do posicionamento da sua marca.

Branding

Outras estratégias interessantes é o marketing promocional como aqueles que oferecem algo em troca de uma relação com o cliente e de quebra ainda é possível que ele esteja divulgando sua marca, como exemplo os brindes principalmente os copos.

O marketing de experiência que promove uma conexão maior entre produto e consumidor, um exemplo é o test drive que as concessionárias de carro promovem, para que o cliente possa se sentir como é o carro.

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Benefícios do Branding

  • Tornar a empresa mais efetiva
  • Cria posicionamento da marca
  • Diferencia a marca da concorrência
  • Assegura valor ao negócio
  • Direciona as ações
  • Conquista clientes mais qualificados
  • Facilita o trabalho da área de marketing

 

Cases de Sucesso

Nike

Para conquistar o patamar em que se encontra atualmente, a Nike investiu (e continua investindo) muito no patrocínio de eventos esportivos.

Além disso, também desenvolve comerciais para a televisão, como o mais recente, que tem como estrela o atleta Michael Jordan dando saltos em câmera lenta, mostrando como os tênis da marca são confortáveis para as práticas esportivas.

 

Coca – Cola

Além de uma identidade visual consistente há mais de um século, a mensagem pregada pela marca também é a mesma: felicidade. Essa palavra está sempre presente nas campanhas em frases como “momentos felizes”, “abra a felicidade”, “fábrica de felicidade”, etc.

A Coca-Cola também está ligada a causas sociais, principalmente em datas como o Natal e eventos esportivos.

No Natal, suas embalagens assumem uma decoração especial, mas o principal destaque vai para o caminhão que leva mais do espírito natalino às ruas.

 

Apple

A sua estratégia de branding está o “Think Different”, transparecendo que a inovação é e sempre será um dos seus principais valores. E um dos destaques da sua estratégia de branding é que a Apple entrega o que o consumidor deseja.

E cada ano, sua legião de admiradores aguarda os lançamentos.

Em Colônia, no oeste da Alemanha, a fila dobrou a esquina desta loja da Apple na manhã desta sexta-feira, 3. Os consumidores esperavam para comprar o novo iPhone X, lançado em 50 países incluindo a Alemanha, onde o aparelho chega pelo equivalente a R$ 4.400.

Também como parte da sua estratégia, cada item apresentado leva a letra “i” em seu início: iPhone, iPod, iPad, iWatch.

 

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

Como utilizar os gatilhos mentais na sua estratégia

Gatilhos mentais são estímulos recebidos no cérebro que influenciam diretamente na tomada de decisão. Você já utiliza nas suas estratégias? Se ainda não, leia este artigo e veja como está incluindo esta importante ferramenta.

O que são gatilhos mentais?

Como já foi dito anteriormente são estímulos recebidos pelo cérebro que por meio de eventos e ações produzem sintomas emocionais como alegria ou necessidade por exemplo. E com isso fazem as pessoas tomarem alguma atitude.

Ou seja, isso quer dizer que o cérebro é um influenciador nas tomadas de decisões. Sendo assim, o marketing utiliza dos gatilhos mentais como armas psicológicas para criar uma necessidade em quem recebe uma mensagem.

Esses gatilhos são ótimas estratégias para engajamento de pessoas para sua empresa. E ainda, pode acabar de vez com aqueles questionamentos que surgem advindo da parte racional do consumidor.

São vários os tipos de gatilhos mentais que podem serem utilizados, veja quais deles pode ajudar na sua estratégia, mas tome cuidado use com ética e cautela.

Veja também: A importância da inteligência competitiva para a sua empresa

Os tipos de gatilhos

Escassez

Muito utilizado principalmente por grandes empresas com o objetivo de produzir necessidade, a partir de promoções com o tempo limite, promovendo a urgência de compra.

Com frases de efeitos como “vai acabar amanhã …, só existe x número de vagas …, são as últimas peças …, não perca essa oportunidade …”, e dentre muitos outros.

Reciprocidade

Ótimo gatilho para quem utiliza Inbound Marketing, pois o objetivo é que o consumidor tenha em mente que a empresa se importa com ela. E desta forma ela vai querer “retribuir” isso de volta pra empresa.

Urgência

Muito parecido com o da escassez, porém o objetivo deste se refere ao tempo. Como por exemplo produtos com edições limitadas, a Black Friday, ofertas com datas para terminar, entre outros. Assim, dessa forma estará gerando uma certa urgência na mente do consumidor para que ele adquira determinado produto ou serviço.

Urgência e escassez são bons gatilhos para serem utilizados juntos.

Autoridade

Importante para quem deseja criar um bom gerenciamento de marca, e cria isso a partir de frases, slogans, etc que demonstram que a empresa é a maior nesse ramo ou autoridade no assunto por exemplo.

Prova Social

Esse se trata de provar, demonstrar ou mostrar que o produto ou serviço é bom, de qualidade e confiável, e ainda que é utilizado e recomendado por muitas pessoas.

Pode ser feito principalmente por meio de depoimentos de clientes, pessoas que sejam influência na área, especialistas no assunto, dentre outros.

Novidade

O novo certamente desperta curiosidade, além de gerar muita expectativa. Empresas de tecnologias como as de celulares utilizam bastante deste gatilho.

O prazer é a principal sensação liberada quando se está à frente de uma novidade, aumentando assim também o desejo de possuir aquilo.

História

Uma boa história sempre chama atenção, devido a isso permite que se crie uma identificação e aproximação do seu público. Mexe com as emoções e ainda ativa partes do cérebro que são associadas com os sentidos.

Converse com seu público para que ele tenha mais vontade de interagir com a sua empresa e consequentemente adquirir seus produtos ou serviços. A técnica de Storyteling é mais recomendada.

Curiosidade

Muito bom gatilho para quem deseja visitas no site e aumentar seu tráfego. Isso porque despertar a curiosidade é o início para chamar a atenção do seu público, principalmente para algo novo no mercado.

Simplicidade

Tem como objetivo mostrar que o produto ou serviço não é algo tão difícil. Esse é um gatilho muito utilizado para quem trabalha com o marketing de conteúdo.

Frases ou títulos de efeitos que podem ajudar são: Passo a passo, x passos, veja o caminho mais fácil ou mais curto, a maneira mais simples ou descomplicada, dentre outros.

Antecipação

Este gatilho é para criar expectativas futuras, como por exemplo trailer de filmes, lançamento de produtos, a chegada de uma nova tendência, etc. Com isso, gera no público uma necessidade e desejo de espera por aquilo.

Segurança

Qualquer pessoa gosta de se sentir segura, com a questão de aquisição de produto ou serviço não é diferente. O gatilho de segurança é utilizado para criar a sensação de confiança e realização. Sendo feito por meio principalmente de propagandas que falem da segurança, referente a tomada de atitude com alguma decisão que traga segurança ao consumidor.

Razão

Não apenas as emoções podem ser trabalhadas como gatilho a razão também. Neste caso são usados quando se busca a parte racional como justificativa, e também para falar dos benefícios, ou até mesmo gerando uma solução de algum problema.

Afinidade

Em geral as pessoas gostam de manter relações com quem pensa de maneira parecida. E a relação consumidor x empresa não poderia ser diferente.

Com esse gatilho você se coloca no lugar do consumidor quando for criar ações de marketing, dessa maneira ele se sente mais confortável e confiante em relação a sua empresa.

Exclusividade

A sensação de ser exclusivo é o desejo de muitos. Com esse gatilho é permitido fazer com que seu cliente se sinta importante, estrelas, VIP, Premium. Oferecer algo que não seja facilmente conseguindo por qualquer um, é a principal estratégia deste gatilho.

 

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.