Nova pesquisa

If you are not happy with the results below please do another search

46 resultados encontrado para: liderança

31

Você aplica a Lei da Tampa na sua empresa?

A lição mais importante na liderança, segundo o renomado conferencista e escritor John C. Maxwell, é a Lei da Tampa: “A sua capacidade de liderança determina o seu nível de eficácia.” Caso sua liderança mereça nota 5 (em uma escala de 1 a 10), então sua eficácia jamais será maior do que 5. Liderança é o “teto de vidro” da realização pessoal.

O mesmo se aplica às pessoas que você lidera.
Já experimentou colocar na panela mais milho de pipoca do que ela é capaz de suportar?
Não precisa ser um grande cozinheiro para saber que das duas, uma: ou boa parte dos milhos não viram pipoca e queimam, ou eles viram pipoca e escapolem da panela.

A lição é a mesma para a LIDERANÇA!
Se sua liderança não estiver sempre crescendo, pode ser uma tampa que bloqueará o potencial do seu pessoal. Por quê? Porque você ensina o que sabe, mas reproduz o que é. Você não pode dar às pessoas o que não tem.
Se quiser aumentar o potencial de sua equipe, você mesmo precisa continuar a crescer! Ou seja, SEU CRESCIMENTO DETERMINA O POTENCIAL DA SUA EMPRESA.

E então, você concorda com a Lei da Tampa e aplica ela na sua empresa? Compartilhe com a gente nos comentários abaixo.

32

Os 4 princípios da formação transformacional do Comandante Brandon Webb

As formações, treinamentos e capacitações que ministramos às nossas equipes podem ser realmente transformacionais? Deveriam ser. Um estudo sobre mudança organizacional publicado pela Consultoria em Gestão Empresarial Bain & Company mostrou que cerca de 65% das iniciativas das empresas exigem mudanças comportamentais significativas por parte dos colaboradores em linha de frente, algo que os gestores frequentemente deixam de considerar ou de planejar com antecedência. Transformações nas empresas exigem uma transformação de todo o seu corpo de colaboradores.

Brandon Webb é um especialista no assunto da transformação organizacional. Ele foi um dos Comandantes e treinadores de snypers mais reconhecidos do Grupo Especial da Marinha de Guerra norte-americana. Este reconhecimento se dá, especialmente, por sua atuação como gestor do Navy SEAL Sniper Course, período de trabalho no qual desenvolveu novos currículos para o curso e treinou franco-atirados que tiveram seu talento, habilidade e contribuição reconhecidos em todo o mundo, como Chris Kyle. Em uma entrevista recente à Business Review, Webb compartilhou os principais princípios de formação que implementou no curso e que resultaram no aumento da taxa de graduação com excelência , de 70% para 98%, instantaneamente, além de uma transformação que contagiou a toda a organização. Ele os chamou de “os quatro princípios da formação transformacional”. Vamos conhecer?!

Princípio 1: Tenha por objetivo a EXCELÊNCIA, e não ESTAR ACIMA DA MÉDIA.

O primeiro conselho de Webb é sobre o que não se deve fazer:
— “Ser muito bom, não é ser o bom o suficiente. Portanto, programas de treinamento jamais devem ser concebidos para proporcionar competência; eles devem, na verdade, dedicarem-se à produção de excelência. Organizações sérias não aspiram a serem confortavelmente acima da média. Quem busca excelência não quer ser parte de qualquer equipe ou organização que não está disposta a alcançar este padrão. Aponte alto, perca alto. Em outras palavras, a formação divorciada de excelência é o mero cumprimento. Não se pode considerar isso verdadeiro investimento em capital humano. Vocês realmente acham que “Acima da média” é um objetivo de formação que realmente compensa o tempo, energia e despesa investidos? O serviço ao cliente e treinamento de liderança que só aumenta, em vez de transformar capacidades e competências não compensa muito.”

A perspectiva de Webb pode até ser considerada como radical, mas não podemos negar que coloca um desafio existencial aos pontos de vista da maioria das empresas de recursos humanos. Afinal, será que elas realmente estão focadas em treinamento para capacitar e desperta o melhor de seus colaboradores? Ou será que todos treinam com a expectativa tácita de que a excelência importa menos do que ser um pouco melhor? Webb questiona se a maioria das empresas é séria sobre o que o treinamento pode e deve proporcionar.

Princípio 2: Incentive a EXCELÊNCIA, não a COMPETÊNCIA

As organizações precisam de sistemas de reconhecimento e recompensas que explicitamente reconheçam e promovam a excelência. Segundo Webb, é preciso ter coragem e integridade para reposicionar e substituir o seu time, de acordo com seus esforços, vitórias e derrotas.
— “Para o treinamento ser eficaz, os incentivos têm de estar claros (crescimento financeiro, pessoal, promoção, etc.). Eu sou fã do economista Milton Friedman e aprendi com ele que a forma mais eficaz de criar alinhamento é através de incentivos. Foi isto que fiz quando criei o programa do mentor instrutor/aluno. Os instrutores eram responsabilizado, ou seja, eles seriam avaliados sobre o desempenho de seus alunos. Esta medida criou o incentivo certo para eles buscarem a excelência. Fez uma diferença enorme. Além disso, nós mudamos para um estilo positivo de ensino e vimos a nossa taxa de graduação subir como um foguete.”

Princípio 3: Esteja aberto e incorpore ideias INOVADORAS

Para Webb, o treinamento bem sucedido deve ser dinâmico, aberto e inovador. A inovação é tão importante para os formadores quanto o é para os formandos.
— Como um instrutor, eu aprendi que nós nunca sabemos tudo, e nossos alunos podem ser uma riqueza de informações. Chris Kyle, no seu retorno do Iraque, certamente poderia fazer excelentes recomendações sobre a melhor forma de treinar os alunos para o ambiente urbano. Nós sempre tivemos o hábito de valorizar e incorporar o conhecimento dos atiradores que estavam retornando de lugares como Iraque, Afeganistão, países africanos e outros lugares cujo ambiente não estava tão amigável. Assim, foi possível absorvermos esse conhecimento e incorporá-lo em nossa revisão curricular anual. E quando julgávamos importante o suficiente, fazíamos a mudança dentro de semanas.”

Princípio 4: Liderar pelo exemplo

Se tornar cada vez melhor a cada novo treinamento é um princípio organizador vital para as organizações de aprendizagem. Indiscutivelmente os temas de treinamento que Webb era mais apaixonado em compartilhar com os formandos eram aqueles que refletiam suas experiências no campo de batalha, e não apenas seus triunfos de formação. Por isso, Webb enfatiza que o comportamento mais importante que um líder pode demonstrar é a liderança pelo exemplo.

— Liderar pelo exemplo significa não pedir a sua equipe para fazer algo que você não está disposto a fazer a si mesmo. Se você não é capaz de fazer direito o que pede para sua equipe fazer, eles não irão respeitá-lo e segui-lo. Eu já vi isso acontecer e carreiras terminarem com este tipo de atitude. Liderar pelo exemplo é assistir seu time elevá-lo com suas próprias realizações. Eu vi pequenas equipes realizarem coisas incríveis em formação, tanto em meus tempos na escola de franco-atirador quanto em combate no Afeganistão e no Iraque. Em ambientes de Operações Especiais e ambientes de negócios superiores, você tem o privilégio de trabalhar com pessoas que simplesmente estão dispostas a fazer o trabalho a todo custo. Eles se auto motivam. Mesmo que eles não tenham o know-how, eles vão descobrir como fazer e apenas fazê-lo acontecer. É incrível ter uma equipe inteira que pensa desta maneira, e ver o que eles podem realizar. Nas equipes que formei, o nível de motivação, dedicação e autossacrifício que demandavam de si mesmos e uns dos outros ia muito, muito além do que a maioria das empresas e escolas de negócios costumam cobrar ou esperar de seus alunos. Mas para os líderes e gestores que realmente se preocupam com suas equipes e seus clientes, eu recomendo que levem o nosso modelo de formação a sério. A educação e a formação tem papel vital na criação e manutenção da competitividade econômica a nível mundial. Eu acredito que CEOs, conselhos, escolas de negócios e universidades deveriam repensar o papel do treinamento de suas equipes para o mundo.

As afirmações de Webb são fortes e até polêmicas, é verdade, mas suscitam importantes reflexões. É por isso que agora queremos ouvir a sua opinião sobre o assunto. Você acha que os princípios da formação transformacional de Webb se aplicam ao mundo corporativo? Como você aplica ou aplicaria nos treinamentos do seu time de colaboradores? Estamos aguardando seu ponto de vista, nos comentários abaixo.

33

Todos os executivos de sucesso refletiram sobre estas perguntas

Quando um empreendedor contrata um serviço de consultoria ou assessoria empresarial, é comum que a primeira atividade desempenhada por seu assessor executivo seja um diagnóstico. O qual é executado por meio de perguntas direcionados às diversas áreas da empresa.

Neste artigo, apresentamos perguntas estratégicas que com certeza todos os executivos de sucesso já tiveram de refletir sobre. Provavelmente, você mesmo já deve ter sido apresentado a muitas delas. Estas perguntas não saem de moda e são uma boa pedida, a qualquer tempo. Para quem está em busca de aperfeiçoar o seu negócio. Vamos conferir?!

Produtos/Serviços

• Sua linha de produtos atende às necessidades do mercado ou deixa brechas para a concorrência?
• Como está a qualidade dos seus produtos/serviços em comparação com a da concorrência?
• O que pode ser melhorado de imediato sem necessidade de grandes mudanças e investimentos?
• O que precisará ser melhorado que exigirá mudanças e investimentos?
• Sua equipe de profissionais está preparada para enfrentar essas mudanças?

Inovação

• Sua empresa está alinhada com a concorrência no que diz respeito a tecnologia?
• A tecnologia está disseminada na sua empresa ou ainda existem resistências de algumas pessoas?
• Os vendedores usam Internet para comunicar com clientes e dar apoio às campanhas de marketing?
• De que forma a inovação está sendo utilizada para atender à conveniência dos clientes?
• A tecnologia na sua empresa é considerada um mal necessário ou um meio para atingir objetivos?

Ambiente de trabalho

• A motivação faz parte natural do ambiente ou o pessoal só reage quando estimulado?
• A mentalidade dos profissionais está mais para trabalho em equipe ou atuação individual?
• Existe integração entre os setores no sentido de resultados ou cada um defende o seu?
• O ambiente interno é leve e informal ou pesado e estressante?
• Os profissionais reagem bem aos estímulos normais ou aprecem anestesiados e não reagem?

Governança – (maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada)

• Os gestores mostram segurança nas ações ou percebe-se certa indecisão e até mesmo medo?
• Os controles da empresa adotam moderna tecnologia para facilitar a vida dos profissionais?
• Os gestores são abertos e dispostos a ouvir ideias e críticas ou são fechados para novas ideias?
• Existe verdadeira preocupação com o bem estar dos profissionais?
• As ações dos gestores demonstram preocupação com o futuro da empresa e seus profissionais?

Atendimento ao cliente

• As ações da empresa têm como único objetivo a satisfação dos desejos e necessidades dos clientes?
• As reclamações de clientes são usadas para correções ou consideradas problemas indesejáveis?
• Existe uma verdadeira cultura de satisfação do cliente disseminada na empresa?
• Existem esforços para redução de problemas e reclamações ou ninguém na empresa pensa nisso?
• Os profissionais têm autoridade para resolver problemas de clientes ou tudo é muito burocrático?

Liderança

• É perceptível que os profissionais estão satisfeitos e dispostos a seguir os seus líderes?
• Os profissionais que chegam a cargos de liderança são treinados para lidar com pessoas?
• A liderança adotada está mais para democracia ou autocracia?
• As pessoas sentem-se livres para fazer comentários diante dos líderes ou existe constrangimento?
• Existe algum sistema formal de avaliação de desempenho ou tudo é informal e de cunho pessoal?

Desempenho financeiro

• A empresa tem projetos claros e muito bem definidos de redução de custos?
• Os projetos de redução de custos têm como objetivo o melhor atendimento ao cliente?
• Os vendedores e compradores são treinados para negociar de forma a aumentar a produtividade?
• A empresa tem uma estratégia muito bem definida sobre o público alvo que deseja atingir?
• Os profissionais são premiados quando os objetivos de lucratividade são alcançados?

Imagem no mercado

• A empresa tem uma metodologia para medir sua imagem no mercado ou é algo muito informal?
• A empresa tem preocupação de pesquisar periodicamente sua imagem perante os clientes?
• Como esta a imagem da empresa em comparação com os principais concorrentes?
• Existe alguma política de proteção da imagem da empresa a ser seguida pelos profissionais?
• Existe sistema de incentivo para profissionais que se destacam na defesa da imagem da empresa?

Relacionamento com a mídia

• A empresa tem algum setor responsável por fazer divulgação perante a mídia?
• Existe alguma forma de interceptar a opinião de clientes insatisfeitos antes que causem estragos?
• Como a empresa mantém contato com os diferentes tipos de mídia para divulgar seus eventos?
• Alguém na empresa está capacitado para escrever artigos técnicos que fortaleçam a sua imagem?
• De que forma a empresa está utilizando a internet para ampliar o relacionamento com a mídia?

Ufa! Depois destas 45 perguntas (SIM, 45!), provavelmente você:
1) Respirou aliviado a respeito de boa parte delas, mais familiares.
2) Ficou com a pulga atrás da orelha em relação a algumas, não é verdade?

Quais áreas e perguntas te parecem mais problemáticas em uma empresa? E na sua empresa, o que você acha que merece maior atenção para aprimorar? Vamos acompanhar as suas respostas, nos comentários abaixo!

Se depois destas perguntas, você percebeu que precisa investir urgentemente em algum desses setores estratégico da empresa, conte com os seus assessores executivos do DAEXE. Temos uma equipe de profissionais com especialidades diversas, prontos para atenderem a sua demanda.

34

Seu RH funciona mesmo?

Não há prova maior do sucesso de uma empresa do que a sua sobrevivência ao longo das gerações, mas empresas que sobrevivem por gerações tem um desafio: os colaboradores não duram para sempre. É necessário consolidar novas equipes que substituam as anteriores e é por isso que dizemos que a verdadeira missão do RH é criar novos líderes que garantam a continuidade da empresa.
Te convidamos a refletir melhor sobre este assunto, a partir das três perguntas a seguir, e se as suas três respostas forem sim, é sinal de que o seu RH está orientado para o sucesso. Vamos conferir?

Seu RH sabe recrutar?

O recurso mais precioso que uma empresa possui é o seu capital humano. Recrutar um colaborador é estar em busca do ingrediente que vai fazer a receita dar certo. Se o ingrediente for de má qualidade, toda a receita pode ser comprometida, não é verdade? O RH de sucesso é aquele que cria uma descrição exata do perfil profissional do “ingrediente” que quer recrutar e trabalha com afinco para encontrá-lo.

Você percebe um desenvolvimento nítido dos seus colaboradores, por incentivo do trabalho desempenhado pelo RH?

No primeiro mês de trabalho do “novo ingrediente”, o interesse por aprendizado e aprimoramento são notáveis. Mas a rotina costuma trazer consigo uma clara tendência à acomodação dos colaboradores. É papel do RH reverter esta tendência a partir de um claro projeto de investimento no desenvolvimento da equipe, que estimule a criação de uma cultura de produtividade e inovação.

Seu RH consegue engajar o seu time?

Foi-se o tempo em que a perspectiva de sucesso dos funcionários de uma empresa era uma carreira longa, até a aposentadoria. Em um mundo em que as oportunidades surgem na velocidade da comunicação virtual, engajar um time de colaboradores se tornou uma tarefa difícil. Um RH que não tem como principal foco gerar um engajamento está desperdiçando tempo, energia e dinheiro da empresa, pois a perda de um colaborador pode ser comparada à perda de um investimento. O RH precisa ter estratégias definidas que proporcionem uma retenção de talentos e diminua ao máximo a rotatividade de funcionários.

Agora conte pra gente quais foram as respostas para estas três perguntas sobre o seu RH, nos comentários abaixo. Estamos torcendo para que tenham sido SIM, mas se não for o caso, não fique com esta questão pendente. Marque uma reunião hoje mesmo com seu assessor executivo do DAEXE. Estamos te aguardando.

35

As 8 práticas de gestão que garantem o sucesso das empresas segundo pesquisa da Harvard Business School

Não é novidade que o sucesso de um empreendimento está intimamente condicionado às práticas de gestão que fazem parte de sua cultura e rotina organizacional. Porém, gestão é um conceito que abrange tantas possibilidades que fica difícil saber aquilo que é imprescindível para o sucesso e aquilo que pode ser alcançado em uma perspectiva mais longínqua. Foi exatamente este discernimento que a Pesquisa da Harvard Business School, liderada pelo renomado professor Nitin Nohria, conseguiu captar, a partir da avaliação de 160 empresas, entre 1986 e 2001.

A pesquisa mostrou quais práticas de gestão tinham em comum as empresas que superaram suas rivais em desempenho ao longo dos anos. Todas as empresas do grupo de sucesso eram fiéis adeptas de quatro práticas específicas de gestão (primárias), e pelo menos duas de quatro práticas secundárias de gestão. Vamos conhecê-las?!

As práticas primárias de gestão

1.Estratégia: formular e manter uma estratégia clara e objetiva.
2.Execução/desempenho: desenvolver e manter um desempenho operacional impecável.
3.Cultura: desenvolver e manter uma cultura baseada no desempenho.
4.Estrutura: construir uma empresa dinâmica, flexível e simples.

As práticas secundárias de gestão

5.Talento: reter profissionais mais talentosos e desenvolver o talento de outros.
6.Inovação: fazer inovações que transformem o setor.
7.Liderança: manter líderes e gerentes comprometidos com sua empresa.
8.Fusões/parceria: realizar fusões, criar parcerias e crescer.

Diante dos resultados desta pesquisa, certamente nos colocamos a pensar:

“Se a minha empresa fizesse parte desta pesquisa, ela faria parte do grupo de sucesso?”

Queremos te convidar a deixar a sua reflexão pra gente nos comentários abaixo. Comece nos contando quais práticas são comuns na sua rotina organizacional e quais você considera mais desafiadoras para alcançar.
Se tiver alguma dúvida sobre estas oito práticas de gestão empresarial, também pode contar com o seu assessor executivo do DAEXE para responder as suas perguntas. Estamos aguardando o seu contato.

36

A importância do assessor executivo em tempos de crise

Se uma boa gestão já é essencial para uma empresa quando a economia do país vai bem, em um cenário de crise de dimensões globais ela se faz ainda mais necessária. E o assessor executivo pode ser a diferença entre prosperar e falir.

Em conjunturas como estas, as organizações contam com seus profissionais em cargos de liderança para tomar decisões assertivas e quebrar o ciclo vicioso da crise que costuma minar a força e o desempenho dos empreendimentos.

Precisa de uma solução efetiva e profissional para a gestão da sua empresa? Agende uma ligação com um assessor e descubra tudo que a Daexe pode fazer por você!

Atual é a importância do assessor executivo em tempos de crise? Acompanhe e saiba como esse profissional pode operacionalizar os mesmos processos em uma dinâmica de redução de gastos!

Assessor Executivo em tempos de crise

Quando a crise se instaura, os ânimos pessoais e profissionais se abalam. A empresa teme a perda da lucratividade e o funcionário, a de seu emprego.

Uma infinidade de novos desafios surge com tudo isso e é o assessor em tempos de crise quem deve tomar as rédeas da situação para minimizar os impactos da crise no caixa da organização.

Dentre as funções que ele já possui, existem algumas que exigem maior atenção e cuidado por parte destes líderes.

Um assessor necessita demitir componentes de sua equipe profissional, gerenciar novas emoções entre estes mesmos membros, reduzir custos e buscar formas alternativas de atrair e de reter clientes.

Em suma, esse profissional precisará ter, além dos conhecimentos técnicos e práticos, uma grande inteligência emocional.

Afinal, ele deve cuidar da pressão vivenciada e dos novos desafios que surgirão por causa deste cenário econômico pouco favorável.

Assessor Executivo, o elo entre estratégia e operacionalização

O assessor, em tempos de crise, é o elo entre o operacional e a alta cúpula de uma empresa. E justamente por transitar nestes dois níveis de uma organização que ele consegue ter uma visão sistêmica sobre o que é funcional frente às ações pensadas e praticadas ou não.

Ele precisará desenvolver uma capacidade analítica e crítica frente a este cenário, para ajudar os diretores a reverem estratégias, de forma a adaptá-las ao novo contexto sem gerar impactos negativos na operacionalização das tarefas.

Portanto, um assessor, em tempos de crise, tem a missão de ajudar a empresa a rever os seus planos e a projetar o futuro com base nas modificações feitas.

Assim, será possível passar pela crise sem comprometer tudo aquilo que já foi construído.

O gerenciamento de dados e o assessor executivo em tempos de crise

Em uma empresa, a automatização de informações contribui significativamente para que o gestor seja capaz de visualizar facilmente a performance de sua equipe, a produtividade de cada membro, as metas alcançadas e as que estão por alcançar.

Quando este profissional possui softwares de Gestão como aliados, ele tem mais agilidade na tomada de decisão. Assim, é possível reestruturar uma estratégia com bastante eficiência, para que a empresa passe pela crise sem grandes dificuldades.

Portanto, outra importância do gestor que deve ser ressaltada é a de administrar informações para extrair delas novas estratégias.

Dessa maneira, os ajustes necessários serão feitos, sem que a performance organizacional seja comprometida.

Para que esse profissional seja capaz de vivenciar todas as questões levantadas neste post, ele precisará contar com o apoio do setor de Recursos Humanos e de suas ferramentas para desenvolver um bom trabalho.

 

Você concorda que, em tempo de crise, se torna ainda mais importante estar assessorado por um profissional com conhecimentos profundos de gestão? Deixe sua opinião aqui embaixo, nos comentários.

 

faça-acontecer

 

Artigo produzido pelo blog do Grupo Meta e gentilmente cedido para a Daexe, com edições.

37

5 Indicadores de desempenho para medir e melhorar no seu negócio

Este artigo foi escrito originalmente no blog da Endaevor e cedido gentilmente aos leitores do Blog do DAEXE Assessoria Executiva

Não estamos falando de metas, mas de quem vai te ajudar a alcançá-las! Conheça alguns possíveis indicadores de desempenho para sua empresa.

Se você tem um curso pré-vestibular, pode ser a porcentagem de alunos aprovados em universidades renomadas. Se tem um restaurante que preza pelo serviço de qualidade, pode ser a taxa de clientes que retornam. Se o caso é uma indústria de produção em massa, pode ser a quantidade de produtos finalizados por hora. Os indicadores de desempenho, também chamados de KPI, são métricas que quantificam sua performance de acordo com seus objetivos organizacionais.

Para que esses indicadores de desempenho tenham uma contribuição significativa no controle da empresa, primeiro é necessário entender o planejamento estratégico e ter objetivos claros na hora da definição das metas que devem ser alcançadas. A partir daí, a elaboração e a gestão dos indicadores de desempenho podem ser direcionadas para o monitoramento da evolução dos resultados da empresa e servir como referência para o processo de tomada de decisão e a criação de estratégias de melhoria.

Esse artigo foi criado justamente para abordar a importância da utilização da avaliação de desempenho organizacional, quais tipos de indicadores e métodos podem ser utilizados e como eles podem contribuir no processo de tomada de decisão.

A utilização de indicadores de desempenho

Existem diversos tipos de KPIs que fornecem uma série de informações que podem estar encaixadas em categorias. Dentre alguns deles, podemos citar:

Os indicadores de produtividade: que podem estar relacionados à produtividade hora/colaborador, hora/máquina. Ou seja, estão ligados ao uso dos recursos da empresa com relação às entregas.

Os indicadores de qualidade: eles andam juntos com os indicadores de produtividade, pois ajudam a entender qualquer desvio ou não conformidade que ocorreu durante o processo produtivo. Um exemplo de indicador de qualidade pode ser considerado o nível de avarias, onde a quantidade de avarias ocorridas durante um período é comparado com o nível de aceitação estabelecido.

Os indicadores de capacidade: eles medem a capacidade de resposta de um processo. Podemos citar como indicadores de capacidade a quantidade de produtos que uma máquina consegue embalar durante um determinado período de tempo.

indicadores estratégicos: eles auxiliam na orientação de como a empresa se encontra com relação aos objetivos que foram estabelecidos anteriormente. Eles indicam e fornecem um comparativo de como está o cenário atual da empresa com relação ao que deveria ser.

Independentemente de em qual categoria os indicadores se encontram, eles são igualmente importantes, pois são eles quem fornecem a visão que a empresa necessita para enxergar seus processos e conseguir uma base sólida para alinhá-los aos objetivos traçados.

Os principais indicadores de desempenho nas empresas de sucesso

Então, quais indicadores de desempenho podem ser utilizados para acompanhar a performance da empresa e o que pode ser feito para que os resultados sejam melhorados?

Indicador de lucratividade

Grande parte dos empreendedores se preocupa em acompanhar o faturamento da empresa e, não raro, se depara com situações onde os resultados foram positivos, mas o dinheiro não sobra. Parece estranho? Sim, mas não é.
O cálculo do percentual de lucro sobre o faturamento ajuda a entender melhor qual caminho o negócio tem seguido e quais ações podem ser tomadas para melhorar os resultados. Voltando à questão da falta de dinheiro, ela pode estar diretamente ligada aos custos que a empresa apresenta.

Se o seu faturamento foi positivo, mas o dinheiro não está disponível, é sinal de que seus custos andam elevados e você precisa tentar resolver esse impacto. Uma boa forma de analisar se a lucratividade do seu negócio está em bom estado é compará-la com a lucratividade média apresentada pelo seu setor no mercado.

Valor do ticket médio

Este indicador de desempenho permite entender como funciona a dinâmica de vendas e pode ser acompanhado de três formas: por venda, por cliente e por vendedor. Com esses três parâmetros, é possível identificar a performance do setor de forma mais ampla e identificar ações que podem maximizar os resultados ou pontos que necessitam de melhoria.

Por exemplo: se você consegue medir seu ticket médio por clientes, poderá saber quais deles compram mais e melhor e mudar a forma como se relaciona com esses clientes, oferecendo um atendimento diferenciado e negociações especiais.
Por outro lado, se você acompanha o ticket médio por vendedor, consegue identificar, por exemplo, quais se saem melhor. A partir daí, vale investigar os motivos e implementar soluções, como a de investir mais na capacitação dos vendedores ou de criar programas de incentivos.

O cálculo padrão de ticket médio se dá: faturamento em X meses / X / nº de clientes – dessa forma, têm-se o ticket médio mensal da empresa.

Nível de serviço de entregas

Esse indicador da área de logística revela os dados de uma das operações mais complicadas e, ao mesmo tempo, mais observadas pelos clientes: a entrega dos produtos. Esse KPI é importante não só para entender como está o desempenho da sua operação de transporte, mas também se a sua cadeia de suprimentos funciona de forma eficiente.
Serve ainda como base para avaliar o desempenho dos seus fornecedores. Isso é importante para avaliar o grau de confiabilidade de cada um deles com relação a suas entregas e o cumprimento de prazos.

Taxa de sucesso em vendas

Esse indicador auxilia os empreendedores a entender qual é o índice de vitórias em cada negociação realizada pela empresa. Ela pode ser medida estabelecendo a relação entre a quantidade de vendas que foram efetivamente fechadas e a quantidade total de oportunidades que foram abertas em determinado período.

Além disso, se as taxas de sucesso forem medidas em cada etapa do processo de negociação, é possível identificar qual é o maior gargalo do seu funil de vendas, aquele que faz com que seus clientes desistam da proposta. Por exemplo: se os clientes desistem logo no início, o problema pode estar relacionado à abordagem dos vendedores. Em um momento mais avançado, pode ser consequência da oferta de facilidade de pagamento ou, mais adiante, da capacidade de entrega.

Índice de turnover

Avaliar o grau de rotatividade dos seus funcionários ajuda a entender as questões internas da empresa. Grandes taxas de turnover podem sinalizar problemas de liderança, de clima organizacional e de valorização dos colaboradores. Quando a empresa enfrenta problemas internos, possivelmente eles irão refletir no atendimento ao cliente.

O grau de turnover pode ser calculado com base no tempo médio de permanência de cada funcionário na empresa. A fórmula clássica é (nº de demissões + nº de admissões)/2, dividido pelo total de funcionários. Essa taxa de rotatividade acaba se tornando importante para que a organização entenda seus problemas e crie ações para solucioná-los e melhorar os resultados da empresa como um todo.

É muito comum encontrar empreendedores que, na ânsia de controlar suas operações, acabam criando uma grande quantidade de KPIs, que fornecem muitas informações que muitas vezes não são analisadas. Ou então, ainda, há aqueles que acabam dando tanto foco no que diz respeito à rotina — captação de clientes, negociação, vendas, entre outras atividades — que se esquecem de desenvolver análises que podem fornecer um diagnóstico preciso sobre a situação em que a empresa se encontra. Esses indicadores de desempenho só funcionam quando estão alinhados com suas estratégias e quando você está disposto a separar um respiro na rotina para acompanhá-los.

Agora que você já está um pouco mais informado sobre indicadores de desempenho e seus benefícios, conte-nos quais são os indicadores utilizados na sua empresa e quais você pensa em implantar? Não esqueça que os assessores do DAEXE estão à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida por email ou nos comentários abaixo!

38

3 desafios que o BSC ajuda a superar na gestão da sua empresa

No mundo empresarial, cada vez mais se ouve falar no Balanced Scorecard, uma metodologia de gestão originada na Universidade de Harvard, nos EUA, que tem sido reconhecida e aderida por grandes empresas em todo o mundo. Só nos EUA, das 1000 maiores empresas norte-americanas listadas pela lista da revista FORTUNE, pelo menos 50% utilizam o BSC. Neste artigo, apresentamos 3 dentre as diversas soluções que o BSC tem para as empresas e que em muito justificam a grande adesão a esta revolucionária metodologia de gestão.

Cria consenso em relação à visão e estratégia da empresa

Quantos empreendedores se lançam no mercado sem uma visão e estratégia bem definidos e, engolidos pela rotina puxada de suas empresas, seguem com este quadro de indefinição, levando a cabo estratégias fragmentadas e pouco eficazes? Este é um quadro que se repete mesmo em empresas que apresentam um desempenho financeiro excelente, às vezes com muitos anos de mercado. Mas esta forma de condução desorganizada, sem um norte consensual, sem uma visão bem definida, pode levar a empresa ao fracasso. Por isto, a construção do BSC tem como um de seus primeiros passos esta chamada à liderança da empresa para discussão, esclarecimento e definição consensual da visão e da estratégia da empresa.


Comunica a estratégia a toda a Organização, traduzindo-a em termos operacionais

Boa parte das empresas possui um Planejamento Estratégico definido formalmente, a partir da descrição de sua Missão, Visão e Valores. Porém, frequentemente esta descrição é inanimada, desconhecida conceitualmente pelos membros da organização e distante de uma linguagem que possa ser absorvida em termos operacionais e posta em prática no dia a dia dos colaboradores. Por isto, um dos maiores legados do BSC para as empresas tem sido sua capacidade de tornar sabida a toda a organização a estratégia da empresa, em uma linguagem aplicável ao cotidiano operacional da empresa.

Forma a base de um processo de Gestão Estratégica Eficaz e Integrado

O BSC é um sistema de Gestão Estratégica que inaugura mudanças profundas e, portanto, duradouras nas empresas. Isto porque fornece as bases para o aprendizado estratégico, através do fomento ao desenvolvimento da equipe executiva e do alinhamento de recursos e iniciativas estratégicas, que permite vincular recompensas à realização dos objetivos estratégicos e sustentar investimentos em ativos intelectuais e intangíveis. Ao mesmo tempo, ao estabelecer as metas estratégicas da empresa – de curto, médio e longo prazo – alinhando e vinculando os componentes da estratégia (Objetivos, Indicadores, Metas e Iniciativas), o BSC demonstra sua capacidade de Gestão Integrada.

Com qual dessas soluções a sua empresa mais se identifica? Compartilhe conosco nos comentário abaixo!

39

3 motivos para empresas visionárias adotarem o Balanced Scorecard como seu sistema de gestão estratégica

A maioria das empresas enfrenta um mesmo problema de gestão: definir o que precisa ser feito, planejar e colocar em prática o seu planejamento. Profundamente envolvidos com as atividades do cotidiano operacional da empresa, os gestores acabam por colocar em segundo plano o âmbito estratégico da empresa. Na década de 1990, estudos desenvolvidos pelos professores norte-americanos Robert Kaplan e David Norton demonstraram que 85% dos executivos gastavam menos que uma hora por mês discutindo a estratégia de suas empresas; 60% das empresas não vinculavam orçamentos à estratégia; apenas 25% dos gerentes possuíam incentivos ligados ao alcance da estratégia organizacional e; somente 5% do nível operacional de trabalho tinha conhecimento da estratégia da empresa.
Kaplan e Norton perceberam que as empresas estavam sendo conduzidas a partir de olhares que remetiam ao seu presente e ao seu passado, mas com pouca dedicação a planejar o futuro. Para solucionar este gargalo que engessava as empresas de elaborarem um planejamento de longo prazo, eles desenvolveram uma ferramenta de Gestão Estratégica que se tornou conhecida pelo nome Balanced Scorecard ou BSC. Neste artigo, mostramos algumas das vantagens que tem tornado este método tão conhecido e amplamente aderido por empresas visionárias, no Brasil e no exterior.

Mapa Estratégico

A implementação do Balanced Scorecard é feita a partir da tradução da estratégia em um mapa estratégico, no qual ficam ranqueados os objetivos estratégicos do empreendimento, acompanhados de metas e indicadores necessários ao alcance de cada objetivo descrito.
O mapa facilita que o Planejamento da empresa saia do papel porque permite monitorar o desempenho de todas as partes envolvidas no desenvolvimento da empresa em direção aos objetivos estratégicos, sendo possível avaliar periodicamente o processo de implementação e revisar/ ajustar as estratégias, sempre que for identificado algum desvio. Por esta habilidade, o BSC conseguiu preencher a lacuna antes deixada pela grande maioria dos sistemas gerenciais, que é a falta de um processo sistemático para implementar e obter feedback sobre as estratégias utilizadas.

Mobilização integral da empresa em direção à estratégia

A implementação do BSC envolve intensamente todas as partes da empresa. Todos os departamentos, setores e colaboradores são conectados no mapa estratégico definido. A cada uma das partes são delegadas tarefas e funções que se conectam aos objetivos estratégicos e às metas, e todos envolvidos ficam mais cientes a respeito de sob quais condições a sua função ou cumprimento de certas atividades na empresa colaboram para a que a instituição alcance seus objetivos de curto, médio e longo prazo.
Por isto, o BSC consegue gerar um clima de mobilização de lideranças para iniciar um processo de mudança cultural e proporciona maior engajamento dos colaboradores. O alinhamento da toda a organização e dos processos à estratégia permite a criação de um ambiente altamente produtivo, que gera motivação, conscientização e educação do comportamento das pessoas em direção à estratégia da empresa.

Foco na estratégia de longo prazo

O BSC permitiu materializar estratégias de longo prazo nas empresas, sustentadas a partir de um sistema de gestão, comunicação e medição de performance que abrange e inter-relaciona todos os níveis da organização. Este método foi revolucionário por agregar ao indicador financeiro, outros indicadores de gestão de desempenho que conseguem medir ativos intangíveis das empresas, os quais geram valor para a instituição a longo prazo, como seu nível de organização, suas habilidade e competências, sua tecnologia da informação, entre outros atributos intangíveis da empresa que tornam maior o seu valor de mercado a curto, médio e longo prazo.

Faça seu comentário e compartilhe conosco a sua opinião ou a sua dúvida sobre esta visionária estratégia de gestão empresarial!

40

5 habilidades que um executivo deve ter para o sucesso empresarial

O sucesso empresarial não é uma receita na qual somamos alguns ingredientes e o resultado é completamente previsível. Porém, existem características e habilidades que identificamos serem fundamentais ao executivo para que tenha sucesso em seu negócio.

Você já pensou sobre isto? E melhor, já parou para refletir nas habilidades que você tem e que farão seu negócio ir à frente ou andar em passos lentos? Neste conteúdo, o DAEXE apresenta para você 5 habilidades que consideramos que um executivo deve ter para garantir sucesso empresarial. Confira!

Vendas

As vendas são condicionantes para o sucesso de qualquer empresa. Se o seu produto ou serviço não “sai das prateleiras”, é sinônimo de que as coisas não vão nada bem. Agora, para além de ofertar um bom, desejável e útil produto ou serviço aos consumidores. A sua empresa tem que ter capital humano extremamente capacitado para a venda.

O talento nas vendas está ligado às habilidades de autoconfiança, poder de persuasão e negociação e à persistência. O bom vendedor é aquele que consegue transmitir confiança pro cliente de que o seu produto ou serviço é a solução que ele precisa naquele momento. E seu talento para negociar e persistir até fechar o negócio serão os diferenciais que farão as vendas da sua empresa alavancarem!

Veja também Customer Success: Entenda como realizar o sucesso do cliente

Atendimento

Complementar à habilidade vendas, o atendimento de excelência é um quesito fundamental para o sucesso empresarial. Sua empresa pode ter bons produtos ou serviços para oferecer, mas te aconselhamos a olhar a sua volta. Seus concorrentes também podem ter produtos e serviços similares aos seus. E um dos fatores que pode realmente diferenciar a sua empresa da deles é “aquele atendimento inesquecível”!

Já ouviu algum cliente dizer que comprou com você porque você foi mais atencioso e prestativo?! Pois é, faça deste elogio uma marca da sua empresa. E você verá que mesmo que seu concorrente esteja oferecendo um produto ou serviço um pouco mais em conta, o cliente vai optar pela sua empresa!

Liderança

Liderança eficiente é aquela que direciona, motiva e dá o exemplo. Uma liderança ruim mina as possibilidades de sucesso empresarial. Você já se perguntou que tipo de líder você é? A primeira coisa que o líder tem que ter em mente é que seus colaboradores são seres humanos integrais, e não “trabalhadores”.

Há vida e sentido por detrás de uma rotina de trabalho, e o líder ideal é aquele que tem sensibilidade para gerir pessoas as considerando por inteiro. Gerenciando suas expectativas de forma a motivá-las. Principalmente, o executivo com verdadeiro talento para liderar é aquele que se comporta como sendo sempre o exemplo do que quer ver em sua equipe.

Trabalho em equipe

A matemática é simples: várias cabeças pensam mais do que uma só e vários braços geram mais resultados do que um só. Mas isto se houver uma coordenação eficiente destas várias engrenagens! Trabalho em equipe equivale à multiplicação do sucesso empresarial! Mas atenção, equipe é time, não é um aglomerado de trabalhadores trabalhando isolados.

Por isto, saber trabalhar em equipe é uma condição para o sucesso da sua empresa. Isto significa saber delegar, saber contar com os demais. Além disso, ter a consciência e a responsabilidade de que outras pessoas dependem que você execute bem e em tempo as suas tarefas. Para que elas possam executar as tarefas delas.

Leia também: Todos os executivos de sucesso refletiram sobre estas perguntas

Empreendedorismo

Empreendedorismo é a chave do sucesso, é a luz no fim do túnel, é a capacidade de reverter quadros, superar desafios e gerar soluções! Em suma, é uma característica que a empresa sempre necessitará para se auto superar.

Para além da característica empreendedora que gerou o empreendimento, o verdadeiro executivo sabe que o sucesso do negócio depende de sua capacidade de empreender a cada nova crise ou desafio. Empreender é identificar oportunidades quando os demais só enxergam obstáculos. O executivo que tem esta habilidade, agregada às outras quatro que citamos, tem nas mãos a chave do sucesso empresarial!

Que tal refletir e compartilhar conosco as habilidades que você percebe que tem e aquelas que precisa desenvolver? O DAEXE é especializado em assessorar os executivos a desenvolverem suas habilidades empresariais. Entre em contato conosco ou nos deixe um comentário. Teremos enorme prazer em assessorá-lo!