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46 resultados encontrado para: liderança

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3 peças-chave do marketing de serviços da sua empresa

Na ultima década, o setor de serviços tomou grandes proporções na economia brasileira, chegando na atualidade a ser responsável por 65% do PIB na nação. Um dos principais motivos deste crescimento significativo é o aumento da renda das famílias brasileiras, que hoje possuem vários provedores e uma renda capaz de lhes proporcionar maior conforto, o que geralmente é canalizado no aumento da busca por comodidade através dos serviços. Diante desta conjuntura, as empresas de serviço tem possibilidade de expansão e seu diferencial estará em seu marketing de serviços.
O Marketing de serviços se diferencia do de produtos porque possui o quinto “P”, Pessoas. Isto significa que o modo como o serviço será oferecido ao consumidor será determinante em sua escolha por uma ou outra empresa, principalmente considerando que os produtos hoje são muito semelhantes, produzidos em larga escala, em padrão commoditie. Neste conteúdo, indicamos 3 fatores que consideramos peças-chave para o sucesso do marketing de serviços da sua empresa e que vão diferencia-la de seus concorrentes.

A escolha da equipe certa

As empresas de serviços hoje iniciam sua diferenciação no mercado por meio da forma como recrutam e selecionam pessoas. O profissional de RH precisa ter em mente que a venda de serviços é intangível, portanto é preciso escolher pessoas que saibam administrar esta característica. Quem vende serviços vende promessas. A forma como o serviço é vendido tem que desencadear no usuário a percepção de que a promessa será cumprida. Portanto, a escolha de funcionários com este perfil é peça chave no marketing de serviços da sua empresa!

Uma Liderança motivadora

O marketing de serviços é como um teatro: se os bastidores não forem bem, certamente a apresentação do palco ficará comprometida. Para os bastidores irem bem, as empresas precisam de mais do que chefes, precisam de líderes, ou seja, de pessoas que, além da competência técnica, tenham sensibilidade e habilidade para gerir talentos humanos, que saibam estimular o espírito de equipe e manter seu pessoal motivado. Escolha a liderança certa para a sua equipe e receba em troca a performance que espera de seus colaboradores!

A aplicação das ferramentas da qualidade no dia a dia

As empresas não devem perder de vista o compromisso com a aplicação no seu dia a dia das ferramentas da qualidade. Se engana a empresa que acha que seus clientes não vão perceber sua cultura e grau de organização. Não se encanta clientes externamente se no espaço interno da empresa não se está alinhado com tal filosofia de encantamento. Por isso, a empresa que quer estar a frente no marketing de serviços deve investir em conhecimento, qualificação e treinamento, para que estas ferramentas de qualidade sejam uma realidade no cotidiano e na cultura da organização.

Você já tinha se dado conta de que estes três fatores são peças-chave para o marketing de serviços da sua empresa?Conte-nos a sua experiência sobre este assunto nos comentários abaixo!

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4 etapas da gestão de pessoas para aumentar sua produtividade e lucratividade

Muitas empresas ainda contam com uma gestão desorganizada de pessoas, seja porque cresceram muito rápido e não conseguiram consolidar estratégias com o setor de Recursos Humanos (RH), seja porque não priorizaram uma renovação de abordagem com os seus colaboradores. Qualquer que seja o motivo, esse cenário precisa mudar o mais rápido possível. Em um ambiente de trabalho assim, é comum um alto índice de desmotivação ou desinteresse e, em geral, as pessoas não fazem nada além das suas obrigações quanto à gestão de pessoas. Os funcionários não se preocupam com o resultado da empresa porque percebem que este tipo de comportamento resultará em nenhum benefício pessoal.
Ninguém gosta de trabalhar sem perspectiva de crescimento, aumento salarial ou sem sentir-se envolvido ou importante no processo estratégico da organização. Mas estes motivos ainda são muito simplistas. Várias questões podem estar impedindo o desempenho do seu funcionário. Muitas vezes, é a própria liderança a causa do desengajamento, fazendo com que os empregados não se demitam da empresa, mas sim do gestor. Certamente, companhias com uma liderança sem competência para exercer tal função e má gestão de pessoas acabam perdendo seus talentos e apresentando uma produtividade abaixo de sua capacidade, além de alta rotatividade.
A falta de engajamento também pode se dar pelo não estabelecimento de missão, visão e valores, algo que algumas empresas ainda se esquecem de fazer. Afinal, como o funcionário poderia ficar engajado com um propósito que desconhece, quando não se sabe para onde vai a empresa e nem o que se espera dele, não é mesmo? E esta é uma questão muito simples, mas deixada de lado devido à ideia de que todo colaborador satisfeito está comprometido. Isso não é verdade.

Você pode motivar seus colaboradores seguindo quatro etapas estratégicas: avaliação de desempenho, feedback, meritocracia e realocação.

Avaliação de desempenho

É uma boa maneira de equilibrar tanto as necessidades da organização quanto as do funcionário. Precisa ser feita regularmente (uma vez a cada quatro meses, por exemplo) e não apenas uma vez ao ano. Nela questionam-se atributos positivos, aprimoramentos realizados, opiniões sobre o funcionamento da empresa e gestores; depois, traçam-se objetivos para a próxima avaliação. A consequência dessa primeira fase deve ser a aplicação de treinamentos, bonificação, aumentos e planos de carreira. E o funcionário tem a oportunidade – e mais motivos – para fazer o seu melhor.

Feedback

De nada adianta preencher um formulário se ele não levará a alteração alguma. A avaliação, por si só, não pode ser considerada uma forma isolada de gerenciamento de pessoas. Quando usado corretamente, o feedback ajuda a identificar os pontos fortes e os que precisam de ajustes, para que os colaboradores consigam se desenvolver plenamente e alcançar os resultados esperados pela organização. O importante é informar e instruir o profissional sobre um determinado comportamento que pode estar sabotando seu trabalho e, consequentemente, suas possibilidades de crescimento na empresa. Outro detalhe que não pode ser ignorado é o reconhecimento de quem fez um bom trabalho.
É importante lembrar que os gestores também precisam passar pelo processo de feedback. Melhorar o desempenho é um crescimento válido para todos o colaboradores.

Meritocracia

Deve ser considerada uma estratégia fundamental para motivar os funcionários, pois trabalha com o sistema de recompensa. Depois das etapas da avaliação de desempenho e feedback, a premiação pelo bom trabalho precisa se concretizar. À medida que os colaboradores alcançam suas metas, podem receber bônus, viagens, promoções e cursos, entre outros incentivos. A meritocracia também funciona como uma retenção de talentos, já que ninguém irá querer abandonar a empresa sabendo que é valorizado e, se fizer um bom trabalho, será recompensado.

Realocação

Nas ocasiões em que o funcionário encontrou dificuldade em alcançar as metas definidas na avaliação de desempenho, o RH precisa analisar as causas e trabalhar junto com ele para a solução de problemas. A empresa que decide pela demissão de todo e qualquer empregado que não conseguiu cumprir seus próprios objetivos corre o risco de ter um alto índice de rotatividade, diminuição da motivação de outros colaboradores e até a ocorrência de ações trabalhistas, além de evidenciar que talvez não tenha dado a oportunidade de uma comunicação mais clara. Assim, uma boa alternativa pode ser a realocação. Muitas vezes, o colaborador é um bom talento a ser mantido, e, através dos processos anteriores, o RH precisa compreender em qual cargo ele poderia exercer outra função, que o deixaria mais feliz, em que suas habilidades seriam trabalhadas de outra forma e ainda assim continuaria útil para a companhia. Sempre é preciso pensar no equilíbrio de ambas as partes.

Este conteúdo pertence ao Endeavor Brasil e foi cedido gentilmente aos leitores do BLOG DAEXE. Agora nos conte se ele foi útil para sua empresa e se você tem mais alguma sugestão de gestão de pessoas para motivar seus colaboradores! Escreva nos comentários!

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7 razões para investir mais em seus funcionários

É importante que o empreendedor se preocupe com a infraestrutura de sua empresa e com as tecnologias adotadas. Mas é essencial também que ele não se esqueça de que sua organização é feita e mantida por pessoas. Não deveria ser nenhuma surpresa perceber que o investimento no seu capital humano é algo básico para a empresa. Ainda que investir em seus funcionários não dê retorno imediato, existem algumas ótimas razões para fazer isso. Então, que tal descobrir alguma delas agora? Acompanhe:

1. Garantia de retenção de talentos

Pensar em medidas que levam em conta a satisfação e o bem estar dos funcionários, como os treinamentos de atualização e especialização, planos de carreira atraentes e as premiações por bom desempenho, são fatores que farão com que as pessoas gostem de trabalhar para você, além de desejarem continuar na empresa por mais tempo. Você também poderá contar com talentos que você já conhece e confia, vai deixar de gastar tempo e recursos com substituições em sua força de trabalho.

2. Consiga mais lealdade

As pessoas executam bem seu trabalho em locais onde se sintam seguras e valorizadas. Caso a sua equipe se sinta apoiada pessoal e profissionalmente, ela naturalmente vai se tornar mais engajada e responsável. As pessoas se sentirão — e se comportarão — como um time, leal a sua cultura corporativa e aos objetivos da empresa.

3. Melhoria da capacitação dos empregados

Quando os funcionários veem uma oportunidade de crescer na empresa, eles se esforçam bem mais para aprender novas habilidades e adquirir competências decisivas para os objetivos do negócio. Eles poderão se esforçar nos cursos que o gestor promover, mas também estudar por conta própria, ao ver que há uma política de premiações por competência ou desempenho. Há inúmeras dinâmicas que podem envolver o aperfeiçoamento técnico de sua equipe. E investir em formação é o mais importante para a transferência e o aproveitamento de conhecimentos.

4. Aumento da produtividade

Funcionários que se sentem mais valorizados com os investimentos feitos também trabalham mais felizes e empenhados. Isso garante um melhor ambiente de trabalho e tem reflexos mais positivos na produtividade da equipe. Sem falar que estarão mais preparados e focados com os conhecimentos adquiridos em cursos e palestras que o gestor tenha propiciado à equipe. Mais treinamento e harmonia, é claro, fazem sua equipe funcionar melhor.

5. Obtenha colaborações mais efetivas

A colaboração é um dos aspectos mais importantes para um negócio bem sucedido e mais ágil. Funcionários que se sentem mais valorizados e comprometidos, vão se esforçar para concluir as tarefas por conta própria e ajudar os colegas a alcançar os resultados esperados. Ao cuidar de seus talentos, promova fortes princípios de colaboração e de envolvimento harmônico de uns com os outros. Haverá mais ideias e soluções e, portanto, enorme vantagens estratégicas em relação aos concorrentes.

6. Valorize a cultura da empresa

Colaboradores mais engajados e valorizados significa também que eles o ajudarão a levantar e sustentar a cultura corporativa que se ambiciona, inclusive quando ela passa por mudanças pensadas. É muito difícil avançar a cultura de uma empresa quando o gestor tem uma equipe que carece de envolvimento e não recebe investimentos eficazes.

7. Encontre lideranças dentro de sua própria equipe

Os jovens funcionários de hoje podem ter seu potencial dilatado e se tornar grandes e eficazes lideranças amanhã. E tudo isso dentro de sua própria empresa. Será muito mais fácil e barato lapidar os talentos que gostam de trabalhar para sua empresa, se sentem integrados ao time e já conhecem como sua organização funciona, do que contratar líderes de fora no futuro.

Como você vai investir nos seus funcionários, quais meios e estratégias serão adotadas, trata-se de uma decisão que precisa ser muito bem pensada. O que não pode acontecer é deixar tal ideia de lado. O que você tem feito para investir em seus funcionários ultimamente? Deixe seu comentário e compartilhe conosco a sua experiência.

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Saiba por que os seus colaboradores não são proativos!

Uma característica frequente dos profissionais e colaboradores nas empresas infelizmente tem sido a falta de proatividade. Sim, a falta de iniciativa, criatividade e entusiasmo é um mal que tem se alastrado e age como um grande limitador para o sucesso das empresas. Porém, se engana quem acredita que este tipo de atitude é simplesmente um defeito, uma característica pessoal. Muitas vezes a falha está acontecendo na liderança das empresas, que acabam tolhendo e desanimando seus colaboradores. Sim! Você, líder, pode ser o grande responsável pela falta de proatividade de seus colaboradores. Confira neste conteúdo três fatos que podem estar acontecendo na sua empresa e cuja reversão do quadro depende das suas atitudes!

Delegar Tarefas

A liderança que centraliza demais as ações demonstra não confiar em seus colaboradores. Delegar tarefas significa mostrar ao outro que ele tem potencial de resolver problemas. Este voto de confiança na capacidade de execução de seus colaboradores é o estímulo certo para que se desenvolvam profissionalmente e se sintam trabalhando num verdadeiro time para o qual a vitória é o sucesso do empreendimento. Quando o profissional é chamado a executar tarefas e resolver problemas, ele tem a chance de mostrar seu potencial. Quanto mais confiança for devotada a ele, maior sua capacidade de ser proativo na empresa e de buscar soluções e tarefas por conta própria.

Medo de errar e de se expor ao ridículo

Dizia o grande pensador Maquiavel (século XVI) que é melhor ao líder ser temido do que ser amado. Este é um pensamento antigo que serviu de base para a construção da cultura organizacional ao longo dos anos. De fato, por muito tempo as grandes estratégias empresariais foram forjadas tendo como base estratégias de guerra muito antigas. Não se pode desprezar este conhecimento, mas hoje as empresas e os líderes podem desfrutar de estratégias novas e diferentes para estimular a proatividade e produtividade dos seus colaboradores. Hoje sabemos que, apesar de o temor chamar à responsabilidade, o verdadeiro líder não é aquele que inspira medo, mas sim o que inspira exemplo. Se você provoca terror e pesadelos nos seus colaboradores, pode ter certeza que eles não vão ter iniciativa para fazer nada além do previsto. Sim, o medo de errar, de desagradar e de ser ridicularizado é fator certo para fazer a proatividade passar bem longe da sua empresa.

Medo de perder

Da mesma forma, se o colaborador está sob constante pressão de ter de se responsabilizar por perdas e prejuízos ou até mesmo de perder seu emprego, isto também não é nada atrativo. Claro que ele deve estar ciente de que erros tem consequências e que ele sempre terá de arcar com sua parcela de culpa, mas estimular na empresa um ambiente de perseguição e punição absolutamente não vai ajudar. Por mais desagradável que seja, erros fazem parte da rotina de qualquer empresa, mas se você não estimula um ambiente de segurança e compreensão, não haverá espaço para a criatividade e proatividade na sua empresa, e a solução dos problemas, até mesmo aqueles mais simples e rotineiros da empresa, vão se tornar uma tarefa muito mais difícil.

Está faltando proatividade nos seus colaboradores? Que tal repensar suas atitudes e criar estratégias para estimulá-los? Compartilhe nos comentários o que tem feito em suas empresa para estimular os seus colaboradores!

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Atuação e Modelos de Consultoria

Com advento da administração moderna, o grau de exigência em gestão e desenvolvimento das organizações cresceu e não para de crescer. Em grande parte das empresas no mercado globalizado, a estrutura, métodos ou mesmo abordagens antigas, não estão mais conseguindo proporcionar resultados, ou até mesmo fazerem as empresas sobreviverem. São vários os fatores que levaram a isto, mas dentre eles merece destaque a competitividade e a inovação.

Para o empresário e sua equipe, como destacado na administração científica há um grande grau de especialização em realização de atividades operacionais na empresa, como estas pessoas em sua maioria ficam envolvidos demasiadamente no operacional, de maneira que não conseguem vislumbrar novas possibilidades, pensar estrategicamente sobre aquilo que estão fazendo, ou em possíveis melhorias que poderiam ser alcançadas.
Isto não se restringe às grandes empresas. Na verdade, nas empresas menores devido a exigência de envolvimento maior do empresário no operacional da empresa, este acaba tendo uma restrição consequentemente maior em como melhorar na buscas de melhores oportunidades para o seu negócio.

Estas empresas começaram a ter dificuldade em primeiramente descobrir aquilo que precisaria ser melhorado, bem como evidenciar como fazer ou trazer a melhoria. Tendo em vista isto, ao longo dos anos vem sendo desenvolvido um profissional cuja sua missão e dever é procurar e implementar as melhorias necessárias às empresas.

Para tanto, se desenvolveram diversos modelos de consultoria, dentre eles merecem destaque:

ALOCAÇÃO DE RECURSOS

Exercida por um profissional com muita experiência e conhecimento em uma determinada área, para a resolução de um problema pontual e específico.

Ex.: Recrutamento de pessoas

EDUCAÇÃO CONTINUADA

Cria-se um ambiente e condições para o desenvolvimento dos colaboradores sejam capazes de identificar e resolver problemas. A atuação do consultor é feita de maneira indireta sobre a organização.
Os resultados são observados no longo prazo.

APOIO

Possibilita a expressão e compreensão dos sentimentos e tensão que estão envolvidos no processo de consultoria, mas que podem ter interferência nos resultados da resolução do problema.

PESQUISA-AÇÃO

Consiste no envolvimento conjunto do consultor com cliente com intuito de identificar, diagnosticar, agir e avaliar cada fase da consultoria, de forma colaborativa.

1. Cada problema é tratado individualmente
2. Desenvolvimento constante de novas soluções
3. Capacitação e desenvolvimento continuado da organização e dos colaboradores.

PRESCRITIVA

Forma mais antiga e comum de consultoria a qual consiste em diagnosticar um problema e propor um tratamento ou solução a ser implementada pelo cliente ou ativamente pelo consultor.
Para o sucesso desta intervenção é fundamental a cooperação do empresário e a disponibilização das informações necessárias para a identificação das causas do problemas.

PROCESSO

Parte de uma situação inicial para se alcançar um objetivo especifico. Para tanto utiliza-se e otimiza-se os recursos presentes na organização, assim como incorpora as melhorias necessárias para que seja possível alcançar o sucesso.
Exige grande experiência e competência do consultor.
O consultor apresenta técnicas e ferramentas de forma que estas sejam entendidas e transferidas para a organização, agregando conhecimento e valor

DE RISCO – EXITO

Foco na melhoria econômico-financeira da organização por meio da redução e otimização de custos.
Geralmente os resultados são apenas de curto prazo

Toda empresa possui uma realidade particular, sendo para cada situação necessário se refletir qual a melhor forma de se realizar uma consultoria. Vale destacar ainda, que mesmo sendo realizado um excelente trabalho pelo consultor, os resultados e a diferença no que diz respeito a inovação, competitividade ou melhoria, dependerá da empresa, ou seja das pessoas, em especial da sua liderança para assegurar não somente a legitimidade, mas também a incorporação das melhorias.

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Veja 5 erros comuns que você deve estar cometendo ao gerir sua equipe

Liderar não é tarefa fácil. E para aqueles que pensam que basta mandar e esperar que os outros obedeçam, sinto informá-los que estão enganados. Existem vários livros de autores diversos que dissertam extensivamente sobre as formas eficazes de se gerir uma equipe. São habilidades novas a serem desenvolvidas e aperfeiçoadas, mudanças na análise do contexto empresarial e a desconstrução de antigas práticas que certamente você pecava em achá-las correto. Iremos então citar alguns dos erros mais comuns praticados por gestores para que você aperfeiçoe seu desempenho na função. Confira!

Falta de liderança

Quando falamos de falta de liderança, não estamos dizendo falta de autoridade, pois, definitivamente, elas não são a mesma coisa! O cargo que você ocupa lhe garante autoridade, mas são as suas características que garantirão a liderança informal, que é um dos aspectos mais importantes e desejados pelos gestores. E não se engane, essas características as quais nós citamos podem sim ser desenvolvidas, não sendo, necessariamente, características inatas. Um bom líder é aquele que consegue transmitir confiança aos seus liderados, bem como ser persuasivo, inspirador, entre outros.

Ausência de feedback à equipe

Seus liderados precisam e gostariam de saber se o trabalho realizado está adequado, assim como o que poderia ou deveria mudar. Entretanto, muitos gestores não fazem isso, e não estamos falando da bronca caso alguém do time faça algo errado, mas sim de discorrer a respeito do trabalho do funcionário, explicando onde ele pode fazer melhor e o que ele não deve fazer, tudo de forma muito didática. Isso fará você ser bem visto pela equipe, para o time, que alcançará melhores resultados, e para o funcionário, que irá aprender a exercer melhor suas funções.

Ignorar a opinião do time

O funcionário sempre tem algo a oferecer. Sejam novas opiniões, novas perspectivas ou sugestões. Dessa forma, ele quer ser ouvido ao invés de ser tratado como apenas uma parte da empresa sem opinião. Lembre-se que o funcionário vivencia áreas, rotinas e processos que podem ser mais intensas do que a do gestor, fazendo assim com que ele tenha visões das necessidades do setor mais apuradas do que o líder. Saiba ouvir seu grupo, pois eles terão muito a dizer e, com toda certeza, você pode aprender muito com eles. Sem contar, é claro, que alguém pode ter uma solução melhor do que a sua para um problema.

Se manter distante da equipe

Um bom líder deve se fazer presente e estar lá para seu time caso eles necessitem. Ninguém gosta daquele chefe que só aparece para dar ordens, mas logo depois desaparece. Isso não gera confiança dos liderados no gestor, o que prejudica em muito os resultados que o time irá apresentar. Portanto quebre as barreiras de comunicação entre sua equipe. Ouça, fale, aconselhe e os conduza por caminhos que possam levá-los ao progresso.

Uso de autoridade em excesso

Autoridade sim, excesso nunca. Muitas pessoas deixam o cargo falar mais alto nas relações e, consequentemente, começam a utilizar de autoridade para conseguir tudo que precisam. Utilizar de autoridade em excesso desmotiva funcionários, faz com que seu rendimento caia, além de tornar a relação líder-liderado algo extremamente desagradável para ambas as partes.

Liderar não é tarefa fácil. Se fosse, teríamos apenas lideres sem ninguém para liderar. A responsabilidade que se assume é grande, pois lidar com as variáveis e os diversos tipos de perfil de cada grupo é algo complicado, porém não impossível. Quando essa gestão é bem feita, gera resultados excelentes. Você se pegou lembrando que já cometeu de algum dos erros que citamos acima? Como você tenta ser um bom gestor em sua empresa? Comente abaixo nos contando sua experiência como líder e assine nosso newsletter para se manter sempre informado.