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A Assessoria executiva no processo de tomada de decisão

Assessoria executiva: no processo de tomada de decisão

O papel da assessoria executiva tem sido cada vez mais importante dentro das empresas. O mercado tem exigido uma grande capacidade a nível estratégico e gerencial. 

Por isso, atualmente o profissional da área precisa ser constantemente mais qualificado e pró-ativo. Com essas qualificações, a assessoria executiva ganhou uma posição importante na tomada de decisões.

Uma das maiores dificuldades perceptíveis na rotina diária das empresas está justamente no processo decisório. Isso fica visível especialmente na hora da necessidade de tomar decisões importantes.

O medo de arriscar sem a certeza de retorno age como um empecilho que impede muitos empreendedores de ascenderem. Em outros casos, decisões imprudentes ou precipitadas resultam em danos gigantes para a empresa.

Nesse cenário, os empresários têm colocado cada vez mais confiança nas indicações da assessoria executiva. Com um conhecimento da dinâmica de todas a empresa, essa parte da equipe consegue apresentar uma visão completa do quadro geral. Ajudando o empresário a enxergar e compreender as competências da empresa e possibilidades mais favoráveis no cenário apresentado.

A importância do planejamento

Para qualquer tomada de decisão, é necessário que todas as informações disponíveis sejam analisadas e filtradas previamente. A realidade é que, para o sucesso nos negócios, todas as decisões de uma empresa precisam de um planejamento prévio. É essencial que a assessoria executiva realize um estudo específico de cada uma das alternativas apresentadas.

Questões como falta de tempo, influência de variáveis externas e complexidade do problema podem exigir uma adaptação no planejamento. Mas mesmo em uma situação adversa, o maior aproveitamento possível do planejamento é essencial. A falta de planejamento pode resultar em inúmeros problemas para a empresa e a reputação da assessoria com a gestão.

Por todo esse processo complexo e tão importante para a sobrevivência da empresa, não basta ser apenas um assessor executivo. Indo além, o profissional da equipe executiva precisa apresentar um perfil empreendedor. É preciso que ele tenha características exigidas pelo mercado atual:

  • Auto responsabilidade;
  • Raciocínio rápido;
  • Visão estratégica;
  • Habilidade na comunicação;
  • Capacidade de execução
  • Liderança
  • Inteligência emocional
  • Analisar e correlacionar dados
  • Espírito de gestão

Leia também: Quando devo procurar uma assessoria empresarial

Assessoria executiva é sinônimo de foco e visão

Em resumo, a assessoria executiva precisa ter uma visão holística da empresa e sua organização. Ela deve abranger os seus elementos, estratégias e atividades. Esse conhecimento é também uma forma de mostrar aos responsáveis pela empresa a seriedade e comprometimento do trabalho.

A criação desse laço de confiança entre a assessoria executiva e o empresário é um ponto chave. Ele proporciona um trabalho realizado de forma harmônica e agregadora. Por isso, o papel da assessoria é justamente o maior aliado do gestor da empresa. É preciso que se possa depositar confiança e consultá-la nos momentos difíceis e de decisão. 

É evidente que a incerteza sempre vai existir. Além disso, é humanamente impossível afirmar que erros de decisão não vão acontecer. Porém, o trabalho da assessoria executiva na tomada de decisões é, dentro das possibilidades e alternativas, muito claro. A assessoria deve apresentar ao empreendedor o cenário mais favorável para um resultado positivo.

Por isso, o segredo para um bom desempenho da assessoria executiva na tomada de decisões está no conhecimento. Quanto maior for o conhecimento sobre a empresa, melhor! 

Isso inclui o seu funcionamento, estratégias e a dinâmica da equipe. Assim, maior será a qualificação da assessoria para decidir de forma inteligente e empreendedora. 

assessoria executiva

Contabilidade gerencial: o que é e como começar a fazer na sua empresa

Contabilidade Gerencial: Veja o que é e como fazer

Diferente da contabilidade financeira, a contabilidade gerencial produz relatórios para gerentes, diretores e demais públicos internos. Quando bem realizada, ela se torna uma ferramenta contábil que pode refletir em melhores resultados.

Além de ser importante para ajudar a criar ações futuras, a contabilidade gerencial oferece uma visão completa da empresa. Se você ainda não implantou essa ferramenta na sua gestão, conheça mais sobre ela a seguir:

O que é a contabilidade gerencial?

A contabilidade gerencial é considerada uma ferramenta contábil. Com uso estratégico, ela reúne dados da empresa que possam ser relevantes aos gestores. A sua principal função é orientar a tomada de decisões.

Os relatórios gerados são estratégicos porque se concentram naquilo que é necessário se ter conhecimento. Eles podem incluir detalhes dos recursos financeiros disponíveis, fluxo de vendas, contas a vencer, etc.

  • Para entendê-la melhor conheça os seus principais benefícios:
  • Aumenta a eficiência dos gestores;
  • Auxilia na tomada de decisões;
  • Auxilia na fixação de preços;
  • Atua na previsão financeira;
  • Otimiza o controle de desperdícios;
  • Aumenta a comunicação entre os diferentes níveis de gestão;
  • Aumenta o lucro;
  • Norteia decisões estratégicas.

Como aplicar

contabilidade gerencialPara aplicar a contabilidade gerencial, é preciso integrá-la com toda a contabilidade da sua empresa. Isso acontece porque para gerar os relatórios deve-se ter acesso a todo orçamento e custos.

Além do desenvolvimento dos relatórios, a estratégia pode ser aplicada ainda com outras ações. Aproximar a contabilidade de todos os departamentos é uma dessas ações. Assim, é possível que todos participem da construção de estratégias aprofundadas.

O acesso a toda e qualquer informação da empresa também é fundamental para aplicar a contabilidade gerencial. Somente assim é possível a precisão dos resultados. Além disso, contar com softwares de dados fiscais também ajuda a reduzir os erros.

Veja Também: Gestão Financeira por fluxo de caixa e por fluxo de competência

Contabilidade gerencial versus contabilidade financeira

Entender a diferença entre essas duas formas de contabilidade é simples. Basicamente, elas dividem-se em externa e interna. A contabilidade gerencial é considerada interna. A diferença é que ela apresenta as informações para os próprios gestores, sócios e empregados da empresa.

Por outro lado, a Contabilidade Financeira é focada em apresentar as informações para o público externo. No caso, esse público pode ser fornecedores, investidores ou até o governo.

O grande benefício da Contabilidade Gerencial é que os seus dados são pensados em benefício da própria administração da empresa. É importante destacar que uma não é mais importante do que a outra, já que possuem focos distintos. Para traçar estratégias de crescimento, por exemplo, a Contabilidade Gerencial pode ser muito mais efetiva.

Plano de Conta Personalizado

Mesmo não possuindo nenhuma validade legal, o Plano de Contas Personalizado pode ser um diferencial na construção da Contabilidade Gerencial. A sua função é auxiliar na análise das informações da empresa. Com ele é possível visualizar inúmeros dados:

  • Valor de vendas;
  • Vendas em cartão/cheque/dinheiro;
  • Compra de mercadorias;
  • Material de consumo;
  • Contas como luz e água.

Em suma, tudo o que acontece na empresa relacionado à contabilidade poderá constar no plano. Para utilizá-lo, contudo, é necessário contar com um software de gestão que possua a função. 

O Plano de Contas Personalizado destaca-se pelo alto detalhamento das informações. Normalmente em planilhas, ele as apresenta de forma clara e separadas por atividades dentro da empresa. O plano pode conter ainda as contas e suas descrições para facilitar a interpretação de quem receber o relatório.

A contabilidade gerencial, de fato, não acontece sozinha. Como se salientou, ela depende tanto de recursos como o Plano de Contas como de pessoas que formam a empresa. Unindo informações e métodos, ela pode ser decisiva para uma empresa que busca crescer.

contabilidade gerencial

 

O que uma assessoria empresarial pode fazer pelo seu negócio

Assessoria empresarial no seu negócio

A maioria dos empreendedores enfrenta problemas ao longo de sua trajetória. Não raro, esses percalços costumam afetar pontos cruciais dos negócios, como o faturamento, a logística ou o atendimento ao cliente. Como passam grande parte do tempo envolvidos em suas rotinas atarefadas, os empresários, mesmo aqueles que detêm uma vasta gama de conhecimento técnico, não conseguem cuidar de todos os setores da empresa com a mesma atenção e eficiência. Afinal de contas, não é nada possível abraçar o mundo com as pernas, não é mesmo? E é assim que a engrenagem pode começar a dar defeito. Para garantir a “qualidade de vida” da sua empresa e a satisfação de seus clientes e funcionários, é fundamental ter o apoio de uma assessoria especializada. Quer saber dos benefícios que essa assistência pode fazer pelo seu negócio? Então confira nosso post.

Como alguém de fora pode ajudar sua empresa?

Essa é uma das principais perguntas que empreendedores fazem antes de dizer sim a uma assessoria. Será que alguém fora da minha empresa consegue enxergar e resolver meus problemas? A resposta é “sim”. Na verdade, é justamente por não estar vinculado física ou emocionalmente com o negócio que o assessor pode identificar mais depressa pontos a serem trabalhados. Além disso, esses profissionais são capacitados para encontrar aquilo que é preciso ajustar. De qualquer maneira, nada será feito sem total anuência do empresário. Trata-se de uma união de esforços, uma parceria.

Como acontece a otimização do processo?

Embora cada empresa ou profissional tenha seu programa de trabalho específico, as fases de diagnóstico dos problemas, replanejamento estratégico e implementação das mudanças são bastante semelhantes. Em geral, o processo consiste na identificação de um problema ser resolvido. Problema este que pode requerer de maior expertise para sua solução, sendo adequado então a contratação de um assessor empresarial. Assim feito, o assessor fará uma espécie de filtragem e análise do problema na empresa por meio de uma ouvidoria-geral, envolvendo gestores, funcionários e quem mais decidir conveniente.

Com algum tempo de análise do fluxo de trabalho e procedimentos do setor a ser lavrado, alguns questionários e outras ferramentas de exame podem se tornar necessárias para se aprofundar nos pontos identificados que carecem alteração. Dessa forma, o assessor elabora um plano de reestruturação focado em todo a minuciosa pesquisa por ele feito dentro da empresa. O plano é apresentado aos gestores da empresa que decidem sobre implementar o que foi acordado e, dentro de um período de testes, observar e otimizar o plano, caso necessário, e os novos resultados que a empresa obterá com tais novas práticas.

Do momento da análise, até o momento da consolidação das novas condutas, o assessor estará dentro da empresa para que tudo seja feito com extrema precisão, adequação e proveito da empresa.

As vantagens de uma assessoria

O maior dos benefícios ao se contratar uma assessoria é que o empresário tem a certeza de que a pessoa que vai dedicar tempo para replanejar as áreas carentes do negócio é especialista nesse assunto e trabalha para se aprimorar e manter-se atualizada, o que é muito difícil de se fazer se você acumula as funções de empreendedor, chefe, etc. Além disso, a empresa contratada vai pensar junto com você os quesitos em análise e propor estratégias que realmente funcionam e sejam um ganho para a empresa!

Quem já passou por um processo desse tipo, sabe que gerir a empresa podendo contar com todo know-how, expertise e prestígio desses profissionais é um divisor de águas para o negócio. Além de representar não apenas melhorias nos processos internos, como maior retorno financeiro, consolidação da marca e satisfação dos clientes. Agora que você conhece o progresso que uma nova perspectiva traz às situações empresariais, compartilhe sua opinião conosco sobre a assessoria empresarial. Já conhecia esse tipo de suporte? Pensa em usá-lo para algum auxílio interno e maior conforto da empresa? Deixe seu comentário e participe da conversa.

Agende uma reunião com um de nossos especialistas.

Você sabe a diferença entre métricas e indicadores?

Pode parecer um assunto difícil à primeira vista, mas não há grandes mistérios na hora de definir e entender o que são métricas e indicadores. Ambos são termos muito utilizados que servem como base para quantificar resultados e conduzir a avaliação das análises da organização. Ou seja, as métricas e os indicadores são uma forma de medir a performance da sua empresa. Mas você sabe qual a diferença entre eles? A primeira diferença entre métricas e indicadores está no conceito. Veja:

Métricas

As métricas são dados brutos, que podem ser representados por números precisos ou não. Elas estão ligadas ao nível tático e operacional da empresa, revelando o desempenho de processos. São sistemas de medida que avaliam tendências, comportamentos ou variáveis do negócio. As métricas ajudam na tomada de decisão, detectam oportunidades, mantêm o foco produtivo, identificam pontos fortes e fracos, definem necessidades de investimentos, apontam falhas operacionais e até diminuem o grau de incerteza quanto ao futuro.

Em resumo, as métricas são a base para identificar os indicadores e o passo seguinte a ser dado após a definição das metas.

Leia também: 5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores

Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa. São informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades.

As métricas estão ligadas às atividades e os indicadores abrangem os processos e as atividades. Os indicadores dependem de um conjunto de métricas específicas. Veja abaixo alguns exemplos dentro de quatro perspectivas: financeira, cliente, processos internos e pessoas.

FINANCEIRA

Exemplo de métrica: Faturamento; Despesas.
Exemplo de indicador: Lucro = Faturamento – Despesas.

CLIENTE
Métrica: Quantidade de clientes atendidos; Número de visitantes no site.
Indicador: NPS ou Índice de Satisfação dos clientes.

PROCESSOS INTERNOS
Métrica: Tempo de conclusão do procedimento ou tempo de entrega.
Indicador: Índice de conformidade ou Índice de eficiência de produção.

PESSOAS
Métrica: Quantidade de treinamento.
Indicador: Clima Organizacional.

Leia também: 3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Estudiosos investigaram o desempenho de 84 empresas no período entre 1984 e 1997 que adotaram um sistema de mensuração de desempenho.

O estudo concluiu que essas empresas aumentaram significativamente seu lucro residual ajustado e que a melhora persistiu durante cinco anos após o período de estudo.

Tanto indicadores como métricas devem fornecer aos executivos informações significativas para tomar melhores decisões, que impactam na meta ou nos objetivos do planejamento estratégico da empresa. De nada vale colocar em prática seu planejamento para consolidação das metas se não houver maneiras de avaliar o seu desempenho e ajustar as ações através do uso de métricas e indicadores. Fale conosco e saiba como aplicar na sua empresa e obter o sucesso que procura!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista.

Qual a melhor forma de fechar a minha empresa?

O Brasil é considerado um dos países com maior atividade empreendedora no mundo. O Sebrae – SP realiza, a cada dois anos, uma pesquisa por meio da qual analisa as taxas de mortalidade das empresas, ou seja, de seu fechamento ou falência. Tais pesquisas apontam que:

– 27% das empresas fecham no 1º ano de atividade;
– 38% no 2º ano;
– 46% no 3º ano;
– 50% no 4º ano;
– E nada menos que 62% das empresas fecham antes de completar 5 anos.

Os dados deixam claro. Manter um negócio não é fácil. O sonho às vezes vira pesadelo, e chegamos à conclusão de que naquele momento, é melhor seguirmos outro rumo. Não se penalize por isso.

Como tudo na vida, há as melhores e as piores formas de fazermos as coisas. Fechar uma empresa não é diferente. Esse é o assunto do nosso artigo de hoje, temos certeza que as informações que separamos para você serão muito úteis.

AS ALTERNATIVAS

As três alternativas mais comuns de extinção de uma empresa são Baixa na Junta Comercial; Fechamento das portas; e Auto-Falência. Na nossa avaliação, essas três formas acabam tornando o pesadelo ainda maior. Vamos te dizer por que.

1) Baixa na Junta comercial

Nessa opção, as Micro Empresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) podem ser baixadas mesmo com passivo fiscal, mas os sócios ficam pessoalmente responsáveis pelas dívidas da empresa. Já as demais só poderão ser baixadas se não tiverem passivo fiscal, mesmo já tendo fechado as portas por serem economicamente inviáveis.

2)”Fechamento de portas”

Quando a empresa “fecha as portas”, coloca-se em situação de situação irregular, e os bens pessoais dos sócios passam a responder pelas dívidas da empresa. Nesse caso, os sócios ficam impedidos de participarem de outras empresas.

3) Auto-Falência

Essa opção é o pior do cenários para as empresas em extinção, porque o processo ocorre em benefício dos credores, e não do devedor, como ocorria na antiga lei de falências. Os sócios ficam sujeitos a serem processados por crime falimentar e leva longos anos até que o processo seja encerrado. Além disso, eles sofrem abalo de crédito, o que significa dizer que ficam estigmatizados no mercado por muito tempo.

A MELHOR OPÇÃO

Mas há uma quarta solução que consideramos a melhor para empresas que estão impedidas de serem baixadas administrativamente.
Se chama Dissolução Judicial. As vantagens são muitas, especialmente em comparação às outras três opções. Confira:

– Ao final do processo de dissolução, o passivo da empresa também é extinto.

– As dívidas morrem com a extinção da empresa e os seus sócios não tem nenhuma responsabilidade pessoal por eventual saldo remanescente, inclusive fiscal. A única excessão em que os sócios pessoalmente ficam responsáveis pelo passivo é quando deram garantias (aval, fiança, etc.) em favor da sociedade. Essas garantias estão asseguradas no artigo 1052 do código civil, e no artigo 10 do Decreto nº 3.708/1919.

– A tramitação do processo de dissolução é bastante rápido.

– Os efeitos do abalo de crédito tem curta duração.

– Os sócios não correm risco de responderem por crime falimentar.

– O sócios não ficam impedidos legalmente de participarem de outras empresas.

Nós torcemos mesmo para que este não seja o seu caso. A missão do Daexe é auxiliar os empreendedores a materializarem seus sonhos. Mas se o caminho a seguir é fechar a empresa, queremos que você saiba que sempre há um jeito melhor e mais simples de fazer. E se as dúvidas permanecerem, entre em contato com seu Assessor Executivo do Daexe. É só deixar sua dúvida nos comentários abaixo, e entraremos em contato. Estamos aqui para apoiar os empreendedores em todas as suas decisões.

Esse artigo foi inspirado no video aula “Extinção de empresa – inativa ou economicamente inviável”. Se tiver interesse em aprofundar o seu conhecimento no assunto, recomendamos que assista agora mesmo, aqui na nossa página.

Extinção de empresa - inativa ou economicamente inviável

5 dicas para aumentar a produtividade de sua clínica veterinária

Como anda a produtividade de sua clínica veterinária? Provavelmente você está coçando a cabeça… Pergunta difícil não é verdade? Se você acompanha a sua clínica de perto, você já sabe a resposta. E se você não acompanha, sem dúvida precisa acompanhar. Esse artigo vai lhe ajudar em ambos os casos.
Sempre é possível melhorar a produtividade. Mas raramente pensamos nesse assunto da forma correta. E a forma mais correta normalmente também é a mais prática. Por esse motivo listei aqui 5 passos ou dicas para você avançar nesse item.

Crie processos simples e fáceis de ser executados
Vamos começar com um exemplo: como é o processo de atendimento de um novo cliente? Todos na sua equipe tem pleno conhecimento? É muito importante que os processos sejam claros e bem definidos. E na medida do possível, eles também devem ser simples. O fato de ter que lidar diariamente com processos muito complexos (e que nunca são cumpridos) pode fazer com que sua equipe se acostume em fazê-los sempre pela metade.

Defina as atribuições dos membros de sua equipe
Cada pessoa que faz parte de sua equipe deve saber exatamente quais são as suas atribuições no dia-a-dia da clínica. Isso vai gerar mais tranquilidade e satisfação no ambiente de sua empresa. Quando cada um sabe exatamente quais são suas responsabilidades, as pessoas podem se concentrar em suas atribuições e o trabalho flui normalmente. Ninguém gosta de estar sempre correndo o risco de ser repreendido por um motivo inesperado.

Crie indicadores de acompanhamento
Parece complicado, mas pode ser bem fácil. Como disse acima, basta ser prático e pragmático. Comece pelos indicadores que você já pode acompanhar atualmente. Faturamento mensal e quantidade de atendimentos são bons exemplos. Mas é preciso descer mais no detalhe. Por exemplo, número de novos clientes, faturamento por área da clínica, procedimentos mais lucrativos, etc. Coloque no papel o que você já tem em sua cabeça.

Defina metas
Agora os indicadores vão fazer sentido. Defina metas baseadas em seus indicadores. Se o indicador é o número de novos clientes, qual é a sua meta? Crescer a base em 5% por mês? Muitas vezes você só poderá definir uma meta depois de saber qual a sua real situação. Acompanhe os indicadores por alguns meses e depois que tiver uma base de como eles se comportam, defina as suas metas.

Acompanhe e divulgue os indicadores
Você deve ser transparente nesse sentido. Divulgue para sua equipe os indicadores que dizem respeito a ela e compartilhe o sucesso com todos. É importante que os colaboradores de uma clínica veterinária trabalhem como uma verdadeira equipe. Se a clínica atinge uma meta, todos são responsáveis. Da mesma forma, se a meta não foi cumprida, todos falharam.

Uma clínica veterinária não é um windsurf, onde a mesma pessoa é o capitão, tripulação e passageiro. Pense em sua clínica como um barco onde você é o capitão, mas que possui uma tripulação (seus colaboradores) e diversos passageiros (seus clientes). E se estão todos navegando para uma mesma direção, nada melhor que alinhar os objetivos correto?

Este conteúdo é de autoria do Blog Simples VET.

3 formas matadoras de serviços serem comprados e não vendidos

Você deve estar se perguntando: “Como assim comprados e não vendidos? Não seria a mesma coisa?”Na verdade não. Vender produtos e serviços, como todos sabemos, é uma verdadeira arte, e como toda arte, não é algo fácil de ser conseguido e existe para poucos. Mas para quem oferta serviços no mercado, a verdadeira arte não está em garantir que eles sejam vendidos para as pessoas, mas sim, em fazer com que estes serviços sejam comprados por elas. Para explicar melhor a diferença, entenda a compra de um serviço como a adesão a ele por parte do comprador, ou seja, entenda como o engajamento, entenda como o ato de comprar não apenas um serviço em si, mas comprar toda uma ideia por trás deste serviço, aderir a uma marca e a uma empresa.
Nas próximas linhas nós vamos mostrar, para quem quiser saber, 3 formas que são simplesmente matadoras para garantir que os serviços sejam comprados pelas pessoas e não vendidos.

Apresentar-se como sendo o “produto”

Muitas pessoas que trabalham com a venda de serviços simplesmente reclamam que o que se vende em muitos momentos pode ser algo subjetivo, diferentemente de quando se vende um produto, que é mais palpável.
Portanto, uma das melhores formas de fazer com que serviços sejam comprados por pessoas é procurar se apresentar como se o produto fosse você, pois na verdade, se você parar para pensar, é isto mesmo e ponto.
Quando um serviço é ofertado para alguém, este alguém acaba tendo de entender que não há um produto propriamente dito, e isto pode ser complicado para gerar a compra, especialmente quando não se trabalha isto direito.
Agora quando uma pessoa se vende para os outros como sendo o próprio produto, já que ela é quem oferece o serviço ofertado, fica mais fácil para o possível comprador entender que há mais por trás do que está sendo oferecido do que um simples serviços, há uma história, há um conteúdo, há uma marca.

Apresente resultados

Outra dificuldade apresentada por muita gente que trabalha tentando oferecer serviços aos outros é que nem sempre é fácil apresentar resultados práticos e palpáveis.
Portanto, para tentar aumentar suas vendas e para garantir mais gente comprando seus serviços, você deverá procurar tratar de apresentar resultados que sejam realmente bons e palpáveis, que as pessoas consigam ver e entender de modo bem prático e simples.

Saiba explicar o que se está tentando oferecer

E por fim, quando se tenta fazer com que pessoas comprem serviços ofertados, quase sempre se esbarra na dificuldade de se explicar exatamente o que de fato se está tentando oferecer a estas pessoas.
Por isso mesmo, não deixe de procurar explicar de modo bem claro e objetivo que tipo de serviço você está tentando oferecer às pessoas, para que elas não tenham dificuldades para entender o que você deseja que elas comprem de você.
Ao fazer isto, você também passa a aprender mais sobre os próprios serviços, melhorando sua comunicação e aprimorando a forma como tudo é apresentado, gerando melhores resultados.

Agora que você já sabe a diferença entre serviços comprados e serviços vendidos, conte para a gente qual das duas táticas se encaixa mais à sua realidade, nos comentários abaixo!

Gestão FInanceira - Assessoria-pra-empresas-Daexe

Gestão Financeira de resultados em 7 dicas

A gestão financeira pode ser um grande problema de sua organização quando malfeita ou a solução para uma boa tomada de decisões – quando for apurada e realista.

Não há como ter um bom controle dos recursos que entram e que saem na empresa sem que haja uma ótima gestão financeira de seus fluxos de dinheiro.

Portanto, preparamos algumas dicas que você não pode deixar de lembrar quando for cumprir a gestão de suas finanças corporativas e deixá-las o mais correta possível.

Assessoria-pra-empresas-Daexe

Precisa de uma solução efetiva e profissional para a gestão da sua empresa? Agende uma ligação com um assessor e descubra tudo que a Daexe pode fazer por você!

1. Conheça as origens dos seus recebimentos e pagamentos

O acompanhamento do fluxo de caixa é importante para saber o quanto é recebido e quanto é gasto em sua empresa.

Mas além disso, é essencial que o gestor seja capaz de determinar de onde vêm os recursos que entram e para onde vão os recursos que saem do negócio.

Só assim poderá apontar em que parte da empresa deve investir mais e quais despesas podem ser diminuídas, por serem excessos ou desnecessidades.

 

2. Harmonize os prazos de pagamentos ao fornecedor e os recebimentos dos clientes

Se a gestora for capaz de estimar e conciliar as datas de quando os recursos deixam e aportam na empresa, ele poderá cobrir suas obrigações tranquilamente.

Logo antes de quitar seus débitos e as contar a pagar, haverá dinheiro vindo dos clientes para fazer tal cobertura.

 

3. Gestão Financeira e Documental são importantes

Muitas vezes é importante ter acesso rápido aos dados financeiros de sua empresa e conferir coisas relacionadas a vendas, impostos, entre outras informações.

Se o gestor não tiver tudo bem disposto, poderá perder tempo demais e até perder dinheiro com atrasos. Aposte em sistemas informatizados para fazer sua gestão financeira de forma mais precisa.

 

4. Tome cuidado com os “gastos ocultos” dos bancos

Se existe a necessidade de fazer um empréstimo bancário, leia com atenção o contrato e as cláusulas minuciosas.

Veja se existem cobranças excessivas que tornem o crédito muito desvantajoso para sua empresa a longo prazo.

Lembre-se de que o custo de um empréstimo não é somente a taxa de juros, mas sim o Custo Efetivo Total (CET): IOF, juros, o valor de contratação de crédito, e assim por diante.

Verifique periodicamente se há cobranças de taxas de manutenção de sua conta corrente, anuidades do cartão de crédito corporativo, entre outras despesas que se pode renegociar e reduzir.

 

5. Analise a inadimplência dos clientes

Analisar os clientes que são maus pagadores é fundamental para as futuras decisões de concessão de crédito a prazo.

Faça um cadastro dos clientes e reduza os riscos de inadimplência a partir de uma boa avaliação de como seus principais compradores agem, se atrasam os pagamentos ou deixam de quitar suas dívidas com sua empresa.

 

6. Reserve um capital de giro

Ter recursos para investir em novos produtos de estoque ou para investimentos que proporcionem o crescimento da empresa é importantíssimo.

Se não houver capital de giro, a empresa vai recorrer aos empréstimos bancários, e passará a seus credores parte de seus bons resultados no mercado.

 

7. Invista parte de suas receitas brutas

A empreendedora deve poupar ou investir um pouco das suas receitas bruta. Independentemente do porte de sua empresa ou se está começando agora no mercado.

Investir 1 real, 1% dos recursos alcançados ou 10% das receitas todos os meses é importante para criar uma cultura de investimento.

A longo prazo, haverá uma reserva financeira para não pegar a gestora de surpresa, pronto para cobrir certas contas, como o 13º salário dos funcionários, as festinhas da empresa ou renovar a infraestrutura do local.

 

 

Planejamento Estratégico

 

Uma gestão financeira eficaz e bem feita vai abrir mais oportunidades de sucesso para sua empresa. Como você tem cuidado de sua gestão financeira e contábil, dos lançamentos e das rotinas na sua organização?

5 formas de melhorar os processos internos da sua empresa

O aumento da produtividade da equipe é continuamente um dos alvos mais procurados de dez entre dez executivos, gestores e donos de negócio. E para isso, deve-se pensar nos processos internos que sua empresa oferece, a fim de otimizá-los o quanto puder – pensando em resultados de alta eficiência e no melhor controle dos negócios. Mas como você poderia colocar em prática essas melhorias? Descubra algumas dicas para começar a melhorar seus processos internos agora neste post que fizemos pra você.

Mapeie seus processos atuais

Para mudar para melhor, é preciso saber o que precisa ser mudado e qual a urgência de fazer isso em certos setores antes de outros. Você deve identificar os processos e documentá-los, gravando mapas e fluxos de trabalho de cada área de sua empresa. Assim, você estará a par das coisas que não estão em boa sintonia com o restante da organização e precisam ser bem afinadas. Com as modificações que serão propostas, você será capaz de deixar o conjunto de processos internos mais fluido e coeso, de sorte a agradar a todos os envolvidos na sua cadeia produtiva. Além disso, analise, de acordo com as categorias de processo, para que você facilite a identificação de onde precisa investir mais: os processos primários, os processos de suporte e os processos de gerenciamento.

Distinga seus processos primários

A esta categoria pertencem os processos que resumem as atividades essenciais de sua empresa, os quais você usa para entregar valor aos clientes. Aqui estão as operações que envolvem a criação de produtos e as estratégias de marketing, os mecanismos de pós-venda, e por aí vai. Os processos que definem o seu negócio devem ser identificados e analisados minuciosamente para que se consigam bons resultados mais adiante.

Atualize seus processos de suporte

Estes processos têm a ver com os recursos e a infraestrutura exigida para que os processos essenciais se desenvolvam a pleno vapor. Você deve avaliar como está o ciclo de vida de seus equipamentos e softwares, além de verificar suas práticas de produção ou criação. Atualize-se e busque no mercado o conhecimento sobre a existência de soluções tecnológicas que possam dar mais eficácia ou potencializar sua produtividade.

Aperfeiçoe seus processos de gerenciamento

Este último conjunto agrega as noções de coordenação das atividades e fluxos da organização. É essencial investir em um ótimo ambiente de trabalho, mas também em técnicas de monitoramento e controle, criando padrões e modelos de trabalho. Se a sua equipe for treinada sob uma cultura corporativa que tenha um plano de ações para cada um dos problemas ou demandas que possam surgir, seus colaboradores não terão muitas dúvidas sobre o que fazer e como se virar ao longo do dia de trabalho. Deve-se também monitorar os resultados e indicadores de performance de sua empresa com frequência. Compare o que existia antes na organização com o que está sendo implementado, confrontando os referenciais de cada setor ou área da empresa.

Informatize seu sistema de gestão

Deve-se adquirir a tecnologia necessária para acelerar os processos repetitivos e automatizar certas atividades que exijam pouca ou nenhuma criatividade de seu time. Os funcionários investirão tempo e energia em outros serviços, aumentando seu bem estar e a produtividade. Permita que processos mais burocráticos sejam mais rápidos, organizados e livres de erros humanos, contando com ferramentas mais modernas e eficientes de gestão.

Quando os processos da empresa são aperfeiçoados, o empreendedor consegue melhorar bastante a qualidade dos serviços prestados no mercado e tem muito mais base para tomadas de decisão mais certeiras. Ou seja, aprimorar os processos internos é ótimo para se manter competitivo e maximizar os resultados. Como você tem pensado sua empresa para deixá-la ir mais longe? O que tem realizado para melhorar seus processos internos? Conte pra gente através dos comentários!

Entenda as principais diferenças entre assessoria e consultoria empresarial

A consultoria e assessoria empresarial são serviços de terceirização utilizados por diversas companhias para melhorar o seu desempenho no mercado. Parte do trabalho dessas empresas é ajudar na solução de problemas específicos de gestão ou fornecer um diagnostico. Para uma demanda que visa a melhoria continua da participação da empresa junto aos clientes e fornecedores. No entanto, existem diferenças entre esses termos. Por isso, preparamos este post para você entender as diferenças e características entre assessoria e consultoria empresarial. Confira!

Entenda as principais diferenças entre assessoria e consultoria empresarial

Na hora de abordar um problema a consultoria empresarial é contratada para solucionar um problema específico e solucioná-lo rapidamente. Após a solução do problema a consultoria é dispensada. A assessoria é, geralmente, uma relação de longo prazo. O assessor ajuda a diagnosticar problemas na estrutura da empresa. Atuando junto aos clientes, fornecedores e empregados de maneira que possa resolvê-los. Portanto, os membros da assessoria empresarial devem ter um total comprometimento com o desenvolvimento e sucesso do projeto ao qual estão vinculados.

A assessoria permite uma abordagem mais ampla para ajudar a lidar com os constantes desafios do seu negócio. Ela visa guiá-lo através da melhoria continua. Certamente, auxiliando na descoberta de problemas e aconselhando sobre onde encontrar recursos e serviços úteis para um plano de negócios de longo prazo. Um serviço de assessoria empresarial é um serviço de alto valor agregado que visa ajudar aos clientes a melhora constante de seus resultados empresariais.

Tempo de colaboração na empresa

As relações de consultoria são muito pontuais dentro da estrutura da empresa. A consultoria entra em cena, resolve o problema, e vai embora. A assessoria de empresa visa a um aconselhamento continuo, buscando diagnosticar os problemas da empresa. Além disso, participa de um aconselhamento contínuo na gestão da empresa. As equipes de assessoria são formadas por profissionais multidisciplinares de gestão, o que significa que elas podem lidar com grandes e diferenciados projetos dentro da estrutura da empresa.

Leia também: Qual contratar: Consultoria, Assessoria, Coaching ou Mentoring?

Uso da tecnologia na gestão da empresa

As empresas de consultoria concentram seus esforços na implantação de softwares dentro da estrutura da empresa. A consultoria instala o software, treina o pessoal e dá suporte por alguns meses. A assessoria empresarial aborda a empresa como um todo. Além da tecnologia, ela busca outras formas de alinhar os objetivos da empresa aos desafios do mercado.

A assessoria possui conhecimento profundo, pois tem uma historia de sucesso em projetos similares. Obviamente um dos valores mais importantes que fornece uma assessoria é o conhecimento. De modo que o conhecimento real para gerir a empresa é uma boa prática.

Independência

Devido a natureza de curto prazo das empresas de consultoria, elas são frequentemente utilizadas em áreas como contabilidade e auditoria. Pois representam um papel importante de credibilidade nos relatórios financeiros. Uma assessoria nessas mesmas áreas às vezes se aventura a ajudar os clientes de negócios com a melhoria de processos e prestação de contas dentro da organização.

Uma empresa de assessoria deve ter uma metodologia sólida comprovada, sendo essa a única maneira de obter soluções na geração de valor para o cliente. Uma assessoria possui uma metodologia focada no desenvolvimento e na qualidade.

Ambas possuem excelentes resultados em sua aplicação, portanto avalie qual melhor se adequa ao perfil de suas necessidades.

Então? Ficou com alguma duvida sobre o assunto? Deixe seu comentário e participe da conversa! Opiniões e sugestões sobre a prática de assessoria e consultoria empresarial também são bem-vindas. Continue aprendendo sobre este tema, acessando o nosso artigo “Quando devo procurar uma Assessoria Empresarial”.