Posts

Como um assessor executivo pode aumentar a produtividade na sua empresa

Assessor Executivo: Veja no que ele pode contribuir na sua empresa

Um assessor executivo é como um estímulo para os empresários que desejam melhorar o seu desempenho ou da sua empresa. O profissional torna-se um “braço direito” da diretoria da empresa para realizar determinadas ações em alta performance.

Além de trabalhar pela própria motivação, o assessor executivo tem pleno conhecimento de gestão e de como alcançar objetivos. Com o senso de auto responsabilidade apurado, ele estimula toda a empresa a crescer também.

Funções do assessor executivo

O assessor executivo pode exercer funções a nível estrategista, evangelizador, gestor ou networker. O que ditará isso é o formato de trabalho e o que fora colocado a cargo dele pela empresa.

Portanto, ele poderá, por exemplo, ser a pessoa que define o tom e o norte das estratégias. Ele enxerga o negócio como um todo – muitas vezes até de fora – e está apto à tomada de decisões. Além disso, pode ser o elo de ligação da diretoria com os funcionários, exercendo papel de líder.

Como gestor, o assessor executivo é capaz de avaliar resultados e desempenhos. É assim que ele pode apontar onde é necessário melhorar a produtividade, por exemplo. Já como networker ele atua como um representante da empresa no mercado.

O que uma assessoria empresarial pode fazer pelo seu negócio

Princípio de Pareto

É essencial que um assessor executivo trabalhe com base no Princípio de Pareto. Isso nada mais significa do que a regra do 80/20. Ou seja, o assessor atenta-se apenas ao que pode gerar resultados positivos à empresa. Isso ocorre pois a regra afirma que 80% dos efeitos é originado de 20% das causas.

Autonomia e independência: marcas do assessor executivo

Tratando-se de um profissional completo para a gestão, o assessor executivo é habilitado a trabalhar de forma independente. Em outras palavras, ele não espera ordens: apenas faz o que é para ser feito. Essa é uma das principais formas para aumentar a produtividade.

Por trabalhar pela motivação própria, o assessor executivo possui também uma gestão eficiente do tempo. É capaz de fazer uso otimizado e inteligente das tecnologias e possui habilidade de gestão documental. Essas três características, em suma, são as principais para que o trabalho seja bem executado.

Apostar em um assessor executivo também é a certeza de que o profissional está em constante aperfeiçoamento. Essa é uma das metas mais importantes na área: buscar sempre estudar mais para alcançar resultados ainda melhores. Como é possível perceber, o assessor executivo possui uma motivação voltada ao desempenho de alta performance.

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Vantagens de um assessor executivo

Afinal, por que contar com um assessor executivo na sua empresa? Seja ela de grande ou pequeno porte, o profissional pode ajudá-lo a enxergar todos os potenciais do seu negócio.

Uma das tarefas do assessor executivo é justamente pensar em conjunto com a empresa. Ele não trabalha apenas para o bem dela, mas também junto à ela. Ao invés de um empreendedor ou gestor sobrecarregar-se, pode dividir as responsabilidade com o assessor executivo.

Muitas vezes, por exemplo, é preciso um novo comando aos funcionários da empresa, mas isso demanda tempo. O empresário pode, então, contratar um assessor executivo para essa tarefa. O mesmo pode acontecer em outras áreas da empresa, até mesmo para conquistar novas parcerias no mercado.

O importante no assessor executivo é que ele tenha liberdade para agir na empresa em busca dos resultados desejados. Assim, ele identifica os melhores rumos a serem tomados e, a partir da própria motivação, busca esses resultados. O melhor benefício para o assessor, afinal, é crescer junto com a empresa. É assim que ele comprova a sua excelência e importância para o mercado de trabalho.

O assessor executivo precisa deixar um legado na empresa. Para isso, ele precisa sair da sua zona de conforto e assumir diversas responsabilidades e função mais supervisora. Ele precisa ser proativo na busca de melhorar a motivação e qualificação de todos os colaboradores da empresa. Lembre-se um funcionário motivado é capaz de produzir 40% a mais do que o normal.

A Assessoria executiva no processo de tomada de decisão

Assessoria executiva: no processo de tomada de decisão

O papel da assessoria executiva tem sido cada vez mais importante dentro das empresas. O mercado tem exigido uma grande capacidade a nível estratégico e gerencial. 

Por isso, atualmente o profissional da área precisa ser constantemente mais qualificado e pró-ativo. Com essas qualificações, a assessoria executiva ganhou uma posição importante na tomada de decisões.

Uma das maiores dificuldades perceptíveis na rotina diária das empresas está justamente no processo decisório. Isso fica visível especialmente na hora da necessidade de tomar decisões importantes.

O medo de arriscar sem a certeza de retorno age como um empecilho que impede muitos empreendedores de ascenderem. Em outros casos, decisões imprudentes ou precipitadas resultam em danos gigantes para a empresa.

Nesse cenário, os empresários têm colocado cada vez mais confiança nas indicações da assessoria executiva. Com um conhecimento da dinâmica de todas a empresa, essa parte da equipe consegue apresentar uma visão completa do quadro geral. Ajudando o empresário a enxergar e compreender as competências da empresa e possibilidades mais favoráveis no cenário apresentado.

A importância do planejamento

Para qualquer tomada de decisão, é necessário que todas as informações disponíveis sejam analisadas e filtradas previamente. A realidade é que, para o sucesso nos negócios, todas as decisões de uma empresa precisam de um planejamento prévio. É essencial que a assessoria executiva realize um estudo específico de cada uma das alternativas apresentadas.

Questões como falta de tempo, influência de variáveis externas e complexidade do problema podem exigir uma adaptação no planejamento. Mas mesmo em uma situação adversa, o maior aproveitamento possível do planejamento é essencial. A falta de planejamento pode resultar em inúmeros problemas para a empresa e a reputação da assessoria com a gestão.

Por todo esse processo complexo e tão importante para a sobrevivência da empresa, não basta ser apenas um assessor executivo. Indo além, o profissional da equipe executiva precisa apresentar um perfil empreendedor. É preciso que ele tenha características exigidas pelo mercado atual:

  • Auto responsabilidade;
  • Raciocínio rápido;
  • Visão estratégica;
  • Habilidade na comunicação;
  • Capacidade de execução
  • Liderança
  • Inteligência emocional
  • Analisar e correlacionar dados
  • Espírito de gestão

Leia também: Quando devo procurar uma assessoria empresarial

Assessoria executiva é sinônimo de foco e visão

Em resumo, a assessoria executiva precisa ter uma visão holística da empresa e sua organização. Ela deve abranger os seus elementos, estratégias e atividades. Esse conhecimento é também uma forma de mostrar aos responsáveis pela empresa a seriedade e comprometimento do trabalho.

A criação desse laço de confiança entre a assessoria executiva e o empresário é um ponto chave. Ele proporciona um trabalho realizado de forma harmônica e agregadora. Por isso, o papel da assessoria é justamente o maior aliado do gestor da empresa. É preciso que se possa depositar confiança e consultá-la nos momentos difíceis e de decisão. 

É evidente que a incerteza sempre vai existir. Além disso, é humanamente impossível afirmar que erros de decisão não vão acontecer. Porém, o trabalho da assessoria executiva na tomada de decisões é, dentro das possibilidades e alternativas, muito claro. A assessoria deve apresentar ao empreendedor o cenário mais favorável para um resultado positivo.

Por isso, o segredo para um bom desempenho da assessoria executiva na tomada de decisões está no conhecimento. Quanto maior for o conhecimento sobre a empresa, melhor! 

Isso inclui o seu funcionamento, estratégias e a dinâmica da equipe. Assim, maior será a qualificação da assessoria para decidir de forma inteligente e empreendedora. 

assessoria executiva

Contabilidade gerencial: o que é e como começar a fazer na sua empresa

Contabilidade Gerencial: Veja o que é e como fazer

Diferente da contabilidade financeira, a contabilidade gerencial produz relatórios para gerentes, diretores e demais públicos internos. Quando bem realizada, ela se torna uma ferramenta contábil que pode refletir em melhores resultados.

Além de ser importante para ajudar a criar ações futuras, a contabilidade gerencial oferece uma visão completa da empresa. Se você ainda não implantou essa ferramenta na sua gestão, conheça mais sobre ela a seguir:

O que é a contabilidade gerencial?

A contabilidade gerencial é considerada uma ferramenta contábil. Com uso estratégico, ela reúne dados da empresa que possam ser relevantes aos gestores. A sua principal função é orientar a tomada de decisões.

Os relatórios gerados são estratégicos porque se concentram naquilo que é necessário se ter conhecimento. Eles podem incluir detalhes dos recursos financeiros disponíveis, fluxo de vendas, contas a vencer, etc.

  • Para entendê-la melhor conheça os seus principais benefícios:
  • Aumenta a eficiência dos gestores;
  • Auxilia na tomada de decisões;
  • Auxilia na fixação de preços;
  • Atua na previsão financeira;
  • Otimiza o controle de desperdícios;
  • Aumenta a comunicação entre os diferentes níveis de gestão;
  • Aumenta o lucro;
  • Norteia decisões estratégicas.

Como aplicar

contabilidade gerencialPara aplicar a contabilidade gerencial, é preciso integrá-la com toda a contabilidade da sua empresa. Isso acontece porque para gerar os relatórios deve-se ter acesso a todo orçamento e custos.

Além do desenvolvimento dos relatórios, a estratégia pode ser aplicada ainda com outras ações. Aproximar a contabilidade de todos os departamentos é uma dessas ações. Assim, é possível que todos participem da construção de estratégias aprofundadas.

O acesso a toda e qualquer informação da empresa também é fundamental para aplicar a contabilidade gerencial. Somente assim é possível a precisão dos resultados. Além disso, contar com softwares de dados fiscais também ajuda a reduzir os erros.

Veja Também: Gestão Financeira por fluxo de caixa e por fluxo de competência

Contabilidade gerencial versus contabilidade financeira

Entender a diferença entre essas duas formas de contabilidade é simples. Basicamente, elas dividem-se em externa e interna. A contabilidade gerencial é considerada interna. A diferença é que ela apresenta as informações para os próprios gestores, sócios e empregados da empresa.

Por outro lado, a Contabilidade Financeira é focada em apresentar as informações para o público externo. No caso, esse público pode ser fornecedores, investidores ou até o governo.

O grande benefício da Contabilidade Gerencial é que os seus dados são pensados em benefício da própria administração da empresa. É importante destacar que uma não é mais importante do que a outra, já que possuem focos distintos. Para traçar estratégias de crescimento, por exemplo, a Contabilidade Gerencial pode ser muito mais efetiva.

Plano de Conta Personalizado

Mesmo não possuindo nenhuma validade legal, o Plano de Contas Personalizado pode ser um diferencial na construção da Contabilidade Gerencial. A sua função é auxiliar na análise das informações da empresa. Com ele é possível visualizar inúmeros dados:

  • Valor de vendas;
  • Vendas em cartão/cheque/dinheiro;
  • Compra de mercadorias;
  • Material de consumo;
  • Contas como luz e água.

Em suma, tudo o que acontece na empresa relacionado à contabilidade poderá constar no plano. Para utilizá-lo, contudo, é necessário contar com um software de gestão que possua a função. 

O Plano de Contas Personalizado destaca-se pelo alto detalhamento das informações. Normalmente em planilhas, ele as apresenta de forma clara e separadas por atividades dentro da empresa. O plano pode conter ainda as contas e suas descrições para facilitar a interpretação de quem receber o relatório.

A contabilidade gerencial, de fato, não acontece sozinha. Como se salientou, ela depende tanto de recursos como o Plano de Contas como de pessoas que formam a empresa. Unindo informações e métodos, ela pode ser decisiva para uma empresa que busca crescer.

contabilidade gerencial

 

O poder da análise SWOT para as empresas

Forças, fraquezas, oportunidades, ameaças: cada uma dessas palavras forma a base da análise SWOT. A sigla vem do inglês, mas o seu conceito se baseia em criar estratégias para impulsionar o crescimento dos negócios. Analisando cada um dos pontos do SWOT, é possível ir muito além dos resultados atuais.

O que é a análise SWOT?

Como você pode perceber, a análise SWOT é um sistema que leva à definição das estratégias de uma empresa. Esse tipo de método é comum em grandes empresas, mas, independente do tamanho de um negócio, ele pode ser implantado.

A ferramenta auxilia a realizar uma leitura completa dos principais pilares de uma empresa na hora de pensar o seu planejamento estratégico. A Força representa os potenciais da empresa. As Fraquezas são os pontos a serem melhorados. Já as oportunidades representam aquilo que há com boas perspectivas para ser melhor explorado. As ameaças, por sua vez, representam principalmente os concorrentes no mercado.

Qual o diferencial da análise SWOT?

Depois do trabalho de identificar cada ponto importante da empresa, fica a dúvida de como isso pode ser útil. Os dados obtidos pela análise SWOT apontam principalmente o que está dando certo e o que não está.

Além disso, o SWOT identifica o que a empresa está deixando de aproveitar. Muitas vezes há diferenciais e pontos positivos que os próprios gestores não enxergam, mas são identificados na análise.

Com as informações obtidas na análise você ganha ainda mais embasamento na tomada de decisões. Dessa forma, pode decidir os rumos do seu negócio com mais segurança e confiança no resultado. Por fim, você diminui os erros e foca nos acertos.

Veja também o artigo método de gestão empresarial

Como aplicar

Tirar a análise SWOT do papel e levá-la para a prática não é tão difícil quanto pode parecer. Para aplicar a análise e observar as características positivas e negativas do seu negócio, preste atenção!

O mais importante é enxergar a sua empresa como alguém que a vê de fora. Dessa forma vê-se muito melhor os pontos fortes e fracos. A primeira etapa é essa: visualizar a sua empresa como alguém externo.

Após mapear as forças e fraquezas, é a hora das oportunidades e ameaças. Procure por algo que tem potencial e é pouco explorado. Pense nos projetos que você idealiza, mas não dá o pontapé inicial: essas são as oportunidades. Observar os movimentos do mercado também pode fazer a diferença aqui. Isso pode ditar as inovações que a serem cogitadas para a sua própria empresa. 

Para analisar as ameaças também é importante conhecer o mercado. Saiba quem são os seus concorrentes, o que eles estão fazendo e como estão fazendo. Essa é a melhor forma de conhecer as suas principais ameaças. Além disso, é uma forma de “não ficar para trás”.

No geral, a análise SWOT pode elevar a sua empresa para um novo nível. O que não basta, contudo, é ficar na análise superficial. Seja crítico, rigoroso e estrategista. Se necessário, conte com alguém de fora para enxergar as forças e fraquezas, isso pode ser fundamental.

Agora que você entendeu a análise SWOT e a sua importância, mãos à obra! Pequenas e médias empresas também são muito beneficiadas com a estratégia. Mesmo que você tenha um negócio ainda em seu início, aposte nas melhores estratégias para evitar erros.

 

 

Seis estratégias para garantir a fidelização de clientes

Mais difícil do que atrair um cliente é o processo de fideliza-lo! Essa fidelização é determinante principalmente para negócios que estão buscando se consolidar no mercado. A fidelização de clientes pode ser uma verdadeira arte quando você conhece as estratégias certas!

Contar com estratégias específicas ajuda a focar no seu público-alvo com mais precisão. Assim, você não gasta tempo e nem recurso com a fidelização de clientes que não irão se identificar.

A seguir listamos seis estratégias importantes para ajudar você no processo de fidelização de clientes:

Determine a sua Persona

A “persona” virou um termo comum nos negócios atualmente. Ela nada mais é do que a criação de um personagem que caracteriza o seu perfil de cliente. Essa persona, contudo, só pode ser determinada através de estudos e análises do seu público-alvo.

É importante conhecer as características pessoais da persona: onde mora, profissão, ciclo social, interesses, se é casada ou possui filhos. Cada informação interfere na construção dela. Com isso você poderá produzir conteúdos específicos baseados no estilo de vida do seu alvo.

Atendimento VIP

Uma das formas mais comuns de fidelizar um cliente é apresentando a ele um atendimento VIP. É a velha lógica de que o cliente retorna onde ele foi bem atendido, não há mistério nisso!

Crie, por exemplo, um cartão-fidelidade. A partir dele você pode oferecer descontos e apresentar campanhas oficiais primeiramente ao seu cliente VIP. Ao se sentir especial e valorizado, ele passará a criar ainda mais laço com a sua marca.

Tenha em mente que a fidelização de clientes não se trata apenas de ações online ou inovadoras. Essa é uma técnica antiga e que ainda hoje pode render bons resultados.

Leia Também: 3 mandamentos da fidelização de clientes

Crie relevância durante a fidelização de clientes

Ao se relacionar com os seus clientes, seja importante para eles. Se possível, crie um site. Além de passar credibilidade, ele é uma forma de criar essa relevância onde você poderá oferecer conteúdos qualificados.

Se você possui um negócio de marketing digital, por exemplo, explore isso! Inclua em seu site um material com dicas importantes e ofereça aos clientes gratuitamente. Assim, se ele tem interesse no seu conteúdo, passa a utilizar a sua empresa como referência no ramo.

Dê prioridade ao atendimento

 

Clientes desejam se sentir especiais, não importa o seu tipo de negócio. Criar canais para facilitar esse atendimento facilita a fidelização de clientes. Seja através de um site, redes sociais ou até mesmo o WhatsApp, priorize o atendimento efetivo e facilitado.

 

 

Explore os seus diferenciais

Identifique qual o diferencial da sua empresa em relação às concorrentes e o explore! O seu mix de produtos é diversificado? Você possui cases de sucesso? O seu preço é o melhor? Seja qual for o seu diferencial, faça isso fazer valer a seu favor!

Não tenha medo de expor as potencialidades do seu negócio. Principalmente para quem está em expansão, compartilhar esse bom momento pode se traduzir em fidelização de clientes. Lembre-se sempre: os consumidores enxergam credibilidade em quem está crescendo.

Monitore!

Por último, mas não menos importante: monitore as suas ações! As suas estratégias devem gerar resultados positivos, mas é fundamental monitorar como estão esses resultados. Isso indicará se você está agindo certo para atrair a fidelização de clientes ou não.

Mobilize toda a sua equipe para que o foco esteja justamente nos resultados. O monitoramento oferecerá informações ainda mais importantes sobre a sua persona e o relacionamento com ela.

A fidelização de clientes pode não ser do dia para a noite, mas é preciso pensar estrategicamente para conquistá-la. Aposte no seu negócio e tenha ainda mais sucesso!

 

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Por que as transformações organizacionais são processos tão difíceis? Niklas Luhmann, um dos gigantes pensadores do século XX, explica da seguinte maneira: tanto pessoas como empresas funcionam como sistemas fechados. Com sua própria lógica de funcionamento (cultura organizacional) e estratégias de sobrevivência.

A transformação, pessoal ou organizacional, é um processo gradual, porque o sistema é resistente ao que lhe é estranho e luta para se manter igual. O estranho, principalmente quando contradiz o modus operandi do sistema, é visto como ameaça à sua subsistência.

Trazendo este raciocínio para a interação entre consultorias e assessorias executivas junto aos empreendedores, colaboradores e empresas. Como um todo, podemos observar que o Consultor Executivo atua como um provocador desse sistema. Num primeiro momento, sua atuação é um elemento que pode causar estranheza e resistência.

Ele entra na empresa para diagnosticar, rever processos, apontar o que deveria ser melhorado a partir do seu vasto conhecimento do mundo empresarial. Não que seja visto como inimigo, não é isso. Mas sua presença gera o desconforto de que transformações sistêmicas deverão ocorrer. E para que elas ocorram, será necessário o engajamento e a mobilização de todos os envolvidos. Será necessária uma transformação organizacional.

A partir daí, o incômodo está lançado e o ambiente organizacional pode ficar tenso.

As mudanças exigem que saiamos da nossa zona de conforto

Buscar e implementar novos aprendizados não é tão fácil assim. Às vezes ficamos resistentes, nosso sistema sinaliza que não vai dar certo, que não vai fazer diferença, que não vai ser melhor. Às vezes, só depois de uma mudança é que percebemos o quanto ela era necessária para evoluirmos.

Como um Assessor executivo pode aumentar o lucro a produtividade da sua empresa

É neste ponto que o Assessor Executivo tem um papel fundamental. O assessor, como o nome já diz, é aquele que auxiliará o processo de transformação. Colocando a mão na massa, ensinando como fazer a mudança acontecer e, especialmente, dedicando-se a conciliar os extremos, as opiniões divergentes.

É aquele que mostrará porque vale a pena mudar. Porque a combinação de suas duas visões (um de fora do sistema e outra de dentro do sistema) lhe permitem ter um panorama de como a empresa está hoje e de como ela poderá ficar.

 

As transformações são processos trabalhosos, mas sempre valem a pena! Conte com seu consultor e seu assessor executivo do DAEXE para auxiliar a sua empresa neste momento fundamental!

Quando devo procurar uma Assessoria Empresarial?

Assessoria Empresarial

Se você está lendo este artigo, provavelmente está refletindo se vale a pena ou não contratar um serviço de assessoria empresarial. O que temos para te dizer é que a resposta depende do tipo de problema que você está querendo resolver.

Qual o papel de uma Assessoria Empresarial?

A Assessoria Empresarial é um acompanhamento de longo prazo. É quando a empresa assume para si mesma que em algum aspecto, não está mais podendo caminhar sozinha e que necessita ter um profissional especializado para somar no dia-a-dia, no andamento das atividades fundamentais do negócio.
Em nossa experiência em assessoria executiva, somos frequentemente procurados por médicos, advogados, dentistas, entre outros profissionais que possuem seus escritórios e consultórios e atendem perfeitamente dentro de suas vocações, mas percebem que não está sendo sadio para os seus negócios terem de acumular suas funções de atendimento às funções administrativas, financeiras, de marketing, entre outras atividades.
Ao mesmo tempo, o volume destas atividades em seus ramos de atuação não justifica contratar um profissional somente para aquilo. Neste caso, uma opção bastante conveniente é contratar uma assessoria executiva que assuma estes departamentos ou funções, para que o empreendedor possa focar apenas no que é de fato sua vocação.

Soluções Pontuais e Soluções Estruturais

Se o problema que você quer resolver é um problema de natureza mais pontual, o serviço de uma Consultoria Empresarial pode ser o mais adequado. Neste ramo, vamos dizer que o trabalho de um consultor empresarial é semelhante ao de um BOMBEIRO. Ele é contratado para ajudar a empresa a dar fim a um grande incêndio e normalmente se retira quando o problema está em vias de ser resolvido.
Mas às vezes, a empresa necessita de um acompanhamento permanente de um profissional especializado em implementar as melhorias necessárias, que garanta que o incêndio não aconteça, ou não volte a acontecer. Aqui estamos falando de uma solução de natureza estrutural, preventiva. Se é sob esta lógica que você gostaria de ser atendido, provavelmente o ideal é que procure os serviços de uma Assessoria Empresarial.

Investir em uma Assessoria Executiva é como contratar um seguro. É um investimento que tem por benefício diluir os riscos de um “grande incêndio”, cujas consequências materiais e imateriais poderiam ser extremamente prejudiciais à empresa.

O seu Daexe – Departamento de Assessoria Executiva – possui profissionais especializados em prestar ambos os tipos de serviço. Se tiver qualquer dúvida, deixe-nos sua pergunta nos comentários abaixo ou entre em contato com a gente por um dos nossos canais de atendimento. Teremos o maior prazer em atendê-lo!

O que uma assessoria empresarial pode fazer pelo seu negócio

Assessoria empresarial no seu negócio

A maioria dos empreendedores enfrenta problemas ao longo de sua trajetória. Não raro, esses percalços costumam afetar pontos cruciais dos negócios, como o faturamento, a logística ou o atendimento ao cliente. Como passam grande parte do tempo envolvidos em suas rotinas atarefadas, os empresários, mesmo aqueles que detêm uma vasta gama de conhecimento técnico, não conseguem cuidar de todos os setores da empresa com a mesma atenção e eficiência. Afinal de contas, não é nada possível abraçar o mundo com as pernas, não é mesmo? E é assim que a engrenagem pode começar a dar defeito. Para garantir a “qualidade de vida” da sua empresa e a satisfação de seus clientes e funcionários, é fundamental ter o apoio de uma assessoria especializada. Quer saber dos benefícios que essa assistência pode fazer pelo seu negócio? Então confira nosso post.

Como alguém de fora pode ajudar sua empresa?

Essa é uma das principais perguntas que empreendedores fazem antes de dizer sim a uma assessoria. Será que alguém fora da minha empresa consegue enxergar e resolver meus problemas? A resposta é “sim”. Na verdade, é justamente por não estar vinculado física ou emocionalmente com o negócio que o assessor pode identificar mais depressa pontos a serem trabalhados. Além disso, esses profissionais são capacitados para encontrar aquilo que é preciso ajustar. De qualquer maneira, nada será feito sem total anuência do empresário. Trata-se de uma união de esforços, uma parceria.

Como acontece a otimização do processo?

Embora cada empresa ou profissional tenha seu programa de trabalho específico, as fases de diagnóstico dos problemas, replanejamento estratégico e implementação das mudanças são bastante semelhantes. Em geral, o processo consiste na identificação de um problema ser resolvido. Problema este que pode requerer de maior expertise para sua solução, sendo adequado então a contratação de um assessor empresarial. Assim feito, o assessor fará uma espécie de filtragem e análise do problema na empresa por meio de uma ouvidoria-geral, envolvendo gestores, funcionários e quem mais decidir conveniente.

Com algum tempo de análise do fluxo de trabalho e procedimentos do setor a ser lavrado, alguns questionários e outras ferramentas de exame podem se tornar necessárias para se aprofundar nos pontos identificados que carecem alteração. Dessa forma, o assessor elabora um plano de reestruturação focado em todo a minuciosa pesquisa por ele feito dentro da empresa. O plano é apresentado aos gestores da empresa que decidem sobre implementar o que foi acordado e, dentro de um período de testes, observar e otimizar o plano, caso necessário, e os novos resultados que a empresa obterá com tais novas práticas.

Do momento da análise, até o momento da consolidação das novas condutas, o assessor estará dentro da empresa para que tudo seja feito com extrema precisão, adequação e proveito da empresa.

As vantagens de uma assessoria

O maior dos benefícios ao se contratar uma assessoria é que o empresário tem a certeza de que a pessoa que vai dedicar tempo para replanejar as áreas carentes do negócio é especialista nesse assunto e trabalha para se aprimorar e manter-se atualizada, o que é muito difícil de se fazer se você acumula as funções de empreendedor, chefe, etc. Além disso, a empresa contratada vai pensar junto com você os quesitos em análise e propor estratégias que realmente funcionam e sejam um ganho para a empresa!

Quem já passou por um processo desse tipo, sabe que gerir a empresa podendo contar com todo know-how, expertise e prestígio desses profissionais é um divisor de águas para o negócio. Além de representar não apenas melhorias nos processos internos, como maior retorno financeiro, consolidação da marca e satisfação dos clientes. Agora que você conhece o progresso que uma nova perspectiva traz às situações empresariais, compartilhe sua opinião conosco sobre a assessoria empresarial. Já conhecia esse tipo de suporte? Pensa em usá-lo para algum auxílio interno e maior conforto da empresa? Deixe seu comentário e participe da conversa.

Agende uma reunião com um de nossos especialistas.

Você sabe a diferença entre métricas e indicadores?

Pode parecer um assunto difícil à primeira vista, mas não há grandes mistérios na hora de definir e entender o que são métricas e indicadores. Ambos são termos muito utilizados que servem como base para quantificar resultados e conduzir a avaliação das análises da organização. Ou seja, as métricas e os indicadores são uma forma de medir a performance da sua empresa. Mas você sabe qual a diferença entre eles? A primeira diferença entre métricas e indicadores está no conceito. Veja:

Métricas

As métricas são dados brutos, que podem ser representados por números precisos ou não. Elas estão ligadas ao nível tático e operacional da empresa, revelando o desempenho de processos. São sistemas de medida que avaliam tendências, comportamentos ou variáveis do negócio. As métricas ajudam na tomada de decisão, detectam oportunidades, mantêm o foco produtivo, identificam pontos fortes e fracos, definem necessidades de investimentos, apontam falhas operacionais e até diminuem o grau de incerteza quanto ao futuro.

Em resumo, as métricas são a base para identificar os indicadores e o passo seguinte a ser dado após a definição das metas.

Leia também: 5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores

Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa. São informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades.

As métricas estão ligadas às atividades e os indicadores abrangem os processos e as atividades. Os indicadores dependem de um conjunto de métricas específicas. Veja abaixo alguns exemplos dentro de quatro perspectivas: financeira, cliente, processos internos e pessoas.

FINANCEIRA

Exemplo de métrica: Faturamento; Despesas.
Exemplo de indicador: Lucro = Faturamento – Despesas.

CLIENTE
Métrica: Quantidade de clientes atendidos; Número de visitantes no site.
Indicador: NPS ou Índice de Satisfação dos clientes.

PROCESSOS INTERNOS
Métrica: Tempo de conclusão do procedimento ou tempo de entrega.
Indicador: Índice de conformidade ou Índice de eficiência de produção.

PESSOAS
Métrica: Quantidade de treinamento.
Indicador: Clima Organizacional.

Leia também: 3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Estudiosos investigaram o desempenho de 84 empresas no período entre 1984 e 1997 que adotaram um sistema de mensuração de desempenho.

O estudo concluiu que essas empresas aumentaram significativamente seu lucro residual ajustado e que a melhora persistiu durante cinco anos após o período de estudo.

Tanto indicadores como métricas devem fornecer aos executivos informações significativas para tomar melhores decisões, que impactam na meta ou nos objetivos do planejamento estratégico da empresa. De nada vale colocar em prática seu planejamento para consolidação das metas se não houver maneiras de avaliar o seu desempenho e ajustar as ações através do uso de métricas e indicadores. Fale conosco e saiba como aplicar na sua empresa e obter o sucesso que procura!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista.

As 4 funções Crucialmente Importantes do DEPARTAMENTO DE ASSESSORIA EXECUTIVA

Já falamos aqui sobre a importância de se ter um Departamento de Assessoria Executiva (DAEXE) em uma organização. Ter uma área que se dedique a cuidar do planejamento e garantir o cumprimento de metas é um avanço enorme para qualquer negócio. Mas, quais são as atividades desse setor? O que é de responsabilidade do departamento de assessoria executiva? Basicamente, o departamento de assessoria executiva deve cuidar da Execução do Planejamento Estratégico com os processos do BSC – Balanced Scorecard. Veja a seguir:

1. Gestão do BSC

A função mais natural e primária do DAEXE é cuidar do Balanced Scorecard. E isso implica em diversas outras responsabilidades. Como por exemplo, facilitar e conduzir a reunião, mensal, trimestral, semestral ou anual de revisão da estratégia, traduzindo a estratégia atualizada em mapas e objetivos estratégicos.

Ainda que não haja mudanças significativas na estratégia, no momento da revisão, o DAEXE precisa liderar na reunião a discussão sobre os KPIs – (Key Performance Indicators) e suas medidas. Assim que os objetivos e os indicadores são aprovados para o ano seguinte. É função do DAEXE orientar os executivos da Alta Administração a determinar metas e identificar iniciativas estratégicas que serão necessárias para o alcance das metas.

Além disso, durante o ano, o DAEXE deve propor cursos e treinamentos na empresa sobre o modelo de gestão BSC. Sendo reconhecido como o centro de conhecimento da metodologia. E servindo tanto para orientações, treinamentos e cursos, eventos e principalmente, para ajudar os líderes locais com as ferramentas que suportam a metodologia.

Um ponto importante é que o DAEXE não precisa assumir a função de cobrar os resultados de cada área. Durante o processo de definição de metas e indicadores de cada setor. Já se determina também quem será o responsável por produzir os relatórios da área e prestar contas.

O que o DAEXE pode fazer é supervisionar o processo de coleta dos dados e apresentação dos mesmos. A fim de orientar e garantir a validade da informação que está sendo compartilhada. Outra questão é que normalmente é o DAEXE quem escolhe o sistema de gestão estratégica a ser usado na empresa. Que pode variar desde planilhas de Excel e apresentações, até softwares robustos que automatizam toda a execução da estratégia. Portanto, o DAEXE deve garantir o treinamento e a usabilidade do sistema escolhido para que funcione corretamente e garanta a validade dos dados.

Leia Também: Quando devo procurar uma Assessoria Empresarial?

2. Alinhamento Organizacional

O Departamento de assessoria executiva é responsável por garantir o alinhamento da empresa toda com a estratégia do negócio provocando uma sinergia interna. O alinhamento traz foco e coordenação entre as atividades e projetos da empresa e por isso é tão importante.

É função do DAEXE desenvolver e desdobrar o BSC nos diferentes níveis hierárquicos da empresa, desde a Alta Gestão até o “chão de fábrica”. Além disso, o DAEXE precisa fazer o link entre fornecedores, clientes, parceiros, joint ventures. O corpo diretivo e acionistas para que todos estejam alinhados à estratégia da organização.

3. Revisões da Estratégia

As reuniões mensais de gestão são fundamentais no processo de controle e execução do BSC. São elas que proporcionam a oportunidade de revisar a estratégia e fazer os ajustes necessários. Nesse momento, os aprendizados são compartilhados e documentados e novas ações são propostas.

Além de conduzir a reunião, o DAEXE deve orientar o CEO antes do evento sobre os desafios atuais identificados no BSC. É esse briefing que vai determinar a agenda da reunião, priorizando sempre a revisão da estratégia em detrimento das questões financeiras de curto prazo e ações para “apagar incêndio”. Estes que insistem em aparecer nessas ocasiões. O DAEXE deve conduzir a discussão para a confecção de planos de ação e monitoramento para garantir que os projetos vão sair do papel.

Assim como a Alta Direção ocupa um papel importante no processo de revisão e direcionamento da estratégia, o DAEXE pode ajudar na preparação das reuniões de diretoria.

4. Planejamento estratégico

A formulação da estratégia e a execução da mesma estão intimamente conectados em um processo cíclico. A função de planejar a estratégia do negócio requer do DAEXE uma análise competitiva interna e externa de grande profundidade. Além de construir cenários, organizar reuniões de planejamento e orientar líderes e gestores para atingirem o máximo de resultados.

É importante que a estratégia não seja uma questão tratada somente uma vez ao ano, e nesse ponto é que o DAEXE é fundamental. De nada adianta ter uma estratégia super bem formulada se ela não é comunicada para toda a empresa, testada, revisada e que reflita a realidade do negócio.

Os colaboradores precisam ter a liberdade de contactar o DAEXE para sugerir novas ações e soluções. E a Alta Direção precisa revisar a estratégia constantemente durante o ano, afinal. Nada mais é que uma hipótese de relação entre causa e efeito que leva em consideração as ações internas e o impacto esperado nos stakeholders. Essas hipóteses precisam ser validadas e constantemente editadas.

Leia Também: Como um assessor executivo pode aumentar a produtividade na sua empresa

5. Comunicar a estratégia

Para ter seus colaboradores realmente envolvidos no cumprimento dos objetivos globais da organização, eles precisam conhecer a estratégia do negócio e ter contato com ela. Nesse ponto, a comunicação é a ferramenta mais poderosa a ser usada.

Algumas empresas apostam em criar diversas mensagens e disseminá-las por meio de diferentes canais de mídia. Nesse caso, o DAEXE serve como coordenador das campanhas juntamente com a área de marketing e comunicação. Revisando a mensagem e a frequência do contato para garantir que a estratégia está sendo comunicada corretamente.

Caso a empresa opte por fazer uma comunicação mais simples, especialmente quando se está começando a implantar o BSC na companhia. O DAEXE pode assumir a comunicação da estratégia para todos os funcionários.

É também função do DAEXE implementar uma cultura de formação e treinamento para os colaboradores novos e criar um programa de reciclagem do conhecimento para os funcionários antigos.

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista