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Comunicação nas organizações: saiba por que você não manda na sua empresa

É isso mesmo que você leu no título! Grande parte dos empreendedores não mandam na própria empresa. A maioria sequer se dá conta disso. E os motivos de não se darem conta são praticamente os mesmos que tiram a sua autoridade: a falta de tempo, a incapacidade de gerenciar e os sérios problemas de comunicação nas organizações.
O fato é chocante: pelo menos 99% por cento das empresas pelas quais passamos estão padecendo com a má comunicação. A maioria dos assessores e consultores empresariais não hesitaria em concordar conosco.
Você não manda na sua empresa especialmente pelos dois motivos que trazemos abaixo. E não temos dúvidas de que você recordará de exemplos desses fatos que descreveremos instantaneamente. Mas também trazemos duas soluções que podem cortar esse mal pela raiz. Siga com a gente!

Motivo 1 – Suas ordens sequer são executadas pelos colaboradores

Um dos graves erros das lideranças é não se dar conta de que o universo de conhecimento das pessoas é extremamente subjetivo e particular, ou seja, depende das experiências que cada um teve na vida. O que é óbvio para você pode estar completamente distante da realidade do outro. É nesse contexto que muitas das ordens que você transmite aos seus colaboradores são deixadas de lado, são postergadas e, por fim, são definitivamente esquecidas. Não entender isso gera frustrações para todas as partes envolvidas, e na empresa isso se traduz em uma ineficiência extremamente contraproducente. Portanto as ordens que o líder dá à sua equipe devem ser postas com muita clareza.

“Quem deve fazer? Qual o deadline? Se Fulano não sabe fazer, quem pode ensinar?”

Essas são perguntas básicas de execução de atividades. Se somente o líder pode ensinar, deverá reservar um tempo para isso. O que não pode ocorrer de maneira nenhuma é designar uma ordem sem saber se as condições para que ela seja executada existem e sem acompanhar o seu cumprimento, dentro do prazo estabelecido. Essa gestão é que fará com que as ordens que você emite na sua empresa sejam levadas à sério.

Motivo 2 – Suas ordens são executadas de forma errada pelos colaboradores

A crise de comunicação e de gestão das tarefas nas empresas, além do problema da não execução das ordens, também pode gerar o problema da má execução. Nesse caso, ou o colaborador não entendeu a atividade ou ele não se importa com sua autoridade. De qualquer forma, ele acaba cumprindo a ordem designada de uma forma bastante “torta”, do jeito que ele acha que é o certo, e não do jeito que é mais estratégico para a empresa. Uma coisa é certa: se a tarefa tivesse sido comunicada claramente e se o sistema de gestão das tarefas designadas fosse eficiente, as coisas não caminhariam desse jeito, e você estaria economizando frustrações, tempo de retrabalho e, por consequência, poupando seu dinheiro.

COMO MUDAR ESSA REALIDADE NA COMUNICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES?

Provavelmente você já viu essa situação ocorrer diversas vezes diante dos seus olhos e se sentiu impotente. E não adianta colocar a culpa na equipe ou demitir colaboradores. Muitas vezes a solução passa longe desse tipo de decisão. Nesse contexto nós costumamos orientar nossos assessorados para duas soluções:

Solução 1 – Adote o BSC como ferramenta de gestão para mensurar a execução das atividades:

Não adianta bater cabeça. O que não é mensurado não pode ser gerenciado. E uma ferramenta de gestão estratégica extremamente eficiente para mensurar o que está sendo feito ou não na sua empresa é o Balanced Scorecard (BSC). Essa ferramenta utiliza como um de seus recursos um mapa estratégico no qual as tarefas designadas ficam registradas com descrição de responsáveis e prazo de entrega, e ajuda muito no engajamento dos colaboradores, pois tudo o que precisa ser feito aparece conectado aos motivos estratégicos que levaram àquela decisão. Dessa forma, o colaborador saberá o que fazer, até quando deve fazer e de que forma o seu trabalho é fundamental para o bom desempenho da empresa.

Solução 2 – Peça a ajuda de uma assessoria empresarial:

Não adianta se desesperar. Se ao ler nossa sugestão anterior você pensou “Mas eu não tenho tempo nem conhecimento pra fazer isso”, talvez esteja na hora de você pensar seriamente em contratar um especialista para te assessorar, e isso não é fraqueza. Isso é poupar um esforço e energia extremos que você poderia estar dedicando a outras atividades e decisões que são mais estratégicas para sua empresa. O assessor executivo domina ferramentas de gestão (Balanced Scorecard e outras metodologias de execução). Ele poderá, com muito mais facilidade, mensurar o desempenho particular de seus colaboradores e o desempenho geral de sua empresa. Gestão só se faz com decisão, e tomar decisões estratégicas sem entender do assunto é sempre um risco. Chame quem entende do assunto e somará forças contigo. Você verá que dividir essas responsabilidades com um especialista facilitará o caminho para que você retome as rédeas da sua empresa.

Se você se identificou com a situação descrita neste artigo, entre em contato com seu assessor executivo do Daexe! É só deixar sua dúvida nos comentários abaixo.

Até a próxima leitura!
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista
(CEO – DAEXE)

O que faz um Assessor Executivo?

Você já se perguntou, afinal, o que um assessor executivo faz?

Já fomos questionados diversas vezes com esta pergunta ao longo de nossos anos no segmento da consultoria e da assessoria empresarial. De fato, muitas vezes as pessoas não sabem muito bem o que esperar de um assessor executivo e o que este profissional pode fazer por sua empresa. Por isso hoje resolvemos esclarecer alguns pontos com este artigo.

Vamos começar a te responder essa pergunta com uma afirmação bastante objetiva: o Assessor Executivo é o profissional que faz acontecer! É para isso que ele é chamado.
Seu papel é inspirar e desenvolver os potenciais dos empresários, empreendedores e demais membros de suas equipes, para que possam trabalhar melhor e alcançar as metas da empresa de forma concreta e objetiva.

E como ele faz isso?

Normalmente esse profissional possui e domina uma metodologia consagrada de gestão, que serve de base para suas ações nas organizações assessoradas. Por exemplo, no caso do Daexe, somos especializados na metodologia Balanced Scorecard (BSC). Essa metodologia e ações são direcionadas a desenvolver todos os níveis da empresa: níveis estratégicos ou diretoria, níveis gerenciais e níveis operacionais. Ainda, tais metodologias e ações podem ser direcionadas a todas as áreas de gestão da empresa:finanças, pessoas, inovação, processos internos, marketing e vendas.

Basicamente, o assessor empresarial desempenhará uma das quatro funções a seguir:

– Estrategista: quem dá o norte, define o tom e a velocidade.
– Evangelizador: quem transmite a estratégia definida para os funcionários e os lidera.
– Gestor: aquele que controla os resultados e o desempenho individual e coletivo.
– Networker: mesmo que o assessor executivo não tenha vinculo empregatício, ele acaba operando como um embaixador da companhia, pois ele a representa e faz interlocução com diferentes áreas, desde matriz/filias a investidores.

Em nosso trabalho como Assessores Executivos, somos reconhecidos por nossa capacidade de realização e transformação. Nossas competências devem estimular a excelência e eficiência, trazendo resultados para a firma, tanto no que diz respeito aos lucros quanto no que diz respeito à redução de custos e produtividade. Nosso papel como assessores é inspirar os empreendedores e suas equipes a trabalharem melhor e a alcançarem suas metas de forma eficiente.

As principais ações que um assessor executivo costuma executar no seu dia-a-dia são:

Priorizar atividades que geram no mínimo 80% dos resultados.
O assessor não deve perder tempo com atividades que não tragam bons resultados. Deve ser fiel ao planejamento estratégico (MVV) para alcançar níveis de excelência ao longo do seu dia-a-dia.

Buscar responsabilidades e assumi-las
O assessor deve ser proativo. Deve ter conhecimentos dos projetos importantes da empresa. Deve preparar-se e estar à disposição para colaborar. Para que o assessor possa ser visto, muitas vezes é preciso se expor e fazer as mais básicas atividades na empresa. Portanto ele não fica esperando, mas cria suas próprias oportunidades em benefício da empresa.

Inovar e criar
O assessor não deve realizar suas tarefas de maneira automática, ou seja, pensar sempre no que pode ser melhorado.
Inovação é algo que toda empresa busca e,  o assessor executivo deve ter muito comprometimento com isso, há sempre grandes chances de criar algo que faça a diferença para as empresas assessoradas.

Aprender a cada instante
O verdadeiro assessor aproveita todas as oportunidades para aprender algo novo. Acredita que não existem erros e acertos, apenas resultados. A partir deste pensamento, idealiza maneiras de aprender com os resultados e ir em busca das suas metas.

Investir em si mesmo
O assessor comprometido com o que faz estuda exageradamente, trabalha muito seu desenvolvimento pessoal e buscar atividades que realmente lhe dão prazer e geram mais impacto positivo nos seus resultados. Ele sabe que para fazer a empresa assessorada crescer é preciso crescer que ele mesmo cresça internamente, como indivíduo.

Todas essas características, na nossa leitura, devem estar presentes na postura e no trabalho dos assessores executivos. E você? O que espera de um assessor executivo? Deixe sua opinião ou dúvida nos comentários abaixo e não mediremos esforços para esclarecê-la.

As 8 práticas de gestão que garantem o sucesso das empresas segundo pesquisa da Harvard Business School

Não é novidade que o sucesso de um empreendimento está intimamente condicionado às práticas de gestão que fazem parte de sua cultura e rotina organizacional. Porém, gestão é um conceito que abrange tantas possibilidades que fica difícil saber aquilo que é imprescindível para o sucesso e aquilo que pode ser alcançado em uma perspectiva mais longínqua. Foi exatamente este discernimento que a Pesquisa da Harvard Business School, liderada pelo renomado professor Nitin Nohria, conseguiu captar, a partir da avaliação de 160 empresas, entre 1986 e 2001.

A pesquisa mostrou quais práticas de gestão tinham em comum as empresas que superaram suas rivais em desempenho ao longo dos anos. Todas as empresas do grupo de sucesso eram fiéis adeptas de quatro práticas específicas de gestão (primárias), e pelo menos duas de quatro práticas secundárias de gestão. Vamos conhecê-las?!

As práticas primárias de gestão

1.Estratégia: formular e manter uma estratégia clara e objetiva.
2.Execução/desempenho: desenvolver e manter um desempenho operacional impecável.
3.Cultura: desenvolver e manter uma cultura baseada no desempenho.
4.Estrutura: construir uma empresa dinâmica, flexível e simples.

As práticas secundárias de gestão

5.Talento: reter profissionais mais talentosos e desenvolver o talento de outros.
6.Inovação: fazer inovações que transformem o setor.
7.Liderança: manter líderes e gerentes comprometidos com sua empresa.
8.Fusões/parceria: realizar fusões, criar parcerias e crescer.

Diante dos resultados desta pesquisa, certamente nos colocamos a pensar:

“Se a minha empresa fizesse parte desta pesquisa, ela faria parte do grupo de sucesso?”

Queremos te convidar a deixar a sua reflexão pra gente nos comentários abaixo. Comece nos contando quais práticas são comuns na sua rotina organizacional e quais você considera mais desafiadoras para alcançar.
Se tiver alguma dúvida sobre estas oito práticas de gestão empresarial, também pode contar com o seu assessor executivo do DAEXE para responder as suas perguntas. Estamos aguardando o seu contato.

Assessor Executivo

A importância do assessor executivo em tempos de crise

Se uma boa gestão já é essencial para uma empresa quando a economia do país vai bem, em um cenário de crise de dimensões globais ela se faz ainda mais necessária. E o assessor executivo pode ser a diferença entre prosperar e falir.

Em conjunturas como estas, as organizações contam com seus profissionais em cargos de liderança para tomar decisões assertivas e quebrar o ciclo vicioso da crise que costuma minar a força e o desempenho dos empreendimentos.

Assessor Executivo

Descubra a importância de Assessor Executivo. Foto: pch.vector/Freepik

Precisa de uma solução efetiva e profissional para a gestão da sua empresa? Agende uma ligação com um assessor e descubra tudo que a Daexe pode fazer por você!

Atual é a importância do assessor executivo em tempos de crise? Acompanhe e saiba como esse profissional pode operacionalizar os mesmos processos em uma dinâmica de redução de gastos!

Assessor Executivo em tempos de crise

Quando a crise se instaura, os ânimos pessoais e profissionais se abalam. A empresa teme a perda da lucratividade e o funcionário, a de seu emprego.

Uma infinidade de novos desafios surge com tudo isso e é o assessor em tempos de crise quem deve tomar as rédeas da situação para minimizar os impactos da crise no caixa da organização.

Dentre as funções que ele já possui, existem algumas que exigem maior atenção e cuidado por parte destes líderes.

Um assessor necessita demitir componentes de sua equipe profissional, gerenciar novas emoções entre estes mesmos membros, reduzir custos e buscar formas alternativas de atrair e de reter clientes.

Em suma, esse profissional precisará ter, além dos conhecimentos técnicos e práticos, uma grande inteligência emocional.

Afinal, ele deve cuidar da pressão vivenciada e dos novos desafios que surgirão por causa deste cenário econômico pouco favorável.

Assessor Executivo, o elo entre estratégia e operacionalização

O assessor, em tempos de crise, é o elo entre o operacional e a alta cúpula de uma empresa. E justamente por transitar nestes dois níveis de uma organização que ele consegue ter uma visão sistêmica sobre o que é funcional frente às ações pensadas e praticadas ou não.

Ele precisará desenvolver uma capacidade analítica e crítica frente a este cenário, para ajudar os diretores a reverem estratégias, de forma a adaptá-las ao novo contexto sem gerar impactos negativos na operacionalização das tarefas.

Portanto, um assessor, em tempos de crise, tem a missão de ajudar a empresa a rever os seus planos e a projetar o futuro com base nas modificações feitas.

Assim, será possível passar pela crise sem comprometer tudo aquilo que já foi construído.

O gerenciamento de dados e o assessor executivo em tempos de crise

Em uma empresa, a automatização de informações contribui significativamente para que o gestor seja capaz de visualizar facilmente a performance de sua equipe, a produtividade de cada membro, as metas alcançadas e as que estão por alcançar.

Quando este profissional possui softwares de Gestão como aliados, ele tem mais agilidade na tomada de decisão. Assim, é possível reestruturar uma estratégia com bastante eficiência, para que a empresa passe pela crise sem grandes dificuldades.

Portanto, outra importância do gestor que deve ser ressaltada é a de administrar informações para extrair delas novas estratégias.

Dessa maneira, os ajustes necessários serão feitos, sem que a performance organizacional seja comprometida.

Para que esse profissional seja capaz de vivenciar todas as questões levantadas neste post, ele precisará contar com o apoio do setor de Recursos Humanos e de suas ferramentas para desenvolver um bom trabalho.

 

Você concorda que, em tempo de crise, se torna ainda mais importante estar assessorado por um profissional com conhecimentos profundos de gestão? Deixe sua opinião aqui embaixo, nos comentários.

 

faça-acontecer

 

Artigo produzido pelo blog do Grupo Meta e gentilmente cedido para a Daexe, com edições.

BALANCED SCORECARD: 4 perguntas para revolucionar a forma de medir a performance da sua empresa

Foi-se o tempo em que medir o sucesso de uma empresa por seu desempenho financeiro era o suficiente. Com a evolução dos estudos da administração, percebeu-se que medir a performance de uma empresa apenas pelos seus dados financeiros gerava resultados incompletos e ineficientes para auxiliar a tomada de decisão dos empresários e dos investidores. Para revolucionar esta forma de medir a performance, foi criado o Balanced Scorecard (BSC), uma metodologia de gestão de desempenho que permite medir outras três perspectivas da empresa, além da financeira, que são: clientes, processos e aprendizado/inovação. A metodologia consegue avaliar e gerir o desempenho das empresas através da proposição de 4 perguntas estratégicas:

1 Para alcançarmos nosso objetivo como empresa, como devemos ser vistos pelos nossos clientes?
2 Para satisfazer os clientes e colaboradores, quais processos devemos aprimorar e tornar mais simples?
3 Para alcançar nossa visão, como sustentar as habilidades, conhecimentos e atitudes da equipe, a fim de que prossigam em um caminho de inovação e aprendizado?
4 Para ter sucesso financeiramente, como nós devemos aparecer para os nossos investidores?

Para que estas quatro perguntas façam sentido, a empresa precisa ter um Diagnóstico de sua situação atual e um Planejamento Estratégico definido (estar decidida sobre a qual patamar de sucesso quer chegar). A partir destas informações, será possível para a empresa localizar-se quanto ao seu desempenho atual em cada uma das quatro perspectivas (clientes, processos, finanças e aprendizado/inovação) e definir as estratégias (metas) e os indicadores de performance que a conduzirão aos seus objetivos de sucesso.

Responder às quatro perguntas que o BSC propõe, demanda um esforço e sinergia muito grande de todo a equipe da empresa. É por isto que o BSC tem se tornado conhecido por promover um alinhamento de toda a equipe ao Planejamento Estratégico da empresa e proporcionar um engajamento muito maior dos colaboradores. Não é a toa que esta metodologia tem sido aderida por uma quantidade cada vez maior de empresas em todo o planeta. Só nos EUA, das 1000 maiores empresas norte-americanas listadas pela lista da revista FORTUNE, pelo menos 50% utilizam o BSC.

Sua empresa está pronta para responder a estas quatro perguntas? Compartilhe conosco suas dúvidas sobre o BSC, em uma das nossas formas de contato ou nos comentários abaixo. Os assessores do DAEXE terão enorme prazer em respondê-lo.

3 armadilhas que prejudicam a escolha do modelo de gestão empresarial

Aperfeiçoar a gestão da empresa é um objetivo e movimento contínuo, e que muitas vezes culmina em uma pergunta determinante: qual o melhor modelo de gestão? De fato, as possibilidades de modelo de gestão de multiplicam a cada dia, todos eles com propostas tentadoras que apontam para um caminho de sucesso: BSC (Balanced Scorecard), OKR (Objectives and Key Results), GDP (Gerenciamento de Diretrizes), VBM (Gestão por Valor), MEG (Modelo de Excelência e Gestão, entre tantos outros.

A questão é que não há necessariamente um melhor modelo de gestão. Na verdade, a pergunta do gestor tem que ser “qual o modelo de gestão ideal para a minha empresa?”, pois esta escolha depende das características do empreendimento, dos desafios que se quer superar, dos problemas que se tem enfrentado. Neste artigo, apontamos 3 armadilhas que prejudicam os gestores na escolha de um modelo de gestão empresarial, no intuito de facilitar o seu caminho de decisão. Vamos conferir.

Armadilha 1: Não definir uma ordem de prioridade sobre os problemas que precisam ser combatidos

Para escolher um modelo de gestão mais eficiente para o momento pelo qual sua empresa está passando, você precisa elencar o que precisa ser resolvido mais imediatamente. É necessário ranquear os problemas, para que as soluções também sejam ranqueadas. Isto evita a escolha de uma solução ineficiente e do emprego precipitado dos recursos da empresa.

Armadilha 2: Não se dar conta que terá de acumular mais tarefas

Não adianta fazer um grande investimento na implantação de um novo modelo de gestão sem se dar conta que o mundo não vai parar para esperar a sua empresa entrar no eixo e que você vai ter que gastar uma carga extra de energia e de dedicação até que o processo esteja concluído. O insucesso na implementação de modelos de gestão empresarial muitas vezes se dá neste âmbito. Portanto, prepare a carcaça e o psicológico, vai valer a pena!

Armadilha 3: Não estar aberto a novas ideias e sugestões

Boa parte dos modelos de gestão são genéricos e flexíveis, o que significa dizer que podem ser adaptados à sua realidade e estilo de gestão. Modelos de gestão não são receitas de bolo, mas sim princípios e orientações que vão sendo empregados de acordo com a realidade e possibilidades da empresa. Esteja aberto a sugestões sobre a melhor forma de aplicar os princípios do modelo à sua empresa e considere ser possível implantar e administrar mais de um modelo de gestão, ao mesmo tempo, pois muitas vezes eles se complementam.

Está em dúvida sobre o modelo de gestão ideal para a sua empresa? Entre em contato com a gente ou nos deixe sua dúvida nos comentários abaixo.Os assessores do DAEXE terão enorme prazer em respondê-lo.

Estoque

3 dicas comprovadas para manter seu ciclo de caixa no azul

A gestão do ciclo de caixa é fundamental para que as empresas sejam competitivas e garantam a sua sobrevivência. Para que os negócios continuem produzindo e vendendo, é necessário realizar compras de insumos, pagamentos de custos envolvidos nas atividades de produção e prestação de serviços e despesas operacionais e gerais do negócio.

Dessa forma é preciso gerir o fluxo de caixa de forma que sempre haja recursos para que a empresa realize esses pagamentos e garanta a continuidade da operação, enfim, a entrega dos produtos e serviços ofertados aos seus clientes.

 

Foto: Tiger Lily/Pexels

Precisa de uma solução efetiva e profissional para a gestão da sua empresa? Agende uma ligação com um assessor e descubra tudo que a Daexe pode fazer por você!

 

No mundo de hoje, em que as empresas estão inseridas em um cenário altamente competitivo e os clientes têm acesso a diversas opções de fornecedores, se torna cada vez mais necessário para não perder e aumentar as suas vendas, que as empresas ofereçam prazo de pagamentos ao mercado. Principalmente pelo risco do cliente ir comprar de seus concorrentes.

Como financiar a produção e manter o ciclo de caixa se o cliente me paga a prazo?

O primeiro passo é realizar o planejamento das contas a pagar e das contas a receber com base em projeções dos volumes de vendas, compras, custos de produção, despesas operacionais e principalmente os prazos de recebimentos e pagamentos.

Após essa etapa, será possível ter conhecimento da necessidade de capital de giro gerada pelo ciclo de caixa do negócio.

Por sua vez, a necessidade do capital de giro gerada pelo ciclo de caixa será definida pelo tempo decorrido entre o pagamento aos fornecedores e o recebimento das vendas.

Com isso, uma das metas principais será reduzir a diferença entre as datas do ciclo de caixa ou até mesmo receber de seus clientes, mesmo com vendas a prazo, antes de pagar os seus fornecedores. Como se faz para conseguir isso? Confira as dicas

 

1. Intensificar o ciclo de caixa e estoque

As iniciativas de otimização do ciclo de caixa devem começar com a redução do prazo médio de estoque.

Dessa forma é necessário realizar melhorias nos processos de compras e produção, com objetivos de determinar volumes adequados fazendo uma melhor previsão de demanda e, consequentemente, reduzir o nível de estoque.

O que torna possível reduzir o volume de pagamentos dos fornecedores e escoar mais rápido o que foi produzido, de modo antecipar o fluxo de recebimentos.

 

2. Negocie com fornecedores

Aumentar o prazo médio de pagamento junto aos fornecedores também é de extrema importância para viabilizar prazos mais dilatados nas vendas.

Dessa forma os resultados serão alcançados com negociações de prazos de pagamentos com seus fornecedores, então é fundamental ter processos bem estruturados e eficiente de cotações e tomada de decisões de compras.

Entre as principais práticas para aumentar o poder de barganha, destaco:

  1. Ter mais um fornecedor para cada insumo com planejamento de volumes por fornecedor, que possibilite condicionar as compras em cada fornecedor com a maiores prazos de pagamento
  2. Equilíbrio na negociação das condições comerciais entre preços e prazos, Afinal de contas um maior prazo poderá ser mais vantajoso do que um desconto
  3. Treinamento da equipe de compras de técnicas de negociações e relacionamento com fornecedores.

 

3. Antecipe seus ganhos

A terceira frente de ação é reduzir o prazo médio de recebimento através de antecipação de recebíveis. Nesse caso, é importante considerar o impacto das despesas financeiras na rentabilidade do negócio.

Sem deixar de lado a gestão de relacionamentos junto as instituições financeiras para disponibilidade e aprovação das operações de crédito.

Outras ações recomendadas para de reduzir o prazo de recebimento são: realizar de forma eficiente as atividades de cobranças e análise de crédito.

Com uma boa execução das cobranças é possível diminuir atrasos de pagamentos dos clientes e evitar a inadimplência.

É muito importante destacar que as ações necessárias para administrar o ciclo de caixa não são de responsabilidade somente da área financeira.

As soluções envolverão praticamente todas as áreas da empresa, entre elas Compras, Logística, Produção, Comercial, Recursos Humanos e o Financeiro.

Em resumo, para que a sua empresa possa oferecer prazo aos seus clientes sem colocar em risco a sua sobrevivência, então destaco as seguintes ações:

  1. Planejamento de compras e produção
  2. Planejamento de vendas
  3. Negociação de prazo com fornecedores
  4. Acesso a linhas de antecipação de recebíveis
  5. Política de crédito e cobrança.

Artigo de Donato Ramos, publicado originalmente pela Endeavor Brasil e gentilmente cedido ao Blog Daexe.

Planejamento estratégico

 

Planejamento, mulher analisando dados

Os 4 “assassinos silenciosos” da sua empresa

Hábitos como o tabagismo e sintomas como a pressão alta são considerados “assassinos silenciosos” – aqueles que vão, devagarinho, fazendo o corpo definhar.

No mundo dos negócios existem fatores que podem levar uma empresa à falência de forma bem sorrateira.

O empreendedor americano Steve Blue listou, no site da revista Entrepreneur, os “assassinos” que podem estar arrancando a vida da sua empresa.

Como um bom antagonista de histórias de terror, há um itens defendidos desde o início do século passado, mas que na verdade fazem mal à saúde corporativa. Confira:

Reuniões sem resultado

O primeiro “assassino” consome o tempo da empresa. Ninguém nega a importância das reuniões, mas é necessário que haja um propósito e que soluções sejam encontradas no fim dos encontros.

Caso contrário a reunião só levará ao desperdício da força de trabalho em questões supérfluas.

Quando a reunião é longa demais ou não desperta o interesse dos seus colaboradores, pode ser que o encontro seja desnecessário.

Na hora de marcar uma reunião, veja a reação dos funcionários. Se ninguém se mostrar satisfeitos, talvez seja bom cancelar o encontro.

Falta de vontade em inovar

Empresas que não inovam morrem de velhice. Basta ver os produtos e serviços que você consome: uma boa parte deles deve ter sido introduzida há menos de cinco anos.

Por exemplo, é bem provável que, em 2011, você nem soubesse o que eram o Waze e o Netflix, certo?

Para facilitar, Blue estabelece uma “nota de corte”: a cada cinco artigos que você oferece, pelo menos um deve ter menos de dois anos de vida.

Se isso não ocorrer, é hora de se reinventar. Caso contrário, sua empresa será engolida por empreendimentos inovadores que ainda nem sabemos que existem, mas estão por aí.

Funcionários nocivos

Este é um mal que assola qualquer empresa. Você já deve ter tido problemas com vendedores mal humorados, garçons folgados e atendentes sem o mínimo de simpatia.

Todos eles são colaboradores nocivos. O comportamento deles faz com que as pessoas tenham uma impressão negativa de toda a empresa, por mais que pessoas competentes e motivadas sejam a maioria.

Por mais que seja difícil perceber, é possível que haja funcionários nocivos em sua empresa.

Devagar, com jeitinho, vá perguntando ao seu pessoal quem é que “contamina” o ambiente de trabalho. Feito isso, tenha uma conversa e peça para que eles mudem de comportamento.

Os clientes

O mantra “os clientes sempre têm razão”, criado no início do século passado, é tratado como uma unanimidade pelos empreendedores. Por outro lado, Blue afirma que o lema deve ser encarado com cautela.

Para ele, é importante satisfazer o consumidor, mas há limites. Para obter ou manter o cliente, muita gente zera sua margem de lucro, ou até fica no prejuízo.

O problema é que o cliente, com razão, está em busca das melhores condições de preço. Se o consumidor encontrar alguém que ofereça preços mais baixos, ele não vai considerar o seu esforço e vai para a concorrência.

Blue diz que o melhor a se fazer é estabelecer uma relação profunda, de amizade, com o cliente.

O tratamento deve ser igual ao que temos com nossos amigos: é preciso apoiar e agradar sempre que possível, mas não se negar a ser sincero nas horas difíceis.

Nossos amigos não têm sempre a razão – e nem por isso nós não os abandonamos. Da mesma forma, com boa vontade e honestidade, é provável que seus clientes não te deixem para trás.

FONTE:Revista Pequenas Empresas & Grande Negócios

5 habilidades que um executivo deve ter para o sucesso empresarial

O sucesso empresarial não é uma receita na qual somamos alguns ingredientes e o resultado é completamente previsível. Porém, existem características e habilidades que identificamos serem fundamentais ao executivo para que tenha sucesso em seu negócio.

Você já pensou sobre isto? E melhor, já parou para refletir nas habilidades que você tem e que farão seu negócio ir à frente ou andar em passos lentos? Neste conteúdo, o DAEXE apresenta para você 5 habilidades que consideramos que um executivo deve ter para garantir sucesso empresarial. Confira!

Vendas

As vendas são condicionantes para o sucesso de qualquer empresa. Se o seu produto ou serviço não “sai das prateleiras”, é sinônimo de que as coisas não vão nada bem. Agora, para além de ofertar um bom, desejável e útil produto ou serviço aos consumidores. A sua empresa tem que ter capital humano extremamente capacitado para a venda.

O talento nas vendas está ligado às habilidades de autoconfiança, poder de persuasão e negociação e à persistência. O bom vendedor é aquele que consegue transmitir confiança pro cliente de que o seu produto ou serviço é a solução que ele precisa naquele momento. E seu talento para negociar e persistir até fechar o negócio serão os diferenciais que farão as vendas da sua empresa alavancarem!

Veja também Customer Success: Entenda como realizar o sucesso do cliente

Atendimento

Complementar à habilidade vendas, o atendimento de excelência é um quesito fundamental para o sucesso empresarial. Sua empresa pode ter bons produtos ou serviços para oferecer, mas te aconselhamos a olhar a sua volta. Seus concorrentes também podem ter produtos e serviços similares aos seus. E um dos fatores que pode realmente diferenciar a sua empresa da deles é “aquele atendimento inesquecível”!

Já ouviu algum cliente dizer que comprou com você porque você foi mais atencioso e prestativo?! Pois é, faça deste elogio uma marca da sua empresa. E você verá que mesmo que seu concorrente esteja oferecendo um produto ou serviço um pouco mais em conta, o cliente vai optar pela sua empresa!

Liderança

Liderança eficiente é aquela que direciona, motiva e dá o exemplo. Uma liderança ruim mina as possibilidades de sucesso empresarial. Você já se perguntou que tipo de líder você é? A primeira coisa que o líder tem que ter em mente é que seus colaboradores são seres humanos integrais, e não “trabalhadores”.

Há vida e sentido por detrás de uma rotina de trabalho, e o líder ideal é aquele que tem sensibilidade para gerir pessoas as considerando por inteiro. Gerenciando suas expectativas de forma a motivá-las. Principalmente, o executivo com verdadeiro talento para liderar é aquele que se comporta como sendo sempre o exemplo do que quer ver em sua equipe.

Trabalho em equipe

A matemática é simples: várias cabeças pensam mais do que uma só e vários braços geram mais resultados do que um só. Mas isto se houver uma coordenação eficiente destas várias engrenagens! Trabalho em equipe equivale à multiplicação do sucesso empresarial! Mas atenção, equipe é time, não é um aglomerado de trabalhadores trabalhando isolados.

Por isto, saber trabalhar em equipe é uma condição para o sucesso da sua empresa. Isto significa saber delegar, saber contar com os demais. Além disso, ter a consciência e a responsabilidade de que outras pessoas dependem que você execute bem e em tempo as suas tarefas. Para que elas possam executar as tarefas delas.

Leia também: Todos os executivos de sucesso refletiram sobre estas perguntas

Empreendedorismo

Empreendedorismo é a chave do sucesso, é a luz no fim do túnel, é a capacidade de reverter quadros, superar desafios e gerar soluções! Em suma, é uma característica que a empresa sempre necessitará para se auto superar.

Para além da característica empreendedora que gerou o empreendimento, o verdadeiro executivo sabe que o sucesso do negócio depende de sua capacidade de empreender a cada nova crise ou desafio. Empreender é identificar oportunidades quando os demais só enxergam obstáculos. O executivo que tem esta habilidade, agregada às outras quatro que citamos, tem nas mãos a chave do sucesso empresarial!

Que tal refletir e compartilhar conosco as habilidades que você percebe que tem e aquelas que precisa desenvolver? O DAEXE é especializado em assessorar os executivos a desenvolverem suas habilidades empresariais. Entre em contato conosco ou nos deixe um comentário. Teremos enorme prazer em assessorá-lo!

5 atos de auto sabotagem empresarial. Extermine hoje o ato nº 5!

Desta vez vou mirar as baterias para o cotidiano empresarial, com especial atenção aos erros e equívocos que, de tão comuns e recorrentes, trazem o risco de não provocar a indignação e o incômodo necessários aos empreendedores iniciantes, os quais pouco a pouco e corajosamente, vão transformando a cara do nosso universo empresarial.
Me refiro à situações muito comuns que, uma vez toleradas e digeridas, podem afetar o desempenho e o futuro de iniciativas fantásticas e inovadoras,assassinando-as ainda no berço pela falta de cuidado e atenção.
Vamos aos 5 atos da auto sabotagem empresarial:

Ato de auto sabotagem 1 – Um ambiente com comunicação inacessível ou ineficaz.

Jamais permita que o toque do telefone ocorra por mais de três vezes sem atendimento. Do outro lado da linha pode estar um potencial cliente irritado, que depois de escutar o toque por quatro vezes, provavelmente concluirá que foi melhor não ter sido atendido.

Ato de auto sabotagem 2 – O estabelecimento de metas impossíveis.

Pode acreditar, eu e você, a sua e a minha equipe possuem limitações. Para evitar que as metas e objetivos traçados não se transformem em peça de folclore, por conta do mais absoluto descrédito, estabeleça apenas aquilo que de fato possa ser realizado. Feito isto, cobre com rigor.

Ato de auto sabotagem 3 – A contratação de analfabetos funcionais.

Sim eles existem. O analfabetismo funcional pode ser identificado quando profissionais formados em boas escolas e eventualmente dotados de alguma experiência apresentam desconhecimentos impensáveis para as suas áreas de atuação. Algo como um gestor financeiro não dominar as práticas da matemática financeira, desconhecer princípios contábeis ou ferramentas e modelos de gestão financeira. Fuja disto.

Ato de auto sabotagem 4 – A institucionalização da desorganização.

Não há nenhum problema em se criar um ambiente de trabalho informal, arejado e livre dos rigores corporativos tradicionais. Muito pelo contrário, estes ambientes podem – veja bem, podem, mas não garantem – propiciar um ambiente de trabalho mais produtivo, agradável e dotado de alta dosagem de criatividade. Outra coisa é a informalidade ocasionar a perda de documentos e informações importantes ou a dificuldade para se localizar contratos. Muito cuidado com este quesito!

Ato de auto sabotagem 5 – Um escritório de contabilidade confuso.

No caso empresarial, ter a seu serviço um serviço de contabilidade confuso equivale às doenças silenciosas e aparentemente indolores que atacam os seres humanos. É algo que vai corroendo, pouco a pouco e dia após dia, a situação fiscal e os controles internos, fragilizando o aparato administrativo e financeiro, até se transformar em uma batata quente na qual ninguém terá coragem de por a mão.
Diante de uma primeira leitura, pode ser que tudo lhe pareça muito óbvio, mas o problema dos equívocos “óbvios” é que eles passam despercebidos e camuflados, e com o tempo ganham forma, vida própria, e grande potencial destruidor.

Já se pegou cometendo estes atos de auto sabotagem?é provável que sim, mas agora que você está ciente, é hora de mudar. Que tal começar exterminando o ato número 5? Entre em contato conosco, pois temos a dica certa para o seu negócio!

Obs.: Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil, feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar, e agora compartilhado com você pelo Blog DAEXE.