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Diferença entre Custos e Despesas

 

Diferença entre custos e despesas

 

Quando uma empresa está com um péssimo fluxo de caixa e as contas fecham no vermelho, ela deve cortar os custos ou as despesas? Afinal, há diferença entre custos e despesas? Qual é a diferença?

Esses questionamentos são extremamente comuns em qualquer organização. O problema é que eles sempre aparecem em situações de crises financeiras, em que não há muito tempo para se pensar e organizar.

A empresa sabe que possui diversos gastos, mas muitas vezes não consegue identificar quais deles são os ralos que levam o dinheiro para o esgoto. Com isso, o caixa entra em desequilíbrio total.

Além disso, cortes errados podem prejudicar ainda mais a saúde financeira de uma instituição. Afinal, itens importantes para a produtividade e o desempenho empresarial serão retirados, existindo, então, uma deficiência na empresa.

É de extrema importância que em momentos complicados, a empresa tenha clareza sobre a diferença entre custos e despesas. Isso irá ajudar na organização e também no entendimento de quais gastos devem ser cortados.

Leia também: Plano de contas gerencial como elaborar e personalizar para minha empresa

Afinal, qual é a diferença entre custos e despesas?

Tanto custo e despesa se refere ao desembolso da empresa para um fim. Ou seja, custos e despesas tratam de gastos, de saída de dinheiro no fluxo de caixa. No entanto, possuem uma diferença.

As despesas são aqueles gastos que possuem relação à administração empresarial. Ou seja, são valores pagos para que a empresa consiga se manter funcionando. Por exemplo, salários de funcionários, contas administrativas, aluguéis, etc.

Já os custos são os gastos que envolvem o produto final de uma empresa, ou seja, são os valores destinados à produção de mercadorias. Todo o dinheiro direcionado ao produto final é considerado um custo.

Podemos citar como exemplos de custos: compra de maquinário, compra de matéria-prima, gastos com a fabricação, mão de obra voltada para o produto, manutenção ou até mesmo materiais de limpeza da fábrica e das máquinas.

Portanto, a grande diferença entre custos e despesas está na relação de gastos com o produto final de uma empresa. Sendo assim, é possível dividir os gastos em dois grupos distintos.

Se ainda houver alguma dificuldade na hora de separar os gastos nesses grupos, basta fazer a seguinte perguntar: Se eu cortar esse gasto, a produção será diretamente atingida? Com a resposta positiva, é possível colocar o gasto no grupo custos.

 

Custos e despesas: Fixos X Variáveis

A organização não pára por aí. Além dessa classificação, é possível criar 4 grupos distintos para os custos e despesas. Eles são:

 

  • Custos Fixos
  • Custos Variáveis
  • Despesas Fixas
  • Despesas Variáveis

 

Antes de compreender cada um desses grupos individualmente, é importante ter conhecimento sobre o que é um gasto fixo e o que é um gasto variável. Veja a seguir:

Gasto Fixo

São gastos que possuem ocorrência mensal, independentemente dos resultados da empresa. Ou seja, são aqueles gastos que não sofrem impactos com o desempenho comercial de uma instituição.

Exemplos:

Custo Fixo: Salário da mão de obra para a produção.

Despesa Fixa: Conta de água.

 

Atenção: Os gastos fixos podem sofrer alteração de valor (como no exemplo da conta de água). O que irá defini-lo como fixo é a sua recorrência, ou seja, mesmo que você pague mais ou menos pela água, essa conta irá chegar no final do mês.

Veja também: 4 formas eficazes de conseguir capital de giro para a sua empresa

Gastos Variáveis

Esses gastos variam de acordo com a demanda e fabricação de um produto. Por exemplo, se há baixa procura por determinado produto, pode ser que a produção dele seja pausada. Sendo assim, alguns gastos serão evitados.

Exemplos:

Custos Variáveis: Matéria Prima

Despesas Variáveis: Bônus de funcionários.

 

Em outras palavras, os gastos variáveis são proporcionais à produção ou aos resultados da empresa. Quanto mais venda, por exemplo, há mais gastos variáveis. Ou vice-versa.

 

Custos e Despesas: Como organizar?

O primeiro passo para fazer essa organização é identificar em qual grupo o gasto se encaixa. Um hábito que pode ajudar nesse processo é criar uma planilha de gastos já com a identificação de cada um.

Além disso, a empresa pode contar com uma assessoria especializada na organização do departamento financeiro. O profissional será responsável em fazer a gestão do fluxo de caixa e gerar mais lucratividade para a empresa.

A Daexe pode te ajudar! Contate-nos!

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Administrar um negócio torna-se uma tarefa mais fácil quando você possui um plano de contas gerencial. O modelo do plano auxilia a estruturar e organizar todos os dados financeiros existentes sobre a empresa. Você passa a ter não apenas mais controle, mas também mais conhecimento do seu negócio a partir do plano.

Para montar um plano personalizado é necessário, sobretudo, ter total conhecimento e acesso dos dados da empresa. Isso diz respeito desde os lucros a todos os tipos de contas. A seguir confira algumas dicas para estruturar o seu plano da melhor forma!

Plano de contas gerencial: o que é e como aplicar?

Basicamente o plano de contas gerencial consiste em uma série de itens listados que recebem classificações. Ele registrará todo o fluxo de caixa da empresa. Você pode dividi-los em grupos ainda maiores para especificar cada um.

O aconselhável é optar por dois grandes grupos:

Grupo Sintético: grupo principal com divisões como Receita Bruta, Despesas, entre outros dados;

Grupo Analítico: são subgrupos que especificam receita e custos, por exemplo.

Para entender melhor, no Grupo Sintético podem ser incluídas as Receitas. Dentro disso haverá um sub Grupo, que será o Analítico. Nesse caso, o sub Grupo será as Receitas com produtos, por exemplo. Assim, você cria mais sub Grupos detalhados de acordo com o seu negócio.

Em um restaurante, por exemplo, é possível criar grupos de menus, sobremesas, bebidas, etc. Já em uma livraria criam-se grupos de livros. Desse modo, cada empresa pode personalizar o seu plano de contas gerencial.

Não confunda o plano de contas gerencial com o plano de contas fiscal. O plano gerencial é personalizado, ou seja, é estruturado de acordo com as necessidades de cada empresa. As informações que serão contidas para a sua elaboração dependerão justamente da empresa. Nele estarão dados de todas as entradas e saídas detalhadamente.

Leia também sobre: contabilidade gerencial

Vantagens do plano de contas gerencial

Contar com um plano é fundamental para o andamento da sua empresa. Além da organização que se obtém, ele otimiza a pesquisa dos dados financeiros. Ao listar todos os dados como um verdadeiro checklist você evita erros e atrasos na administração.

As vantagens de um plano de contas gerencial perante outros planos, como o contábil, facilita a compreensão da sua importância. Ao contrário dos demais ele não possui um padrão fiscal, ou seja, é variável. Você – e deve – adequar o seu plano à sua empresa. Essa personalização, inclusive, é muito importante para garantir que ele seja bem utilizado.

O plano também permite um controle mais detalhado sobre as contas. Se algum erro estiver ocorrendo com as suas finanças, você claramente o detectará. Ainda, ele auxilia a identificar onde podem estar os gastos excessivos da empresa.

Plano personalizado

Como dito acima, personalizando um plano de contas gerencial é um diferencial para a sua empresa. Apesar de muitos modelos prontos disponíveis, ao estruturar o seu próprio plano você toma mais conhecida do seu negócio.

Veja o exemplo de um plano de conta gerencial:

RECEITA Bruta Total

Receita de vendas de serviços (consultoria empresarial, uso de sistemas, consultoria de marketing)

Receita de vendas de produtos (equipamentos, certificado digital)

CUSTOS

Custos fixos (manutenção de máquinas, insumos de produção, matéria prima, compra de materiais)

Custos variáveis

DESPESAS FIXAS, DIRETAS, VARIÁVEIS

Despesas operacionais (aluguel, água, luz, telefone, internet)

Despesas com RH (salário, 13º, férias, incentivos)

Lembre-se sempre de que o seu plano não precisar seguir padrões de outras empresas. Identifique o que realmente é importante na sua e inicie o seu plano a partir disso. Um plano personalizado é a garantia de que você estará, de fato, otimizado a empresa.

 

A Assessoria executiva no processo de tomada de decisão

Assessoria executiva: no processo de tomada de decisão

O papel da assessoria executiva tem sido cada vez mais importante dentro das empresas. O mercado tem exigido uma grande capacidade a nível estratégico e gerencial. 

Por isso, atualmente o profissional da área precisa ser constantemente mais qualificado e pró-ativo. Com essas qualificações, a assessoria executiva ganhou uma posição importante na tomada de decisões.

Uma das maiores dificuldades perceptíveis na rotina diária das empresas está justamente no processo decisório. Isso fica visível especialmente na hora da necessidade de tomar decisões importantes.

O medo de arriscar sem a certeza de retorno age como um empecilho que impede muitos empreendedores de ascenderem. Em outros casos, decisões imprudentes ou precipitadas resultam em danos gigantes para a empresa.

Nesse cenário, os empresários têm colocado cada vez mais confiança nas indicações da assessoria executiva. Com um conhecimento da dinâmica de todas a empresa, essa parte da equipe consegue apresentar uma visão completa do quadro geral. Ajudando o empresário a enxergar e compreender as competências da empresa e possibilidades mais favoráveis no cenário apresentado.

A importância do planejamento

Para qualquer tomada de decisão, é necessário que todas as informações disponíveis sejam analisadas e filtradas previamente. A realidade é que, para o sucesso nos negócios, todas as decisões de uma empresa precisam de um planejamento prévio. É essencial que a assessoria executiva realize um estudo específico de cada uma das alternativas apresentadas.

Questões como falta de tempo, influência de variáveis externas e complexidade do problema podem exigir uma adaptação no planejamento. Mas mesmo em uma situação adversa, o maior aproveitamento possível do planejamento é essencial. A falta de planejamento pode resultar em inúmeros problemas para a empresa e a reputação da assessoria com a gestão.

Por todo esse processo complexo e tão importante para a sobrevivência da empresa, não basta ser apenas um assessor executivo. Indo além, o profissional da equipe executiva precisa apresentar um perfil empreendedor. É preciso que ele tenha características exigidas pelo mercado atual:

  • Auto responsabilidade;
  • Raciocínio rápido;
  • Visão estratégica;
  • Habilidade na comunicação;
  • Capacidade de execução
  • Liderança
  • Inteligência emocional
  • Analisar e correlacionar dados
  • Espírito de gestão

Leia também: Quando devo procurar uma assessoria empresarial

Assessoria executiva é sinônimo de foco e visão

Em resumo, a assessoria executiva precisa ter uma visão holística da empresa e sua organização. Ela deve abranger os seus elementos, estratégias e atividades. Esse conhecimento é também uma forma de mostrar aos responsáveis pela empresa a seriedade e comprometimento do trabalho.

A criação desse laço de confiança entre a assessoria executiva e o empresário é um ponto chave. Ele proporciona um trabalho realizado de forma harmônica e agregadora. Por isso, o papel da assessoria é justamente o maior aliado do gestor da empresa. É preciso que se possa depositar confiança e consultá-la nos momentos difíceis e de decisão. 

É evidente que a incerteza sempre vai existir. Além disso, é humanamente impossível afirmar que erros de decisão não vão acontecer. Porém, o trabalho da assessoria executiva na tomada de decisões é, dentro das possibilidades e alternativas, muito claro. A assessoria deve apresentar ao empreendedor o cenário mais favorável para um resultado positivo.

Por isso, o segredo para um bom desempenho da assessoria executiva na tomada de decisões está no conhecimento. Quanto maior for o conhecimento sobre a empresa, melhor! 

Isso inclui o seu funcionamento, estratégias e a dinâmica da equipe. Assim, maior será a qualificação da assessoria para decidir de forma inteligente e empreendedora. 

assessoria executiva

Contabilidade gerencial: o que é e como começar a fazer na sua empresa

Contabilidade Gerencial: Veja o que é e como fazer

Diferente da contabilidade financeira, a contabilidade gerencial produz relatórios para gerentes, diretores e demais públicos internos. Quando bem realizada, ela se torna uma ferramenta contábil que pode refletir em melhores resultados.

Além de ser importante para ajudar a criar ações futuras, a contabilidade gerencial oferece uma visão completa da empresa. Se você ainda não implantou essa ferramenta na sua gestão, conheça mais sobre ela a seguir:

O que é a contabilidade gerencial?

A contabilidade gerencial é considerada uma ferramenta contábil. Com uso estratégico, ela reúne dados da empresa que possam ser relevantes aos gestores. A sua principal função é orientar a tomada de decisões.

Os relatórios gerados são estratégicos porque se concentram naquilo que é necessário se ter conhecimento. Eles podem incluir detalhes dos recursos financeiros disponíveis, fluxo de vendas, contas a vencer, etc.

  • Para entendê-la melhor conheça os seus principais benefícios:
  • Aumenta a eficiência dos gestores;
  • Auxilia na tomada de decisões;
  • Auxilia na fixação de preços;
  • Atua na previsão financeira;
  • Otimiza o controle de desperdícios;
  • Aumenta a comunicação entre os diferentes níveis de gestão;
  • Aumenta o lucro;
  • Norteia decisões estratégicas.

Como aplicar

contabilidade gerencialPara aplicar a contabilidade gerencial, é preciso integrá-la com toda a contabilidade da sua empresa. Isso acontece porque para gerar os relatórios deve-se ter acesso a todo orçamento e custos.

Além do desenvolvimento dos relatórios, a estratégia pode ser aplicada ainda com outras ações. Aproximar a contabilidade de todos os departamentos é uma dessas ações. Assim, é possível que todos participem da construção de estratégias aprofundadas.

O acesso a toda e qualquer informação da empresa também é fundamental para aplicar a contabilidade gerencial. Somente assim é possível a precisão dos resultados. Além disso, contar com softwares de dados fiscais também ajuda a reduzir os erros.

Veja Também: Gestão Financeira por fluxo de caixa e por fluxo de competência

Contabilidade gerencial versus contabilidade financeira

Entender a diferença entre essas duas formas de contabilidade é simples. Basicamente, elas dividem-se em externa e interna. A contabilidade gerencial é considerada interna. A diferença é que ela apresenta as informações para os próprios gestores, sócios e empregados da empresa.

Por outro lado, a Contabilidade Financeira é focada em apresentar as informações para o público externo. No caso, esse público pode ser fornecedores, investidores ou até o governo.

O grande benefício da Contabilidade Gerencial é que os seus dados são pensados em benefício da própria administração da empresa. É importante destacar que uma não é mais importante do que a outra, já que possuem focos distintos. Para traçar estratégias de crescimento, por exemplo, a Contabilidade Gerencial pode ser muito mais efetiva.

Plano de Conta Personalizado

Mesmo não possuindo nenhuma validade legal, o Plano de Contas Personalizado pode ser um diferencial na construção da Contabilidade Gerencial. A sua função é auxiliar na análise das informações da empresa. Com ele é possível visualizar inúmeros dados:

  • Valor de vendas;
  • Vendas em cartão/cheque/dinheiro;
  • Compra de mercadorias;
  • Material de consumo;
  • Contas como luz e água.

Em suma, tudo o que acontece na empresa relacionado à contabilidade poderá constar no plano. Para utilizá-lo, contudo, é necessário contar com um software de gestão que possua a função. 

O Plano de Contas Personalizado destaca-se pelo alto detalhamento das informações. Normalmente em planilhas, ele as apresenta de forma clara e separadas por atividades dentro da empresa. O plano pode conter ainda as contas e suas descrições para facilitar a interpretação de quem receber o relatório.

A contabilidade gerencial, de fato, não acontece sozinha. Como se salientou, ela depende tanto de recursos como o Plano de Contas como de pessoas que formam a empresa. Unindo informações e métodos, ela pode ser decisiva para uma empresa que busca crescer.

contabilidade gerencial

 

Seis estratégias para garantir a fidelização de clientes

Mais difícil do que atrair um cliente é o processo de fideliza-lo! Essa fidelização é determinante principalmente para negócios que estão buscando se consolidar no mercado. A fidelização de clientes pode ser uma verdadeira arte quando você conhece as estratégias certas!

Contar com estratégias específicas ajuda a focar no seu público-alvo com mais precisão. Assim, você não gasta tempo e nem recurso com a fidelização de clientes que não irão se identificar.

A seguir listamos seis estratégias importantes para ajudar você no processo de fidelização de clientes:

Determine a sua Persona

A “persona” virou um termo comum nos negócios atualmente. Ela nada mais é do que a criação de um personagem que caracteriza o seu perfil de cliente. Essa persona, contudo, só pode ser determinada através de estudos e análises do seu público-alvo.

É importante conhecer as características pessoais da persona: onde mora, profissão, ciclo social, interesses, se é casada ou possui filhos. Cada informação interfere na construção dela. Com isso você poderá produzir conteúdos específicos baseados no estilo de vida do seu alvo.

Atendimento VIP

Uma das formas mais comuns de fidelizar um cliente é apresentando a ele um atendimento VIP. É a velha lógica de que o cliente retorna onde ele foi bem atendido, não há mistério nisso!

Crie, por exemplo, um cartão-fidelidade. A partir dele você pode oferecer descontos e apresentar campanhas oficiais primeiramente ao seu cliente VIP. Ao se sentir especial e valorizado, ele passará a criar ainda mais laço com a sua marca.

Tenha em mente que a fidelização de clientes não se trata apenas de ações online ou inovadoras. Essa é uma técnica antiga e que ainda hoje pode render bons resultados.

Leia Também: 3 mandamentos da fidelização de clientes

Crie relevância durante a fidelização de clientes

Ao se relacionar com os seus clientes, seja importante para eles. Se possível, crie um site. Além de passar credibilidade, ele é uma forma de criar essa relevância onde você poderá oferecer conteúdos qualificados.

Se você possui um negócio de marketing digital, por exemplo, explore isso! Inclua em seu site um material com dicas importantes e ofereça aos clientes gratuitamente. Assim, se ele tem interesse no seu conteúdo, passa a utilizar a sua empresa como referência no ramo.

Dê prioridade ao atendimento

 

Clientes desejam se sentir especiais, não importa o seu tipo de negócio. Criar canais para facilitar esse atendimento facilita a fidelização de clientes. Seja através de um site, redes sociais ou até mesmo o WhatsApp, priorize o atendimento efetivo e facilitado.

 

 

Explore os seus diferenciais

Identifique qual o diferencial da sua empresa em relação às concorrentes e o explore! O seu mix de produtos é diversificado? Você possui cases de sucesso? O seu preço é o melhor? Seja qual for o seu diferencial, faça isso fazer valer a seu favor!

Não tenha medo de expor as potencialidades do seu negócio. Principalmente para quem está em expansão, compartilhar esse bom momento pode se traduzir em fidelização de clientes. Lembre-se sempre: os consumidores enxergam credibilidade em quem está crescendo.

Monitore!

Por último, mas não menos importante: monitore as suas ações! As suas estratégias devem gerar resultados positivos, mas é fundamental monitorar como estão esses resultados. Isso indicará se você está agindo certo para atrair a fidelização de clientes ou não.

Mobilize toda a sua equipe para que o foco esteja justamente nos resultados. O monitoramento oferecerá informações ainda mais importantes sobre a sua persona e o relacionamento com ela.

A fidelização de clientes pode não ser do dia para a noite, mas é preciso pensar estrategicamente para conquistá-la. Aposte no seu negócio e tenha ainda mais sucesso!

 

4 formas eficazes de conseguir capital de giro para a sua empresa

Conseguir capital de giro

Em tempos de crise e de baixa nas vendas das empresas, um dos fatores que merece especial atenção. E que deve ser bem administrado pelos gestores é a necessidade Capital de giro. Conforme o próprio nome indica, o capital de giro está relacionado com todas as contas financeiras. Que giram ou movimentam o cotidiano da empresa, ou seja, é o capital necessário para financiar a continuidade de suas operações.

No dia a dia, as empresas necessitam de recursos para financiar seus clientes em vendas a prazo, recursos para estoques, recursos para pagar seus fornecedores. Além disso,  recursos para pagar impostos e salários, dentre outros custos. O gestor deve ter o domínio da situação, ou seja, deve prever qual a sua necessidade de Capital de Giro para que possa tomar providências a tempo, caso seja necessário. Neste artigo, abordamos exatamente algumas providências que podem ser tomadas: 4 formas eficazes de conseguir capital de giro para sua empresa.

Leia também: Gestão financeira por fluxo de caixa e por competência

Aporte de sócios e ações

Quando a necessidade de capital de giro é “pra ontem”, o gestor tem de apelar para formas mais rápidas de conseguir se capitalizar. Uma delas é buscar capital junto aos sócios ou pela venda de ações da empresa.

Desmobilização

Muitas vezes a empresa está em uma situação difícil em termos de capital de giro. Porém não se dá conta que possui ativos que podem ser desmobilizados. Os bens da empresa podem se tornar capital líquido e resolver a situação. Portanto, antes de pensar em pegar um empréstimo, o gestor deve avaliar quais ativos da empresa poderiam ser desmobilizados (vendidos). Deve começar por aqueles que não possuem ou possuem pouco envolvimento direto com a atividade da empresa. Em um momento crítico, esta pode ser uma das melhores soluções.

Transformação de dívidas de curto prazo em dívidas de longo prazo

Se pelos seus cálculos a sua empresa está caminhando pra falta de capital de giro, uma ótima solução é renegociar as suas dívidas, seja com bancos, seja com fornecedores. Refinanciar a dívida significa aumentar o número de parcelas em troca de torná-las mais suaves. Esta ação beneficiará a sua empresa com mais liquidez e o recurso poderá ser direcionado a sanar suas despesas mais imediatas. Ou seja, aquelas fundamentais ao funcionamento da empresa hoje.

Leia também: 3 formas matadoras de aumentar sua margem de lucro

Capitalização por meio do processo de negócios

Parece óbvio, mas o que leva as empresas a não terem capital de giro é ter despesas e receitas desequilibradas. O que significa dizer que a melhor forma de aumentar seu Capital de Giro é investir pesado no aumento das vendas.

Se o gestor percebe que este quadro está se repetindo em sua empresa, deve tomar providências antes de zerar seu capital de giro. Busque engajar sua equipe e formule estratégias eficazes em aumentar as vendas. Pode valer a pena buscar auxílio de uma assessoria empresarial para saber como fazê-lo.

Esta capitalização gerada por meio do aumento das receitas do próprio negócio é absolutamente a solução que mais dá certo. Pois, além do aumento do fluxo de caixa se reverter em aumento das suas reservas (capital de giro). Haverá ainda, a ampliação das vendas tem efeito multiplicador (mais clientes conhecendo seu trabalho, maior possibilidade de fidelização de clientes e de indicações pelo efeito “boca a boca”).

Sua empresa está caminhando para uma falta de Capital de Giro? Compartilhe com a gente seus temores! O DAEXE terá imenso prazer em assessorá-lo.

Sua conciliação bancária te ajuda ou te atrapalha?

Este é um artigo para você que abriu uma empresa há pouco tempo e está em busca de aprimorar sua gestão financeira.
Se o seu caso não for esse, mas estiver com dúvidas sobre como ter uma conciliação bancária mais eficiente, também pode ser útil.

Provavelmente você já sabe que a conciliação bancária nada mais é do que a simples conferência das contas bancárias em relação ao controle financeiro interno da empresa. O objetivo é verificar se o controle interno está sendo eficiente ou se há inconsistência nos dados registrados. É uma forma de passar um pente fino, verificando se as datas e os lançamentos estão em conformidade com o extrato do banco.

Portanto, não adianta ter pressa ou fazer a coisa de forma desatenta. Se não, ao invés de te ajudar, a sua conciliação bancária vai te atrapalhar. E quanto mais tempo passa sem que o processo seja feito corretamente, mais difícil fica de encontrar as inconsistências, corrigir os rumos e deixar a gestão financeira em dia. O trabalho vai virando uma bola de neve. Já passou por isso?

Portanto, quando for fazer sua conciliação bancária, tenha em mente 3 dicas:

1ª: Assuma o compromisso: as movimentações devem ser lançadas diariamente!

Uma gestão financeira amadora não combina com negócios de sucesso. E a profissionalização da gestão financeira depende desse compromisso da empresa, de controlar diariamente todas as movimentações de entradas e saídas, informando todas as contas bancárias envolvidas. É passar o pente fino mesmo. Não se esqueça de contabilizar as tarifas bancárias.

2ª: Cara-crachá – tem que conferir!

Quem faz a conciliação não pode ter preguiça, nem estar desatento a cada dado. Cara-crachá, ou seja, conferir se a foto confere com a pessoa que porta o crachá, é uma metáfora para dizer cada par de dados (do banco e da contabilidade interna) devem ser conferidos um a um: datas, valores, saldos iniciais e finais, tudo tem que bater.

3ª: Corrija imediatamente.

Identifique as divergências, corra atrás de saber por que ocorreram e corrija o mais rápido que puder. Lembre-se sempre que quanto mais problemas desse tipo você acumular, mais difícil será para resolver depois.

Se o seu problema é mais crônico que isso e você precisa de auxílio profissional para colocar sua conciliação bancária em dia, você pode contar com nossa Assessoria Financeira. Nós colocamos a casa em ordem até que você consiga pegar o ritmo. Fale com seu assessor executivo do Daexe, deixando seu contato nos comentários abaixo.

Você sabe a diferença entre métricas e indicadores?

Pode parecer um assunto difícil à primeira vista, mas não há grandes mistérios na hora de definir e entender o que são métricas e indicadores. Ambos são termos muito utilizados que servem como base para quantificar resultados e conduzir a avaliação das análises da organização. Ou seja, as métricas e os indicadores são uma forma de medir a performance da sua empresa. Mas você sabe qual a diferença entre eles? A primeira diferença entre métricas e indicadores está no conceito. Veja:

Métricas

As métricas são dados brutos, que podem ser representados por números precisos ou não. Elas estão ligadas ao nível tático e operacional da empresa, revelando o desempenho de processos. São sistemas de medida que avaliam tendências, comportamentos ou variáveis do negócio. As métricas ajudam na tomada de decisão, detectam oportunidades, mantêm o foco produtivo, identificam pontos fortes e fracos, definem necessidades de investimentos, apontam falhas operacionais e até diminuem o grau de incerteza quanto ao futuro.

Em resumo, as métricas são a base para identificar os indicadores e o passo seguinte a ser dado após a definição das metas.

Leia também: 5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores

Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa. São informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades.

As métricas estão ligadas às atividades e os indicadores abrangem os processos e as atividades. Os indicadores dependem de um conjunto de métricas específicas. Veja abaixo alguns exemplos dentro de quatro perspectivas: financeira, cliente, processos internos e pessoas.

FINANCEIRA

Exemplo de métrica: Faturamento; Despesas.
Exemplo de indicador: Lucro = Faturamento – Despesas.

CLIENTE
Métrica: Quantidade de clientes atendidos; Número de visitantes no site.
Indicador: NPS ou Índice de Satisfação dos clientes.

PROCESSOS INTERNOS
Métrica: Tempo de conclusão do procedimento ou tempo de entrega.
Indicador: Índice de conformidade ou Índice de eficiência de produção.

PESSOAS
Métrica: Quantidade de treinamento.
Indicador: Clima Organizacional.

Leia também: 3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Estudiosos investigaram o desempenho de 84 empresas no período entre 1984 e 1997 que adotaram um sistema de mensuração de desempenho.

O estudo concluiu que essas empresas aumentaram significativamente seu lucro residual ajustado e que a melhora persistiu durante cinco anos após o período de estudo.

Tanto indicadores como métricas devem fornecer aos executivos informações significativas para tomar melhores decisões, que impactam na meta ou nos objetivos do planejamento estratégico da empresa. De nada vale colocar em prática seu planejamento para consolidação das metas se não houver maneiras de avaliar o seu desempenho e ajustar as ações através do uso de métricas e indicadores. Fale conosco e saiba como aplicar na sua empresa e obter o sucesso que procura!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista.

4 atitudes para começar a se livrar das dívidas HOJE!

Não importa se os tempos são de vacas magras ou de vacas gordas, se você tiver a oportunidade de consultar um assessor financeiro, ele provavelmente te fará dois apelos: poupe dinheiro e se livre das dívidas que lhe forem possíveis. Poupar dinheiro te proporciona benefícios claros como poder investir em ativos materiais ou financeiros com maior poder de barganha ou a segurança de não ter de se meter em um empréstimo em condições desfavoráveis quando for acometido por um problema não previsto. Mas aí você deve estar pensando: “Como vou fazer poupança se não consigo sequer me livrar das dívidas?”

Vamos por partes! Se você escolheu ler este artigo e se fazer esta pergunta, já está sinalizando uma postura que está em sintonia com a primeira das quatro atitudes que percebemos nos vitoriosos que conseguem se livrar das dívidas. Acompanhe:

Atitude 1: Tomar consciência da situação

Comece elaborando um diagnóstico preciso de cada uma das suas dívidas: entre em contato com fornecedores e bancos e busque os dados de quanto deve, a quem deve, qual o valor e quantidade de parcelas, qual o valor dos juros pagos em cada parcela. Esteja consciente de que suas decisões o levaram até essa situação e que será necessário esforço conjunto e a mudança de atitude para revertê-la.

Atitude 2: Estar disposto a sacrificar algumas coisas

Livrar-se das dívidas inclui estar disposto a direcionar toda grana extra arrecadada ao pagamento delas. Também inclui vender bens e cortar todos os gastos possíveis, mesmo aqueles menores e que passavam mais despercebidos. Quando tiver de fazer estes sacrifícios, lembre-se que são eles que te permitirão se livrar de parte dos juros e negociar os pagamentos em condições melhores.

Atitude 3: Criar um plano e executá-lo

Organize-se! Faça uma hierarquia de quais dívidas pagar primeiro. Tente refinanciar o que for possível a juros mais baixos. Negocie com seus credores melhores condições de pagamento.

Atitude 4: Jamais olhar para trás!

Quando estamos em busca de um objetivo difícil, não há coisa mais desestimulante do que ficar desmoralizado consigo mesmo! Por isso, cumpra o seu plano da forma mais fiel possível! A mudança de atitude tem de ser incorporada ao seu estilo de vida. Não olhar para trás é não abrir espaço para que os mesmos erros voltem a acontecer.

Conte com seu Assessor Executivo do Daexe para tirar dúvidas ou receber mais dicas sobre como se livrar das dívidas, prosseguindo nossa conversa nos comentários abaixo!

Investimentos:

Uma boa forma de se conseguir melhorar sua renda, é trabalhar o seu dinheiro. Existem várias formas de se conseguir investir o seu dinheiro.
Existem opções de investimento de baixo custo, como tesouro nacional e etc. Existem também para caso você queira algo de maior valor investimentos estrangeiros, como por exemplo o investimento no visto eb5 que é um investimento no mercado imobiliário americano e que traz bons retornos financeiros, além da possibilidade de se conseguir o visto americano.

A lição do campeão mundial Michael Jordan: nos momentos de CRISE você descobre a sua verdadeira força!

Diariamente, nos noticiários de televisão ou mesmo nas conversas em família, o assunto se repete: a dita CRISE! A crise vai se tornando desculpa para tudo o que dá errado. Nesta atmosfera pesada, sobra pouco espaço para a maior das lições que a crise pode nos trazer: a oportunidade de sermos melhores! Já ouviu falar que “é no fogo bem mais forte que se forja o aço bom”?

É claro que a crise afeta os negócios. Mais do que isto, a crise faz uma verdadeira “limpa” no mercado: leva embora muitas empresas. Mas será mesmo que o único problema destas empresas é a crise ou havia outros problemas de gestão que foram sendo negligenciados e, em meio à crise, mostraram sua força? Crise não é momento para ficar se lamentando, mas sim, um momento de profunda autocrítica! Colocar a culpa na crise não resolve o problema. É necessário refletir o que não está dando certo. Seu time de colaboradores está mesmo contigo? A gestão financeira está sendo bem administrada? Os processos estão bem definidos? O marketing está sendo eficiente? Se o time está perdendo, é hora de pensar em outras estratégias!

Nós do DAEXE defendemos que a crise é uma grande oportunidade do empreendedor descobrir a sua verdadeira força! Força é resiliência, é superação!

Michael Jordan - Falhas (Failure) Nike Commercial

Neste vídeo, Michael Jordan nos deixa uma mensagem muito profunda: foi a soma de suas derrotas e falhas que o fizeram um sucesso mundial! Por isso, te convidamos a encarar a crise como uma oportunidade de se fortalecer. Seu time está perdendo? É hora de mudar de rumo. Reveja todas as áreas de gestão do seu negócio. Inove! Invista! Sim, por que não?

Não sabe por onde começar? Deixe-nos uma mensagem nos comentários abaixo ou entre em contato com seu Assessor Executivo do Daexe! Será uma satisfação imensa para nós sermos testemunhas do seu sucesso!