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Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Administrar um negócio torna-se uma tarefa mais fácil quando você possui um plano de contas gerencial. O modelo do plano auxilia a estruturar e organizar todos os dados financeiros existentes sobre a empresa. Você passa a ter não apenas mais controle, mas também mais conhecimento do seu negócio a partir do plano.

Para montar um plano personalizado é necessário, sobretudo, ter total conhecimento e acesso dos dados da empresa. Isso diz respeito desde os lucros a todos os tipos de contas. A seguir confira algumas dicas para estruturar o seu plano da melhor forma!

Plano de contas gerencial: o que é e como aplicar?

Basicamente o plano de contas gerencial consiste em uma série de itens listados que recebem classificações. Ele registrará todo o fluxo de caixa da empresa. Você pode dividi-los em grupos ainda maiores para especificar cada um.

O aconselhável é optar por dois grandes grupos:

Grupo Sintético: grupo principal com divisões como Receita Bruta, Despesas, entre outros dados;

Grupo Analítico: são subgrupos que especificam receita e custos, por exemplo.

Para entender melhor, no Grupo Sintético podem ser incluídas as Receitas. Dentro disso haverá um sub Grupo, que será o Analítico. Nesse caso, o sub Grupo será as Receitas com produtos, por exemplo. Assim, você cria mais sub Grupos detalhados de acordo com o seu negócio.

Em um restaurante, por exemplo, é possível criar grupos de menus, sobremesas, bebidas, etc. Já em uma livraria criam-se grupos de livros. Desse modo, cada empresa pode personalizar o seu plano de contas gerencial.

Não confunda o plano de contas gerencial com o plano de contas fiscal. O plano gerencial é personalizado, ou seja, é estruturado de acordo com as necessidades de cada empresa. As informações que serão contidas para a sua elaboração dependerão justamente da empresa. Nele estarão dados de todas as entradas e saídas detalhadamente.

Leia também sobre: contabilidade gerencial

Vantagens do plano de contas gerencial

Contar com um plano é fundamental para o andamento da sua empresa. Além da organização que se obtém, ele otimiza a pesquisa dos dados financeiros. Ao listar todos os dados como um verdadeiro checklist você evita erros e atrasos na administração.

As vantagens de um plano de contas gerencial perante outros planos, como o contábil, facilita a compreensão da sua importância. Ao contrário dos demais ele não possui um padrão fiscal, ou seja, é variável. Você – e deve – adequar o seu plano à sua empresa. Essa personalização, inclusive, é muito importante para garantir que ele seja bem utilizado.

O plano também permite um controle mais detalhado sobre as contas. Se algum erro estiver ocorrendo com as suas finanças, você claramente o detectará. Ainda, ele auxilia a identificar onde podem estar os gastos excessivos da empresa.

Plano personalizado

Como dito acima, personalizando um plano de contas gerencial é um diferencial para a sua empresa. Apesar de muitos modelos prontos disponíveis, ao estruturar o seu próprio plano você toma mais conhecida do seu negócio.

Veja o exemplo de um plano de conta gerencial:

RECEITA Bruta Total

Receita de vendas de serviços (consultoria empresarial, uso de sistemas, consultoria de marketing)

Receita de vendas de produtos (equipamentos, certificado digital)

CUSTOS

Custos fixos (manutenção de máquinas, insumos de produção, matéria prima, compra de materiais)

Custos variáveis

DESPESAS FIXAS, DIRETAS, VARIÁVEIS

Despesas operacionais (aluguel, água, luz, telefone, internet)

Despesas com RH (salário, 13º, férias, incentivos)

Lembre-se sempre de que o seu plano não precisar seguir padrões de outras empresas. Identifique o que realmente é importante na sua e inicie o seu plano a partir disso. Um plano personalizado é a garantia de que você estará, de fato, otimizado a empresa.

 

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Gestão financeira por fluxo de caixa e por competência

 

Gestão financeira: por fluxo de caixa e por competência

Ricardo é um empresário que investiu todo o seu dinheiro em uma empresa nova de comunicação. A agência administrada por ele conquistou inúmeros clientes logo no primeiro ano, contudo, a gestão financeiro ainda o preocupa. Embora lucre com os vários clientes, ele não sabe para onde o seu dinheiro está indo. O problema de Ricardo está, de fato, na má gestão financeira.

Como ele, muitos empresários não entendem as diferenças entre gestão por fluxo de caixa e por competência. Para ver os lucros do seu negócio e administrá-los com sabedoria é preciso ter conhecimento de ambas práticas.

Gestão financeira por fluxo de caixa

Esse tipo de gestão considera todas as transações financeiras somente no dia em que ocorrem. Se o Ricardo precisar pagar a parcela de computadores novos em 30 dias, considera-se a segunda somente em 60.

O que acontece é que tanto as receitas quanto os custos são contabilizados somente no mês em que são pagos/recebidos. Essa seria a gestão ideal apenas para quem observa a movimentação financeira. Entretanto, esse tipo pode levar a dívidas em algum mês por meros descuidos caso você se esqueça de alguma despesa.

 Plano de contas gerencial: Como elaborar e personalizar para minha empresa

Gestão por competência

No caso da gestão por competência ela é obrigatória pela legislação brasileira para empresas de médio e grande porte. Esse tipo de gestão, que também pode ser executada por pequenas empresas, facilita a análise financeira e patrimonial. Ao contrário da gestão por fluxo de caixa, ela contabiliza tanto despesas quanto receitas.

Se o Ricardo comprar computadores novos para a sua agência, a despesa será contabilizada no dia em que ocorreu. Assim, a cada mês não é necessário acrescentar aquela despesa novamente.

A gestão por competência facilita muito também a geração de relatórios financeiros. Graças a ela é possível apresentar com muito mais clareza os indicadores econômico. O Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE) é um desses exemplos. Ele é um dos relatórios mais completos de gestão e só é possível a partir desse tipo de gestão financeira.

Gestão por fluxo de caixa versus Gestão por competência

É preciso ter muita atenção às diferenças entre cada um dos tipos de gestão financeira abordados. Quando você deseja medir resultados, deve considerar tanto lucros quanto despesas e ainda a depreciação. Nesse caso, utiliza-se sempre a gestão por competência.

A grande diferença é que a gestão por fluxo de caixa não considera-se a depreciação. Ele não é menos importante, que permite a realização do Demonstrativo de Fluxo de Caixa. Entretanto, olhar apenas para os lucros pode induzir a erros como o de Ricardo em sua agência.

O ponto positivo da gestão por fluxo de caixa é o gerenciamento da liquidez do negócio, porque às vezes, a empresa tem uma rentabilidade boa, ou seja, dá lucro, mas não tem capital de giro à curto prazo para pagar contas.

A gestão por competência é a marca de empresas bem administradas. É ela que permite saber os lucros, prejuízos e toda situação econômica da empresa a qualquer momento. O ponto positivo desse sistema é a visualização da estrutura financeira da empresa. Se está correta ou não e qual modelo de negócio faz mais sentido para seu negócio.

O risco de uma gestão por fluxo de caixa aumenta a curto prazo. Apesar de a empresa ter lucro, basear-se apenas nisso não oferece uma visão completa dela. É por isso que o Ricardo, no caso, não consegue ver para o seu dinheiro está indo. É preciso ter uma visão completa para saber qual o seu capital de giro exato.

Por outro lado, a gestão por competência é fundamental quando se pensa no futuro da empresa. Se o Ricardo desejar expandir a atuação e criar um novo setor, precisará analisar criteriosamente. Os dados que podem dar embasamento para saber se é possível investir ou não são encontrados justamente nessa gestão.

Obviamente, um bom gestor precisa ter conhecimento e utilizar de ambas gestões para o sucesso da sua empresa. Erros como o de Ricardo concentram-se quando o foco está apenas nos lucros. Uma gestão financeira por competência surge, então, para equilibrar essa balança e dar mais segurança ao gestor e à empresa.

 

A Assessoria executiva no processo de tomada de decisão

Assessoria executiva: no processo de tomada de decisão

O papel da assessoria executiva tem sido cada vez mais importante dentro das empresas. O mercado tem exigido uma grande capacidade a nível estratégico e gerencial. 

Por isso, atualmente o profissional da área precisa ser constantemente mais qualificado e pró-ativo. Com essas qualificações, a assessoria executiva ganhou uma posição importante na tomada de decisões.

Uma das maiores dificuldades perceptíveis na rotina diária das empresas está justamente no processo decisório. Isso fica visível especialmente na hora da necessidade de tomar decisões importantes.

O medo de arriscar sem a certeza de retorno age como um empecilho que impede muitos empreendedores de ascenderem. Em outros casos, decisões imprudentes ou precipitadas resultam em danos gigantes para a empresa.

Nesse cenário, os empresários têm colocado cada vez mais confiança nas indicações da assessoria executiva. Com um conhecimento da dinâmica de todas a empresa, essa parte da equipe consegue apresentar uma visão completa do quadro geral. Ajudando o empresário a enxergar e compreender as competências da empresa e possibilidades mais favoráveis no cenário apresentado.

A importância do planejamento

Para qualquer tomada de decisão, é necessário que todas as informações disponíveis sejam analisadas e filtradas previamente. A realidade é que, para o sucesso nos negócios, todas as decisões de uma empresa precisam de um planejamento prévio. É essencial que a assessoria executiva realize um estudo específico de cada uma das alternativas apresentadas.

Questões como falta de tempo, influência de variáveis externas e complexidade do problema podem exigir uma adaptação no planejamento. Mas mesmo em uma situação adversa, o maior aproveitamento possível do planejamento é essencial. A falta de planejamento pode resultar em inúmeros problemas para a empresa e a reputação da assessoria com a gestão.

Por todo esse processo complexo e tão importante para a sobrevivência da empresa, não basta ser apenas um assessor executivo. Indo além, o profissional da equipe executiva precisa apresentar um perfil empreendedor. É preciso que ele tenha características exigidas pelo mercado atual:

  • Auto responsabilidade;
  • Raciocínio rápido;
  • Visão estratégica;
  • Habilidade na comunicação;
  • Capacidade de execução
  • Liderança
  • Inteligência emocional
  • Analisar e correlacionar dados
  • Espírito de gestão

Leia também: Quando devo procurar uma assessoria empresarial

Assessoria executiva é sinônimo de foco e visão

Em resumo, a assessoria executiva precisa ter uma visão holística da empresa e sua organização. Ela deve abranger os seus elementos, estratégias e atividades. Esse conhecimento é também uma forma de mostrar aos responsáveis pela empresa a seriedade e comprometimento do trabalho.

A criação desse laço de confiança entre a assessoria executiva e o empresário é um ponto chave. Ele proporciona um trabalho realizado de forma harmônica e agregadora. Por isso, o papel da assessoria é justamente o maior aliado do gestor da empresa. É preciso que se possa depositar confiança e consultá-la nos momentos difíceis e de decisão. 

É evidente que a incerteza sempre vai existir. Além disso, é humanamente impossível afirmar que erros de decisão não vão acontecer. Porém, o trabalho da assessoria executiva na tomada de decisões é, dentro das possibilidades e alternativas, muito claro. A assessoria deve apresentar ao empreendedor o cenário mais favorável para um resultado positivo.

Por isso, o segredo para um bom desempenho da assessoria executiva na tomada de decisões está no conhecimento. Quanto maior for o conhecimento sobre a empresa, melhor! 

Isso inclui o seu funcionamento, estratégias e a dinâmica da equipe. Assim, maior será a qualificação da assessoria para decidir de forma inteligente e empreendedora. 

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Contabilidade gerencial: o que é e como começar a fazer na sua empresa

Contabilidade Gerencial: Veja o que é e como fazer

Diferente da contabilidade financeira, a contabilidade gerencial produz relatórios para gerentes, diretores e demais públicos internos. Quando bem realizada, ela se torna uma ferramenta contábil que pode refletir em melhores resultados.

Além de ser importante para ajudar a criar ações futuras, a contabilidade gerencial oferece uma visão completa da empresa. Se você ainda não implantou essa ferramenta na sua gestão, conheça mais sobre ela a seguir:

O que é a contabilidade gerencial?

A contabilidade gerencial é considerada uma ferramenta contábil. Com uso estratégico, ela reúne dados da empresa que possam ser relevantes aos gestores. A sua principal função é orientar a tomada de decisões.

Os relatórios gerados são estratégicos porque se concentram naquilo que é necessário se ter conhecimento. Eles podem incluir detalhes dos recursos financeiros disponíveis, fluxo de vendas, contas a vencer, etc.

  • Para entendê-la melhor conheça os seus principais benefícios:
  • Aumenta a eficiência dos gestores;
  • Auxilia na tomada de decisões;
  • Auxilia na fixação de preços;
  • Atua na previsão financeira;
  • Otimiza o controle de desperdícios;
  • Aumenta a comunicação entre os diferentes níveis de gestão;
  • Aumenta o lucro;
  • Norteia decisões estratégicas.

Como aplicar

contabilidade gerencialPara aplicar a contabilidade gerencial, é preciso integrá-la com toda a contabilidade da sua empresa. Isso acontece porque para gerar os relatórios deve-se ter acesso a todo orçamento e custos.

Além do desenvolvimento dos relatórios, a estratégia pode ser aplicada ainda com outras ações. Aproximar a contabilidade de todos os departamentos é uma dessas ações. Assim, é possível que todos participem da construção de estratégias aprofundadas.

O acesso a toda e qualquer informação da empresa também é fundamental para aplicar a contabilidade gerencial. Somente assim é possível a precisão dos resultados. Além disso, contar com softwares de dados fiscais também ajuda a reduzir os erros.

Veja Também: Gestão Financeira por fluxo de caixa e por fluxo de competência

Contabilidade gerencial versus contabilidade financeira

Entender a diferença entre essas duas formas de contabilidade é simples. Basicamente, elas dividem-se em externa e interna. A contabilidade gerencial é considerada interna. A diferença é que ela apresenta as informações para os próprios gestores, sócios e empregados da empresa.

Por outro lado, a Contabilidade Financeira é focada em apresentar as informações para o público externo. No caso, esse público pode ser fornecedores, investidores ou até o governo.

O grande benefício da Contabilidade Gerencial é que os seus dados são pensados em benefício da própria administração da empresa. É importante destacar que uma não é mais importante do que a outra, já que possuem focos distintos. Para traçar estratégias de crescimento, por exemplo, a Contabilidade Gerencial pode ser muito mais efetiva.

Plano de Conta Personalizado

Mesmo não possuindo nenhuma validade legal, o Plano de Contas Personalizado pode ser um diferencial na construção da Contabilidade Gerencial. A sua função é auxiliar na análise das informações da empresa. Com ele é possível visualizar inúmeros dados:

  • Valor de vendas;
  • Vendas em cartão/cheque/dinheiro;
  • Compra de mercadorias;
  • Material de consumo;
  • Contas como luz e água.

Em suma, tudo o que acontece na empresa relacionado à contabilidade poderá constar no plano. Para utilizá-lo, contudo, é necessário contar com um software de gestão que possua a função. 

O Plano de Contas Personalizado destaca-se pelo alto detalhamento das informações. Normalmente em planilhas, ele as apresenta de forma clara e separadas por atividades dentro da empresa. O plano pode conter ainda as contas e suas descrições para facilitar a interpretação de quem receber o relatório.

A contabilidade gerencial, de fato, não acontece sozinha. Como se salientou, ela depende tanto de recursos como o Plano de Contas como de pessoas que formam a empresa. Unindo informações e métodos, ela pode ser decisiva para uma empresa que busca crescer.

contabilidade gerencial

 

Gestão financeira

Gestão financeira: saiba se você não está passando a perna em si mesmo

A casa própria é o sonho de muitas pessoas. Ao longo da vida de um sujeito os seus esforços são dedicados a gestão financeira e economia para atingir aquela que se anuncia como a grande realização de uma vida inteira de trabalho, não é verdade?

Mas quando o sujeito não tem conhecimento sobre edificações, acaba cometendo muitos erros: escolhe mal o terreno; investe em material de segunda categoria; economiza no que é importante e desperdiça naquilo que não é; enfim, faz uma série de escolhas que poderão lhe proporcionar dores de cabeças e um sentimento de verdadeira frustração por longos anos. Você concorda que este sujeito acabou passando a perna em si mesmo?

Gestão financeira

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Autossabotagem na sua gestão financeira

Conscientemente ou não, a mesma síndrome da autossabotagem acomete a muitos empreendedores, especialmente pela falta de conhecimentos em gestão empresarial. Frequentemente começa do mesmo jeito: o sujeito tem um sonho de empreender, de ter um negócio. Para realizar este propósito, dedica sua vida, mas pela falta de conhecimentos. Especialmente em gestão financeira, acaba se tornando vítima da sua própria “rasteira”. É por isto que o verdadeiro empreendedor não economiza com aprendizado e não tem medo se investir em uma assessoria empresarial!

Um erro recorrente é a falta de discernimento entre receita operacional bruta e receita operacional líquida. Você sabe a diferença, na prática?
Por exemplo: Você acha que a comissão de venda dos colaboradores deve ser deduzida com base na receita bruta ou na receita líquida? Olha aí perigo!

A diferença entre receita operacional bruta e líquida

As Receitas Operacionais Brutas são as receitas decorrentes das vendas de mercadorias e/ou da prestação de serviços que constituam o objeto social da empresa. O problema é que a receita bruta não contabiliza as deduções ocorridas em função das devoluções e vendas canceladas, dos descontos concedidos incondicionalmente e de outros impostos e contribuições que possam incidir sobre as vendas. Quando o empreendedor toma decisões baseando-se na receita operacional bruta, ele compromete todo o resultado da empresa. É nesta atitude que ele pode estar se “passando a perna”!

 

Utilizar a receita operacional líquida como base de cálculo dilui os seus riscos

A Receita Operacional Líquida se diferencia da Bruta justamente porque mostra os ganhos que ocorreram de fato, em cada período. Se você, por exemplo, fez uma venda parcelada no cartão ou no cheque, e a comissão pela venda obedece à lógica da receita bruta, você terá um compromisso imediato com o seu colaborador, sem por outro lado ter recebido o pagamento da venda que ele efetuou.

Você vai receber em parcelas, mas vai ter que pagar a comissão de uma só vez, de imediato. Existem mecanismos para adiantar os recebimentos das receitas da venda, mas são viabilizados pelo pagamento de taxas que reduzem as suas receitas. Quando as parcelas não são pagas pelo cliente que efetuou a compra, o problema se agrava ainda mais.

Há muitas ocasiões em que é possível negociar e diluir os riscos entre as partes envolvidas. Nesta situação específica que retratamos aqui, a comissão de vendas deveria ser uma porcentagem paga no mês da venda e outra porcentagem paga obedecendo a dinâmica de parcelamento da própria venda que foi efetuada. Este é um exemplo claro de utilização da receita operacional líquida na gestão financeira, que traz como benefícios uma diluição de riscos e o não comprometimento do capital de giro da empresa.

Você pode argumentar que os riscos são males do ofício, que o empreendedor está mesmo sujeito a este tipo de situação. Mas é possível administrar melhor estes riscos, buscando colaboradores, fornecedores e parcerias que estejam abertas a negociar e compartilhá-los com você. Utilizar a receita operacional líquida é uma decisão assertiva e justa de uma boa Assessoria Financeira.

6 dicas para ter uma boa contabilidade na empresa

Contabilidade na empresa

Um empreendedor que visa ao crescimento da sua empresa precisa ter conhecimento profundo sobre a situação econômico-financeira do negócio. A contabilidade na empresa deve ser encarada como um recurso valioso de gestão, e não como uma obrigação enfadonha. Entre as várias vantagens de uma boa análise contábil está uma melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido. Com essas informações, o empreendedor pode direcionar melhor suas decisões e seus aportes.

Outros benefícios de uma boa gestão contábil são a possível redução da carga tributária incidente sobre a empresa. Com uma boa orientação de um contador, o empresário pode escolher o regime de tributação mais adequado para o negócio em determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento – se está adequado – e se o negócio está realmente dando lucro.

Escolher uma boa assessoria contábil é fundamental nesse processo. Confira os passos para assegurar o melhor acompanhamento para o seu negócio.

1. Como escolher um escritório de contabilidade?

Iniciar a sua busca pela internet é um passo válido, mas lembre-se de que o escritório deve ser localizado na mesma cidade que a empresa. Isso porque a legislação contábil e as obrigações tributárias podem variar bastante em diferentes locais.

Indicações de bons serviços são geralmente úteis. Uma opção é solicitar ao escritório uma breve relação de clientes para procurar referências. É possível, também, buscar indicações de empresários conhecidos que estejam satisfeitos com o trabalho de suas empresas contábeis.

2. Encontrei um escritório. Como proceder?

É aconselhável realizar uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do estado para verificar se o escritório é filiado. Também é necessário consultar o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para checar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções.

 

3. Quanto devo pagar de honorários?

Os valores podem variar bastante de acordo com os serviços demandados. A Fenacon recomenda levantar um orçamento com alguns escritórios e então avaliar o custo- benefício de cada um deles. Não existe regra certa a respeito do que abrange o serviço de contabilidade.

 

4. Como deve ser o acompanhamento?

Independentemente de ter contratado um serviço de contabilidade, um empresário precisa conhecer minimamente os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. Ele deve solicitar periodicamente à empresa contábil a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal), que é um dos indicativos de que a empresa não possui pendências. É bom, também, pedir com frequência um balancete.

Desde o início, é importante acordar em contrato reuniões frequentes com os profissionais da contabilidade. O acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, é indicado ao menos um encontro por mês. Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados.

5. Com quem ficam os documentos?

A documentação que deve ser guardada pela empresa:

Documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento.

Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:

• Notas fiscais de compras
• Despesas gerais (água, luz, telefone)
• Talonários de vendas
• Guias de recolhimento de todos os tributos
• Extratos bancários
• Livro ou ficha de registro dos empregados
• Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho

A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade:

• Contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa
• Livros fiscais e contábeis
• Cópia dos documentos de constituição da empresa
• Cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários

6. Quem deve pagar os impostos?

O serviço contábil nunca deve pagar contas. A assessoria é responsável por passar os vencimentos para a empresa, mas é o dono do negócio quem deve cuidar do pagamento. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade (CRC), fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.

Este conteúdo é de autoria da Revista Pequenas Empresas & Grande Negócios, cedido gentilmente aos leitores do BLOG DAEXE.

Margem de lucro: descubra 3 formas matadoras de aumentar a sua

Aumentar o faturamento frequentemente é uma questão de diminuir custos! A lógica é simples, mas requer esforço. Afinal, que variáveis compõem o preço que você cobra pelo seu produto ou seu serviço? Será que não há alguma gordurinha para queimar aí? Na maioria das vezes, o aumento da margem de lucro nas vendas se resume a “comprar mais barato” do seu fornecedor! Vamos fazer um esforço?!

Confira três dicas matadoras para aumentar sua margem de lucro sem fórmula mágica ou promessa inalcançável.

 

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1. Pesquise novos fornecedores

Estamos em um mundo globalizado, e hoje se pode literalmente adquirir produtos e serviços de qualquer lugar do mundo. Portanto a parceria com um fornecedor de confiança é algo importante, mas é necessário estar atento aos concorrentes dele para avaliar a relação custo-benefício da sua fidelização.

Há quanto tempo você não faz uma pesquisa de preço de outros fornecedores? Saia dessa rotina e dê uma garimpada na internet. Afinal, se há no mercado opções mais em conta, proponha uma renegociação com seu fornecedor. Se não houver resposta, considere experimentar outras parcerias e veja seu faturamento aumentar!

2. Aumente o volume de compra

A regra do mercado é clara: quem compra em maior quantidade consegue negociar melhores preços e condições de pagamento. Se organize para comprar a mercadoria de que precisa em grandes lotes por período. Se o seu caso já não é uma questão de organizar períodos de compras, considere entrar em contato com outros empreendimentos que fazem a mesma aquisição. Ainda mais sendo concorrentes, nesta medida é possível sim fazer parcerias duradouras e todos saem ganhando.

3. Experimente fazer leilão de preço

Se você pretende fazer uma grande aquisição, vale a apena recorrer a canais na internet onde se pode fazer leilão de preços. Neles, você discrimina os produtos e quantidades que pretende adquirir e os fornecedores disputam entre si qual a melhor proposta. Esta medida costuma proporcionar uma diminuição dos preços que certamente contribuirá para o aumento do seu faturamento.

 

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Você sabe a diferença entre métricas e indicadores?

Pode parecer um assunto difícil à primeira vista, mas não há grandes mistérios na hora de definir e entender o que são métricas e indicadores. Ambos são termos muito utilizados que servem como base para quantificar resultados e conduzir a avaliação das análises da organização. Ou seja, as métricas e os indicadores são uma forma de medir a performance da sua empresa. Mas você sabe qual a diferença entre eles? A primeira diferença entre métricas e indicadores está no conceito. Veja:

Métricas

As métricas são dados brutos, que podem ser representados por números precisos ou não. Elas estão ligadas ao nível tático e operacional da empresa, revelando o desempenho de processos. São sistemas de medida que avaliam tendências, comportamentos ou variáveis do negócio. As métricas ajudam na tomada de decisão, detectam oportunidades, mantêm o foco produtivo, identificam pontos fortes e fracos, definem necessidades de investimentos, apontam falhas operacionais e até diminuem o grau de incerteza quanto ao futuro.

Em resumo, as métricas são a base para identificar os indicadores e o passo seguinte a ser dado após a definição das metas.

Leia também: 5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores

Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa. São informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades.

As métricas estão ligadas às atividades e os indicadores abrangem os processos e as atividades. Os indicadores dependem de um conjunto de métricas específicas. Veja abaixo alguns exemplos dentro de quatro perspectivas: financeira, cliente, processos internos e pessoas.

FINANCEIRA

Exemplo de métrica: Faturamento; Despesas.
Exemplo de indicador: Lucro = Faturamento – Despesas.

CLIENTE
Métrica: Quantidade de clientes atendidos; Número de visitantes no site.
Indicador: NPS ou Índice de Satisfação dos clientes.

PROCESSOS INTERNOS
Métrica: Tempo de conclusão do procedimento ou tempo de entrega.
Indicador: Índice de conformidade ou Índice de eficiência de produção.

PESSOAS
Métrica: Quantidade de treinamento.
Indicador: Clima Organizacional.

Leia também: 3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Estudiosos investigaram o desempenho de 84 empresas no período entre 1984 e 1997 que adotaram um sistema de mensuração de desempenho.

O estudo concluiu que essas empresas aumentaram significativamente seu lucro residual ajustado e que a melhora persistiu durante cinco anos após o período de estudo.

Tanto indicadores como métricas devem fornecer aos executivos informações significativas para tomar melhores decisões, que impactam na meta ou nos objetivos do planejamento estratégico da empresa. De nada vale colocar em prática seu planejamento para consolidação das metas se não houver maneiras de avaliar o seu desempenho e ajustar as ações através do uso de métricas e indicadores. Fale conosco e saiba como aplicar na sua empresa e obter o sucesso que procura!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista.

Quero fechar minha empresa. E agora?

Essa é um pergunta que nós sinceramente torcemos para não ouvir dos empresários que nos procuram. A missão do Daexe é auxiliar os empreendedores na realização do seu sonho empresarial.
Mas às vezes o negócio se torna inviável por uma série de motivos, de cunho pessoal, profissional ou mercadológico, e o fechamento acaba sendo uma opção. Em outros casos, o negócio vai bem, mas o empreendedor quer se desfazer do negócio, seguir outro rumo. Enfim, essas são questões que fazem parte do mundo empresarial e nós do Daexe certamente estaremos lado a lado com nossos assessorados auxiliando-os a tomarem as melhores decisões.

Infelizmente, abrir uma empresa é muito mais fácil do que fechá-la. Dá para acreditar? Por isso, nesse artigo, trazemos alguns esclarecimentos que poderão te dar um norte, se esse for o seu caso.
A primeira coisa que você precisa saber é que é um engano pensar que para fechar um empresa basta procurar um contador e entregar tudo em suas mãos. Não é bem assim. Basicamente, fechar uma empresa exige que dois processos caminhem juntos: o encerramento prático e o encerramento burocrático.

Encerramento prático

É o encerramento que só pode ser feito pela própria empresa. Significa encerrar as atividades, a começar por:

Demissão de funcionários e acerto de contas: antes do contador por a mão na massa, o empresário terá de demitir todos os funcionários, pagá-los e rescindir os contratos com as homologações, quando necessárias. É importante saber que funcionários em qualquer tipo de licença (maternidade, saúde, etc.), só poderão ser demitidos após o encerramento de sua licença. Portanto, antes disso, o contador não poderá fechar a empresa.

Dar destinos aos ativos: Todos os ativos, sejam os estoques, sejam os ativos imobilizados (como mesas, cadeiras, computadores, vitrines, manequins, máquinas, equipamentos, instalações) deverão ter algum destino definido e apresentado à contabilidade. Ficará à critério da empresa liquidá-los via venda, promoções, sucata, ou ainda pode valorizá-los entregando-os aos sócios como devolução parcial do capital social investido por eles.

Encerrar contas a pagar e a receber: Fechar a empresa exige que todas as contas sejam encerradas, ou seja, não se pode ter nenhum pendência de recebimentos ou pagamentos. Por exemplo, não há como o contador dar início ao encerramento burocrático da empresa se você estiver pleiteando recebimento de algum cliente ou se estiver se defendendo judicialmente de uma cobrança indevida. Só após o termino das discussões judiciais será possível encerrar a empresa. Impostos parcelados também representam um impedimento e deverão ser quitados. As contas bancárias da empresa também deverão ser encerradas, através do pedido formal, do acerto de pendências, do saque do valor que houver na conta e da devolução de talões de cheque, se houver.

Encerramento Burocrático

Somente após tudo isso, o contador poderá dar prosseguimento ao encerramento burocrático. Basicamente, nesta fase o profissional comunicará o encerramento das atividades da empresa junto aos órgãos competentes (Prefeitura, Secretaria da Fazenda, Receita Federal, Junta Comercial, INSS, Caixa Econômica Federal, entre outros, se houver), elaborando as certidões e executando os demais procedimentos burocráticos necessários ao fechamento da empresa.

Nós esperamos que estas dicas tenham sido úteis para você. Se houver mais dúvidas, entre em contato com seu Assessor Executivo do Daexe. É só nos deixar a sua pergunta nos comentários abaixo. Será um prazer atendê-lo.

Aproveite para dar uma olhada nos outros artigos do nosso BLOG. Toda semana, temos compartilhado dicas e conhecimentos relevantes para o seu negócio.

Assessor Executivo

A importância do assessor executivo em tempos de crise

Se uma boa gestão já é essencial para uma empresa quando a economia do país vai bem, em um cenário de crise de dimensões globais ela se faz ainda mais necessária. E o assessor executivo pode ser a diferença entre prosperar e falir.

Em conjunturas como estas, as organizações contam com seus profissionais em cargos de liderança para tomar decisões assertivas e quebrar o ciclo vicioso da crise que costuma minar a força e o desempenho dos empreendimentos.

Assessor Executivo

Descubra a importância de Assessor Executivo. Foto: pch.vector/Freepik

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Atual é a importância do assessor executivo em tempos de crise? Acompanhe e saiba como esse profissional pode operacionalizar os mesmos processos em uma dinâmica de redução de gastos!

Assessor Executivo em tempos de crise

Quando a crise se instaura, os ânimos pessoais e profissionais se abalam. A empresa teme a perda da lucratividade e o funcionário, a de seu emprego.

Uma infinidade de novos desafios surge com tudo isso e é o assessor em tempos de crise quem deve tomar as rédeas da situação para minimizar os impactos da crise no caixa da organização.

Dentre as funções que ele já possui, existem algumas que exigem maior atenção e cuidado por parte destes líderes.

Um assessor necessita demitir componentes de sua equipe profissional, gerenciar novas emoções entre estes mesmos membros, reduzir custos e buscar formas alternativas de atrair e de reter clientes.

Em suma, esse profissional precisará ter, além dos conhecimentos técnicos e práticos, uma grande inteligência emocional.

Afinal, ele deve cuidar da pressão vivenciada e dos novos desafios que surgirão por causa deste cenário econômico pouco favorável.

Assessor Executivo, o elo entre estratégia e operacionalização

O assessor, em tempos de crise, é o elo entre o operacional e a alta cúpula de uma empresa. E justamente por transitar nestes dois níveis de uma organização que ele consegue ter uma visão sistêmica sobre o que é funcional frente às ações pensadas e praticadas ou não.

Ele precisará desenvolver uma capacidade analítica e crítica frente a este cenário, para ajudar os diretores a reverem estratégias, de forma a adaptá-las ao novo contexto sem gerar impactos negativos na operacionalização das tarefas.

Portanto, um assessor, em tempos de crise, tem a missão de ajudar a empresa a rever os seus planos e a projetar o futuro com base nas modificações feitas.

Assim, será possível passar pela crise sem comprometer tudo aquilo que já foi construído.

O gerenciamento de dados e o assessor executivo em tempos de crise

Em uma empresa, a automatização de informações contribui significativamente para que o gestor seja capaz de visualizar facilmente a performance de sua equipe, a produtividade de cada membro, as metas alcançadas e as que estão por alcançar.

Quando este profissional possui softwares de Gestão como aliados, ele tem mais agilidade na tomada de decisão. Assim, é possível reestruturar uma estratégia com bastante eficiência, para que a empresa passe pela crise sem grandes dificuldades.

Portanto, outra importância do gestor que deve ser ressaltada é a de administrar informações para extrair delas novas estratégias.

Dessa maneira, os ajustes necessários serão feitos, sem que a performance organizacional seja comprometida.

Para que esse profissional seja capaz de vivenciar todas as questões levantadas neste post, ele precisará contar com o apoio do setor de Recursos Humanos e de suas ferramentas para desenvolver um bom trabalho.

 

Você concorda que, em tempo de crise, se torna ainda mais importante estar assessorado por um profissional com conhecimentos profundos de gestão? Deixe sua opinião aqui embaixo, nos comentários.

 

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Artigo produzido pelo blog do Grupo Meta e gentilmente cedido para a Daexe, com edições.