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6 dicas para ter uma boa contabilidade na empresa

Contabilidade na empresa

Um empreendedor que visa ao crescimento da sua empresa precisa ter conhecimento profundo sobre a situação econômico-financeira do negócio. A contabilidade na empresa deve ser encarada como um recurso valioso de gestão, e não como uma obrigação enfadonha. Entre as várias vantagens de uma boa análise contábil está uma melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido. Com essas informações, o empreendedor pode direcionar melhor suas decisões e seus aportes.

Outros benefícios de uma boa gestão contábil são a possível redução da carga tributária incidente sobre a empresa. Com uma boa orientação de um contador, o empresário pode escolher o regime de tributação mais adequado para o negócio em determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento – se está adequado – e se o negócio está realmente dando lucro.

Escolher uma boa assessoria contábil é fundamental nesse processo. Confira os passos para assegurar o melhor acompanhamento para o seu negócio.

1. Como escolher um escritório de contabilidade?

Iniciar a sua busca pela internet é um passo válido, mas lembre-se de que o escritório deve ser localizado na mesma cidade que a empresa. Isso porque a legislação contábil e as obrigações tributárias podem variar bastante em diferentes locais.

Indicações de bons serviços são geralmente úteis. Uma opção é solicitar ao escritório uma breve relação de clientes para procurar referências. É possível, também, buscar indicações de empresários conhecidos que estejam satisfeitos com o trabalho de suas empresas contábeis.

2. Encontrei um escritório. Como proceder?

É aconselhável realizar uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do estado para verificar se o escritório é filiado. Também é necessário consultar o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para checar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções.

 

3. Quanto devo pagar de honorários?

Os valores podem variar bastante de acordo com os serviços demandados. A Fenacon recomenda levantar um orçamento com alguns escritórios e então avaliar o custo- benefício de cada um deles. Não existe regra certa a respeito do que abrange o serviço de contabilidade.

 

4. Como deve ser o acompanhamento?

Independentemente de ter contratado um serviço de contabilidade, um empresário precisa conhecer minimamente os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. Ele deve solicitar periodicamente à empresa contábil a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal), que é um dos indicativos de que a empresa não possui pendências. É bom, também, pedir com frequência um balancete.

Desde o início, é importante acordar em contrato reuniões frequentes com os profissionais da contabilidade. O acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, é indicado ao menos um encontro por mês. Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados.

5. Com quem ficam os documentos?

A documentação que deve ser guardada pela empresa:

Documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento.

Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:

• Notas fiscais de compras
• Despesas gerais (água, luz, telefone)
• Talonários de vendas
• Guias de recolhimento de todos os tributos
• Extratos bancários
• Livro ou ficha de registro dos empregados
• Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho

A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade:

• Contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa
• Livros fiscais e contábeis
• Cópia dos documentos de constituição da empresa
• Cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários

6. Quem deve pagar os impostos?

O serviço contábil nunca deve pagar contas. A assessoria é responsável por passar os vencimentos para a empresa, mas é o dono do negócio quem deve cuidar do pagamento. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade (CRC), fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.

Este conteúdo é de autoria da Revista Pequenas Empresas & Grande Negócios, cedido gentilmente aos leitores do BLOG DAEXE.

Sua conciliação bancária te ajuda ou te atrapalha?

Este é um artigo para você que abriu uma empresa há pouco tempo e está em busca de aprimorar sua gestão financeira.
Se o seu caso não for esse, mas estiver com dúvidas sobre como ter uma conciliação bancária mais eficiente, também pode ser útil.

Provavelmente você já sabe que a conciliação bancária nada mais é do que a simples conferência das contas bancárias em relação ao controle financeiro interno da empresa. O objetivo é verificar se o controle interno está sendo eficiente ou se há inconsistência nos dados registrados. É uma forma de passar um pente fino, verificando se as datas e os lançamentos estão em conformidade com o extrato do banco.

Portanto, não adianta ter pressa ou fazer a coisa de forma desatenta. Se não, ao invés de te ajudar, a sua conciliação bancária vai te atrapalhar. E quanto mais tempo passa sem que o processo seja feito corretamente, mais difícil fica de encontrar as inconsistências, corrigir os rumos e deixar a gestão financeira em dia. O trabalho vai virando uma bola de neve. Já passou por isso?

Portanto, quando for fazer sua conciliação bancária, tenha em mente 3 dicas:

1ª: Assuma o compromisso: as movimentações devem ser lançadas diariamente!

Uma gestão financeira amadora não combina com negócios de sucesso. E a profissionalização da gestão financeira depende desse compromisso da empresa, de controlar diariamente todas as movimentações de entradas e saídas, informando todas as contas bancárias envolvidas. É passar o pente fino mesmo. Não se esqueça de contabilizar as tarifas bancárias.

2ª: Cara-crachá – tem que conferir!

Quem faz a conciliação não pode ter preguiça, nem estar desatento a cada dado. Cara-crachá, ou seja, conferir se a foto confere com a pessoa que porta o crachá, é uma metáfora para dizer cada par de dados (do banco e da contabilidade interna) devem ser conferidos um a um: datas, valores, saldos iniciais e finais, tudo tem que bater.

3ª: Corrija imediatamente.

Identifique as divergências, corra atrás de saber por que ocorreram e corrija o mais rápido que puder. Lembre-se sempre que quanto mais problemas desse tipo você acumular, mais difícil será para resolver depois.

Se o seu problema é mais crônico que isso e você precisa de auxílio profissional para colocar sua conciliação bancária em dia, você pode contar com nossa Assessoria Financeira. Nós colocamos a casa em ordem até que você consiga pegar o ritmo. Fale com seu assessor executivo do Daexe, deixando seu contato nos comentários abaixo.

Qual a melhor forma de fechar a minha empresa?

O Brasil é considerado um dos países com maior atividade empreendedora no mundo. O Sebrae – SP realiza, a cada dois anos, uma pesquisa por meio da qual analisa as taxas de mortalidade das empresas, ou seja, de seu fechamento ou falência. Tais pesquisas apontam que:

– 27% das empresas fecham no 1º ano de atividade;
– 38% no 2º ano;
– 46% no 3º ano;
– 50% no 4º ano;
– E nada menos que 62% das empresas fecham antes de completar 5 anos.

Os dados deixam claro. Manter um negócio não é fácil. O sonho às vezes vira pesadelo, e chegamos à conclusão de que naquele momento, é melhor seguirmos outro rumo. Não se penalize por isso.

Como tudo na vida, há as melhores e as piores formas de fazermos as coisas. Fechar uma empresa não é diferente. Esse é o assunto do nosso artigo de hoje, temos certeza que as informações que separamos para você serão muito úteis.

AS ALTERNATIVAS

As três alternativas mais comuns de extinção de uma empresa são Baixa na Junta Comercial; Fechamento das portas; e Auto-Falência. Na nossa avaliação, essas três formas acabam tornando o pesadelo ainda maior. Vamos te dizer por que.

1) Baixa na Junta comercial

Nessa opção, as Micro Empresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) podem ser baixadas mesmo com passivo fiscal, mas os sócios ficam pessoalmente responsáveis pelas dívidas da empresa. Já as demais só poderão ser baixadas se não tiverem passivo fiscal, mesmo já tendo fechado as portas por serem economicamente inviáveis.

2)”Fechamento de portas”

Quando a empresa “fecha as portas”, coloca-se em situação de situação irregular, e os bens pessoais dos sócios passam a responder pelas dívidas da empresa. Nesse caso, os sócios ficam impedidos de participarem de outras empresas.

3) Auto-Falência

Essa opção é o pior do cenários para as empresas em extinção, porque o processo ocorre em benefício dos credores, e não do devedor, como ocorria na antiga lei de falências. Os sócios ficam sujeitos a serem processados por crime falimentar e leva longos anos até que o processo seja encerrado. Além disso, eles sofrem abalo de crédito, o que significa dizer que ficam estigmatizados no mercado por muito tempo.

A MELHOR OPÇÃO

Mas há uma quarta solução que consideramos a melhor para empresas que estão impedidas de serem baixadas administrativamente.
Se chama Dissolução Judicial. As vantagens são muitas, especialmente em comparação às outras três opções. Confira:

– Ao final do processo de dissolução, o passivo da empresa também é extinto.

– As dívidas morrem com a extinção da empresa e os seus sócios não tem nenhuma responsabilidade pessoal por eventual saldo remanescente, inclusive fiscal. A única excessão em que os sócios pessoalmente ficam responsáveis pelo passivo é quando deram garantias (aval, fiança, etc.) em favor da sociedade. Essas garantias estão asseguradas no artigo 1052 do código civil, e no artigo 10 do Decreto nº 3.708/1919.

– A tramitação do processo de dissolução é bastante rápido.

– Os efeitos do abalo de crédito tem curta duração.

– Os sócios não correm risco de responderem por crime falimentar.

– O sócios não ficam impedidos legalmente de participarem de outras empresas.

Nós torcemos mesmo para que este não seja o seu caso. A missão do Daexe é auxiliar os empreendedores a materializarem seus sonhos. Mas se o caminho a seguir é fechar a empresa, queremos que você saiba que sempre há um jeito melhor e mais simples de fazer. E se as dúvidas permanecerem, entre em contato com seu Assessor Executivo do Daexe. É só deixar sua dúvida nos comentários abaixo, e entraremos em contato. Estamos aqui para apoiar os empreendedores em todas as suas decisões.

Esse artigo foi inspirado no video aula “Extinção de empresa – inativa ou economicamente inviável”. Se tiver interesse em aprofundar o seu conhecimento no assunto, recomendamos que assista agora mesmo, aqui na nossa página.

Extinção de empresa - inativa ou economicamente inviável
Gestão FInanceira - Assessoria-pra-empresas-Daexe

Gestão Financeira de resultados em 7 dicas

A gestão financeira pode ser um grande problema de sua organização quando malfeita ou a solução para uma boa tomada de decisões – quando for apurada e realista.

Não há como ter um bom controle dos recursos que entram e que saem na empresa sem que haja uma ótima gestão financeira de seus fluxos de dinheiro.

Portanto, preparamos algumas dicas que você não pode deixar de lembrar quando for cumprir a gestão de suas finanças corporativas e deixá-las o mais correta possível.

Assessoria-pra-empresas-Daexe

Precisa de uma solução efetiva e profissional para a gestão da sua empresa? Agende uma ligação com um assessor e descubra tudo que a Daexe pode fazer por você!

1. Conheça as origens dos seus recebimentos e pagamentos

O acompanhamento do fluxo de caixa é importante para saber o quanto é recebido e quanto é gasto em sua empresa.

Mas além disso, é essencial que o gestor seja capaz de determinar de onde vêm os recursos que entram e para onde vão os recursos que saem do negócio.

Só assim poderá apontar em que parte da empresa deve investir mais e quais despesas podem ser diminuídas, por serem excessos ou desnecessidades.

 

2. Harmonize os prazos de pagamentos ao fornecedor e os recebimentos dos clientes

Se a gestora for capaz de estimar e conciliar as datas de quando os recursos deixam e aportam na empresa, ele poderá cobrir suas obrigações tranquilamente.

Logo antes de quitar seus débitos e as contar a pagar, haverá dinheiro vindo dos clientes para fazer tal cobertura.

 

3. Gestão Financeira e Documental são importantes

Muitas vezes é importante ter acesso rápido aos dados financeiros de sua empresa e conferir coisas relacionadas a vendas, impostos, entre outras informações.

Se o gestor não tiver tudo bem disposto, poderá perder tempo demais e até perder dinheiro com atrasos. Aposte em sistemas informatizados para fazer sua gestão financeira de forma mais precisa.

 

4. Tome cuidado com os “gastos ocultos” dos bancos

Se existe a necessidade de fazer um empréstimo bancário, leia com atenção o contrato e as cláusulas minuciosas.

Veja se existem cobranças excessivas que tornem o crédito muito desvantajoso para sua empresa a longo prazo.

Lembre-se de que o custo de um empréstimo não é somente a taxa de juros, mas sim o Custo Efetivo Total (CET): IOF, juros, o valor de contratação de crédito, e assim por diante.

Verifique periodicamente se há cobranças de taxas de manutenção de sua conta corrente, anuidades do cartão de crédito corporativo, entre outras despesas que se pode renegociar e reduzir.

 

5. Analise a inadimplência dos clientes

Analisar os clientes que são maus pagadores é fundamental para as futuras decisões de concessão de crédito a prazo.

Faça um cadastro dos clientes e reduza os riscos de inadimplência a partir de uma boa avaliação de como seus principais compradores agem, se atrasam os pagamentos ou deixam de quitar suas dívidas com sua empresa.

 

6. Reserve um capital de giro

Ter recursos para investir em novos produtos de estoque ou para investimentos que proporcionem o crescimento da empresa é importantíssimo.

Se não houver capital de giro, a empresa vai recorrer aos empréstimos bancários, e passará a seus credores parte de seus bons resultados no mercado.

 

7. Invista parte de suas receitas brutas

A empreendedora deve poupar ou investir um pouco das suas receitas bruta. Independentemente do porte de sua empresa ou se está começando agora no mercado.

Investir 1 real, 1% dos recursos alcançados ou 10% das receitas todos os meses é importante para criar uma cultura de investimento.

A longo prazo, haverá uma reserva financeira para não pegar a gestora de surpresa, pronto para cobrir certas contas, como o 13º salário dos funcionários, as festinhas da empresa ou renovar a infraestrutura do local.

 

 

Planejamento Estratégico

 

Uma gestão financeira eficaz e bem feita vai abrir mais oportunidades de sucesso para sua empresa. Como você tem cuidado de sua gestão financeira e contábil, dos lançamentos e das rotinas na sua organização?

4 coisas sobre controle de gasto que você precisa saber!

O mês nem acabou, mas a tentação de entrar no cheque especial é grande. A situação parece inevitável, afinal, as contas não param de chegar e é preciso honrar as dívidas. Se você não consegue fazer um controle de gastos, saiba que enfrenta um problema comum entre grande parte dos brasileiros. De acordo com o Banco Central, atualmente 60,9 milhões de pessoas (quase um terço da população) contraiu dívidas em 2014. Mais preocupante ainda: destas, aproximadamente 37% não possuem condições de pagar seus débitos, como informa o Ipea.

Sim, sair dessa situação não é fácil, porém, com um controle correto de gastos é possível diminuir bastante suas dívidas ou até mesmo controlá-las completamente. Para isso, saber alguns conceitos sobre finanças, bem como utilizar alguns aplicativos e softwares financeiros, é algo que pode ajudar muito qualquer pessoa a controlar seus gastos. Por isso, resolvemos trazer para você algumas das principais dicas para sair do vermelho por meio de uma boa gestão. Confira a seguir!

Faça o controle do fluxo de caixa

Esse é o pilar das finanças, e isso é válido tanto para empresas quanto para as pessoas. Todo o planejamento financeiro deve se apoiar no controle do fluxo de caixa. E o que isso significa? O fluxo de caixa funciona com uma ferramenta, que pode ser elaborada em planilhas no Excel (ou similares), cadernos de notas, ou em um software financeiro, como o ZeroPaper, uma opção gratuita e e bem mais simples do que uma planilha. Eles fornecem informações sobre as entradas e saídas de recursos financeiros. Ou seja, você têm o controle de todos os seus gastos mensais, semestrais ou anuais com todas as receitas para então descobrir o seu saldo final.

Elabore um orçamento

Para fazer um controle de gastos eficiente é fundamental fazer um orçamento, quanto mais realista ele for mais chances você terá de cumpri-lo. Considere todas as suas despesa (fixas e variáveis), investimentos, impostos, taxas, juros. Se você já fez um orçamento e extrapolou mais de 30% do valor, analise os erros cometidos e faças as correções.

Faça um bom planejamento e mude de hábitos

Gestão financeira é, também, uma gestão de hábitos, não tenha dúvidas disso. Não adianta nada contar com uma série de tecnologias para acompanhar seus gastos ou ainda elaborar um controle do fluxo de caixa, se as informações não são disponibilizadas de maneira realista. A pessoa deve ser honesta consigo mesma e ter disciplina para registrar e monitorar todos os seus gastos.

Além disso, a elaboração de um planejamento financeiro também é parte integrante de toda a equação. É preciso definir qual é a sua receita mensal e os seus gastos principais antes de assumir novos. É importante também se planejar para o futuro, definindo as melhores formas de aplicar o seu dinheiro, como em poupanças ou outros tipos de aplicações financeiras (CDBs, ações, etc.).

Recorra à softwares e aplicativos de gestão financeira

Com a explosão de smartphones e de outras tecnologias, fica ainda mais fácil controlar as despesas. Atualmente, existem uma série de aplicativos e softwares financeiros destinados à tarefa, fornecendo relatório, gráficos e dados importantes a respeito da sua situação financeira. Dentre eles, destacam-se o Juros Fácil (uma calculadora de juros para celulares) e o próprio ZeroPaper (poderoso gerenciador financeiro).

Ficou com mais alguma dúvida? Fique à vontade para deixar nos comentários! Teremos o prazer em responder!

Este artigo foi originalmente escrito no blog da Zeropaper (http://blog.zeropaper.com.br/)

5 características de pessoas ricas e bem sucedidas!

gato_artigomaio Antes de falar de riqueza vou defini-la. Acredito muito na simplicidade e, por isso, a minha definição será simples e direta. Para mim, riqueza é “a quantidade de verba que você possui para viver com um padrão de vida considerável até o final da vida se você parar de trabalhar agora”.

Com base nesta definição, listo abaixo as cinco características de pessoas ricas e bem sucedidas de acordo com a minha pesquisa.

1.Pessoas bem sucedidas vivem abaixo das suas possibilidades.

Para conseguir isso, é necessário ter uma boa gestão financeira pessoal, onde é possível saber exatamente onde vai cada centavo do que você recebe. Através deste controle você saberá exatamente onde cortar os gastos no seu orçamento. Para isso, é necessário registar tudo. Sabemos que é difícil ter essa disciplina; por isso, poucos são ricos. Faça isso. Com tempo você poderá pagar alguém para fazer isso por você.

Se uma pessoa muito rica e bem sucedida receber mensalmente U$D 1.000,00, ela viverá como quem recebe U$D 750,00. Quando ela começar a receber U$D 1.500,00, ela passará a viver como quem recebe U$D 1.000,00.

2.Pessoas bem sucedidas sabem construir riqueza.

Uma das formas mais simples de construir riqueza é escravizar o dinheiro, ou seja, fazer o dinheiro trabalhar para você sem precisar fazer esforço. Mas como?
Procure bons investimentos que rendem bons lucros do seu capital investido e viva somente com uma parte de lucro.
Normalmente as pessoas ricas fazem investimento de médio e longo prazo; investem muito na educação e relacionamento pessoal, tecnologias que facilitam alcançar os seus objetivos e infraestruturas ou imóvel.

3.Pessoas ricas se importam com liberdade financeira em detrimento do status

São pessoas que não fazem muitas dívidas para adquirir bem supérfluos como carro, casa na praia, celular da moda etc. Só se endividam quando acreditam que o retorno é certo; normalmente, elas fingem que são pobres para poder desfrutar mais das coisas boas da vida.

4.Pessoas bem sucedidas buscam e aproveitam novas oportunidades

Pessoas ricas não passam ou não passaram a vida sentada a reclamar da vida e falar mal dos outros. Elas estão trabalhando, pesquisando, estudando, participando de eventos e conhecendo gente que possam auxiliar a alcançar os seu objetivos. Elas procuram respostas para as suas próprias perguntas ou objeções, vivem se esforçando a cada dia para dar um passo em direção do seu sonho.

5.Pessoas ricas entendem e valorizam o poder da frustração

As pessoas bem sucedidas não têm medo de errar, pois elas sabem que cada erro é uma oportunidade de crescimento; elas sabem lidar com a frustração ou decepção do dia a dia, muitas delas festejam os seus erros. Elas acreditam que cada vez que eram, adquirem experiência e se fortalecem para o próximo desafio.

Nós da Daexe acreditamos que tudo pode ser melhorado e pode ser mais simples, então continue pesquisando e aprimorando o seu conhecimento partindo do que foi escrito aqui!