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Metodologia 5S – Veja a sua importância e porque implementar na sua empresa

Já conhece a metodologia 5S ? E como ela é utilizada? Leia este artigo e entenda porque ela é importante dentro de uma organização.

 

O que é o 5S ?

Primeiramente, é preciso explicar que 5S são cinco palavras que vem do japonês os quais formam as iniciais desta metodologia. Elas são: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke, que traduzidas para o português significa senso de utilização, senso de ordenação, senso de limpeza, senso de asseio e senso de auto disciplina.

Sendo assim, foram desenvolvidas com o objetivo de que as empresas pudessem de forma eficaz compreender, capacitar e apresentar bons resultados. Sua aplicação é baseada em ideias simples e que pode estar trazendo diversos benefícios.

Diante disso, este é um programa que pode ser implementado no planejamento estratégico para que alguns aspectos relacionados possam apresentar a melhoria necessária.

1º SENSO – UTILIZAÇÃO (SEIRI)

Primordialmente, o primeiro 5S vem do senso de utilização, este tem como objetivo tornar o trabalho mais útil e menos poluído. Isso se refere tanto ao visual como ao espaço.

Assim sendo, separe tudo que é indispensável ao serviço, eliminando o desnecessário. Veja como fazer:

  • De uso constante: coloque os materiais e equipamentos que você usa freqüentemente bem próximo de você (mesa, bancada, máquina, etc) de forma organizada e de fácil acesso.
  • Ocasional: o que não for usado diariamente coloque um pouco afastado de você, podendo ser guardado em armários, prateleiras, arquivos, em pen drive ou devolvido ao almoxarifado.
  • Uso raro, mas necessário: coloque os materiais, documentos, equipamentos separados, identificando-os num local determinado.

O material desnecessário para o setor pode ser encaminhado para o Arquivo Central, Almoxarifado ou descartado corretamente.

BENEFÍCIO: Se ganha espaço físico e perde-se menos tempo em procurar objetos.

Dessa forma, eliminam-se materiais sem uso e em excesso, além de combater o desperdício e diminuir os acidentes.

Leia também: Por que pensar em planejamento é pensar no sucesso do seu negócio

2º SENSO – ORDENAÇÃO (SEITON)

O segundo senso se refere a ordenação ou organização, sendo que é uma continuação do primeiro, mas agora é a fase da simplificação.  Praticando esse senso, você perceberá que, com tudo organizado e identificado em seu devido lugar a vida se torna mais fácil.

  • Padronize os nomes e coloque etiquetas adequadas nos materiais, objetos, documentos, equipamentos, pastas, arquivos, gavetas, bancadas, etc.
  • Exponha todos os pontos críticos, como: locais perigosos, máquinas que exigem atenção especial, proibido fumar, etc.
  • Coloque cada objeto no local adequado e identificado (quadro de ferramentas, prateleiras, arquivos, etc), pois isso facilitará encontrá-lo quando for preciso.
  • Utilize faixas e placas de sinalização para delimitar os locais de trabalho e os corredores.
  • Mantenha em ordem as bancadas, mesas e a área de trabalho. Não deixe objetos espalhados durante a execução do trabalho.
  • Após o trabalho, não deixe no local objetos espalhados, restos de materiais, sucatas, etc.
  • Sinalize os extintores de incêndio, colocando em local adequado, identificado e deixando a passagem livre.
  • Mantenham limpos, organizados e fechados os armários do vestiário.
  • Não deixe papéis, cartazes, folhas, etc, coladas nas paredes. Use somente o quadro de avisos.
  • Utilizar corretamente os EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual).

BENEFÍCIO: Ganha-se tempo, diminui-se o cansaço físico por movimentação desnecessária, possibilita-se uma evacuação rápida em caso de perigo, rapidez e facilidade para encontrar algum objeto, além de diminuir acidentes.

3º SENSO – LIMPEZA (SEISOU)

Já o senso de limpeza como o próprio nome já diz, consiste na limpeza do ambiente de trabalho, por meio de uma investigação. Ou seja, verificando aquilo que gera sujeiras e imperfeições.

Desse modo, cada Colaborador deve limpar a sua própria área de trabalho e evitar sujar.

  • Não deixe óleo, sujeira, papel, sucata, etc no chão.
  • Não deixe existir vazamento nos equipamentos.
  • Varra todos os dias seu local de trabalho.
  • Recolha lixos todos os dias.
  • Limpe os equipamentos e ferramentas após usá-los.
  • Mantenham limpos os armários do vestiário.
  • Limpe computadores, telefone, armários e demais equipamentos diariamente.
  • Devolva as ferramentas limpas para o almoxarifado, para serem usadas por outro colaborador.

BENEFÍCIO: Purificação dos locais de trabalho, boa aparência, diminuição de doenças e acidentes.

“Não arruma-se a casa só quando vai receber visitas, e sim todos os dias”.

4º SENSO – ASSEIO (SEIKETSU)

Senso de asseio ou padronização consiste na manutenção dos outros para garantir as constantes melhorias.

Refere-se ainda à preocupação com a própria saúde física, mental e emocional. O colaborador deve ter plena consciência dos aspectos que afetam a sua própria saúde.

  • Pratique os 3 sensos individualmente e diariamente.
  • O local de trabalho deve estar bem iluminado e ventilado.
  • Use o uniforme limpo e asseado (Consulto o Manual PEC).
  • Mantenha a boa aparência física, cabelos cortados, unhas aparadas, etc.
  • Mantenham limpos os vestiários, banheiros, salas, refeitórios, auditórios etc.

BENEFÍCIO: Melhora-se o ambiente de trabalho e a produtividade, previnem-se doenças, diminui-se o stress e ainda se traz segurança e boa aparência aos colaboradores.

Veja também:Entenda o que é e como funciona a estratégia Account – Based Marketing

5º SENSO – AUTO DISCIPLINA (SHITSUKE)

Ao chegar no senso de auto disciplina significa que o programa está caminhando perfeitamente.

Pois, descartamos o desnecessário, organizamos o que usamos, limpamos nosso local de trabalho, e nos mantemos limpos, então, não podemos relaxar e deixar bagunçar tudo novamente. Esse senso nos disciplina a cumprir as regras e acertos já feitos.

Se somos desorganizados, mudar é difícil e leva tempo, mas os resultados compensam.

Para praticar o 5 S, devemos ter os seguintes atributos humanos: humildade, confiança, respeito, espírito de equipe e bom humor.

  • Compartilhar visão e valores.
  • Melhorar a comunicação em geral.
  • Ter respeito com o colega de trabalho.
  • Ter criatividade e buscar melhorias para o trabalho.
  • Praticar todos os 5 S, diariamente.

BENEFÍCIO: Melhoria contínua no âmbito pessoal e organizacional, auto inspeção e auto controle.

“Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar”.

 

Portanto, a metodologia 5S é uma ferramenta que quando utilizada colabora para criação a cultura de disciplina. O qual ainda permite identificar problemas e gerar oportunidades de melhorias para empresas, levando à todos maior compreensão do seu papel na organização.

Devido à isso, as vantagens geral de aplicar o programa 5s são:

  • Melhor qualidade, produtividade e segurança no trabalho;
  • Trabalho diário agradável;
  • Melhoria nas relações humanas;
  • Valorização do ser humano;
  • Cumprimento dos procedimentos operacionais e administrativos;

Assim também, proporciona melhoria na qualidade de vida dos colaboradores não apenas no profissional como também no pessoal.

 

5 Passos para Estruturar uma Universidade Corporativa

 

Universidade Corporativa: Entenda quais são os passos para estruturar uma

Em um mercado competitivo e acelerado, as empresas que param no tempo ficam para trás. Por isso, é fundamental buscar políticas de atualização e treinamento, como uma Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa é um departamento de educação ao colaboradores, a fim de tornar as equipes mais produtivas, atualizadas e competentes. Sendo assim, a empresa passa a ter outros benefícios, como maior lucratividade e melhor vantagem competitiva.

Em outras palavras, a Universidade Corporativa é um sistema educacional interno de uma organização. São ações instrucionais voltadas para o desenvolvimento humano, a capacitação profissional e a busca por mais conhecimentos técnicos, trabalhando as competência institucionais, técnicas e comportamentais.

Nos tempos atuais, essa cultura de educação se tornou ponto-chave para as empresas. Porque além de promover benefícios monetários e produtivos, uma Universidade Corporativa gera resultados no campo emocional de cada colaborador.

Isso porque promove maior motivação (sentimento de valorização) e melhor integração entre equipes (sentimento de companheirismo). Também desenvolve a parte técnica, dando impulsionamentos para a carreira de cada colaborador, que poderá assumir cargos de chefia futuramente.

Veja também o artigo: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Veja a seguir, os 5 passos para estruturar uma Universidade Corporativa:

Universidade Corporativa: O passo a passo para o sucesso profissional

É possível estruturar uma Universidade Corporativa em apenas 5 passos simples para uma empresa. Eles são:

1 – Análise interna e externa

O primeiro passo para implementar uma Universidade Corporativa é estudar e analisar o mercado externo e as competências internas de uma organização. Assim, é possível elaborar metas e conhecer quais são os pontos fracos da empresa levando em consideração onde ela quer chegar a médio e longo prazo.

Uma dica para esse ponto é fazer uma análise SWOT da empresa. A análise SWOT é uma tabela comparativa entre o mercado externo e a produção interna, ela gera uma análise sobre pontos fortes e carências empresariais.

Com esses relatórios em mãos, os líderes devem começar a pensar em quais equipes devem ser treinadas, quais são os tipos de treinamentos e conteúdos, e como isso tudo deve ser feito.

2 – Planejamento

Após a análise, a empresa deve iniciar o planejamento e criar um projeto. O planejamento deve constar:

  • Responsáveis: Quais áreas ou quais colaboradores serão responsáveis pelo desenvolvimento e a organização de uma Universidade Corporativa?
  • Metas: Qual é a meta que se pretende atingir?
  • Índices de Mensuração: Como o resultado será medido?
  • Gastos: Quanto a empresa irá investir?
  • Materiais: O que será necessário comprar ou alugar?
  • Metodologia: Como o aprendizado será feito (Presencial e Portal Virtual?
  • Conteúdo: O que será ensinado?

3 – Desenvolvimento

O terceiro passo é colocar o planejamento em ação. A Universidade Corporativa começa a sair do papel e ganhar vida. Nessa etapa,  estrutura o Sistema de Educação Corporativa, além  de se pensar em estrutura (física e virtual) e demais recursos.

A equipe responsável começa a traçar esboços e materializar planos anteriores. Com isso é possível ter um panorama sobre o projeto feito e até fazer ajustes, se necessário.

4 – Divulgação

Parte importante da Universidade Corporativa é a comunicação aos colaboradores. Eles devem estar cientes do projeto e entender a importância deles. A empresa deve fazer ações de endomarketing para motivar as equipes a participarem efetivamente dos treinamentos.

Os colaboradores são os maiores interessados nesse novo projeto e são eles quem dão vida a uma Universidade Corporativa. Sendo assim, é fundamental contar com o apoio deles e a participação de todos.

5 – Profissional Especialista

Por fim, é fundamental que a empresa conte com um profissional especialista em Universidade Corporativa. A consultoria e colaboração deixará o projeto mais assertivo, favorecendo o alcance das metas desenhadas.

O profissional irá analisar o projeto, promover melhorias e ampliar sua influência nos resultados da organização. Sendo assim, os caminhos para os objetivos são encurtados e facilitados com a visão de um especialista.

Algumas empresas, como a DAEXE, possui a consultoria em  Educação Corporativa. Esse serviço tem como objetivo fazer com que a empresa passe a lucrar com o seu investimento em educação corporativa.

Especialista em Universidade Corporativa

A Daexe pode te ajudar nessa missão. Entre em contato com a gente e consulte um de nós especialistas em Educação Corporativa!

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Plataforma para Cursos a Distância

Você também pode utilizar uma plataforma EAD que permita personalização para poder ministrar cursos a distância para a sua equipe, o que facilita principalmente para empresas com grande números de funcionários.

A Importância de uma Auditoria no Planejamento e Implantação do Balanced Scorecard

Auditoria do Balanced Scorecard: Porque é importante fazer  após sua implantação e após seu Planejamento.

Auditoria é um exame sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor. Tendo objetivo de averiguar se elas estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente. Além disso, se foram implementadas com eficácia e se estão adequadas.

Quando realizada de maneira periódica, é possível encontrar erros e corrigi-los antes que seja tarde demais. Por isso, ao fazer uma auditoria procure fazer na fase inicial de um processo, mantendo assim seu controle.  Isso também é bom e bem visto pelos clientes, pois demonstra a eles que a sua empresa é séria.

As auditorias são classificadas como externa ou internas. Quando se fala de auditoria externa a averiguação será feita em áreas como financeiro, de qualidade, gestão, recursos humanos, sistemas, jurídico, dentre outros. Normalmente é feito por um auditor contratado, que possua especialização na área auditada.

Para entender melhor, vou exemplificar com a auditoria de qualidade. Que é feita a partir de um instrumento gerencial utilizado nas ações referente a qualidade prevista num sistema de qualidade. Portanto, é um processo construtivo e de auxílio a prevenção de problemas.

Já as auditorias internas são feitas voltadas para governança corporativa, gestão de riscos, dentre outros. É feito por alguém da empresa mesmo, que irá apontar e garantir cumprimento dos regimentos, normas e politicas internas. Além de, relatar algum desvio ou vulnerabilidade que possa ter na empresa.

Para exemplificar temos uma Lista de verificação para auditoria do Balanced Scorecard. Use a lista para auditar seu projeto de Balanced Scorecard. Encontrar possíveis problemas e corrigi-los durante os estágios iniciais antes que eles resultem emproblemas maiores.

Leia também: Gestão Documental

Auditoria do Balanced Scorecard

O Balanced Scorecard (BSC) é um método de gestão estratégica, e pode ser traduzido como Indicadores Balanceados de Desempenho. A expressão “indicadores balanceados” significa que a seleção de indicadores não se restringe à área financeira, abrangendo também resultados considerados intangíveis. É o balanço de todos estes aspectos que vai indicar quais mudanças que precisam ser feitas na estratégia da organização. Para traçar o plano levando em conta as perspectivas de um cenário futuro.

O BSC pretende abranger as ações de curto e longo prazo, estabelecendo um equilíbrio entre elas; entre medidas financeiras e não-financeiras; entre indicadores de desempenho e Histórico; entre perspectiva interna e externa do desempenho. Como resultado, proporcionando uma visão mais integral da organização.

A auditoria do Balanced Scorecard pode ser feito tanto interna, como externa. Portanto, auditoria serve para analisar se sua empresa está seguindo ou não as normas. Assim, se entender que precisa fazer uma auditoria faça e não corra riscos desnecessários, evite problemas.

E no caso do BSC não é diferente, procure fazer auditoria após implantá-lo e também após o seu planejamento. É importante para averiguar o quanto seu projeto do Balanced Scorecard está sendo executado de maneira correta. Certamente, se não estiver é o momento para corrigi-lo.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

 

 

 

 

Co-criação o que é?

Co-criação Já ouviu falar ?

Segundo Augusto Franco no livro Cocriação reinventando o conceito ele explica que é um processo composto por tentativas recorrentes. De estabelecer e restabelecer congruências múltiplas e recíprocas entre ideias que mutam. Quando interagem, nem sempre se aproximando e se fundindo, mas frequentemente se distanciando. E que podem ser novamente modificadas na interação para se combinar e reagir “quimicamente” umas com as outras em novas combinações gerando 24 novas “substâncias” (novas ideias substantivas).

Num conceito genérico podemos dizer que é uma iniciativa de colaboração entre as partes. Imagine cliente e empresa criando juntos para gerar um bom resultado. Pois é, é possível, têm sido muito utilizado no departamento do marketing de algumas empresas, principalmente em criação de campanhas.

Leia também: Customer Success

Mas logicamente que pode ser usado em outros setores e com diversos objetivos. Concorrentes podem utilizar essa iniciativa,  como? Mesmo com serviços similares nem sempre será igual não é mesmo ? haverá produtos específicos. Então empresas podem se juntar Co-criar e  construírem um novo produto, nova ideia, e a partir daí surgir a inovação.

Empresas com serviços diferentes também podem se unir de forma colaborativa e da mesma maneira fazer com que surja um novo produto. Uma outra forma é se unirem em prol de um bem comum como por exemplo para desenvolvimento de projeto sociais, de sustentabilidade, produtos renováveis, dentre outros.

Agora na relação empresa cliente, se trata de ouvir abertamente a opinião deles perguntar o que tá bom e o que não está. Mas não como uma pesquisa de satisfação, e sim na busca de melhorias, resolução de problemas e na criação de novos produtos. Este pode ser um novo futuro das empresas.

Co-criação não é apenas para empresas

Mas para ficar claro esta iniciativa não é utilizada apenas em empresa, em qualquer lugar pode haver a Co-criação. O governo, por exemplo pode buscar co-criar com a população. Na escola o professor pode utilizar com seus alunos, sobre o plano de aula. Os pais com os filhos sobre a administração da casa, dentre outros.

Se você ainda não utiliza da co-criação tente implantá-la, seja na sua empresa, no seu dia-a-dia de alguma maneira ela poderá vim a te ajudar. Estimule ideias novas a partir da colaboração.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe. Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

4 etapas da gestão de pessoas para aumentar sua produtividade e lucratividade

Muitas empresas ainda contam com uma gestão desorganizada de pessoas, seja porque cresceram muito rápido e não conseguiram consolidar estratégias com o setor de Recursos Humanos (RH), seja porque não priorizaram uma renovação de abordagem com os seus colaboradores. Qualquer que seja o motivo, esse cenário precisa mudar o mais rápido possível. Em um ambiente de trabalho assim, é comum um alto índice de desmotivação ou desinteresse e, em geral, as pessoas não fazem nada além das suas obrigações quanto à gestão de pessoas. Os funcionários não se preocupam com o resultado da empresa porque percebem que este tipo de comportamento resultará em nenhum benefício pessoal.
Ninguém gosta de trabalhar sem perspectiva de crescimento, aumento salarial ou sem sentir-se envolvido ou importante no processo estratégico da organização. Mas estes motivos ainda são muito simplistas. Várias questões podem estar impedindo o desempenho do seu funcionário. Muitas vezes, é a própria liderança a causa do desengajamento, fazendo com que os empregados não se demitam da empresa, mas sim do gestor. Certamente, companhias com uma liderança sem competência para exercer tal função e má gestão de pessoas acabam perdendo seus talentos e apresentando uma produtividade abaixo de sua capacidade, além de alta rotatividade.
A falta de engajamento também pode se dar pelo não estabelecimento de missão, visão e valores, algo que algumas empresas ainda se esquecem de fazer. Afinal, como o funcionário poderia ficar engajado com um propósito que desconhece, quando não se sabe para onde vai a empresa e nem o que se espera dele, não é mesmo? E esta é uma questão muito simples, mas deixada de lado devido à ideia de que todo colaborador satisfeito está comprometido. Isso não é verdade.

Você pode motivar seus colaboradores seguindo quatro etapas estratégicas: avaliação de desempenho, feedback, meritocracia e realocação.

Avaliação de desempenho

É uma boa maneira de equilibrar tanto as necessidades da organização quanto as do funcionário. Precisa ser feita regularmente (uma vez a cada quatro meses, por exemplo) e não apenas uma vez ao ano. Nela questionam-se atributos positivos, aprimoramentos realizados, opiniões sobre o funcionamento da empresa e gestores; depois, traçam-se objetivos para a próxima avaliação. A consequência dessa primeira fase deve ser a aplicação de treinamentos, bonificação, aumentos e planos de carreira. E o funcionário tem a oportunidade – e mais motivos – para fazer o seu melhor.

Feedback

De nada adianta preencher um formulário se ele não levará a alteração alguma. A avaliação, por si só, não pode ser considerada uma forma isolada de gerenciamento de pessoas. Quando usado corretamente, o feedback ajuda a identificar os pontos fortes e os que precisam de ajustes, para que os colaboradores consigam se desenvolver plenamente e alcançar os resultados esperados pela organização. O importante é informar e instruir o profissional sobre um determinado comportamento que pode estar sabotando seu trabalho e, consequentemente, suas possibilidades de crescimento na empresa. Outro detalhe que não pode ser ignorado é o reconhecimento de quem fez um bom trabalho.
É importante lembrar que os gestores também precisam passar pelo processo de feedback. Melhorar o desempenho é um crescimento válido para todos o colaboradores.

Meritocracia

Deve ser considerada uma estratégia fundamental para motivar os funcionários, pois trabalha com o sistema de recompensa. Depois das etapas da avaliação de desempenho e feedback, a premiação pelo bom trabalho precisa se concretizar. À medida que os colaboradores alcançam suas metas, podem receber bônus, viagens, promoções e cursos, entre outros incentivos. A meritocracia também funciona como uma retenção de talentos, já que ninguém irá querer abandonar a empresa sabendo que é valorizado e, se fizer um bom trabalho, será recompensado.

Realocação

Nas ocasiões em que o funcionário encontrou dificuldade em alcançar as metas definidas na avaliação de desempenho, o RH precisa analisar as causas e trabalhar junto com ele para a solução de problemas. A empresa que decide pela demissão de todo e qualquer empregado que não conseguiu cumprir seus próprios objetivos corre o risco de ter um alto índice de rotatividade, diminuição da motivação de outros colaboradores e até a ocorrência de ações trabalhistas, além de evidenciar que talvez não tenha dado a oportunidade de uma comunicação mais clara. Assim, uma boa alternativa pode ser a realocação. Muitas vezes, o colaborador é um bom talento a ser mantido, e, através dos processos anteriores, o RH precisa compreender em qual cargo ele poderia exercer outra função, que o deixaria mais feliz, em que suas habilidades seriam trabalhadas de outra forma e ainda assim continuaria útil para a companhia. Sempre é preciso pensar no equilíbrio de ambas as partes.

Este conteúdo pertence ao Endeavor Brasil e foi cedido gentilmente aos leitores do BLOG DAEXE. Agora nos conte se ele foi útil para sua empresa e se você tem mais alguma sugestão de gestão de pessoas para motivar seus colaboradores! Escreva nos comentários!

7 razões para investir mais em seus funcionários

É importante que o empreendedor se preocupe com a infraestrutura de sua empresa e com as tecnologias adotadas. Mas é essencial também que ele não se esqueça de que sua organização é feita e mantida por pessoas. Não deveria ser nenhuma surpresa perceber que o investimento no seu capital humano é algo básico para a empresa. Ainda que investir em seus funcionários não dê retorno imediato, existem algumas ótimas razões para fazer isso. Então, que tal descobrir alguma delas agora? Acompanhe:

1. Garantia de retenção de talentos

Pensar em medidas que levam em conta a satisfação e o bem estar dos funcionários, como os treinamentos de atualização e especialização, planos de carreira atraentes e as premiações por bom desempenho, são fatores que farão com que as pessoas gostem de trabalhar para você, além de desejarem continuar na empresa por mais tempo. Você também poderá contar com talentos que você já conhece e confia, vai deixar de gastar tempo e recursos com substituições em sua força de trabalho.

2. Consiga mais lealdade

As pessoas executam bem seu trabalho em locais onde se sintam seguras e valorizadas. Caso a sua equipe se sinta apoiada pessoal e profissionalmente, ela naturalmente vai se tornar mais engajada e responsável. As pessoas se sentirão — e se comportarão — como um time, leal a sua cultura corporativa e aos objetivos da empresa.

3. Melhoria da capacitação dos empregados

Quando os funcionários veem uma oportunidade de crescer na empresa, eles se esforçam bem mais para aprender novas habilidades e adquirir competências decisivas para os objetivos do negócio. Eles poderão se esforçar nos cursos que o gestor promover, mas também estudar por conta própria, ao ver que há uma política de premiações por competência ou desempenho. Há inúmeras dinâmicas que podem envolver o aperfeiçoamento técnico de sua equipe. E investir em formação é o mais importante para a transferência e o aproveitamento de conhecimentos.

4. Aumento da produtividade

Funcionários que se sentem mais valorizados com os investimentos feitos também trabalham mais felizes e empenhados. Isso garante um melhor ambiente de trabalho e tem reflexos mais positivos na produtividade da equipe. Sem falar que estarão mais preparados e focados com os conhecimentos adquiridos em cursos e palestras que o gestor tenha propiciado à equipe. Mais treinamento e harmonia, é claro, fazem sua equipe funcionar melhor.

5. Obtenha colaborações mais efetivas

A colaboração é um dos aspectos mais importantes para um negócio bem sucedido e mais ágil. Funcionários que se sentem mais valorizados e comprometidos, vão se esforçar para concluir as tarefas por conta própria e ajudar os colegas a alcançar os resultados esperados. Ao cuidar de seus talentos, promova fortes princípios de colaboração e de envolvimento harmônico de uns com os outros. Haverá mais ideias e soluções e, portanto, enorme vantagens estratégicas em relação aos concorrentes.

6. Valorize a cultura da empresa

Colaboradores mais engajados e valorizados significa também que eles o ajudarão a levantar e sustentar a cultura corporativa que se ambiciona, inclusive quando ela passa por mudanças pensadas. É muito difícil avançar a cultura de uma empresa quando o gestor tem uma equipe que carece de envolvimento e não recebe investimentos eficazes.

7. Encontre lideranças dentro de sua própria equipe

Os jovens funcionários de hoje podem ter seu potencial dilatado e se tornar grandes e eficazes lideranças amanhã. E tudo isso dentro de sua própria empresa. Será muito mais fácil e barato lapidar os talentos que gostam de trabalhar para sua empresa, se sentem integrados ao time e já conhecem como sua organização funciona, do que contratar líderes de fora no futuro.

Como você vai investir nos seus funcionários, quais meios e estratégias serão adotadas, trata-se de uma decisão que precisa ser muito bem pensada. O que não pode acontecer é deixar tal ideia de lado. O que você tem feito para investir em seus funcionários ultimamente? Deixe seu comentário e compartilhe conosco a sua experiência.

Entenda a importância do conhecimento no trabalho

Entenda a importância do conhecimento no trabalho

O ambiente de trabalho é intrinsecamente dinâmico. Mesmo as profissões que são comumente entendidas como estáticas, precisam de inovações, senão na sua forma de executar determinadas ações. Ao menos como frescor de pensamento daqueles e daquelas que executam as diversas funções do trabalho.

Em uma empresa de consultoria, por exemplo, o objeto do trabalho pode não variar. Mas é indispensável que o funcionário ou funcionária estejam alinhados com os objetivos estratégicos da empresa. Para participar da evolução no mercado e constituir-se como personagem chave no processo de evolução. E pensando nisso, produzimos este post para te contar mais sobre a importância do conhecimento no trabalho. Leia e abra seus horizontes!

Pense e aja fora da caixa

Especialmente em se tratando do mercado atual, no qual a escala de complexidade dos negócios é maior. É imprescindível uma visão sempre atualizada e a busca constante de novos conhecimentos e competência. Fala-se, inclusive, em um especialista multidisciplinar, que seria um multi-especialista: alguém com experiência de mercado e conhecimentos claros sobre objetivos a serem atingidos. Etapas do trabalho e de toda a inter-relação com os demais setores e disciplinas técnicas que envolvem a produção dos bens ou serviços ofertados. Não se trata apenas de escolaridade, ainda que perpasse isso. Mas de uma postura voltada para a absorção de informações e conhecimentos que agreguem ao processo produtivo de uma empresa.

Leia também: 6 costumes brasileiros no trabalho que estrangeiros não entendem

Busque por novos conhecimentos e habilidades

Não é novidade para você, empresária e empresário de negócios com solidez no mercado. Que a busca por novos conhecimentos está diretamente relacionada à evolução da empresa. Sabemos que novas formas de pensar, sejam elucidadas por cases de sucesso ou acessando novidades do mercado. E da vida que nos ajudam a “criar novas sinapses”, favorecem o processo de refletir sobre um problema que carece de solução.

No entanto, o processo diuturno de gestão parece consumir o tempo que temos para investir em conhecer o novo. Não se enganem, empresários, obter conhecimento toma tempo! Justamente por isto, é importante que ele seja incorporado como uma atividade diária e como parte da gestão. Começar o dia lendo um artigo ou procurando informações sobre um assunto específico. E às vezes minimamente inteirando-se sobre questões contemporâneas em um jornal diário, pode ser essencial para os seus negócios.

Aperfeiçoe ainda mais suas capacidades

Toda empresa é feita por pessoas, e mesmo as lideradas por homens e mulheres bem informados, precisam que as pessoas mudem para mudar. Mais do que isso, todos precisam que as pessoas não estagnem para não estagnar. Uma boa prática, além da leitura constante para entender o mundo ao seu redor, especialmente o mercado ao seu redor, é a prática de Networking.

O Networking não para gerar relações de negócios, não buscando clientes ou futuros gestores para a sua empresa. Mas um Networking de troca de informações. É conversando com outros gestores que você, empreendedor ou empreendedora, abrirá novos horizontes.

O diferente, no caso do conhecimento, é sempre bem vindo. É esse fator que te conduzirá ao sucesso, a pensar fora da caixa, alçar novos rumos. Desenvolver novas soluções e produtos para um mercado consumidor já acomodado, mas sem estar plenamente saciado.

Em se tratando de conhecimento, acompanhar as novas práticas e a evolução do mercado. Tanto dos mercados próximos e similares ao seu, quanto daqueles distantes e diferentes. É o melhor caminho para desenvolver novos processos e produtos e otimizar a sua empresa.

Deixe seu comentário nos contando como você busca se aperfeiçoar, como adquire novos conhecimentos para diferenciar sua perspectiva dos demais. Compartilhe suas experiências através dos comentários!

Saiba por que os seus colaboradores não são proativos!

Uma característica frequente dos profissionais e colaboradores nas empresas infelizmente tem sido a falta de proatividade. Sim, a falta de iniciativa, criatividade e entusiasmo é um mal que tem se alastrado e age como um grande limitador para o sucesso das empresas. Porém, se engana quem acredita que este tipo de atitude é simplesmente um defeito, uma característica pessoal. Muitas vezes a falha está acontecendo na liderança das empresas, que acabam tolhendo e desanimando seus colaboradores. Sim! Você, líder, pode ser o grande responsável pela falta de proatividade de seus colaboradores. Confira neste conteúdo três fatos que podem estar acontecendo na sua empresa e cuja reversão do quadro depende das suas atitudes!

Delegar Tarefas

A liderança que centraliza demais as ações demonstra não confiar em seus colaboradores. Delegar tarefas significa mostrar ao outro que ele tem potencial de resolver problemas. Este voto de confiança na capacidade de execução de seus colaboradores é o estímulo certo para que se desenvolvam profissionalmente e se sintam trabalhando num verdadeiro time para o qual a vitória é o sucesso do empreendimento. Quando o profissional é chamado a executar tarefas e resolver problemas, ele tem a chance de mostrar seu potencial. Quanto mais confiança for devotada a ele, maior sua capacidade de ser proativo na empresa e de buscar soluções e tarefas por conta própria.

Medo de errar e de se expor ao ridículo

Dizia o grande pensador Maquiavel (século XVI) que é melhor ao líder ser temido do que ser amado. Este é um pensamento antigo que serviu de base para a construção da cultura organizacional ao longo dos anos. De fato, por muito tempo as grandes estratégias empresariais foram forjadas tendo como base estratégias de guerra muito antigas. Não se pode desprezar este conhecimento, mas hoje as empresas e os líderes podem desfrutar de estratégias novas e diferentes para estimular a proatividade e produtividade dos seus colaboradores. Hoje sabemos que, apesar de o temor chamar à responsabilidade, o verdadeiro líder não é aquele que inspira medo, mas sim o que inspira exemplo. Se você provoca terror e pesadelos nos seus colaboradores, pode ter certeza que eles não vão ter iniciativa para fazer nada além do previsto. Sim, o medo de errar, de desagradar e de ser ridicularizado é fator certo para fazer a proatividade passar bem longe da sua empresa.

Medo de perder

Da mesma forma, se o colaborador está sob constante pressão de ter de se responsabilizar por perdas e prejuízos ou até mesmo de perder seu emprego, isto também não é nada atrativo. Claro que ele deve estar ciente de que erros tem consequências e que ele sempre terá de arcar com sua parcela de culpa, mas estimular na empresa um ambiente de perseguição e punição absolutamente não vai ajudar. Por mais desagradável que seja, erros fazem parte da rotina de qualquer empresa, mas se você não estimula um ambiente de segurança e compreensão, não haverá espaço para a criatividade e proatividade na sua empresa, e a solução dos problemas, até mesmo aqueles mais simples e rotineiros da empresa, vão se tornar uma tarefa muito mais difícil.

Está faltando proatividade nos seus colaboradores? Que tal repensar suas atitudes e criar estratégias para estimulá-los? Compartilhe nos comentários o que tem feito em suas empresa para estimular os seus colaboradores!

3 atividades cruciais de empresas bem sucedidas!

Seja qual for a empresa, o segmento e o porte, existem três principais atividades que a empreendedora deve fazer na sua empresa sempre! Caso a empreendedora ou seus colaboradores não estejam fazendo essas atividades que listaremos abaixo, a empresa pode estar com baixa produtividade. Confira quais são essas atividades!

1. Conhecimento

Muitos colaboradores não valorizam essa atividade na empresa. Em algumas empresas costumamos testemunhar profissionais falando que não tem nada para fazer e estão aguardando a sua hora nas redes sociais. É importante frisar que o investimento do salário no colaborador é de 8 horas diárias. Em alguns casos, sugere-se que quando estiver desocupado ele deve fazer uma atividade que agregue conhecimento com foco em melhoria nas suas tarefas e nos seus compromissos, como por exemplo: técnicas de atendimento ao cliente, analisar a concorrência, analisar linhas de créditos e investimentos dos bancos, etc.

O conhecimento pode derivar de pesquisas, de treinamento online ou presencial, desde que estejam alinhados aos objetivos da empresa. Também pode ser adquirido no google, youtube, redes sociais, sempre visando melhorar uma tarefa ou um compromisso.

2. Tarefas

Tarefas são as atividades rotineiras da empresa que a empresária deve fazer ou que o colaborador foi contratado para executar durante a jornada de trabalho. Elas podem ser realizadas a qualquer momento da jornada, desde que tenham início e fim, por exemplo, fazer um orçamento, ler e responder emails, planejar, elaborar relatórios, etc.

3. Compromissos

O compromisso é normalmente uma atividade que exige a presença da empresária ou a presença do colaborador em um determinado horário e que dificilmente pode ser delegado, por exemplo: reunião com cliente, reunião com gerente de banco, etc.

Então, o que você acha de evidenciar mais as atividades de conhecimento na descrição de cargo dos seus colaboradores? Leve em conta que o único investimento que sempre gera frutos é o conhecimento.

Sempre que o colaborador não tiver o que fazer no horário de expediente, sugira uma atividade de conhecimento relacionado com o seu negócio e peça-lhe para compartilhar com você e com os demais colegas o que aprendeu!

A arte de se reinventar

Em tempos de mudanças em velocidade cada vez maior, aprender a se reinventar é uma arte indispensável aos que realmente desejam galgar espaços notáveis ou até mesmo manter-se em condições minimamente competitivas nos ambientes de trabalho e de desenvolvimento profissional.

Aquele tempo do emprego vitalício já ficou para trás, coisa que em empresas de médio e especialmente, pequeno porte, a bem da verdade, nunca existiu. Entretanto, é preciso encarar que, embora a máxima do emprego vitalício tenha morrido, a carreira não. E para que ela também não fique par trás, é necessário que se tenha um espectro de visão um pouco mais amplo acerca das supostas garantias  do emprego, a fim de que a aprendizagem da reinvenção seja um fato e não um duro enfretamento com uma realidade repentina.

De modo que faz bem saber, que a arte de se reinventar exige:

  • Compreender o dinamismo do novo mundo no que tange aos ferramentais disponíveis para a execução de tarefas, bem como aos processos horizontais de tomadas de decisão;
  • A manutenção de uma rede de contatos viva, pois esta poderá ser determinante na definição de novos caminhos profissionais. E essa tarefa impõe interesses reais de relacionamentos entre os contatos, não apenas uma lista a que se recorra em momentos críticos. Aliás, uma rede de contatos viva, também se reproduz em um processo rico de diversidade de pensamento e argumentação que o ajudará a se diferenciar, se você se colocar como parte efetiva da rede;
  • O desenvolvimento de uma marca pessoal, o que significa dizer, antes de mais nada, que você precisa se conhecer muito bem, em suas mais disfarçadas deficiências, tal como, claro, em suas habilidades e capacitações mais louváveis. É esse escopo de saber que o permitirá criar uma presença consistente nos ambientes a que se propõe conquistar e o balizará para startar novos processos profissionais, a descobrir novos caminhos e a propor novas soluções quando ninguém consegue percebê-las.

Claro que reinventar-se não se esgota em três tópicos. No entanto, são estes, norteadores para que diante do inusitado ou de um inesperado acontecimento na sua carreira profissional, você não se veja estático, imobilizado pela incerteza e descrença, mas tenha condições de encarar que novas possibilidades e novos caminhos se abrem a quem se dispõe a começar de novo, a aprender sempre e a se reinventar.