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Inventário de Estoque

O que é Inventário de Estoque e Porque deves Começar a Fazer já!

Você consegue mensurar o estoque da sua empresa? Ele é bem organizado? Se a resposta é não, é porque você ainda não possui um controle do seu estoque. Pois saiba que estoque é dinheiro e deves controlar o seu estoque como controlas o dinheiro da sua empresa.

Desse modo este artigo irá explicar tudo que precisa saber sobre o seu estoque e entender como estar o organizando e mensurando-o.

Mas o que é o Inventário de Estoque?

Primeiro de tudo, inventário de estoque é uma prática utilizada por meio da identificação, classificação e contagem de produtos armazenados. O objetivo desta prática é conferir se todas as informações estão de acordo com a realidade do que foi dado como saída e entrada de mercadorias.

A partir disso, é possível manter uma organização que irá constatar quais são os produtos que possui maior importância. E ainda, quais são os que trazem mais lucros para a empresa. Por outro lado, também é possível saber exatamente que produtos estão encalhados, danificados ou vencidos.

Dessa maneira, o inventário de estoque deve ser o mais completo possível com máximo de informações de cada mercadoria.

Quem deve Utilizar do Inventário de Estoque?

De conformidade, o inventário é recomendado para todo tipo de empresa que precisa fazer um gerenciamento de estoque. Principalmente as empresas do ramo de comércio e varejo como supermercados, farmácias, padarias, lojas e dentre outros.

Este é um recurso para identificar possíveis erros e evitá-los, além de buscar garantir que a armazenagem esteja funcionando como se deve. A realização deste controle não é algo difícil, mas é muito trabalhoso. Já que terá que contar todos os itens.

Leia Também: O que é um Plano de ação, e como fazer ?

Quais os Tipos de Inventários?

A saber, existem cinco tipos principais de inventários, sendo que cada empresa deve utilizar daquele que melhor se adequa às suas expectativas.

Inventário Geral – É o mais completo e demorado, pois abrange a contagem e identificação de todos os bens do almoxarifado, insumos, mercadorias, maquinários, entre outros. Em geral é utilizado pela área contábil da empresa para avaliar e atualizar o patrimônio.

Rotativo – tipo de inventário o qual processo exige que o estoque seja submetido à uma contagem predeterminada (semanal, quinzenal, mensal ou até diariamente). Dessa forma, os dados devem ser atualizados em intervalos de tempos predefinidos. É muito usado por empresas com alto giros de mercadorias.

Periódico – É realizado no final de um período determinado pela empresa. Com o objetivo de atualizar dados do sistema de estoque, corrigindo possíveis falhas e elaborar demonstrativos mais detalhados.

Cíclico – Parecido com o rotativo, porém busca fazer ajustes periódicos entre a quantidade de bens e as informações utilizadas em lançamentos contábeis. Este é para dá segurança a base de dados das empresas, atendendo as necessidades da gestão, evita possíveis extravios e controla os níveis de estoques.

Parcial ou dinâmico – A contagem acontece apenas com uma parte específica dos bens das empresas. Por exemplo, armazém que o foco do controle de estoque é um conjunto predeterminado de mercadorias.

Anual – Refere-se a contagem de bens e mercadorias de uma empresa ao final do ano fiscal. O qual corresponde janeiro a dezembro, que serve para realizar o balanço anual.

Qual a importância do Inventário de Estoque?

O inventário de estoque é importante por diversos fatores, porém entre eles a otimização dos clientes é o mais fundamental.

E o que isso significa? É que com a organização do estoque, catalogado, classificado e com prateleiras ordenadas, o cliente encontrará mais rápido o que ele deseja.

Além disso, a organização das mercadorias reduz perdas, evita desperdícios e diminui custos. Outro ponto importante é que com estoque bem organizado e corretamente monitorado colabora para que a empresa possa ficar em dias com a legislação.

Veja também: A Importância de um Organograma Para as Empresas

Então, Como Fazer um inventário?

Certamente, agora quer saber como estar fazendo o inventário de estoque da sua empresa. Veja esses tópicos que separamos que podem te auxiliar nesse processo:

  • Primordialmente organize os tipos de mercadorias que estão no estoque e faça uma lista separando cada tipo de produto.
  • Coloque um código em cada tipo de produto, inserindo um número para cada mercadoria.
  • Faça uma classificação dos produtos e seus preços. Anote na lista de inventário quanto cada mercadoria pesa, qual o tamanho, cor, preços e outras informações.
  • Registre no relatório de inventário possíveis perdas, roubos ou devoluções.
  • Reserve dia e horário para este processo. Agende um dia tranquilo de preferência que não tenha movimento na empresa.
  • Por fim, utilize software de gestão. Pois ele irá ajudar a manter todas as informações do inventário atualizadas sempre que uma compra for efetuada.

Entendeu como é importante que se faça o inventário de estoque? Pois a partir dele você não será terá apenas o controle de cada mercadoria, mas também evitará custos desnecessários. Verá quais produtos trazem mais retornos e os que não tem essa mesma rentabilidade. E ainda ajudará seus clientes a encontrar de maneira mais rápida o que procura.

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

Como Aferir o Engajamento dos Funcionários – Resolvendo um Problema Impossível

Como Aferir o Engajamento dos Funcionários – Resolvendo um Problema Impossível

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

O engajamento dos funcionários é um termo cujo uso está na moda, e há uma razão profunda para isso! Segundo estudos recentes, o Engajamento dos Funcionários está diretamente associado aos resultados de desempenho da empresa. As organizações têm informado uma redução enorme de custos, à medida em que conseguem melhorar os níveis de engajamento dos funcionários.

  • Balanced Scorecard e engajamento dos funcionários

Processos comerciais internos

Disponibilidade de recursos e ferramentas

% das ideias dadas pelos funcionários e analisadas de forma detalhada

% das tarefas onde a qualidade é avaliada com o Balanced Scorecard

  • Gestão

% das tarefas com alto nível de especialização e envolvimento

Nível de reconhecimento recebido pelo empregado.

Leia também: Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

Qual é a definição de Engajamento dos Funcionários?

  • Trata-se de um conceito de gestão de negócios (de acordo com o Wikipedia), que se refere ao entusiasmo dos funcionários em relação ao seu trabalho.
  • É um apego emocional ao trabalho, como afirmado nos informes do Scarlett Surveys
  • É compromisso emocional com a organização e seus objetivos, conforme afirma Kevin Kruse – escritor de artigos da Forbes e autor de diversos best-sellers voltados à gestão empresarial.

Eu acredito que todas as definições flertam com as palavras, mas a ideia é a mesma.

O importante é diferenciar engajamento dos funcionários de:

  • Satisfação do funcionário
  • Motivação
  • Felicidade

Problema de aferimento

Em um artigo publicado na Forbes, o engajamento dos funcionários é definido como um sentimento e é comparado ao amor. Como se pode medir o sentimento e como se poderia aferir o amor? Não há como fazer isso, mas podemos medir alguns aspectos relacionados (chamados de “perguntas representativas” no artigo).

  • Há o mesmo problema relacionado ao Engajamento dos Funcionários, visto que provavelmente concordaremos com o fato de que se trata de um sentimento que devemos tratar e aferir como um sentimento. E não temos ideia de como fazer isso!

Por outro lado, com a digitalização de todos os aspectos possíveis, provavelmente poderemos chegar a algumas deduções razoáveis.

Abordagem tradicional com levantamentos

A maneira tradicional de medir o engajamento dos funcionários é fazendo um levantamento. Minha opinião é a de que os levantamentos nunca serão objetivos o suficiente. No caso do engajamento, os funcionários têm uma ampla gama de possibilidades de jogar com as respostas. Mesmo que um levantamento seja feito anonimamente.

Eu acredito que seja uma boa ideia combinar pesquisas tradicionais com medidas objetivas.

Meça o que realmente importa

Outro problema com os levantamentos tradicionais é que as perguntas usadas neles não estão relacionadas aos resultados do negócio. Ex.: não está claro se, e como, algum fator do tipo “ambiente familiar no escritório”, afetará o engajamento dos funcionários e, mais ainda, como esse fator afetará o desempenho da empresa.

A análise intitulada Meta-análise Q12 – A relação entre engajamento no trabalho e resultados organizacionais) e publicada pela Gallup nos dá uma pista para esse problema. Este relatório resume a relação entre 12 elementos de engajamento e resultados de desempenho. Na próxima vez que escolher perguntas para uma pesquisa de engajamento de funcionários e decodificar os resultados, você terá muito mais informações sobre os resultados de desempenho associados a determinados fatores que influenciam o engajamento dos funcionários e sua importância.

Leia também: 7 razões para investir mais em seus funcionários

Assistente de Criação e Estratégias – Conjunto de Indicadores de Desempenho em 6 Minutos

Responda a perguntas simples – crie um mapa estratégico profissional em 6 minutos.

A formulação e a descrição das estratégias podem se tornar um projeto demorado, mesmo para um estrategista experiente. Este Assistente de Estratégias de Conjuntos de Indicadores de Desempenho tornará todo o processo rápido e intuitivo.

Medição objetiva com KPIs e Conjunto de Indicadores de Desempenho

O que viria a ser uma abordagem objetiva do Engajamento dos Funcionários? Como discutimos acima, o engajamento é um sentimento e não há como aferi-lo com 100% de precisão, mas podemos tentar.

Utilizamos a estrutura do Conjunto de Indicadores de Desempenho e criamos um Conjunto de Indicadores de Desempenho e de Engajamento dos Funcionários no BSC.

Confira o Conjunto de Indicadores de Desempenho:

  • Na guia KPIs, pode-se encontrar perspectivas e KPIs dentro de tais perspectivas. Cada KPI tem uma descrição acompanhada de valores estabelecidos como metas.
  • Na guia “metas comerciais”, é possível encontrar algumas metas comerciais a título de exemplos.

Ação é a parte mais importante

Não importa o que você usa para medir o engajamento dos funcionários – se levantamentos ou o Conjunto de Indicadores de Desempenho mencionado acima. O mais importante é o que você faz com a informação de que você dispõe. Aja adequadamente para melhor o engajamento dos funcionários e você conseguirá melhorar o resultado final do desempenho comercial.

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Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

 

Como Convencer os Stakeholders a Usarem o Conceito de Balanced Scorecard

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

O Balanced Scorecard é uma ferramenta de negócios reconhecida mundialmente pelos executivos das empresas. O segredo do projeto de sucesso do BSC é que todos os principais funcionários, proprietários de empresas e gerentes de alto escalão estão envolvidos.

As pesquisas mostram que o maior desafio durante a implementação do BSC é o problema motivacional. Antes de iniciar um projeto de Balanced Scorecard, é necessário explicar esta abordagem de negócio a todas as partes interessadas (stakeholders). De modo a que integrem a concepção do Balanced Scorecard e, no futuro, se tornem usuários ativos desta ferramenta comercial. Com certeza, você também enfrentará alguns problemas técnicos, mas será fácil resolvê-los se tiver todos os stakeholders ao seu lado.

O Balanced Scorecard já é amplamente usado

Iniciemos com alguns fatos básicos. A estatística mostra que a estrutura do Balanced Scorecard já é amplamente utilizada em empresas em todo o mundo:

Segundo o estudo da Cranfield University:

  • Mais de 50% das grandes empresas usam algum tipo de Balanced Scorecard.

Segundo o levantamento feito pela 2GC sobre o uso do Balanced Scorecard:

  • 31% das empresas declararam que o Balanced Scorecard é extremamente prestativo, e 42% que ele é muito útil
  • 34% das empresas entrevistadas usam o BSC para gestão estratégica, 35% o usam para relatórios e 17% para gestão operacional

Segundo a Bain & Co

  • Cerca de 70 por cento das organizações implementaram, pelo menos parcialmente, um Balanced Scorecard até 2006.
  • 50% das empresas da Fortune 1.000 estão usando o Balanced Scorecard
  • O Balanced Scorecard foi uma das 5 ferramentas de negócios mais utilizadas em 2013

Você encontrará todas as estatísticas mencionadas no artigo Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas.

Até agora, vemos que o Balanced Scorecard é amplamente utilizado, mas por que é usado? Seguem aqui mais alguns dados que revelam problemas que todas as empresas enfrentam e que o Balanced Scorecard aborda:

De acordo com o Balanced Scorecard Colaborativo

  • 95% da força de trabalho típica não entende a estratégia de suas organizações
  • 90% das organizações não conseguem executar suas estratégias com sucesso
  • 70% das organizações não vinculam os incentivos da gestão intermediária à estratégia

 

O Balanced Scorecard permite que se veja o que há de mais importante

É aí que o Balanced Scorecard entra. Ele permite que você veja o quadro geral do que está acontecendo na empresa e compartilhe esse quadro com os funcionários. Como resultado, os funcionários de nível de atendimento começam a ver a conexão entre o que estão fazendo no momento e a estratégia da empresa. Os executivos aproveitam a visão de cima do que está acontecendo na empresa, por que isso está acontecendo e qual é a resposta da empresa.

Analise seu último lapso

Todo negócio falha em algum projeto ou outro. Na maioria dos casos, não é a questão de uma estratégia errada, mas sim uma questão de má execução. Dê uma olhada no seu último fracasso comercial:

  • Se você tivesse feito um trabalho melhor, você teria uma maior compreensão do que está acontecendo?
  • Seus funcionários alcançariam melhores resultados caso soubessem do plano estratégico por trás de seu trabalho?
  • Se o seu projeto seria mais previsível, você usaria medidas claramente definidas e KPIs?

Caso tenha respondido “Sim” a pelo menos uma das perguntas, o Balanced Scorecard poderá ajudá-lo neste caso. A alta gestão estaria mais focada nos principais desafios do projeto e os funcionários poderiam atingir melhores resultados mais rapidamente. O BSC não é uma pílula mágica e não lhe garante a solução de nenhum problema comercial, mas permite que sua equipe mantenha o foco e minimize os riscos na execução da estratégia.

Já temos os KPIs! 

A maioria dos gestores comerciais argumenta que eles já têm KPIs e, com essa ferramenta, gerenciam seus negócios. Infelizmente, os KPIs são para medição, não para a gestão. Eles podem dar algumas ideias, mas falta-lhes a conexão com a estratégia, os objetivos comerciais e os planos de ação. Foi discutido em detalhes no artigo “Por que a maioria dos KPIs não funciona e o que fazer a respeito”? Para funcionarem de forma eficaz, os KPIs devem ser colocados em um contexto comercial.

Como exatamente o Balanced Scorecard poderá ajudar?

A essa altura, sabemos que para executar uma estratégia de negócios de maneira eficaz, os gestores de alto escalão, gerentes de departamento e funcionários de nível de atendimento precisam ter uma visão geral do que está acontecendo no negócio e por quê. As iniciativas de gestão devem estar alinhadas com a estratégia e precisamos de KPIs para sabermos que estamos no caminho certo. A questão é: “Como o Balanced Scorecard pode nos ajudar”?

  • Obriga os altos executivos a formalizar suas ideias estratégicas em uma forma de mapa estratégico. O mapa estratégico deve ter objetivos comerciais e o mais importante é que, esses objetivos de negócios, devem ser interligados por uma conexão de causa e efeito.
  • Os KPIs estarão alinhados aos objetivos comerciais, para que saibamos se estamos no caminho certo para alcançar o objetivo comercial.
  • No BSC, para cada objetivo comercial, teremos um plano de ação que informará aos funcionários o que eles devem fazer para atingir o objetivo comercial específico.
  • O projeto do Balanced Scorecard será em cascata. O Balanced Scorecard, com seus KPIs e planos de ação, não deve ser usado apenas pelos gestores seniores, mas sim delegado aos níveis departamentais.

Você ainda precisa das suas ferramentas de gestão de tarefas/projetos?

O Balanced Scorecard não substitui as ferramentas clássicas de gestão de projetos. O BSC aborda os problemas de execução da estratégia, não os desafios no gerenciamento de tarefas. O Balanced Scorecard fornece um contexto de negócios para tarefas operacionais. Em vez de apenas fazer o seu trabalho, os funcionários poderão entender por que eles estão fazendo isso e porque é importante. Permite mudar a percepção do trabalho. Como resultado, as empresas que implementaram o Balanced Scorecard relataram aumentos significativos no desempenho final dos negócios.

Segundo o levantamento feito pela 2GC sobre o uso do Balanced Scorecard:

  • Os impactos mais significativos da implementação do Balanced Scorecard foram encontrados nas ações empresariais (83%).
  • Segundo o Fórum do Balanced Scorecard
  • 80% das organizações que utilizam o Balanced Scorecard relataram melhorias no desempenho operacional
  • 66% dessas organizações relataram um aumento nos lucros

O Balanced Scorecard e um painel não são a mesma coisa

A maioria das empresas tem algum tipo de painel. Um painel e um Balanced Scorecard não são as mesmas ferramentas comerciais. Eles são projetados para diferentes propósitos.

  • Os painéis ajudam a gerar algumas percepções comerciais. Os painéis são ótimos para monitorar o estado atual dos negócios.
  • Quando se trata de novos desafios, você precisará de um indicador de desempenho que rastreie seu progresso em direção aos objetivos de negócios especificados.

Para um gestor de alto escalão, o Balanced Scorecard:

  • Lhe dá uma visão macro do que está acontecendo na empresa
  • Ajuda a formular e executar a estratégia
  • Auxilia na visualização de informações cruciais no mapa estratégico

Na próxima vez em que um gestor de alto escalão precise tomar algum tipo de decisão comercial, ele ou ela não terá apenas informações operacionais, mas também terá a compreensão das conexões de causa e efeito entre os objetivos de negócios envolvidos e as soluções de negócios sugeridas.

Quais são os entre os benefícios BSC para um gestor de unidades comerciais?

  • Para um gestor de unidades comerciais, o Balanced Scorecard:
  • Ajuda a monitorar o desempenho atual
  • Ajuda a acompanhar o progresso em direção aos objetivos comerciais
  • Visualiza informações importantes sobre desempenho

Junto do Balanced Scorecard, as iniciativas de alto nível serão traduzidas mais logicamente para o nível departamental. Dessa forma, os gerentes das unidades comerciais poderão concentrar-se no que é importante e evitar fazer um trabalho que não ajuda a empresa a executar sua estratégia.

Quais são os benefícios do BSC para funcionário do nível de atendimento?

Para os funcionários do nível de atendimento, o Balanced Scorecard:

  • Mostra como a tarefa atual está vinculada à estratégia da empresa
  • Acompanha o desempenho atual de forma transparente

Os funcionários ficam feliz por realizarem um trabalho onde um objetivo final e as medidas de progresso são claramente definidas. Com o Balanced Scorecard, os gestores estruturais poderão traduzir para os funcionários de nível de linha não apenas o que deve ser feito, mas por que isso deve ser feito. Conhecer o objetivo final ajuda os funcionários a realizar seu trabalho com mais eficiência.

O QUE SE PODE FAZER no Balanced Scorecard:

  • Não execute o projeto do BSC sozinho. Os gestores de alto escalão gostam de jogar seus joguinhos sozinhos. No caso do Balanced Scorecard, isso não funcionará. Envolva sua equipe o mais rápido possível. Dessa forma, você obterá melhores KPIs, objetivos comerciais, planos de ação e, por fim, obterá melhores resultados.
  • Não use KPIs de recompensa. Vincular recompensas a KPIs específicos facilitará muito a vida do RH, mas não é recomendado o uso de KPIs de recompensas em seu indicador de desempenho; as pesquisas e práticas recomendadas também confirmam esse ponto de vista. Confira o artigo “Remuneração e recompensa por práticas recomendadas de KPI” para obter mais detalhes.
  • Não copie os KPIs de outras empresas. Você precisa mapear seus objetivos de negócios e, em seguida, criar KPIs que medirão seu progresso em relação aos objetivos comerciais ou monitorarão seu desempenho atual. Os objetivos comerciais vêm em primeiro lugar, não os KPIs. Por esse motivo, não faz sentido copiar os KPIs dos outros.

Escolhendo uma ferramenta de automação

Como foi mostrado, o Balanced Scorecard não tem a ver com poucos KPIs e não se destina apenas aos gestores de alto escalão. Para ajudar a empresa a executar sua estratégia, o Balanced Scorecard deve fazer parte do conjunto de ferramentas comerciais de todos os departamentos. A questão é: qual ferramenta de automação de software uma empresa pode usar para o Balanced Scorecard?

  • O Excel é uma ótima opção quando você está diante de um protótipo
  • Quando se trata do mapa estratégico, em cascata, partilhando o seu BSC, escolha um software profissional do Balanced Scorecard como o BSC Designer.

É melhor compartilhar a verdade

Fatos dizem, histórias vendem. Temos de aprender muitos fatos sobre o Balanced Scorecard, mas, para ser realmente persuasivo, é necessário partilhar histórias sobre o Balanced Scorecard com as partes interessadas.

O software BSC Designer ajudou muitas empresas na automação do conceito do Balanced Scorecard. Visite a seção de depoimentos no BSC Designer. Lá, você encontrará mais de 80 depoimentos de usuários de várias empresas de todo o mundo.

Histórias para o mundo dos negócios

As pessoas envolvidas com negócios gostam de ver não apenas os depoimentos do usuário, mas os estudos de caso com mais fatos e detalhes. Compartilhe com sua parte interessada uma das histórias comerciais de nossa seção de estudos de caso. Seguem abaixo alguns estudos de caso mais recentes:

  • A empresa de desenvolvimento de software 2Realpeople utilizou o quadro do Balanced Scorecard automatizado com o BSC Designer para modelar a sua estratégia comercial para 2014.
  • O fornecedor de serviços de segurança da informação, localizado na Eslovénia, a empresa Astec d.o.o. iniciou o projeto do Balanced Scorecard para implementar o controle em seus processos comerciais.
  • Os principais gestores do Concept Italia usam o software BSC Designer para avaliar o nível de realização dos objetivos comerciais. Um dos principais objetivos do uso do BSC Designer na empresa é melhorar a satisfação do cliente.
  • O software BSC Designer suporta uma mudança cultural do tipo “estou fazendo meu trabalho” para “eu entendo a estratégia”, na Talent Consulting.

Ainda duvida do Balanced Scorecard?

É uma tarefa desafiadora capturar todas as características e detalhes sobre o Balanced Scorecard em apenas um artigo. Você encontrará mais detalhes e artigos perspicazes sobre o Balanced Scorecard em outros Artigos do nosso Blog. Além disso, sinta-se à vontade para nos enviar suas perguntas, conte com a Daexe !

Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

 

Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

Existem alguns fatos sobre o Balanced Scorecard que devem ser verificados antes de se iniciar a implementação deste sistema de gestão de desempenho. Como resultado, temos a certeza de que você estará interessado em tentar implementar esse conceito em seu negócio.

De acordo com o Relatório do Estado Global de Pesquisas sobre Estratégia e Liderança de 2014

  • 72% dos executivos das pesquisas responderam que seu modelo de negócios “estará sob ameaça nos próximos cinco anos”.
  • 54% dos entrevistados relataram um mau alinhamento vertical.
  • Para a descrição da estratégia, os executivos usam: SWOT (61%), Modelagem Financeira (55%), Balanced Scorecard (49%)

Segunda o Levantamento Anual de Uso do BSC de 2014

  • 64% dos participantes responderam que usam o BSC para sua gestão estratégica.
  • 44% dos participantes responderam que emitem mensalmente relatórios, conforme o BSC.

De acordo com o Balanced Scorecard

  • Mais de 50 porcento das grandes empresas usa algum tipo de conjunto de indicadores de desempenho, segundo estudo da Cranfield University

Leia também: Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado? Confira a Análise dos Resultados da Pesquisa

Segundo o Balanced Scorecard Collaborative

  • 95% da força de trabalho típica não entende a estratégia de suas organizações
  • 90% das organizações não consegue executar suas estratégias com sucesso
  • 86% das equipes executivas gasta menos de uma hora por mês discutindo a estratégia
  • 70% das organizações não vincula os incentivos da gestão intermediária à estratégia
  • 60% das organizações não vincula a estratégia ao orçamento

Há alguns fatos sobre o Balanced Scorecard que devemos verificar antes de iniciar a implementação deste Sistema de gestão de desempenhos. Como resultado, temos a certeza de que você terá interesse em tentar implementar o conceito de Balanced Scorecard em sua empresa.

De acordo com o relatório BSC de Frustrações e Desafios:

  • 30% das frustrações e desafios do BSC estão associados aos aspectos de motivação do Balanced Scorecard

De acordo com o levantamento da 2GC sobre o uso do Balanced Scorecard:

  • 31% das empresas declararam que o Balanced Scorecard é extremamente útil, enquanto que 42% dizem ser ele muito útil
  • 34% das empresas entrevistadas usam o BSC para gestão estratégica, 35% para emissão de relatórios, 17% para gestão operacional
  • 29% das empresas utilizaram consultores externos para conceber o Balanced Scorecard
  • Os impactos mais significativos da implementação do BSC foram constatados nas ações (83%) e comportamentos (58%) comerciais; a avaliação tem impacto de 63% e o sistema de recompensas tem menor impacto (cerca de 30%)
  • A maior parte dos Balanced Scorecards foi utilizada para fins de planejamento (79%), orçamento (70%) e estabelecimento de metas (51%)

Segundo o Fórum do Balanced Scorecard

  • 80% das organizações que usam o Balanced Scorecard relataram melhorias no desempenho operacional
  • 66% dessas organizações relataram um aumento nos lucros

Segundo a Bain & Co

  • Cerca de 70% das organizações implementaram, pelo menos parcialmente, um Balanced Scorecard até 2006.
  • 50% das empresas da Fortune 1.000 utilizam o Balanced Scorecard

Segundo o Levantamento feito pela(o) “Consulta Anual de Negócios/Balanced Scorecard

  • 37% dos entrevistados não estão satisfeitos com a forma como medem sua organização
  • 67% dos entrevistados usam planilhas
  • 19,5% usam software especializado de gestão de desempenho
  • 19,5% responderam que os Scorecards de seus negócios fornecem o nível certo de informações para que eles possam tomar decisões estratégicas
  • 31,2% têm de 11-20 KPIs nos seus Scorecards e 37,7% têm 1-10 KPIs
  • 40,3% dos entrevistados confirmaram que sua gestão executiva tem um compromisso com seu indicador de desempenho, e apenas 18,8% responderam que existe um compromisso por parte dos departamentos
  • Para 44,2% dos participantes, um indicador de desempenho comercial ainda é uma medida, e não uma ferramenta de gestão
  • 20% das empresas implementaram com sucesso os produtos de softwares de gestão de desempenho e relataram uma influência positiva de seus Scorecard, no desempenho final dos negócios.

Leia também: A Importância de uma Auditoria no Planejamento e Implantação do Balanced Scorecard

De acordo com o levantamento salarial da Indeed.com

  • Para o título “Balanced Scorecard”, o salário anual médio a partir de 2012 será de $ 112.000,00
  • A média salarial envolvendo os postos de trabalhos relacionados ao Balanced Scorecard é 84% superior à média dos salários de todos os postos de trabalho.

O que dizem os especialistas

  • Entrevistamos vários especialistas em gestão de desempenho. Confira o que eles pensam sobre o BSC, KPIs e outras ferramentas comerciais populares

Perfil do Usuário

Embora a maioria dos profissionais de negócios possa se beneficiar deste conceito, certamente há alguns especialistas que fazem parte do nosso perfil principal de usuários.

  • CEOs, fundadores da empresa
  • Profissionais de Estratégia Empresarial e Planejamento Estratégico
  • Especialistas em Gestão de Mudanças, Melhoria de Processos e Desenvolvimento de Negócios
  • Gestores de processos
  • Profissionais da Análise de Negócios e de Consultoria de Gestão
  • Gestores de garantia de qualidade
  • Especialistas em RH
  • Gestores da cadeia de suprimentos
  • Gestores de marketing
  • Diretores operacionais

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Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado? Confira a Análise dos Resultados da Pesquisa

 

Veja Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado.

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

A 2GC Active Management publicou recentemente sua pesquisa anual acerca do Balanced Scorecard de 2014. Em dez páginas, eles compartilharam os resultados da pesquisa juntamente com as principais descobertas e análises de tendências. Seguem aqui alguns dos que eu considero especialmente interessantes para aqueles que estão planejando implementar o Balanced Scorecard ou que acham que é hora de atualizar seu projeto do BSC.

  • 64% usam o BSC para sua gestão estratégica
  • 58% usam o BSC para sua gestão operacional
  • 44% emitem relatórios segundo o BSC mensalmente
  • 28% usam o BSC apenas para emissão de relatórios
  • Os links de premiações relativas ao BSC diminuíram na faixa de quase o dobro de 20%
  • Apenas 22% usam o software de automação do BSC

COMO O BALANCED SCORECARD FOI AVALIADO EM 2014?

64% dos participantes (duas vezes mais que em 2013) responderam que usam o Balanced Scorecard em sua gestão estratégica.O uso do BSC na gestão estratégica

  • 58% dos participantes (um aumento de quase um terço em relação a 2013) relataram na pesquisa que usam o BSC em sua gestão operacional.
  • O número daqueles que o utilizam para relatórios recuou levemente para 28%

Pessoalmente, acho que isso reflete uma mudança positiva na compreensão do papel do BSC. Os profissionais de negócios começaram a tratar o BSC não como uma ferramenta de medição simples. Mas como uma ferramenta de gestão que os ajuda a entender melhor a estratégia. Em vez de apenas disponibilizar alguns números no final do período de emissão de relatórios.

  • 44% dos participantes responderam que emitem relatórios mensais em conformidade com o BSC. Este fato também confirma a tendência geral de tornar o BSC uma ferramenta comercial diária.

Leia também: Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

Menor número de recompensas vinculadas ao Balanced Scorecard

Antes, vínhamos discutindo algumas das melhores práticas sobre o alinhamento dos planos de remuneração do Balanced Scorecard. Os resultados empíricos da pesquisa confirmam que as empresas estão menos entusiasmadas em vincular o BSC às gratificações individuais; a respectiva percentagem das empresas diminuiu em um número beirando o dobro de 20%.

De acordo com os resultados da pesquisa, apenas 22% utilizam softwares de automação para o Balanced Scorecard. A maioria dos entrevistados (39%) ainda usa o software do escritório para esse fim. Acredito que isso possa ser explicado pelo nível de maturidade dos projetos do BSC. A pesquisa refere-se à classificação pautada na geração do BSC, a qual foi explicada anteriormente. A maioria das empresas ainda utiliza o BSC de 1ª geração (30%) e 2ª geração (50%), sendo que apenas 20% utilizam o BSC de 3ª geração.

No momento, o BSC encontra-se mais alinhado com o restante da empresa do que em 2012

Por fim, de acordo com os resultados do levantamento, 44% (30% em 2012) das organizações informaram que possuem múltiplos conjuntos de indicadores de desempenhos. Acredito que isso seja uma evidência indireta do melhor alinhamento do BSC entre as empresas. Mais empresas entendem que o BSC destinado ao alto nível hierárquico seja bom para a gestão, mas não para os departamentos ou funcionários de atendimento ao público.

Leia também: Planejamento Estratégico: O que é?

Como será o Balanced Scorecard em 2015?

Em geral, a pesquisa confirma que existem muitas tendências positivas:

  • Em 2015, veremos ainda mais empresas migrando do BSC mais antigo para o conjunto de indicadores de desempenho de 3ª geração;
  • Mais indicadores de desempenho comercial serão traduzidos para os níveis mais baixos e alinhados com os indicadores de desempenho do nível hierárquico mais alto;
  • A necessidade do software de automação do BSC aumentará;
  • O papel do BSC evoluirá ainda mais de um simples relato para a gestão estratégica;
  • O papel do BSC evoluirá ainda mais de uma simples emissão de relatórios para a gestão estratégica;

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Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

 

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

A Universidade Corporativa é um sistema estratégico para se obter melhores resultados internos, com o treinamento de colaboradores. Ou seja, é a criação de uma rede educacional para funcionários de uma organização.

Por meio de cursos, palestras, oficinas e workshops, a Universidade Corporativa tem o objetivo de atualizar, treinar, informar e educar colaboradores, assim como disseminar a cultura empresarial. Dessa maneira, é possível construir uma equipe mais preparada para os desafios.

No entanto, quando uma empresa sente a necessidade de desenvolver um ambiente de aprendizado e atualização, há uma preocupação: Afinal, isso será custo ou investimento?

Sendo custo um gasto extra e evitável, enquanto investimento é um gasto que terá retorno futuramente, pode-se afirmar que a Universidade Corporativa é um investimento de curto, médio e longo prazo.

Em outras palavras, após investir em projetos de educação para o funcionários, a empresa pode colher bons resultados em pouco tempo (às vezes, em questão de dias). Depois, os resultados podem ser prolongados para meses e anos, quando esse sistema integra a cultura organizacional.

Leia também: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Universidade Corporativa: Como fazer?

A empresa que pretende iniciar com projetos educacionais para os colaboradores, deve passar por um processo de organização para iniciar com a nova cultura. O processo consiste nas seguintes etapas:

1 – Detectar falhas e carências: Ao notar quais são os pontos fracos de uma empresa ou equipe, é possível criar planos mais assertivos para a melhoria do desempenho. Por isso, líderes e gestores devem pesquisar e entender quais são os obstáculos da equipe.

2 – Planejar: Depois, é importante que haja um planejamento para os cursos e palestras, levando em consideração tempo, agenda, horários, participantes, ministrantes, professores, etc. Além disso, nessa fase devem ser discutidas as metas e as ferramentas de mensuração de resultados.

O planejamento também consiste em compreender quais serão os materiais e equipamentos necessários, bem como espaço físico e ambiente virtual

3 – Divulgar e Comunicar: Parte fundamental de uma Universidade Corporativa é o apoio dos próprios colaboradores. Os alunos devem comprar a ideia de uma nova política educacional na empresa, para que o investimento gere resultados.

A divulgação interna é parte fundamental. Por isso, é importante apresentar as vantagens da Universidade Corporativa não só no campo organizacional, mas pessoal. Afinal, ela também é um desenvolvimento pessoal, um avanço na carreira individual e trará resultados pessoais.

4 – Criar uma política de recompensa: Outra parte importante, atrelada à comunicação, é o incentivo à Universidade Corporativa. Com políticas de recompensas (bônus, prêmios, participações lucrativas, e e, planos de carreiras) é possível motivar ainda mais as equipes.

As regras para isso devem estar claras e serem comunicadas antes da iniciação dos cursos. Os funcionários também devem ter conhecimentos sobre as metas que devem ser atingidas.

Universidade Corporativa em EAD

A Universidade Corporativa ainda pode ser implementada em EAD (Educação à Distância). Ou seja, os cursos podem ser transmitidos online para os colaboradores. Gerando inúmeras vantagens para empresa, tais como:

Redução de Gastos: A empresa irá economizar com aluguel ou compra de equipamentos, coffee break ou contratação de palestras. Além disso, há economias com espaço físico (às vezes, é preciso alugar salas), luz, ar-condicionado, entre outros.

Flexibilidade de horários: Não é necessário parar uma equipe inteira para fazer o treinamento. Os colaboradores podem revezar o tempo de estudo com o tempo de trabalho. Isso irá fazer com que a produtividade continue ativa.

Arquivamento de conteúdo: Com os conteúdos disponíveis na internet, é possível revisitá-los para recordar algo. Sendo assim, o aprendizado é contínuo e pode ser transmitidos para novos contratados.

Universidade Corporativa: Hora de investir!

Com a ampliação do conhecimento do time de colaboradores, é possível que uma empresa tenha melhores resultados, maior margem lucrativa e mais produtividade. Além de poder contar com funcionários mais motivados e competentes em suas áreas de atuação.

A Daexe possui serviços e consultorias em Educação Corporativa, e nosso time de especialistas pode te ajudar a implementar uma Universidade Corporativa na sua empresa.

Entre em contato com a gente!

5 Passos para Estruturar uma Universidade Corporativa

 

Universidade Corporativa: Entenda quais são os passos para estruturar uma

Em um mercado competitivo e acelerado, as empresas que param no tempo ficam para trás. Por isso, é fundamental buscar políticas de atualização e treinamento, como uma Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa é um departamento de educação ao colaboradores, a fim de tornar as equipes mais produtivas, atualizadas e competentes. Sendo assim, a empresa passa a ter outros benefícios, como maior lucratividade e melhor vantagem competitiva.

Em outras palavras, a Universidade Corporativa é um sistema educacional interno de uma organização. São ações instrucionais voltadas para o desenvolvimento humano, a capacitação profissional e a busca por mais conhecimentos técnicos, trabalhando as competência institucionais, técnicas e comportamentais.

Nos tempos atuais, essa cultura de educação se tornou ponto-chave para as empresas. Porque além de promover benefícios monetários e produtivos, uma Universidade Corporativa gera resultados no campo emocional de cada colaborador.

Isso porque promove maior motivação (sentimento de valorização) e melhor integração entre equipes (sentimento de companheirismo). Também desenvolve a parte técnica, dando impulsionamentos para a carreira de cada colaborador, que poderá assumir cargos de chefia futuramente.

Veja também o artigo: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Veja a seguir, os 5 passos para estruturar uma Universidade Corporativa:

Universidade Corporativa: O passo a passo para o sucesso profissional

É possível estruturar uma Universidade Corporativa em apenas 5 passos simples para uma empresa. Eles são:

1 – Análise interna e externa

O primeiro passo para implementar uma Universidade Corporativa é estudar e analisar o mercado externo e as competências internas de uma organização. Assim, é possível elaborar metas e conhecer quais são os pontos fracos da empresa levando em consideração onde ela quer chegar a médio e longo prazo.

Uma dica para esse ponto é fazer uma análise SWOT da empresa. A análise SWOT é uma tabela comparativa entre o mercado externo e a produção interna, ela gera uma análise sobre pontos fortes e carências empresariais.

Com esses relatórios em mãos, os líderes devem começar a pensar em quais equipes devem ser treinadas, quais são os tipos de treinamentos e conteúdos, e como isso tudo deve ser feito.

2 – Planejamento

Após a análise, a empresa deve iniciar o planejamento e criar um projeto. O planejamento deve constar:

  • Responsáveis: Quais áreas ou quais colaboradores serão responsáveis pelo desenvolvimento e a organização de uma Universidade Corporativa?
  • Metas: Qual é a meta que se pretende atingir?
  • Índices de Mensuração: Como o resultado será medido?
  • Gastos: Quanto a empresa irá investir?
  • Materiais: O que será necessário comprar ou alugar?
  • Metodologia: Como o aprendizado será feito (Presencial e Portal Virtual?
  • Conteúdo: O que será ensinado?

3 – Desenvolvimento

O terceiro passo é colocar o planejamento em ação. A Universidade Corporativa começa a sair do papel e ganhar vida. Nessa etapa,  estrutura o Sistema de Educação Corporativa, além  de se pensar em estrutura (física e virtual) e demais recursos.

A equipe responsável começa a traçar esboços e materializar planos anteriores. Com isso é possível ter um panorama sobre o projeto feito e até fazer ajustes, se necessário.

4 – Divulgação

Parte importante da Universidade Corporativa é a comunicação aos colaboradores. Eles devem estar cientes do projeto e entender a importância deles. A empresa deve fazer ações de endomarketing para motivar as equipes a participarem efetivamente dos treinamentos.

Os colaboradores são os maiores interessados nesse novo projeto e são eles quem dão vida a uma Universidade Corporativa. Sendo assim, é fundamental contar com o apoio deles e a participação de todos.

5 – Profissional Especialista

Por fim, é fundamental que a empresa conte com um profissional especialista em Universidade Corporativa. A consultoria e colaboração deixará o projeto mais assertivo, favorecendo o alcance das metas desenhadas.

O profissional irá analisar o projeto, promover melhorias e ampliar sua influência nos resultados da organização. Sendo assim, os caminhos para os objetivos são encurtados e facilitados com a visão de um especialista.

Algumas empresas, como a DAEXE, possui a consultoria em  Educação Corporativa. Esse serviço tem como objetivo fazer com que a empresa passe a lucrar com o seu investimento em educação corporativa.

Especialista em Universidade Corporativa

A Daexe pode te ajudar nessa missão. Entre em contato com a gente e consulte um de nós especialistas em Educação Corporativa!

Conte com a gente!

Plataforma para Cursos a Distância

Você também pode utilizar uma plataforma EAD que permita personalização para poder ministrar cursos a distância para a sua equipe, o que facilita principalmente para empresas com grande números de funcionários.

Compliance, o que é ? E porque devo implementar na minha empresa ?

Compliance porque implementar na minha empresa ?

Imagina que dor de cabeça quando uma empresa vira motivo de escândalo por condutas e normas antiéticas de algum de seus colaboradores. Isso é péssimo para sua imagem, além de acabar perdendo dinheiro, clientes, sócios, dentre outras coisas. É importante gerir a imagem de uma empresa e evitar ao máximo esses tipos de situações.

Para isso, escrevemos este artigo falando sobre um programa que irá te ajudar quanto a isso. O compliance, conheça e aplique na sua empresa.

O termo compliance vem do inglês “to comply” e significa, essencialmente, agir de acordo com um conjunto de normas ou regras estabelecidas. Aplicado isso em empresas é simplesmente um programa que buscará garantir que as exigências, políticas e condutas estabelecidas, venham a ser cumpridas.

Mas não se trata de uma imposição e sim, da construção de uma cultura empresarial ética. Por isso, o compliance deve estar alinhado corretamente aos negócios da empresa. Para que no fim, consiga engajar os colaboradores nessa cultura.

O compliance contruibuira para evitar comportamentos que vão contra as normas ou que sejam considerados antiéticos. A ideia não é parecer que seguir algumas normas de condutas seja chato. Mas que seja algo que faça parte do dia-a-dia da empresa, e que os colaboradores gostem de praticar.

Veja: como organizar minha empresa em 7 dias

Como Criar o Compliance?

Essa prática deve ser criada com a ajuda de um especialista. E deverá ser feito um  código de conduta, sendo especialmente voltada para o combate a corrupção. A linguagem deve ser simples, objetiva e de fácil entendimento.

É preciso fazer uma análise bem detalhada sobre os principais riscos de corrupção em que a empresa possa estar expostas. Trabalhar em cima disso, para que então, se evite que a corrupção aconteça.

Comprometimento dos principais gestores e eles devem ser os principais exemplos também. Agindo sempre dentro das normas e de maneira ética. Outro ponto é engajar a equipe. É essencial que eles conheçam e entendam este processo, fazendo treinamentos, além da necessidade de uma boa comunicação. Crie um  canal de comunicação interna permanente com equipe. Servirá para evitar as más condutas.

Garantir a utlização correta dos recursos. Importante que os recursos humanos e fincancieros sejam adequados e suficientes. Ou seja deve atender todas as necessidades do processo. Além de, ter que possuir ferramentas adequadas como por exemplo, instrumentos para analisar o financeiro da empresa.

Estabelecer políticas e procedimentos que possam guiar os atos da empresa. Como politica de anticorrupção por exemplo. E mostre que sua empresa é exemplo, não esconda nada de seus colaboradores e clientes.

Será de extrema importância fazer uma monitoria do processo e buscar uma melhoria contínua. Por fim, é expandir o programa para todos os envolvidos da empresa, funcionários, parceiros, fornecedores, dentre outros.

Existem benefícios para empresas ao aplicar o compliance, veja alguns:

Credibilidade – Clientes, investidores, gostaram de saber que estão lidando com uma empresa ética.

Preservação da integridade – Diminui o grau de exposição da empresa e colaboradores.

Aumento da eficiência e qualidade – Reduz risco de fraudes, desconformidades e  perda de reputação. Melhora a qualidade das decisões, reduzindo custos operacionais.

Melhoria na gestão –  Previne possíveis problemas, e ajuda na organização geral da empresa.

Vantagem competitiva – No mundo globalizado e tecnológico, o compliance fornece uma atratividade. Por meio da consciência ética, exigindo uma postura comportamental que tenha valores.

Ganhos de produtividade – Estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas, de fidelização, comprometimento e rendimento do trabalho é maior dentro de Organizações com forte cultura ética.

Gostou deste artigo ? Compartilhe sua experiência sobre este tema. Caso não tenha implantado o compliance na sua empresa, tente implantá-lo.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

Como organizar minha empresa em 7 dias

 

Como organizar minha empresa em 7 dias

Iniciar um negócio requer a união entre conhecimento, gestão e eficiência. Para quem se pergunta “como organizar minha empresa?”, essa resposta pode ser obtida com alguns tópicos.

Para garantir a organização correta da sua empresa, é importante seguir algumas etapas. Isso inclui desde a definição dos valores da sua empresa, como a elaboração de um orçamento estratégico.

 

Modelos de negócios e SWOT

Conhecido como “Canvas”, o Business Model Canvas é, na verdade, uma ferramenta para auxiliar na montagem de um modelo de negócios. Nele, é possível encontrar mapas pré-formatados para serem utilizados na empresa.

A tela do Canvas apresenta os seguintes pontos:

  • Proposta de valor;
  • Parcerias chave;
  • Atividades chave;
  • Relações com clientes;
  • Segmentos de mercado;
  • Recursos chave;
  • Canais;
  • Fontes de renda;
  • Estrutura de custo.

Veja também: O poder da análise SWOT para as empresas

O modelo apresentado pelo Canvas facilita não apenas para o administrador, mas como todos os funcionários. Aliado à análise SWOT, o modelo de negócios potencializa ainda mais a criação da sua empresa.

SWOT é uma sigla em inglês para as seguintes palavras: Forças, Fraquezas, Oportunidades, Ameaças. Elas servem como base para construir as estratégias da empresa, analisando os próprios potenciais e dos concorrentes.

A análise SWOT é uma das melhores ferramentas para identificar no que a empresa deve apostar ou melhorar. Ela identifica as forças, mas também as oportunidades. O seu principal benefício é o fato de oferecer um embasamento para as mudanças.

 

Organizar minha empresa com MVV

O MVV representa Missão, Visão e Valores da sua empresa. Essas palavras buscam fazer a diferença ao contagiar todo o grupo de trabalho. No caso da Missão ela deve definir como o serviço acontecerá ao longo do dia de trabalho.

Já a Visão representa os objetivos, onde a empresa deseja estar no futuro. Normalmente a Visão é definida com objetivos a longo prazo com base nos resultados desejados. Ela é determinante para definir também o foco da empresa para vencer os desafios.

Os Valores, portanto, são associados à ética. Ele será o norteador das ações da empresa com respeito à ética pré-definida. Isso diz respeito tanto ao relacionamento entre funcionários quanto com clientes.

Organizar minha empresa: do mapa estratégico ao orçamento

Um mapa estratégico é uma das etapas que deve ser fundamental quando você pensa: “como organizar minha empresa?”. Através dele você definirá o que é realmente importante para a sua empresa. Ele também permitirá que você avalie o andamento dela rotineiramente.

No mapa estratégico você deverá ilustrar cada área/setor da sua empresa. Assim, aponte os objetivos sob as perspectivas Financeira, dos Clientes, Processos Internos e Inovações e Pessoas.

De fato, você deverá ter um objetivo principal, que deve ser norteador pelo MVV da sua empresa. Pense em cada uma dessas áreas a partir dos recursos que possui e, principalmente, onde a sua empresa deve chegar e como trabalhará para isso.

A sua empresa precisará de foco para atingir as metas desejadas. O ideal é que cada área e colaborador tenha as suas metas bem definidas justamente para não perder o foco. Cada projeto deve ter um objetivo para que possa mapear exatamente os principais processos do negócio e de cada departamento.

Não se esqueça do orçamento estratégico ao organizar a sua empresa. Inclua nele os seguintes itens:

  • Receitas;
  • Despesas;
  • Custos;

 

É importante também que você reavalie esse orçamento pelo menos uma vez por ano. Dessa forma poderá avaliar o andamento da sua empresa com muito mais embasamento.

Você tem certeza que está executando seu planejamento estratégico ?

Política de recompensa aos colaboradores

Os colaboradores são os responsáveis por fazerem a sua empresa progredir. Por isso, lembrar de incluir uma política de recompensa para eles é tão importante.

Procure estipular um tipo de recompensa para o alcance de cada objetivo proposto no plano estratégico. Além de motivar ainda mais a sua equipe, você passará a mensagem de que trata todos igualmente. Essa é uma forma de fazer a equipe trabalhar mais e promover a harmonia.

 

A Importância de uma Auditoria no Planejamento e Implantação do Balanced Scorecard

Auditoria do Balanced Scorecard: Porque é importante fazer  após sua implantação e após seu Planejamento.

Auditoria é um exame sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor. Tendo objetivo de averiguar se elas estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente. Além disso, se foram implementadas com eficácia e se estão adequadas.

Quando realizada de maneira periódica, é possível encontrar erros e corrigi-los antes que seja tarde demais. Por isso, ao fazer uma auditoria procure fazer na fase inicial de um processo, mantendo assim seu controle.  Isso também é bom e bem visto pelos clientes, pois demonstra a eles que a sua empresa é séria.

As auditorias são classificadas como externa ou internas. Quando se fala de auditoria externa a averiguação será feita em áreas como financeiro, de qualidade, gestão, recursos humanos, sistemas, jurídico, dentre outros. Normalmente é feito por um auditor contratado, que possua especialização na área auditada.

Para entender melhor, vou exemplificar com a auditoria de qualidade. Que é feita a partir de um instrumento gerencial utilizado nas ações referente a qualidade prevista num sistema de qualidade. Portanto, é um processo construtivo e de auxílio a prevenção de problemas.

Já as auditorias internas são feitas voltadas para governança corporativa, gestão de riscos, dentre outros. É feito por alguém da empresa mesmo, que irá apontar e garantir cumprimento dos regimentos, normas e politicas internas. Além de, relatar algum desvio ou vulnerabilidade que possa ter na empresa.

Para exemplificar temos uma Lista de verificação para auditoria do Balanced Scorecard. Use a lista para auditar seu projeto de Balanced Scorecard. Encontrar possíveis problemas e corrigi-los durante os estágios iniciais antes que eles resultem emproblemas maiores.

Leia também: Gestão Documental

Auditoria do Balanced Scorecard

O Balanced Scorecard (BSC) é um método de gestão estratégica, e pode ser traduzido como Indicadores Balanceados de Desempenho. A expressão “indicadores balanceados” significa que a seleção de indicadores não se restringe à área financeira, abrangendo também resultados considerados intangíveis. É o balanço de todos estes aspectos que vai indicar quais mudanças que precisam ser feitas na estratégia da organização. Para traçar o plano levando em conta as perspectivas de um cenário futuro.

O BSC pretende abranger as ações de curto e longo prazo, estabelecendo um equilíbrio entre elas; entre medidas financeiras e não-financeiras; entre indicadores de desempenho e Histórico; entre perspectiva interna e externa do desempenho. Como resultado, proporcionando uma visão mais integral da organização.

A auditoria do Balanced Scorecard pode ser feito tanto interna, como externa. Portanto, auditoria serve para analisar se sua empresa está seguindo ou não as normas. Assim, se entender que precisa fazer uma auditoria faça e não corra riscos desnecessários, evite problemas.

E no caso do BSC não é diferente, procure fazer auditoria após implantá-lo e também após o seu planejamento. É importante para averiguar o quanto seu projeto do Balanced Scorecard está sendo executado de maneira correta. Certamente, se não estiver é o momento para corrigi-lo.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.