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A importância da inteligência competitiva para a sua empresa

Antes de mais nada, você sabe o que é inteligência competitiva? E porque é importante para as empresas? Confira e entenda neste artigo que iremos explicar o que é essa inteligência e porque é importante nas empresas.

 

O que é Inteligência competitiva – IC?

A inteligência competitiva é uma importante ferramenta estratégica que tem como objetivo captar e analisar às necessidades e exigências de mercado o qual a empresa atua.

Em outras palavras,  é possível estar ampliando a competitividade da empresa, se preciso for reorienta metas, planejamento, foco, clientes, produtos, entre outros. Sendo que, sua obtenção de dados é voltada principalmente para consumidores, concorrência e também fornecedores.

Embora, muitos são os estudiosos que descrevem a inteligência competitiva como uma área estratégica focada na concorrência, por conta de toda análise feita no segmento. Além disso, por meio dela a empresa estar se antecipando a qualquer exigência que surja no mercado.

 

Ciclo da IC
  • Planejamento – Estudo do problema e as medidas que vem ser tomadas;
  • Coleta – Procura das informações necessárias para transformar em dados a serem analisados;
  • Análise – Etapa muito importante, pois aqui é aonde geralmente a inteligência deve ser gerada;
  • Divulgação – Com a inteligência aprovada é hora da demonstração.
Leia também: Por que pensar em planejamento é pensar no sucesso do seu negócio

Como coletar dados?

Certamente, há diversas formas de se coletar dados, podendo ser aplicadas mais de 80 técnicas, porém este é um serviço minucioso e deve-se tomar bastante cuidado com a coleta e análise. Mais importante, é que utilize técnicas de acordo com o problema imposto.

Primeiramente, a pesquisa de mercado por exemplo, é uma coleta importante para quem deseja vantagem competitiva e assim conhecer a concorrência. Faça busca de mercado, análise benchmarking, pesquise relatórios e dados oficiais, para obter boas e diversa informações.

Pesquisa entre consumidores é um outro exemplo tanto para vantagem competitiva como para a busca de satisfação dos consumidores. Questionários pós-compras, avaliação do serviço, pesquisas online, etc, podem servir para tirar informações importantes.

Big data, esta é uma ferramenta que necessita de profissional especializado, mas que fornece informações diversas com dados estruturados e não estruturados. E que podem ser captados e analisados como histórico da empresa, comportamento do consumidor, índices macroeconômicos, dentre outros.

Dados do Marketing, este também pode ser um aliado para coletar e analisar dados. Advindos do Google Analytics; relatórios e desempenhos de mídias pagas, redes sociais, e-mail marketing, CRM, inbound marketing e outras ferramentas do marketing digital.

Estratégias utilizadas para gerar inteligência Competitiva

Análise Swot – É uma matriz, método para analisar fatores internos e externos importantes para o sucesso da empresa. Praticamente está em todos os planejamentos estratégicos e nas tomadas de decisão.

Cinco forças de Porter – É um quadro o qual possui uma lista de verificação para analisar o nível de competitividade de uma indústria com base no equilíbrio do poder.

Avaliação e estimativa de mercado – Técnica que permite calcular o tamanho do mercado mesmo se não existir estudos publicados. Auxilia em pontos cegos da empresa.

Analise da cadeia de valor – Abordagem sistêmica que analisa sua cadeia de valor identificando onde se pode criar maior valor para o cliente.

Escada de crescimento – Método para mapear possíveis caminhos de crescimento da empresa ao combinar habilidades e opções continuamente. Pode ser utilizada para mapear escadas de concorrentes e ainda como ferramenta de brainstorm

Árvore ROCE – Método simples para comparação e entender as diferenças estruturais.

Estrutura de poder – Método para quem são os tomadores de decisão em situação de poder. Muito utilizado em vendas.

Teoria dos jogos – Modelo que fornece caminho de análise para antecipar movimentos futuros.

Pontos cegos estratégicos – Análise que auxilia a identificar se a equipe ou está propensa a pontos cegos e como corrigir.

Estrutura 3 C – Importante estratégia de marketing formada por um triângulo que corresponde a Companhia, Clientes e Concorrentes.

Veja também: Endomarketing porque importante para as empresas?

Como utilizar a inteligência competitiva na empresa?

  • Para Identificar questões relevantes para a empresa
  • Na criação das melhores condições de competividade
  • No detalhamento de dados e informações
  • Nas estratégias existentes e na construção de novas
  • Na Elaboração de decisões eficientes
  • Para a construção da matriz Swot
  • Para gerar valor compartilhado
  • Na geração de ações da empresa
  • Na estruturação do negócio

Vantagens de se utilizar a IC

  • Minimizar surpresas advindas dos concorrentes;
  • Identificar oportunidades e ameaças (SWOT);
  • Obter conhecimento relevante para formular o planejamento.
  • Aprender com os erros, acertos e apostas da concorrência;
  • Compreender que tipo de impacto nossas ações estratégicas terão sobre os concorrentes;
  • Compreender a repercussão das ações no mercado;
  • Rever e realinhar estratégia;
  • Garantir meios para uma maior sustentabilidade do negócio.

Gostou do nosso artigo? Compartilhe nos comentários suas experiências.

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

 

Como um assessor executivo pode aumentar a produtividade na sua empresa

Assessor Executivo: Veja no que ele pode contribuir na sua empresa

Um assessor executivo é como um estímulo para os empresários que desejam melhorar o seu desempenho ou da sua empresa. O profissional torna-se um “braço direito” da diretoria da empresa para realizar determinadas ações em alta performance.

Além de trabalhar pela própria motivação, o assessor executivo tem pleno conhecimento de gestão e de como alcançar objetivos. Com o senso de auto responsabilidade apurado, ele estimula toda a empresa a crescer também.

Funções do assessor executivo

O assessor executivo pode exercer funções a nível estrategista, evangelizador, gestor ou networker. O que ditará isso é o formato de trabalho e o que fora colocado a cargo dele pela empresa.

Portanto, ele poderá, por exemplo, ser a pessoa que define o tom e o norte das estratégias. Ele enxerga o negócio como um todo – muitas vezes até de fora – e está apto à tomada de decisões. Além disso, pode ser o elo de ligação da diretoria com os funcionários, exercendo papel de líder.

Como gestor, o assessor executivo é capaz de avaliar resultados e desempenhos. É assim que ele pode apontar onde é necessário melhorar a produtividade, por exemplo. Já como networker ele atua como um representante da empresa no mercado.

O que uma assessoria empresarial pode fazer pelo seu negócio

Princípio de Pareto

É essencial que um assessor executivo trabalhe com base no Princípio de Pareto. Isso nada mais significa do que a regra do 80/20. Ou seja, o assessor atenta-se apenas ao que pode gerar resultados positivos à empresa. Isso ocorre pois a regra afirma que 80% dos efeitos é originado de 20% das causas.

Autonomia e independência: marcas do assessor executivo

Tratando-se de um profissional completo para a gestão, o assessor executivo é habilitado a trabalhar de forma independente. Em outras palavras, ele não espera ordens: apenas faz o que é para ser feito. Essa é uma das principais formas para aumentar a produtividade.

Por trabalhar pela motivação própria, o assessor executivo possui também uma gestão eficiente do tempo. É capaz de fazer uso otimizado e inteligente das tecnologias e possui habilidade de gestão documental. Essas três características, em suma, são as principais para que o trabalho seja bem executado.

Apostar em um assessor executivo também é a certeza de que o profissional está em constante aperfeiçoamento. Essa é uma das metas mais importantes na área: buscar sempre estudar mais para alcançar resultados ainda melhores. Como é possível perceber, o assessor executivo possui uma motivação voltada ao desempenho de alta performance.

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Vantagens de um assessor executivo

Afinal, por que contar com um assessor executivo na sua empresa? Seja ela de grande ou pequeno porte, o profissional pode ajudá-lo a enxergar todos os potenciais do seu negócio.

Uma das tarefas do assessor executivo é justamente pensar em conjunto com a empresa. Ele não trabalha apenas para o bem dela, mas também junto à ela. Ao invés de um empreendedor ou gestor sobrecarregar-se, pode dividir as responsabilidade com o assessor executivo.

Muitas vezes, por exemplo, é preciso um novo comando aos funcionários da empresa, mas isso demanda tempo. O empresário pode, então, contratar um assessor executivo para essa tarefa. O mesmo pode acontecer em outras áreas da empresa, até mesmo para conquistar novas parcerias no mercado.

O importante no assessor executivo é que ele tenha liberdade para agir na empresa em busca dos resultados desejados. Assim, ele identifica os melhores rumos a serem tomados e, a partir da própria motivação, busca esses resultados. O melhor benefício para o assessor, afinal, é crescer junto com a empresa. É assim que ele comprova a sua excelência e importância para o mercado de trabalho.

O assessor executivo precisa deixar um legado na empresa. Para isso, ele precisa sair da sua zona de conforto e assumir diversas responsabilidades e função mais supervisora. Ele precisa ser proativo na busca de melhorar a motivação e qualificação de todos os colaboradores da empresa. Lembre-se um funcionário motivado é capaz de produzir 40% a mais do que o normal.

3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Métricas de vendas

Existe um consenso entre grande maioria dos gestores de que não é possível controlar o que não se mede, e como consequência disso, é impossível implementar melhorias. Devido isso, é sabido que os indicadores são uma excelente forma de controle, acompanhamento e entendimento do processo de vendas. Através deles, é possível compreender processos, identificar falhas e analisar pontos a serem aprimorados. E no post que preparamos hoje para você, vamos falar sobre 3 métricas de vendas que a empresa deve sempre acompanhar. Veja só:

Preço médio por vendas

De forma sucinta, podemos dizer que esse indicador calcula o preço médio de cada venda que é realizada pelos vendedores. Depois de certo tempo que esse controle for estabelecido, é possível saber qual é o valor médio de cada venda. A partir daí, todos os valores que estiverem abaixo dessa média podem ser identificados como oportunidades de melhoria — que podem incluir novas estratégias de vendas —, e os valores que estiverem acima da média podem ser sinalizados como oportunidades de crescimento.

No longo prazo, o gestor de venda, juntamente com sua equipe, podem traçar estratégias especiais que auxiliarão a prospectar e/ou atingir clientes que possuem um preço médio de vendas maior, fazendo com que a empresa possa crescer — e que os resultados apresentados sejam melhores, inclusive de forma qualitativa (maiores lucros através de venda para melhores clientes).

Para calcular o preço médio de vendas por mês, por exemplo, pega-se o valor total das vendas no período e divide pela quantidade de vendas que foram realizadas nesse mesmo período.

Por exemplo: sabe-se que a empresa vendeu R$ 1.000,00 nesse mes, em um total de 10 vendas. Sabe-se que o valor médio por venda é de R$ 100,00. Todas as novas vendas que estiverem abaixo desse valor devem ser sinalizadas como melhoria, e tudo que estiver acima pode ser identificado como oportunidade — tudo isso comparando com a meta de faturamento mensal. Cabe ao gestor criar e implementar estratégias que irão contribuir para a melhoria dos resultados.

Veja também: Técnicas de fechamento de vendas

Taxa de sucesso

Para utilizar essa métrica, é necessário controlar a quantidade total de vendas realizadas e a quantidade total oportunidades fechadas em determinado período. Pela relação desses dois indicadores, podemos calcular a taxa de sucesso, que nada mais é do que o percentual de vendas que foram fechadas em relação a todas as oportunidades que foram abertas.

Quanto maior for sua taxa de sucesso, melhores serão as expectativas para seu negócio. Por outro lado, se sua taxa de sucesso for baixa, é necessário identificar qual é o principal motivo — que pode ser o preço praticado ou até mesmo a falta de qualificação dos vendedores — para a desistência dos clientes e atuar em cima das causas.

Uma forma interessante de chegar aos motivos das baixas taxas de sucesso é avaliando a quantidade de desistências em cada etapa do seu funil de vendas. Altas taxas no inicio podem indicar uma abordagem inadequada por parte do vendedor, ou até mesmo desconhecimento dos produtos. Enquanto muita desistência nas últimas etapas pode indicar falta de habilidades em negociação.

Exemplificando melhor: em um mês, uma empresa fez 100 orçamentos de novos clientes, mas desses 100, apenas 80 se converteram em venda. Nesse caso podemos dizer que a taxa de sucesso dessa empresa é de 80%, o que indica ótimas perspectivas para o negócio. O papel do gestor nesse processo é identificar em qual etapa os outros 20% (insucesso) mais ocorrem e encontrar formas de minimizar essas ocorrências.

Entenda como deve ser o processo arrasador de vendas da sua empresa

Ciclo de vendas

Ele indica quanto tempo em média uma venda leva para ser fechada pela sua equipe. Ele contempla o tempo que cada etapa do processo de vendas pode levar até a venda ser concretizada — ou não.

Esse indicador pode ser útil para identificar compradores em potencial e até mesmo para analisar a probabilidade de ter um negócio fechado. Utilize um comparativo com ciclos de vendas passadas para conseguir identificar quais são suas chances de concretizar a nova. Por exemplo, se uma negociação está durando mais do que o tempo médio calculado pelo seu histórico, suas probabilidades de conseguir fechar negócio são bem menores. É importante lembrar que situações especiais, como promoções, devem ser calculadas separadamente, para que os dados não sejam mascarados ou corrompidos.

Um ciclo de vendas se inicia no momento em que um possível cliente procura o vendedor, até o momento em que a venda é fechada de fato. Existem ciclos que podem durar apenas alguns minutos, enquanto outros podem durar dias ou semanas, dependendo do produto e da área de atuação da empresa. O gestor pode definir um ciclo padrão para todas as vendas, ou um ciclo para cada tipo de produto.

Para melhor entendimento desse tópico, vamos utilizar como exemplo a venda de eletrodomésticos. Suponhamos que cada venda leve em torno de 1 hora para acontecer (desde o momento em que o cliente chega, até o momento em que a compra é efetuada), com base em levantamentos passados. Qualquer negociação futura que ultrapassar esse prazo de 1 hora possui a possibilidade de sucesso reduzida.

Existe uma série de métricas de vendas que gerentes podem utilizar para medir e analisar suas operações e criar planos de ação que buscam melhores resultados. Hoje apresentamos 3 delas que podem ser muito úteis na hora de identificar pontos que precisam ser implementados na criação de metas. Mas é claro que o gestor pode utilizar quantas métricas julgar necessárias para compreender melhor sua operação — desde que tenha o cuidado de selecionar os indicadores para que não se perca o foco meio a tantos controles.

 

Então, o que achou dessas métricas? Agora que você as conhece, qual delas você pensa em usar para controlar os processos comerciais em sua empresa? Conte pra gente através dos comentários. Participe da conversa.

A lição do campeão mundial Michael Jordan: nos momentos de CRISE você descobre a sua verdadeira força!

Diariamente, nos noticiários de televisão ou mesmo nas conversas em família, o assunto se repete: a dita CRISE! A crise vai se tornando desculpa para tudo o que dá errado. Nesta atmosfera pesada, sobra pouco espaço para a maior das lições que a crise pode nos trazer: a oportunidade de sermos melhores! Já ouviu falar que “é no fogo bem mais forte que se forja o aço bom”?

É claro que a crise afeta os negócios. Mais do que isto, a crise faz uma verdadeira “limpa” no mercado: leva embora muitas empresas. Mas será mesmo que o único problema destas empresas é a crise ou havia outros problemas de gestão que foram sendo negligenciados e, em meio à crise, mostraram sua força? Crise não é momento para ficar se lamentando, mas sim, um momento de profunda autocrítica! Colocar a culpa na crise não resolve o problema. É necessário refletir o que não está dando certo. Seu time de colaboradores está mesmo contigo? A gestão financeira está sendo bem administrada? Os processos estão bem definidos? O marketing está sendo eficiente? Se o time está perdendo, é hora de pensar em outras estratégias!

Nós do DAEXE defendemos que a crise é uma grande oportunidade do empreendedor descobrir a sua verdadeira força! Força é resiliência, é superação!

Michael Jordan - Falhas (Failure) Nike Commercial

Neste vídeo, Michael Jordan nos deixa uma mensagem muito profunda: foi a soma de suas derrotas e falhas que o fizeram um sucesso mundial! Por isso, te convidamos a encarar a crise como uma oportunidade de se fortalecer. Seu time está perdendo? É hora de mudar de rumo. Reveja todas as áreas de gestão do seu negócio. Inove! Invista! Sim, por que não?

Não sabe por onde começar? Deixe-nos uma mensagem nos comentários abaixo ou entre em contato com seu Assessor Executivo do Daexe! Será uma satisfação imensa para nós sermos testemunhas do seu sucesso!

10 perguntas sobre o balanced scorecard (BSC) respondidas pelo especialista Thomas MG

“Mesmo as pequenas organizações têm uma necessidade de medir o desempenho, e uma necessidade de cumprir metas com certeza” – Entrevista com Thomas MG, Consultor de Negócios-IT no CXO Dashboards

thomas-MG BSC

Esta entrevista foi concedida originalmente ao blog bscdesigner

1. Por favor, resuma em poucas palavras a sua experiência com o Balanced Scorecard.

Eu implementei o Balanced Scorecard pela primeira vez em minha organização anterior, uma organização de desenvolvimento de software mid size. Tenho desenvolvido Dashboards abrangentes para várias funções, como parte da organização de iniciativas amplas, tais como ISO 9000, CMMI, People CMM e Balanced Scorecard. Durante esta viagem, ganhei insights profundos como um praticante de Balanced Scorecard antes de iniciar meus serviços de consultoria. Agora eu ofereço serviços end-to-end que combinam soluções em metodologia Scorecard e painel equilibrado.

2. Sabe-se que Balanced Scorecard é utilizado por mais de 50% das empresas listadas na revista fortune. Você acha que esse conceito é apenas para grandes empresas?

As grandes organizações encontram no Balanced Scorecard uma ótima ferramenta para gerenciar a complexidade. No entanto, mesmo as pequenas organizações têm sua visão e missão, uma estratégia, uma necessidade de medir o desempenho e uma necessidade de cumprir metas, com certeza. O Balanced Scorecard tem como um dos seus objetivos trazer alinhamento dos colaboradores com a estratégia e os objetivos organizacionais, e por isto é muito aplicável para as pequenas organizações também. Pequenas empresas podem não precisar de dashboards automatizadas sofisticadas, e elas podem ir para aplicativos simples, scorecards baseados Excel ou aplicações scorecard sobre demandas.

3. Além do conceito BSC que é popular agora, que outros conceitos de medição de desempenho de negócios você poderia recomendar para que a empresas considerassem?

Há diversas estruturas de medição de desempenho que uma organização pode escolher, alguns dos mais comuns são Performance Prism, Seis Sigma, o quadro GQM e Malcolm Baldrige de elementos. No entanto, nenhum destes são mutuamente exclusivos. Eu acredito que o Balanced Scorecard é relativamente mais simples de compreender e aplicar, e que o BSC pode ser implementado de forma eficaz em vários níveis – toda a organização, uma divisão ou um departamento. Na verdade, eu tenho implementado com sucesso conceitos do BSC nas funções internas, como RH e TI, sem uma implementação em toda a organização. Isso é útil quando há relutância em ir para uma implementação completa do BSC. Quadros de melhoria da qualidade, tais como Seis Sigma, podem complementar o BSC para as iniciativas que constroem capacidades de organização específica de condução.

Leia também: Balanced Scorecard: Folha Informativa e Estatísticas

4. Por favor, compartilhe sua opinião sobre as ideias-chave que devem ser mantidas em mente para a implementação bem-sucedida de BSC?

Um dos fatores mais importantes é o compromisso do CEO para com o BSC. Clareza sobre os fatores críticos do negócios que o BSC irá abordar e clareza sobre os potenciais benefícios são importantes. Os resultados do BSC deve ser visível dentro de alguns meses. Técnicas típicas que são aplicáveis a qualquer iniciativa de gerenciamento de mudanças, precisam ser aplicadas. O BSC deve ser implementado principalmente para melhorar o desempenho do negócio e não julgar as pessoas. Integre processos BSC com o resto dos processos de organização. Um painel de TI habilitado para cada papel-chave na organização irá melhorar drasticamente a eficácia da implementação do BSC.

5. O BSC é um conceito de medição de desempenho de negócios, mas deve ser usado apenas por gestores de topo e CEO? Ou ele deve ser usado em toda a empresa? BSC deve ser implementada em todos os departamentos ou por exemplo, apenas no RH?

Se houver restrições orçamentais, aconselho a manter o BSC ao nível da gestão de topo, para começar. Se existem problemas de desempenho críticos em apenas um departamento, o BSC pode ser implementado lá primeiro (mesmo que seja apenas um subconjunto do BSC). Scorecards são poderosos mecanismos de feedback e implementá-los através dos resultados de organização e aumento da produtividade. Conceitos de BSC podem ser desdobrado até o nível individual – a gestão de desempenho e sistema de avaliação pode ser perfeitamente integrada com o BSC.

6. Embora existam certos benefícios do BSC, você percebe nele quaisquer limitações ou possíveis problemas? Há algumas áreas onde BSC não funcionar corretamente ou é ineficiente?

BSC existe em torno de quase duas décadas e é bastante amadurecido como um quadro de execução da estratégia. Alguns processos, como Strategic Risk Management , são fracos no BSC. Podem não dar orientação detalhada sobre como escolher uma medida ou como proceder para melhorar qualquer processo de negócio específico. BSC é uma abordagem de cima para baixo, e podem haver momentos em que uma abordagem de baixo para cima é necessária, em sistema automatizado isso já está em vigor. Para um maior sucesso da implementação do BSC, conceitos como a melhoria de processos, automação de processos, e design do painel podem ser aplicados juntamente com os conceitos do BSC. Verificou-se que o sucesso do BSC é maior quando as estratégias de uma organização e as inter-relações entre as várias estratégias são claramente entendidas, caso contrário, torna-se o BSC em uma versão glorificada de relatórios MIS.

7. O conceito de BSC é discutido extensamente. Você acha que a maioria das empresas compreendem a importância do desenvolvimento do BSC? Elas estão dispostos a investir no BSC? É difícil convencer a direção de que é necessário o uso de BSC?

A maioria dos CEOs que conheci concordaram que eles precisam de um painel de negócios com base no BSC para a sua eficácia. No entanto, eles têm seus pontos de vista sobre quando eles podem se dar ao luxo de investir seu tempo e dinheiro em uma iniciativa BSC. Quando o BSC é posicionado como uma solução para um problema de negócios muito crítico, não é difícil obter investimento, desde que a solução venha de uma fonte credível. De antemão eu estou percebendo bom interesse em BSC de organizações que estão saindo da recessão.

8. A aplicação prática é sempre tão importante quanto a própria teoria. Há uma série de maneiras de implementar o BSC, que vão de arquivos do Excel simples a softwares, serviços baseados na web e plena integração com o sistema de negócios da empresa. O que você acha que é a melhor estratégia de implementação em termos de qualidade / preço? Que tipo de ferramentas que você usaria para fazer a implementação?

Isso depende de seu atual investimento em TI. Para uma microempresa, é suficiente ter um BSC baseado em Excel. Para uma organização de pequeno ou médio porte, as aplicações do Scorecard são mais adequadas; idealmente, deve ser utilizável sem suporte de TI. Para grandes organizações, eu acredito que eles vão ter algum sistema ERP no lugar e os aplicativos / Painel Scorecard precisam ser integrados bem como o sistema ERP. Web baseado em aplicações sob demanda são adequados para as organizações conscientes do orçamento; no entanto, elas geralmente têm licenças com base de usuários; para o BSC ser eficaz, os scorecards precisam ser compartilhados com as partes interessadas.

Leia também: Como o Balanced Scorecard de 2014 Foi Avaliado? Confira a Análise dos Resultados da Pesquisa

9. Há empresas que já usam BSC, lemos sobre elas em revistas de negócios, lemos seus estudos de caso e histórias de sucesso. Que conselho você daria a empresas que apenas começaram a considerar a implementação do conceito de Balanced Scorecard?

Antes de começar a implantação do BSC, aconselho ir para um scorecard no nível de estratégia em primeiro lugar. Isto pode ser no Excel. Depois de conseguir maior clareza, você pode estender as suas capacidades através da construção de dashboards em estratégia, nível operacional e nível tático. Isto lhe dará um rápido ROI (Retorno sobre o investimento). Antes de escolher um aplicativo de scorecard, olhe para a sua capacidade de implantar e para as necessidades futuras também.

10. Muito obrigado por suas respostas. Eu acho que nossos leitores gostariam de saber mais sobre a sua empresa e serviço que você oferece. Se possível partilhe também sua experiência detalhado com Balanced Scorecard aqui.

A CXO Dashboards oferece serviços de implementação de dashboards específicas Scorecard e para construção da função equilibrada principalmente para a Indústria de Serviços. Nós também fornecemos serviços de consultoria em melhoria de processos e tipicamente em iniciativas de TI que não estão atreladas ao BSC. Estamos localizados em Chennai, na Índia.

Agora que você já está um pouco mais informado sobre a metodologia balanced Scorecard e seus benefícios, sugerimos que converse com a sua equipe e reflita se esta é uma boa hora para aderir a esta metodologia revolucionária ou ainda, quais ações você e sua equipe podem por em prática tendo em vista o preparo para receber este método.

Não esqueça que os assessores do DAEXE estão à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida. Deixe o seu comentário abaixo!

Saiba por que empresas de sucesso investem em assessoria empresarial

O Brasil é considerado um dos países com maior atividade empreendedora no mundo, ou seja, é um dos países onde mais se busca estabelecer um negócio próprio. Porém, pesquisas de órgãos de tradição, como o SEBRAE, apontam que a taxa de mortalidade das empresas (fechamentos e falências) é muito alta: 27% das empresas fecham no 1º ano de atividade; 38% no 2º ano; 46% no 3º ano; 50% no 4º ano; e nada menos que 62% das empresas fecham antes de completarem 5 anos.
Neste conteúdo, apontamos como a assessoria empresarial pode ser determinante para o sucesso da sua empresa e você poderá compreender por que as empresas de sucesso investem, sem medo, em uma boa assessoria executiva!

A assessoria te ajuda a analisar as oportunidades, definir os principais riscos e elaborar um planejamento consistente

Os primeiro erros mais cometidos por quem vai abrir um negócio são a falta de conhecimento do mercado e a falta de um planejamento consistente que direcione a empresa logo nos seus primeiros anos de existência. A maioria dos empreendedores se lança no mercado com pouco ou nenhum conhecimento sobre questões cruciais do seu negócio, como quem são seus concorrentes e como poderá se diferenciar competitivamente deles, se há de fato uma demanda de mercado significativa pelo que quer oferecer, como fará para que o negócio tenha viabilidade econômica e financeira enquanto não gerar recursos suficientes para se auto sustentar, etc.
Salvo raras exceções, as empresas que dão certo são aquelas que, desde o princípio, estão orientadas sobre os principais riscos e desafios que enfrentarão e quais as oportunidades que a farão se destacar no mercado. Estas são percepções que a assessoria empresarial pode te trazer e que farão você se sentir muito mais seguro ao iniciar o seu negócio.

A assessoria te permite focar na sua área de vocação

Quando as pessoas iniciam um negócio, geralmente estão focadas no trabalho que vão executar dentro do seu nicho de atuação, que é a sua vocação. Porém, abrir uma empresa requer muito mais do que exercer alguma prática profissional, operacional. É justamente no momento de acumular as funções de sua área de formação com a gestão do próprio negócio que muitos empreendedores entram pelo cano e acabam engordando as estatísticas de mortalidade de empresas.
Empresas de sucesso são aquelas que reconhecem suas deficiências em gestão e delegam o que não é sua área de vocação aos cuidados de uma assessoria executiva. Com suas energias direcionadas ao que é o foco do seu negócio, estes empresários conseguem ser muito mais produtivos. Isto, além de aumentar o grau de realização do empreendedor, multiplica a lucratividade da empresa!

A assessoria te ajuda a desenvolver suas características empreendedoras

O acompanhamento de uma assessoria empresarial vai muito além da organizar e gerir departamentos e processos da empresa. Muitas vezes, a maior das contribuições de um assessor é o trabalho de desenvolvimento do próprio empreendedor. Quando começamos um trabalho de assessoria empresarial, é comum encontrarmos empresários deprimidos e com baixa autoestima, sentindo-se derrotados porque seus negócios não estão indo como gostariam, mas eles mesmos não sabem quais medidas tomar. O assessor executivo trabalha estes sentimentos e mostra que é possível ao empresário desenvolver características empreendedoras e fazer seu negócio funcionar. É papel do assessor conduzir seus assessorados a desenvolverem habilidades que ainda não possuem e potencializar aquelas que já existem em prol do seu negócio. Acredite, empresários de sucesso sempre tem por referência um especialista que os ajudou a potencializar suas qualidades empreendedoras.

Está com dificuldades de acumular tantas funções na sua empresa? Ou ainda, ficou com medo de entrar para as estatísticas que mostramos? Entre em contato com o DAEXE. Somos especialistas em prestar um assessoramento sob medida para a sua empresa!

5 lições de Gestão Empresarial que o corpo humano pode nos ensinar

O corpo humano é a máquina mais extraordinária que já foi criada. É incrível a sincronia de como seus sistemas trabalham perfeitamente. Cada órgão possui uma função primordial para que seu corpo tenha um funcionamento normal.

Por essa razão não há como definir qual é o órgão principal do corpo. Cada um tem uma função única e que nenhum outro pode substituí-lo, a não ser que tenha a mesma função.

E na Gestão Empresarial não é muito diferente. Todas as áreas de uma empresa estão diretamente relacionadas. Não é possível definir qual área é mais ou menos importante, nem qual mereça mais ou menos atenção. E todas devem ser acompanhadas de perto para evitar danos que não possam ser reparados.

Os mais interessante do corpo humano é que se algo não está funcionando bem, o sistema sempre dá sinais de alerta. Pode ser uma dor de cabeça, uma dor no estômago, tonturas, dores no corpo, ou qualquer outro sintoma. Tudo para alertar que tem algo errado acontecendo.

E sua empresa também dá sinais quando algo está errado, e é sobre isso que vamos falar neste artigo. Não só vamos aprender medidas para evitar danos maiores, que podem levar sua empresa a morte. Essas medidas vão te auxiliar a cuidar da saúde do seu negócio e levá-lo a crescer mais rápido e com saúde.

Confira na sequencia as 5 dicas para uma ótima Gestão Empresarial em sua empresa!

1 – Tenha um bom Planejamento Financeiro

O financeiro de uma empresa pode ser comparado ao coração do corpo humano. Pois é ele que bombeia o sangue (dinheiro) para manter em funcionamento todas as demais áreas do negócio.

Sem um coração eficiente uma pessoa não tem uma qualidade de vida muita boa, até consegue sobreviver, mas se este não cuida do seu coração, a morte é certa. Assim também acontece em uma empresa. Um financeiro sadio consegue manter a empresa nos tempos de crise e mantém um crescimento saudável.

Na Gestão Empresarial, o Planejamento Financeiro tem papel fundamental, como o coração no corpo humano.

Por isso é de extrema importância que você sempre tenha em mãos um bom planejamento financeiro. Ele vai ser a dieta diária do seu negócio. Com ele você vai saber os limites da sua empresa. Conhecendo os limites, fica mais fácil não cometer erros que podem levar sua empresa a morte.

2 – Faça um Planejamento Operacional eficiente

Se o financeiro é o coração, o operacional da sua empresa representa os demais órgãos. E como você sabe, se um órgão para de funcionar, as coisas complicam tanto quanto se o coração parar.

Por essa razão, uma boa Gestão Empresarial deve garantir para que todas as áreas de produção e de apoio estejam recebendo recursos e utilizando-os de maneira efetiva para obter os melhores resultados utilizando o mínimo de recurso possível.

No corpo humano, os órgãos dão sinais de quando algo está errado, principalmente quando eles estão trabalhando além da capacidade normal. O operacional da empresa também. Alguns destes sinais podem ser: funcionários fazendo muitas horas extras, atrasos nas entregas, custos de produção muito altos, excesso de descartes e retrabalho, entre outros.

Se os órgãos trabalham abaixo da sua capacidade também não é uma coisa muito boa. Alguns órgãos se não forem utilizados constantemente podem até atrofiar. Uma empresa que trabalha abaixo da sua capacidade produtiva também corre sérios riscos de atrofias. Para saber se sua empresa esta trabalhando abaixo da sua capacidade produtiva preste atenção em sinais como: funcionários ociosos, alto uso de capital de giro, vendas apenas nos dias que tem divulgação…

Pra solucionar este ultimo ponto, o próximo passo deve ajudar.

3 – Mantenha Campanhas de Marketing perenes

Para você ter mais resistência física, é necessário levar o seu corpo ao limite. Porém é importante lembrar que existe um limite. Em uma empresa não é diferente. Todo negócio tem limites financeiros e de produção. Ultrapassar qualquer um destes limites ou trabalhar abaixo deles pode matar uma empresa.

Por isto, sua Gestão Empresarial deve garantir também que suas estratégias de Marketing estejam alinhadas com estes dois limites. Seu marketing deve gerar um fluxo constante de clientes, que não ultrapasse e nem fique abaixo da capacidade operacional de sua empresa.

Outro ponto de extrema importância é que Campanhas de Marketing efetivas devem ser mantidas durante o mês inteiro. Não adianta sua empresa ter picos enormes de ligações e contatos em um dia e não conseguir entregar com qualidade, para depois passar o mês inteiro trabalhando abaixo do que você consegue produzir.

4 – Respeite os limites de crescimento

Você sabe que ultrapassar o limite do corpo não é legal. Caso não saiba, tente correr na velocidade de Usain Bolt (o homem mais veloz do mundo). Para conseguir correr igual a ele, você precisaria treinar muito ou recorrer a drogas (anabolizantes) para conseguir chegar à mesma velocidade. A primeira opção é um processo mais demorado, mas é o que seria o recomendado. Já a segunda opção, além de ser prejudicial a sua saúde, se descobrirem você perde toda a credibilidade.

Em qualquer negócio também é assim. Se forçarmos o crescimento não vai ser bom (nem para a empresa, nem para os envolvidos como os funcionários e acionistas).

Para crescer com saúde o empreendedor e sua equipe precisam estar preparados para isso. Principalmente o coração da empresa (financeiro), por que é ele que vai bombear recursos para garantir um crescimento saudável.

Na Gestão Empresarial, o crescimento é primordial para a sobrevivência do seu negócio. Mas tome cuidado com os meios que você utiliza para crescer. Um crescimento muito rápido, por meio de anabolizantes, pode acarretar em uma série de problemas futuros (exatamente como no corpo humano).

5 – Acompanhe regularmente o Desempenho do Negócio

Todo mundo fala que é importante ir ao médico, fazer exames periódicos, mas a própria pessoa que fala não faz. Sabemos que o corpo dá sinais quando algo esta errado, então cabe a nós nos precavermos de uma coisa pior. Por isso devemos consultar especialistas e fazer exames regularmente.

Em seu negócio não pode ser diferente. Você deve estar atento aos sinais que sua empresa está dando. Na Gestão Empresarial, chamamos isto de Gestão do Desempenho Corporativo (CPM).

Não importa o tamanho da sua empresa, você precisa saber tudo referente ao seu negócio, principalmente se você quer levá-la a outro nível. Cobre da sua equipe relatórios de produção, de vendas, de despesas, esteja atento a todos os sinais que a sua empresa dá a você que algo está errado. Faça o acompanhamento do que foi planejado, frente ao que está sendo realizado. E o mais importante seja o dono que a empresa precisa.

Por fim encontre o equilíbrio perfeito para que você e sua empresa consigam ter uma vida longa e saudável. No caso da empresa se você fizer tudo direitinho ela pode até se tornar imortal.

Este artigo foi escrito pelo Reginaldo Mendes,fundador do blog Empreendedor Serial.

Atuação e Modelos de Consultoria

Com advento da administração moderna, o grau de exigência em gestão e desenvolvimento das organizações cresceu e não para de crescer. Em grande parte das empresas no mercado globalizado, a estrutura, métodos ou mesmo abordagens antigas, não estão mais conseguindo proporcionar resultados, ou até mesmo fazerem as empresas sobreviverem. São vários os fatores que levaram a isto, mas dentre eles merece destaque a competitividade e a inovação.

Para o empresário e sua equipe, como destacado na administração científica há um grande grau de especialização em realização de atividades operacionais na empresa, como estas pessoas em sua maioria ficam envolvidos demasiadamente no operacional, de maneira que não conseguem vislumbrar novas possibilidades, pensar estrategicamente sobre aquilo que estão fazendo, ou em possíveis melhorias que poderiam ser alcançadas.
Isto não se restringe às grandes empresas. Na verdade, nas empresas menores devido a exigência de envolvimento maior do empresário no operacional da empresa, este acaba tendo uma restrição consequentemente maior em como melhorar na buscas de melhores oportunidades para o seu negócio.

Estas empresas começaram a ter dificuldade em primeiramente descobrir aquilo que precisaria ser melhorado, bem como evidenciar como fazer ou trazer a melhoria. Tendo em vista isto, ao longo dos anos vem sendo desenvolvido um profissional cuja sua missão e dever é procurar e implementar as melhorias necessárias às empresas.

Para tanto, se desenvolveram diversos modelos de consultoria, dentre eles merecem destaque:

ALOCAÇÃO DE RECURSOS

Exercida por um profissional com muita experiência e conhecimento em uma determinada área, para a resolução de um problema pontual e específico.

Ex.: Recrutamento de pessoas

EDUCAÇÃO CONTINUADA

Cria-se um ambiente e condições para o desenvolvimento dos colaboradores sejam capazes de identificar e resolver problemas. A atuação do consultor é feita de maneira indireta sobre a organização.
Os resultados são observados no longo prazo.

APOIO

Possibilita a expressão e compreensão dos sentimentos e tensão que estão envolvidos no processo de consultoria, mas que podem ter interferência nos resultados da resolução do problema.

PESQUISA-AÇÃO

Consiste no envolvimento conjunto do consultor com cliente com intuito de identificar, diagnosticar, agir e avaliar cada fase da consultoria, de forma colaborativa.

1. Cada problema é tratado individualmente
2. Desenvolvimento constante de novas soluções
3. Capacitação e desenvolvimento continuado da organização e dos colaboradores.

PRESCRITIVA

Forma mais antiga e comum de consultoria a qual consiste em diagnosticar um problema e propor um tratamento ou solução a ser implementada pelo cliente ou ativamente pelo consultor.
Para o sucesso desta intervenção é fundamental a cooperação do empresário e a disponibilização das informações necessárias para a identificação das causas do problemas.

PROCESSO

Parte de uma situação inicial para se alcançar um objetivo especifico. Para tanto utiliza-se e otimiza-se os recursos presentes na organização, assim como incorpora as melhorias necessárias para que seja possível alcançar o sucesso.
Exige grande experiência e competência do consultor.
O consultor apresenta técnicas e ferramentas de forma que estas sejam entendidas e transferidas para a organização, agregando conhecimento e valor

DE RISCO – EXITO

Foco na melhoria econômico-financeira da organização por meio da redução e otimização de custos.
Geralmente os resultados são apenas de curto prazo

Toda empresa possui uma realidade particular, sendo para cada situação necessário se refletir qual a melhor forma de se realizar uma consultoria. Vale destacar ainda, que mesmo sendo realizado um excelente trabalho pelo consultor, os resultados e a diferença no que diz respeito a inovação, competitividade ou melhoria, dependerá da empresa, ou seja das pessoas, em especial da sua liderança para assegurar não somente a legitimidade, mas também a incorporação das melhorias.

Qual o período ideal de um planejamento estratégico?

O período mais “adequado”  varia de acordo com a natureza do negócio, com o estágio de desenvolvimento da organização e com a volatilidade do ambiente externo.

O objetivo do planejamento estratégico é definir uma direção para a empresa. E o processo de definição é tão importante quanto o plano. É um momento de reflexão, discussão, interação – de avaliação interna de forças e fraquezas, das oportunidades do mercado, do perfil da concorrência, da elaboração de planos e definição de objetivos e metas.

Mas, não basta definir uma direção. A estratégia tem que ser traduzida em planos e projetos específicos. Em cada caso, é preciso definir

· Os objetivos a serem atingidos por cada estratégia , preferencialmente de forma quantitativa

· Como será atingido, quais a ações requeridas para atingir o objetivo

· Quais são os recursos necessários para implantar cada estratégia – humanos, financeiros, tecnológicos, etc…

· Os obstáculos a serem superados

· As responsabilidades e prazos – quem fará o que, quando

· O retorno esperado sobre o investimento

Caso contrário, não se tem um plano, mas apenas um desejo, um wishful thinking

E, o prazo do plano varia significativamente de empresa para empresa.

Por exemplo, no caso de uma empresa produtora de celulose, – considerando que são precisos  7 anos para se implantar uma floresta e disponibilizar matéria prima, 3 a 4 anos para planejar, projetar e construir uma fábrica, o plano precisará ser necessariamente de longo prazo. Como o negócio é altamente de capital intensivo, o retorno sobre o investimento dependerá inclusive do timing de implantação do empreendimento, e até mesmo cenários de oferta e demanda de longo prazo são necessários para um bom planejamento.

Já no caso de um start up de tecnologia, para o lançamento de um novo serviço, ou de um novo produto, com uma tecnologia inovadora, o horizonte do plano será bem mais curto, pela própria falta de elementos para um planejamento mais detalhado em um horizonte de tempo longo.  Ainda assim, normalmente se desenharão cenários de mais longo prazo, procurando definir como o novo serviço ou produto estará competindo no mercado, que vantagens competitivas sustentáveis a tecnologia terá no futuro, mas fica muito mais difícil detalhar de forma concreta estratégias específicas de prazo mais longo. Assim, o plano será mais dinâmico e precisará ser revisado e renovado com maior frequência e sempre que surjam fatos novos importantes. (via Endeavor)

A Daexe, Assessoria Executiva pode auxiliá-lo na estruturação do seu plano estratégico, de modo a que possa aprender a definir e transmitir aos seus colaboradores os resultados esperados a partir da análise SWOT, passando por um processo de comunicação efetiva da estratégia até alcançar o Planejamento efetivo para o resultado.

Solicite um diagnóstico gratuito do Assessor Daexe, aqui: contato@daexe.com.br