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Plano de Marketing Digital Porque é Importante e como Elaborar

Já não é novidade que o planejamento é algo extremamente importante para o âmbito dos negócios. Além de ajudar a organizar, definir objetivos e metas, também contribui para evitar e minimizar riscos na execução de um projeto.

Desse modo, nas ações de marketing digital não seria diferente. Por isso, este artigo irá explicar a importância de um plano de marketing digital e a sua execução.

O que é um Plano de Marketing Digital?

Antes de tudo sabes o que é exatamente um plano de marketing digital?

Então, ele é um desdobramento do planejamento estratégico da empresa composto por objetivos, metas e ações. Voltadas para comunicação entre a empresa e o seu público alvo nos meios online. Esse planejamento pode ser de curto, médio ou a longo prazo.

Sendo mais específicos o marketing digital serve para:

  • Elevar a consciência da marca e sua autoridade junto ao mercado.
  • Atrair novos clientes, fidelizar os atuais e recuperar os antigos.
  • Aumentar as vendas, o faturamento e a lucratividade do negócio.
  • Divulgar ou apresentar produtos e serviços novos.

Leia Também: 4 estratégias de marketing atuais que sua empresa deve fazer

Quem deve Utilizar do Marketing Digital? E como Fazer?

O marketing digital é uma atividade crucialmente importante para qualquer empresa, certamente já ouviste falar que propaganda é a alma do negócio, certo. Por esse motivo recomendamos que todas as empresas devem separar uma verba mensal para investir no marketing digital.  Tendo consciência que no marketing não existe fórmula de bolo, mas sim ingredientes.

Contudo, às vezes poderá ter a sensação que estas jogando dinheiro fora, porque os resultados normalmente demoram aparecer. É aí que está o segredo do marketing digital, a persistência, consistência e paciência.

Sendo que no ambiente digital não há necessidade de investir enormes quantias, além de poder mensurar de forma fácil e exata o resultado do investimento. Dependendo de o resultado diminuir, mudar de estratégia ou aumentar o investimento.

Assim também, com a inovação tecnológica que vem acontecendo, o ambiente online apresenta maior potencial para os estrategistas de marketing digital.  A criação e execução de um plano de marketing digital é o ideal para se tornar uma referência no seu setor.

São diversos canais que podem ser utilizados como por exemplo, redes socias, blog, site, email marketing, links patrocinados, youtube, chats, entre outros. Em uma estratégia você pode utilizar vários canais, pois cada um irá agregar nas ações de diferentes formas. Podendo até mesmo transmitir a mesma mensagem em canais diferentes para impactar diversos públicos.

Vantagens de um plano de marketing digital

  • Ajuda a escolher os melhores meios de comunicação para cada público.
  • Possibilita promover ações mais eficazes, com melhores resultados e menores custos.
  • Permite tomar decisões antecipadas.
  • Gera resultados a curto, médio ou longo prazo.
  • Torna mais fácil definir  as métricas para análise dos resultados.
  • Melhora a compreensão do share do mercado da empresa.

Veja Também: Entenda o que é e como funciona a estratégia Account – Based Marketing

Passo a Passo para Criação do Plano 

Para que entenda melhor como fazer um plano de marketing digital, acompanhe este passo a passo. Ele é ideal para implementação do plano na sua empresa.

 1 – Defina e conheça seu público alvo

Primeiramente, é importantíssimo conhecer muito bem seu público alvo, já que a comunicação será destinada para eles. Logo deve-se estudar e pesquisar quem é o seu público, onde ele está, seus desejos, necessidades, influências, motivações, dentre outros. Procure por todas as informações possíveis, porque o plano precisa ter o enfoque certo, para que possa atingir o seu público ideal.

2 – Análise Swot 

Faça uma análise dos ambientes externos e internos da empresa. Verifique quais são suas forças e fraquezas, as suas oportunidades e as ameaças. Trata-se de fazer uma auditoria abrangente que ajuda a identificar os fatores que estão afetando o desempenho da empresa.

3 – Defina objetivos e Métricas

Estabeleça objetivos claros que consiga alcançar. Lembre-se que o objetivo deve ser pautado para trazer melhorias. O que você quer na sua empresa ? O que os clientes procuram ? Faça algumas perguntas e entenda o que precisa ser respondido nesse plano.

As métricas irão avaliar como cada ação está sendo realizada e se está alcançando ou não os objetivos definidos.

4 – Defina os canais 

Com a vasta opções de divulgação, defina qual melhor se encaixa na sua estratégia. Se precisar usar vários como já foi falado não tem problema. Mas não jogue as ações lá e deixe, faça o monitoramento de todas as campanhas realizadas.

 5 – Elabore um cronograma de ações 

O cronograma irá ajudar para que as ações sejam realizadas dentro de um prazo estabelecido e que nenhuma possa se perder. Dessa forma, mantém a organização analisando também o que deve ser feito primeiro, quais são as tarefas mais importantes, etc.

6 – Orçamento 

Faça o orçamento, veja no que, como e para que o dinheiro será investido. Entenda o que está te dando retorno e também o que não está.

7 – Monitoramento 

Faça a monitoração de todas as ações que estão no plano e que devem ser executadas. Acompanhando o antes, o durante e o depois.

Cases de sucesso

Viva Oftalmologia

A Viva Oftalmologia é uma clínica com uma estrutura montada para atender a necessidade de pacientes que buscam o cuidado com a saúde visual e também com a saúde ocular.

Precisando investir para divulgar a clínica, fez uma análise minuciosa de tudo o que poderia ser feito. Como o principal objetivo era divulgar uma técnica específica, tudo foi colocado na ponta do lápis para garantir o melhor ROI para o cliente.
Sendo assim, o resultado foi:

  • 328% de aumento nos visitantes do site;
  • Primeira posição no Google com a palavra-chave da técnica;
  • +55% de vendas no período pelo canal orgânico.
Dove: Retratos da Real Beleza

A campanha global da Unilever para a Dove mostra várias mulheres sendo retratadas por um desenhista forense, baseado nas descrições das próprias mulheres e de outras pessoas.

A campanha está entre as maiores audiências entre vídeos publicitários da história do YouTube. E, segundo o publicitário Paulo Castro, o segredo está na característica de enaltecer a beleza real, o que é emocional, e o direcionamento das campanhas para as redes sociais. Afinal, não dá para fazer uma peça de três, quatro minutos, para a TV.

Gostou do artigo ? Comente suas experiências, e se ainda não fez um plano de marketing digital da sua empresa, tente fazer, conte com a Daexe para realização do seu plano.

A Importância de um Organograma Para as Empresas

A saber, organograma é uma ferramenta muito utilizada nas empresas para auxiliar na estruturação dos negócios. Deixando os processos e funções desempenhadas pelos funcionários de forma mais clara e objetiva. Quer entender melhor sobre isso? leia e saiba mais no nosso artigo.

 

O que é Organograma?

Primeiro de tudo, é preciso explicar que organograma é uma representação gráfica que ilustra, de modo simplificado, a estrutura hierárquica de uma instituição, seja ela uma empresa, um órgão público, uma associação, dentre outros. Sua principal característica é demonstrar como se compõem os cargos, as funções, os setores e além disso serve também como instrumento de comunicação.

Desse modo na formação da sua estrutura é possível apresentar desde o cargo de presidente até o menor nível operacional, sendo divididos por cadeias hierárquicas. E partir disso, é delimitado as responsabilidades e limites dentro da empresa. Não é costume utilizar nele o nome de cada um dos colaboradores e sim cada cargo ocupado, ou dividir por setores.

Leia também:Planejamento e Organização do Departamento Financeiro Como Fazer?

Os Formatos de um Organograma

Primordialmente existem diferentes formatos de organogramas, mas todos possuem os mesmos componentes importantes. E com o mesmo objetivo para poder entender melhor a estrutura dentro da empresa. Vejamos a seguir quais são eles:

Linhas de Comunicação – são linhas contínuas que interligam cargos ou áreas da empresa. Essa linha indica que existe uma hierarquia direta entre esses departamentos.

Unidades de Trabalho, cargo ou área – são as caixinhas. Nelas que você vai escrever quem está sendo representado

Hierarquia – em geral a linha de hierarquia funciona de cima para baixo, da esquerda para a direita ou de dentro para fora.

Divisão Horizontal do Trabalho – Cargos ou áreas em uma mesma linha indica que tem nível hierárquico similar.

Passo a Passo para Elaboração

De conformidade, para estar facilitando a elaboração de um organograma seria de suma importância seguir alguns passos que auxiliaram neste processo.

1º Passo: Separe as funções exercidas por cada um dos funcionários da sua empresa. Isso é importante porque nas empresas menores é comum que uma única pessoa assuma diferentes cargos.

2º Passo: Assinale quem está no comando de cada setor e quem lidera o nível estratégico. Uma boa dica é separar cada nível hierárquico por uma cor diferente.

3º Passo: Depois é hora de oficializar o documento com o setor administrativo e todos os colaboradores. Para melhor absorção, é essencial que o organograma seja colado em um local visível e acessível para todos os gerentes e funcionários.

Como Montar o Organograma da Minha Empresa?

Certamente essa deve ser a dúvida de muitas pessoas sobre como estar montando a estrutura de um organograma, qual programa ou ferramenta para se utilizar.

Neste caso, pode utilizar por exemplo o Excel, inclusive é um dos programas mais usados para fazer isso. Já que o próprio possui até mesmo modelos prontos, que podem facilitar ainda mais esse processo e principalmente para quem não domina esta metodologia.  Além disso, também pode ser feito por meio de ferramentas de gestão ou online ou aplicativo.

Entretanto, lembre-se que a pessoa que for montar a estrutura e organizá-la deve conhecer muito bem cada área da empresa. Ou seja saber quem são funcionários e o departamento de cada um deles, para que não aja erros.

Vantagens:

  • Informações organizadas
  • Visão sistêmica
  • Mostra os pontos de melhoria e os pontos de qualidade
  • Envolvimento dos colaboradores
  • Processos padronizados

 

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

A importância da inteligência competitiva para a sua empresa

Antes de mais nada, você sabe o que é inteligência competitiva? E porque é importante para as empresas? Confira e entenda neste artigo que iremos explicar o que é essa inteligência e porque é importante nas empresas.

 

O que é Inteligência competitiva – IC?

A inteligência competitiva é uma importante ferramenta estratégica que tem como objetivo captar e analisar às necessidades e exigências de mercado o qual a empresa atua.

Em outras palavras,  é possível estar ampliando a competitividade da empresa, se preciso for reorienta metas, planejamento, foco, clientes, produtos, entre outros. Sendo que, sua obtenção de dados é voltada principalmente para consumidores, concorrência e também fornecedores.

Embora, muitos são os estudiosos que descrevem a inteligência competitiva como uma área estratégica focada na concorrência, por conta de toda análise feita no segmento. Além disso, por meio dela a empresa estar se antecipando a qualquer exigência que surja no mercado.

 

Ciclo da IC
  • Planejamento – Estudo do problema e as medidas que vem ser tomadas;
  • Coleta – Procura das informações necessárias para transformar em dados a serem analisados;
  • Análise – Etapa muito importante, pois aqui é aonde geralmente a inteligência deve ser gerada;
  • Divulgação – Com a inteligência aprovada é hora da demonstração.
Leia também: Por que pensar em planejamento é pensar no sucesso do seu negócio

Como coletar dados?

Certamente, há diversas formas de se coletar dados, podendo ser aplicadas mais de 80 técnicas, porém este é um serviço minucioso e deve-se tomar bastante cuidado com a coleta e análise. Mais importante, é que utilize técnicas de acordo com o problema imposto.

Primeiramente, a pesquisa de mercado por exemplo, é uma coleta importante para quem deseja vantagem competitiva e assim conhecer a concorrência. Faça busca de mercado, análise benchmarking, pesquise relatórios e dados oficiais, para obter boas e diversa informações.

Pesquisa entre consumidores é um outro exemplo tanto para vantagem competitiva como para a busca de satisfação dos consumidores. Questionários pós-compras, avaliação do serviço, pesquisas online, etc, podem servir para tirar informações importantes.

Big data, esta é uma ferramenta que necessita de profissional especializado, mas que fornece informações diversas com dados estruturados e não estruturados. E que podem ser captados e analisados como histórico da empresa, comportamento do consumidor, índices macroeconômicos, dentre outros.

Dados do Marketing, este também pode ser um aliado para coletar e analisar dados. Advindos do Google Analytics; relatórios e desempenhos de mídias pagas, redes sociais, e-mail marketing, CRM, inbound marketing e outras ferramentas do marketing digital.

Estratégias utilizadas para gerar inteligência Competitiva

Análise Swot – É uma matriz, método para analisar fatores internos e externos importantes para o sucesso da empresa. Praticamente está em todos os planejamentos estratégicos e nas tomadas de decisão.

Cinco forças de Porter – É um quadro o qual possui uma lista de verificação para analisar o nível de competitividade de uma indústria com base no equilíbrio do poder.

Avaliação e estimativa de mercado – Técnica que permite calcular o tamanho do mercado mesmo se não existir estudos publicados. Auxilia em pontos cegos da empresa.

Analise da cadeia de valor – Abordagem sistêmica que analisa sua cadeia de valor identificando onde se pode criar maior valor para o cliente.

Escada de crescimento – Método para mapear possíveis caminhos de crescimento da empresa ao combinar habilidades e opções continuamente. Pode ser utilizada para mapear escadas de concorrentes e ainda como ferramenta de brainstorm

Árvore ROCE – Método simples para comparação e entender as diferenças estruturais.

Estrutura de poder – Método para quem são os tomadores de decisão em situação de poder. Muito utilizado em vendas.

Teoria dos jogos – Modelo que fornece caminho de análise para antecipar movimentos futuros.

Pontos cegos estratégicos – Análise que auxilia a identificar se a equipe ou está propensa a pontos cegos e como corrigir.

Estrutura 3 C – Importante estratégia de marketing formada por um triângulo que corresponde a Companhia, Clientes e Concorrentes.

Veja também: Endomarketing porque importante para as empresas?

Como utilizar a inteligência competitiva na empresa?

  • Para Identificar questões relevantes para a empresa
  • Na criação das melhores condições de competividade
  • No detalhamento de dados e informações
  • Nas estratégias existentes e na construção de novas
  • Na Elaboração de decisões eficientes
  • Para a construção da matriz Swot
  • Para gerar valor compartilhado
  • Na geração de ações da empresa
  • Na estruturação do negócio

Vantagens de se utilizar a IC

  • Minimizar surpresas advindas dos concorrentes;
  • Identificar oportunidades e ameaças (SWOT);
  • Obter conhecimento relevante para formular o planejamento.
  • Aprender com os erros, acertos e apostas da concorrência;
  • Compreender que tipo de impacto nossas ações estratégicas terão sobre os concorrentes;
  • Compreender a repercussão das ações no mercado;
  • Rever e realinhar estratégia;
  • Garantir meios para uma maior sustentabilidade do negócio.

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Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Redatora e Produtora de Conteúdo para Web. Ama escrever e criar coisas novas. Uma estudiosa sobre o comportamento do consumidor e as novidades da área do marketing.

 

Planejamento Estratégico: O que é?

 

Planejamento Estratégico: O que é?

O planejamento estratégico é um esboço do caminho que a empresa deve seguir com uma série de ações estratégicas. As quais devem ser desempenhadas por cada setor da empresa. Para que eles então, possa cumprir a sua missão e alcançar a sua visão de futuro.

Um planejamento estratégico é capaz de definir os objetivos de uma empresa e criar caminhos práticos para alcançá-los. Sendo assim, é uma ação fundamental para que o negócio gere valor para os clientes, funcionários e os stakeholders.

Esse plano ainda deve ser capaz de aumentar a produtividade da empresa. Além de, aumentar a capacidade dos colaboradores, melhorar a saúde financeira e gerar maior margem lucrativa. Organizando processos internos, de equipes e gestores.

Outra característica importante de um planejamento estratégico é a sua capacidade de gerar uma previsão de resultados. Ou seja, com ele é possível prevenir crises e ter de antemão um panorama do futuro da empresa.

O Planejamento Estratégico pode ser geral (para a empresa toda) ou pode variar de acordo com as áreas. Sendo assim, uma empresa pode ter: Planejamento estratégico Financeiro, Planejamento Estratégico de Marketing, Planejamento estratégico de Vendas, dentre outros.

Leia também: Balanced Scorecard: Existe alguma estratégia em seu plano estratégico?

Planejamento Estratégico: Quando fazer? Quando mudar?

O Planejamento Estratégico deve ser feito no início dos ciclos. Isto é, quando a empresa pretende iniciar um novo projeto, lançar um novo produto ou abrir uma nova área.

Além disso, ele pode ser feito no início do ano, ou início de semestres e trimestres (dependendo da organização da empresa e do tempo em que se quer ter resultados).

Tenha em mente que o plano inicial, com certeza, sofrerá mudanças ao longo do processo. Afinal, nem sempre o papel corresponde à realidade. Além disso, crises e imprevistos podem acontecer.

Portanto, a equipe responsável deve ficar de olho na mensuração de resultados e nos pilares do planejamento estratégico. Caso seja necessário terá que fazer as mudanças adequadas. Mas quando fazer isso?

Alguns projetos devem ser revisados de acordo com o seu período de duração. Por exemplo, projetos elaborados para o período de 1 ano devem ser revisados a cada trimestre. Uma maneira prática de fazer isso é dividir o período em, pelo menos, 4 ciclos e revisar o projeto de tempo em tempo.

A mudança é importante para que ajustes sejam feitos, sem prejudicar o alcance da meta. Outra importância da revisão é o fato de poder acompanhar a mensuração de resultados e gerar uma previsão para o prazo final.

A ideia de ter que mudar um Planejamento Estratégico não deve desanimar a equipe. E muito menos desqualificar esse passo tão importante para a gestão organizacional.

Afinal, isso faz parte do jogo e só tende a melhorar ainda mais os resultados. Por outro lado, não fazer um planejamento estratégico significa encaminhar a empresa para uma falência ou crise grave.

Leia também: Como organizar minha empresa em 7 dias

Como fazer um Planejamento Estratégico?

O primeiro passo para a elaboração de um planejamento estratégico é  definir um posicionamento de futuro  que a sua empresa quer ocupar e  desdobrar esse posicionamento em  uma metaSMART, especificas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes para a empresa e um prazo. Depois disso, as equipes responsáveis devem desenhar quais são as ações que devem ser feitas para alcançar essas metas.

Um planejamento estratégico deve ter: responsáveis, gastos, tempo de duração, ações estratégicas, descrição de processos. Além de, uma política de recompensa para colaboradores.

Outro passo fundamental é a clareza e a divulgação do projeto. As equipes devem ter consciência dos novos rumos e deve existir a motivação efetiva dos funcionários para alcançar o objetivo. Por isso, é tão importante desenvolver uma cultura de bonificação ou premiação.

A empresa também pode contar com um serviço terceirizado para a criação de um planejamento estratégico. E a assessoria completa para a execução  dele dentro da organização.

Essa consultoria, disponível na DAEXE, é capaz de aumentar os lucros de uma empresa em até 6 meses. Além de organizar o empreendimento, melhorando a saúde financeira da organização.

Os especialistas em Planejamento Estratégico da DAEXE podem te ajudar a multiplicar os resultados da sua empresa. Além de, gerar mais produtividade e mais vendas. Contate um de nossos especialistas, e entenda mais como podemos te ajudar nessa missão!

Conte com a gente!

Compliance, o que é ? E porque devo implementar na minha empresa ?

Compliance porque implementar na minha empresa ?

Imagina que dor de cabeça quando uma empresa vira motivo de escândalo por condutas e normas antiéticas de algum de seus colaboradores. Isso é péssimo para sua imagem, além de acabar perdendo dinheiro, clientes, sócios, dentre outras coisas. É importante gerir a imagem de uma empresa e evitar ao máximo esses tipos de situações.

Para isso, escrevemos este artigo falando sobre um programa que irá te ajudar quanto a isso. O compliance, conheça e aplique na sua empresa.

O termo compliance vem do inglês “to comply” e significa, essencialmente, agir de acordo com um conjunto de normas ou regras estabelecidas. Aplicado isso em empresas é simplesmente um programa que buscará garantir que as exigências, políticas e condutas estabelecidas, venham a ser cumpridas.

Mas não se trata de uma imposição e sim, da construção de uma cultura empresarial ética. Por isso, o compliance deve estar alinhado corretamente aos negócios da empresa. Para que no fim, consiga engajar os colaboradores nessa cultura.

O compliance contruibuira para evitar comportamentos que vão contra as normas ou que sejam considerados antiéticos. A ideia não é parecer que seguir algumas normas de condutas seja chato. Mas que seja algo que faça parte do dia-a-dia da empresa, e que os colaboradores gostem de praticar.

Veja: como organizar minha empresa em 7 dias

Como Criar o Compliance?

Essa prática deve ser criada com a ajuda de um especialista. E deverá ser feito um  código de conduta, sendo especialmente voltada para o combate a corrupção. A linguagem deve ser simples, objetiva e de fácil entendimento.

É preciso fazer uma análise bem detalhada sobre os principais riscos de corrupção em que a empresa possa estar expostas. Trabalhar em cima disso, para que então, se evite que a corrupção aconteça.

Comprometimento dos principais gestores e eles devem ser os principais exemplos também. Agindo sempre dentro das normas e de maneira ética. Outro ponto é engajar a equipe. É essencial que eles conheçam e entendam este processo, fazendo treinamentos, além da necessidade de uma boa comunicação. Crie um  canal de comunicação interna permanente com equipe. Servirá para evitar as más condutas.

Garantir a utlização correta dos recursos. Importante que os recursos humanos e fincancieros sejam adequados e suficientes. Ou seja deve atender todas as necessidades do processo. Além de, ter que possuir ferramentas adequadas como por exemplo, instrumentos para analisar o financeiro da empresa.

Estabelecer políticas e procedimentos que possam guiar os atos da empresa. Como politica de anticorrupção por exemplo. E mostre que sua empresa é exemplo, não esconda nada de seus colaboradores e clientes.

Será de extrema importância fazer uma monitoria do processo e buscar uma melhoria contínua. Por fim, é expandir o programa para todos os envolvidos da empresa, funcionários, parceiros, fornecedores, dentre outros.

Existem benefícios para empresas ao aplicar o compliance, veja alguns:

Credibilidade – Clientes, investidores, gostaram de saber que estão lidando com uma empresa ética.

Preservação da integridade – Diminui o grau de exposição da empresa e colaboradores.

Aumento da eficiência e qualidade – Reduz risco de fraudes, desconformidades e  perda de reputação. Melhora a qualidade das decisões, reduzindo custos operacionais.

Melhoria na gestão –  Previne possíveis problemas, e ajuda na organização geral da empresa.

Vantagem competitiva – No mundo globalizado e tecnológico, o compliance fornece uma atratividade. Por meio da consciência ética, exigindo uma postura comportamental que tenha valores.

Ganhos de produtividade – Estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas, de fidelização, comprometimento e rendimento do trabalho é maior dentro de Organizações com forte cultura ética.

Gostou deste artigo ? Compartilhe sua experiência sobre este tema. Caso não tenha implantado o compliance na sua empresa, tente implantá-lo.

 

 

Rafaela de Souza Batista

Bacharela em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNIEURO. Assistente Executiva de Marketing no Departamento de Assessoria Executiva – Daexe.  Gosta de escrever, ler, criar peças publicitária, diagramar e executar tarefas de ações e estratégias marketing. Pesquisadora em comportamento do consumidor.

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Plano de contas gerencial: como elaborar e personalizar para minha empresa

Administrar um negócio torna-se uma tarefa mais fácil quando você possui um plano de contas gerencial. O modelo do plano auxilia a estruturar e organizar todos os dados financeiros existentes sobre a empresa. Você passa a ter não apenas mais controle, mas também mais conhecimento do seu negócio a partir do plano.

Para montar um plano personalizado é necessário, sobretudo, ter total conhecimento e acesso dos dados da empresa. Isso diz respeito desde os lucros a todos os tipos de contas. A seguir confira algumas dicas para estruturar o seu plano da melhor forma!

Plano de contas gerencial: o que é e como aplicar?

Basicamente o plano de contas gerencial consiste em uma série de itens listados que recebem classificações. Ele registrará todo o fluxo de caixa da empresa. Você pode dividi-los em grupos ainda maiores para especificar cada um.

O aconselhável é optar por dois grandes grupos:

Grupo Sintético: grupo principal com divisões como Receita Bruta, Despesas, entre outros dados;

Grupo Analítico: são subgrupos que especificam receita e custos, por exemplo.

Para entender melhor, no Grupo Sintético podem ser incluídas as Receitas. Dentro disso haverá um sub Grupo, que será o Analítico. Nesse caso, o sub Grupo será as Receitas com produtos, por exemplo. Assim, você cria mais sub Grupos detalhados de acordo com o seu negócio.

Em um restaurante, por exemplo, é possível criar grupos de menus, sobremesas, bebidas, etc. Já em uma livraria criam-se grupos de livros. Desse modo, cada empresa pode personalizar o seu plano de contas gerencial.

Não confunda o plano de contas gerencial com o plano de contas fiscal. O plano gerencial é personalizado, ou seja, é estruturado de acordo com as necessidades de cada empresa. As informações que serão contidas para a sua elaboração dependerão justamente da empresa. Nele estarão dados de todas as entradas e saídas detalhadamente.

Leia também sobre: contabilidade gerencial

Vantagens do plano de contas gerencial

Contar com um plano é fundamental para o andamento da sua empresa. Além da organização que se obtém, ele otimiza a pesquisa dos dados financeiros. Ao listar todos os dados como um verdadeiro checklist você evita erros e atrasos na administração.

As vantagens de um plano de contas gerencial perante outros planos, como o contábil, facilita a compreensão da sua importância. Ao contrário dos demais ele não possui um padrão fiscal, ou seja, é variável. Você – e deve – adequar o seu plano à sua empresa. Essa personalização, inclusive, é muito importante para garantir que ele seja bem utilizado.

O plano também permite um controle mais detalhado sobre as contas. Se algum erro estiver ocorrendo com as suas finanças, você claramente o detectará. Ainda, ele auxilia a identificar onde podem estar os gastos excessivos da empresa.

Plano personalizado

Como dito acima, personalizando um plano de contas gerencial é um diferencial para a sua empresa. Apesar de muitos modelos prontos disponíveis, ao estruturar o seu próprio plano você toma mais conhecida do seu negócio.

Veja o exemplo de um plano de conta gerencial:

RECEITA Bruta Total

Receita de vendas de serviços (consultoria empresarial, uso de sistemas, consultoria de marketing)

Receita de vendas de produtos (equipamentos, certificado digital)

CUSTOS

Custos fixos (manutenção de máquinas, insumos de produção, matéria prima, compra de materiais)

Custos variáveis

DESPESAS FIXAS, DIRETAS, VARIÁVEIS

Despesas operacionais (aluguel, água, luz, telefone, internet)

Despesas com RH (salário, 13º, férias, incentivos)

Lembre-se sempre de que o seu plano não precisar seguir padrões de outras empresas. Identifique o que realmente é importante na sua e inicie o seu plano a partir disso. Um plano personalizado é a garantia de que você estará, de fato, otimizado a empresa.

 

Como organizar minha empresa em 7 dias

 

Como organizar minha empresa em 7 dias

Iniciar um negócio requer a união entre conhecimento, gestão e eficiência. Para quem se pergunta “como organizar minha empresa?”, essa resposta pode ser obtida com alguns tópicos.

Para garantir a organização correta da sua empresa, é importante seguir algumas etapas. Isso inclui desde a definição dos valores da sua empresa, como a elaboração de um orçamento estratégico.

 

Modelos de negócios e SWOT

Conhecido como “Canvas”, o Business Model Canvas é, na verdade, uma ferramenta para auxiliar na montagem de um modelo de negócios. Nele, é possível encontrar mapas pré-formatados para serem utilizados na empresa.

A tela do Canvas apresenta os seguintes pontos:

  • Proposta de valor;
  • Parcerias chave;
  • Atividades chave;
  • Relações com clientes;
  • Segmentos de mercado;
  • Recursos chave;
  • Canais;
  • Fontes de renda;
  • Estrutura de custo.

Veja também: O poder da análise SWOT para as empresas

O modelo apresentado pelo Canvas facilita não apenas para o administrador, mas como todos os funcionários. Aliado à análise SWOT, o modelo de negócios potencializa ainda mais a criação da sua empresa.

SWOT é uma sigla em inglês para as seguintes palavras: Forças, Fraquezas, Oportunidades, Ameaças. Elas servem como base para construir as estratégias da empresa, analisando os próprios potenciais e dos concorrentes.

A análise SWOT é uma das melhores ferramentas para identificar no que a empresa deve apostar ou melhorar. Ela identifica as forças, mas também as oportunidades. O seu principal benefício é o fato de oferecer um embasamento para as mudanças.

 

Organizar minha empresa com MVV

O MVV representa Missão, Visão e Valores da sua empresa. Essas palavras buscam fazer a diferença ao contagiar todo o grupo de trabalho. No caso da Missão ela deve definir como o serviço acontecerá ao longo do dia de trabalho.

Já a Visão representa os objetivos, onde a empresa deseja estar no futuro. Normalmente a Visão é definida com objetivos a longo prazo com base nos resultados desejados. Ela é determinante para definir também o foco da empresa para vencer os desafios.

Os Valores, portanto, são associados à ética. Ele será o norteador das ações da empresa com respeito à ética pré-definida. Isso diz respeito tanto ao relacionamento entre funcionários quanto com clientes.

Organizar minha empresa: do mapa estratégico ao orçamento

Um mapa estratégico é uma das etapas que deve ser fundamental quando você pensa: “como organizar minha empresa?”. Através dele você definirá o que é realmente importante para a sua empresa. Ele também permitirá que você avalie o andamento dela rotineiramente.

No mapa estratégico você deverá ilustrar cada área/setor da sua empresa. Assim, aponte os objetivos sob as perspectivas Financeira, dos Clientes, Processos Internos e Inovações e Pessoas.

De fato, você deverá ter um objetivo principal, que deve ser norteador pelo MVV da sua empresa. Pense em cada uma dessas áreas a partir dos recursos que possui e, principalmente, onde a sua empresa deve chegar e como trabalhará para isso.

A sua empresa precisará de foco para atingir as metas desejadas. O ideal é que cada área e colaborador tenha as suas metas bem definidas justamente para não perder o foco. Cada projeto deve ter um objetivo para que possa mapear exatamente os principais processos do negócio e de cada departamento.

Não se esqueça do orçamento estratégico ao organizar a sua empresa. Inclua nele os seguintes itens:

  • Receitas;
  • Despesas;
  • Custos;

 

É importante também que você reavalie esse orçamento pelo menos uma vez por ano. Dessa forma poderá avaliar o andamento da sua empresa com muito mais embasamento.

Você tem certeza que está executando seu planejamento estratégico ?

Política de recompensa aos colaboradores

Os colaboradores são os responsáveis por fazerem a sua empresa progredir. Por isso, lembrar de incluir uma política de recompensa para eles é tão importante.

Procure estipular um tipo de recompensa para o alcance de cada objetivo proposto no plano estratégico. Além de motivar ainda mais a sua equipe, você passará a mensagem de que trata todos igualmente. Essa é uma forma de fazer a equipe trabalhar mais e promover a harmonia.

 

Perguntas & Respostas sobre o Balanced Scorecard

Balanced Scorecard: Confira perguntas e respostas sobre essa importante ferramenta de gestão.

Este artigo foi escrito por Aleksey Savkin e gentilmente cedido para os leitores do blog da Daexe.

Se você perguntar a um profissional de negócios sobre o Balanced Scorecard, em 95% dos casos, você ouvirá que se trata de “equilibrar” os Principais Indicadores de Desempenho dentro de quatro perspectivas. Com essas ideias enganosas, as pessoas começam a implementar a estrutura, não conseguem faze-lo e chegam à conclusão de que o Balanced Scorecard não é para elas.

Segue uma compilação das perguntas mais frequentes sobre o Balanced Scorecard e os KPIs. Esperamos que as nossas respostas o(a) ajudem a trilhar o caminho certo com a estrutura.

O que é um Balanced Scorecard?

Uma resposta curta seria: trata-se de uma estrutura de execução de estratégias. Tendo dito isso, precisamos entender que não há um acordo universal sobre o que é estratégia, ou sobre as formas de rastrear sua execução.

Por vezes, o Balanced Scorecard é definido como um meio de articular a estratégia, traduzi-la para os funcionários de atendimento e garantir que essas ideias sejam executadas com sucesso.

Se escreve “Balanced Scorecard” ou “Balanced score card”?

O termo correto é “Balanced Scorecard” ou “BSC.” Seria errado escrever conjunto de indicadores de desempenho (em letras minúsculas), Conjunto de Indicadores de Performance, BSc, bsc etc.

Quem são os autores do Balanced Scorecard?

A ideia foi sugerida pela primeira vez no início dos anos 90, pelos drs. Robert Kaplan e David Norton. O site do Instituto do Balanced Scorecard é um ponto de referência obrigatória para informações históricas, bem como para conselhos práticos sobre o BSC.

Quem o utiliza?

Qualquer organização tem uma estratégia, mesmo pequenas empresas e pessoas físicas; portanto, com algumas modificações, o Balanced Scorecard pode ser usado por qualquer organização, incluindo organizações sem fins lucrativos. Segundo um estudo do Grupo Gartner, mais de 50% das grandes organizações adotaram o Balanced Scorecard.

Leia também:O poder da análise SWOT para as empresas

Por que as empresas o usam?

A raiz do problema é que o quadro estratégico nas mentes dos gestores de alto escalão não é o mesmo que uma imagem nas mentes dos funcionários de nível de atendimento. Os estudos do Relatório do Conjunto de Indicadores de Colaboração mostram que mais de 95% dos funcionários não entendem a estratégia de uma organização. Isso leva as organizações a uma execução menos eficiente e eficaz.

O Balanced Scorecard supostamente ajuda a resolver esse problema, alinhando metas de nível superior com ações de nível de atendimento e, assim, tornando o processo de execução da estratégia mais rastreável.

Aqui temos mais fatos sobre o Balanced Scorecard, os quais esclarecem o quanto ele é usado e quais problemas ele resolve.

Tem a ver com os principais indicadores de desempenho?

Em suas versões anteriores, parecia mais uma estrutura de medição de desempenho, na qual as medidas (não necessariamente os principais indicadores de desempenho) desempenhavam um papel significativo. Atualmente, as medidas são responsáveis pelo acompanhamento da execução da estratégia, mas eu diria que a parte principal é um mapa estratégico com metas comerciais conectadas por links de causa e efeito. As métricas ainda estão lá, mas elas não são o principal objetivo do jogo.

Quais são os princípios-chave do Balanced Scorecard?

Vou simplificar, mas, ao meu ver, esses são os três princípios mais importantes:

  1. Relação de causa e efeito entre objetivos
  2. Mostrar como o valor do cliente é criado e como ele está vinculado aos objetivos da organização
  3. Alinhamento de medidas e iniciativas com objetivos

Qual é o processo do Balanced Scorecard?

Varia de empresa para empresa e de consultor para consultor. Isso é o que recomendamos para a execução da estratégia, no geral, e para o Balanced Scorecard, em particular.

E se uma empresa tiver um Balanced Scorecard com muitos KPIs, mas sem uma estratégia?

O Balanced Scorecard é um termo que está na moda. Como acontece com qualquer termo que pegou, algumas confusões são inevitáveis. Um conjunto de mais de 100 KPIs não é um Balanced Scorecard, é um indicador de KPI. Seria mais correto chamar essas ferramentas comerciais de um painel ou simplesmente de um indicador de desempenho. Assim, a diferença entre um painel e um indicador de desempenho fica bem clara.

As abordagens são similares às do Balanced Scorecard?

Os executivos de negócios sempre usam uma combinação de várias ferramentas. Existem estruturas que abordam o problema do planejamento estratégico e de execução: Hoshin Kanri, 7-S, OKRs, Geração de Modelos Comerciais (vide o livro de Yves Pigneur e Alexander Osterwald). E, com certeza, existem muitas outras ferramentas de suporte como o SWOT, análise de lacunas, avaliação de riscos etc. Na prática, há sempre uma mistura de diferentes ferramentas de negócios.

Preciso de um software para trabalhar com o Balanced Scorecard?

Na minha opinião, a resposta é “sim”. Caso contrário, corre-se o risco de gastar mais tempo no projeto e ainda enfrentar problemas de motivação. Confira nosso guia de compras para o software de execução de estratégias.

Uma nota de bom senso: antes de acessar as ferramentas de automação, você precisa ter certeza sobre sua estratégia e metas comerciais.

Qual é o maior desafio do Balanced Scorecard? Como resolvê-lo?

De acordo com nossas pesquisas informais, o maior desafio é a motivação para começar a usar e continuar usando o Balanced Scorecard. Neste artigo, discutimos como resolver o problema. Outro grande desafio é encontrar medidas de desempenho adequadas (vide a próxima pergunta).

Como encontrar os KPIs certos para o indicador de desempenho?

Primeiramente, seria recomendável entender a diferença entre métricas, medidas e KPIs. O maior erro seria pegar indicadores de desempenho de alguma lista na Internet. Em vez disso, concentre-se primeiro nas metas de negócios e os indicadores aparecerão naturalmente. Aqui está o processo para os KPIs que recomendamos.

Leia também: Inovação organizacional: Como aplicar na sua empresa

O que é um Balanced Scorecard em cascata?

A ideia de cascata (no caso do Balanced Scorecard também é chamado de “alinhamento”) tem a ver com a tradução dos objetivos do alto escalão para os níveis mais baixos (e vice-versa). A ideia-chave é que o cascateamento é feito por metas comerciais, e não por KPIs. Aqui você encontrará exemplos de algumas abordagens típicas para o cascateamento.

Como usar o Balanced Scorecard para…?

Não há regras específicas para nichos de negócios específicos. As ideias orientadoras que os estrategistas usam para uma empresa de varejo são semelhantes às ideias que se usarão para uma empresa hoteleira. Ainda assim, ter alguns exemplos é sempre uma boa ideia.

Você tem mais perguntas? Sinta-se à vontade para fazê-las nos comentários. E os especialistas da Daexe estão à disposição para tirar qualquer dúvida. 

Você tem certeza que está executando o planejamento estratégico?

Planejamento estratégico

Você consegue ver de que forma as ações que sua equipe está executando ou medindo estão ligadas ao planejamento estratégico da sua empresa? Para muitos gestores a resposta é NÃO e isto produz uma frustração muito grande. Infelizmente, boa parte dos planejamentos estratégicos elaborados pelas empresas não mostram como a estratégia pode ser executada no dia a dia, da diretoria e gerência ao nível mais operacional, limitando-se geralmente à descrição do MVV (Missão Visão e Valores) e da matriz SWOT (pontos fortes, pontos fracos, desafios e oportunidades).

 

O Balanced Scorecard é uma metodologia de gestão estratégica criada justamente para auxiliar às empresas neste caminho de materialização da estratégia. Ele permite desdobrar o MVV em objetivos estratégicos que contemplam cada perspectiva da empresa: finanças, clientes, processos e aprendizado/inovação. Estes objetivos, por sua vez, são desdobrados em metas crucialmente importantes e atribuições para cada membro da equipe. Desta forma, a metodologia consegue conduzir a estratégia até o nível operacional, engajando a empresa como um todo.

A metodologia é eficiente, mas seu desenvolvimento e gestão exigem estudo e conhecimento de como fazer. Quando o percurso entre descrição da estratégia e execução via Balanced Scorecard é feito de forma errada, a liderança se vê diante do mesmo problema de quando não tinha o BSC: não consegue perceber qual a ligação entre o que a equipe está fazendo e o planejamento estratégico que foi definido. Isso acontece, segundo a consultora especialista em estratégia Gail Perry (do Instituto Balanced Scorecard) por um problema que ela chama de ligações quebradas.

O que são ligações quebradas?

Como falávamos anteriormente, existe um fio condutor que deve ligar a descrição mais filosófica da estratégia ao seu nível mais palpável, que são as atividades realizadas pelos colaboradores no dia a dia. A ligação se quebra quando não é possível entender de que forma a tarefa do dia a dia está ligada à estratégia.

Por quais motivos as ligações são quebradas?

Segundo Gail Perry, uma das principais causas para ligações quebradas é a situação em que uma equipe cria o plano estratégico da organização (diretoria ou uma equipe executiva) e, em seguida, uma equipe diferente (equipe de gerenciamento ou força-tarefa) é direcionada a “converter” o plano estratégico em um Balanced Scorecard. Essa abordagem fragmentada para a construção do BSC possui 3 grandes falhas, que explicamos a seguir.

Falha 1: Incompatibilidade

Se o grupo que fez a estratégia não o fez pensando em como ela se desdobraria em uma Balanced Scorecard, provavelmente sua descrição terá um problema de incompatibilidade. As estruturas tradicionais de planejamento estratégico raramente contêm vínculos claros e propositivos que vislumbrem o caminho feito partindo-se da visão de alto nível, missão e posicionamento competitivo até as áreas de foco (temas estratégicos) e objetivos estratégicos (que são os elos críticos utilizados pelo Balanced Scorecard para conectar estratégia com execução).

Falha 2: Incompletude

A estratégia formulada por uma equipe desconectada da construção do BSC geralmente é incompleta. Muito provavelmente eles não consideraram nesta formulação as quatro dimensões interdependentes do BSC – as 4 perspectivas do BSC, que são finanças, clientes, processos e aprendizado/inovação – que deveriam direcionar a descrição dos objetivos e resultados estratégicos. E sem isso, dificilmente será possível que a estratégia seja executável.

Falha 3: Intraduzibilidade

Neste caso a equipe que ficou responsável por desenvolver o Balanced Scorecard fica batendo cabeça, tentando forçar uma tradução impossível do planejamento estratégico formulado pela outra equipe. Esta abordagem pode levar a suposições errôneas sobre estratégia. Pior ainda, a equipe pode simplesmente abandonar o esforço para interpretar a estratégia e, em vez disso, recair sobre óbvios objetivos operacionais necessários para garantir que a organização funcione exatamente como sempre foi. Nestes casos de intraduzibilidade, os objetivos operacionais resultantes podem ou não estar alinhados com o FUTURO desejado pela organização (direção estratégica desejada ou mudança no posicionamento competitivo). Em outras palavras, a intraduzibilidade acaba gerando a construção de um scorecard que simplesmente se limita a medir a execução operacional tradicional da empresa, desviando-se do foco original que é a estratégia.

Depois de lhe apresentar esses problemas, pergunto novamente: você está mesmo executando a estratégia ou está se enganando dentro de uma dessas falhas?

Se você percebe que na sua empresa essas ligações estão quebradas, entre em contato com seu assessor executivo do Daexe. Faremos uma avaliação sobre seu atual planejamento estratégico, comparando-o com as melhores práticas e um diagnóstico de lacunas será entregue para mostrar onde as ligações estão quebradas e o que precisa ser feito para repará-las.

Até a próxima leitura!
Um abraço,
Dekker Jordão Baptista
(CEO – DAEXE)

*Este conteúdo foi inspirado no artigo do Instituto Balanced Scorecard “Broken Linkages: Are you SURE you are Executing Strategy?”.

Você sabe a diferença entre métricas e indicadores?

Pode parecer um assunto difícil à primeira vista, mas não há grandes mistérios na hora de definir e entender o que são métricas e indicadores. Ambos são termos muito utilizados que servem como base para quantificar resultados e conduzir a avaliação das análises da organização. Ou seja, as métricas e os indicadores são uma forma de medir a performance da sua empresa. Mas você sabe qual a diferença entre eles? A primeira diferença entre métricas e indicadores está no conceito. Veja:

Métricas

As métricas são dados brutos, que podem ser representados por números precisos ou não. Elas estão ligadas ao nível tático e operacional da empresa, revelando o desempenho de processos. São sistemas de medida que avaliam tendências, comportamentos ou variáveis do negócio. As métricas ajudam na tomada de decisão, detectam oportunidades, mantêm o foco produtivo, identificam pontos fortes e fracos, definem necessidades de investimentos, apontam falhas operacionais e até diminuem o grau de incerteza quanto ao futuro.

Em resumo, as métricas são a base para identificar os indicadores e o passo seguinte a ser dado após a definição das metas.

Leia também: 5 indicadores de desempenho para medir seu sucesso

Indicadores

Os indicadores são as medidas calculadas a partir das métricas e servem para avaliar o desempenho da empresa. São informações estratégicas que auxiliam na análise de tendência, na melhoria contínua, na atuação proativa e dão transparência à empresa, sendo geralmente expressos de forma clara por percentuais e probabilidades.

As métricas estão ligadas às atividades e os indicadores abrangem os processos e as atividades. Os indicadores dependem de um conjunto de métricas específicas. Veja abaixo alguns exemplos dentro de quatro perspectivas: financeira, cliente, processos internos e pessoas.

FINANCEIRA

Exemplo de métrica: Faturamento; Despesas.
Exemplo de indicador: Lucro = Faturamento – Despesas.

CLIENTE
Métrica: Quantidade de clientes atendidos; Número de visitantes no site.
Indicador: NPS ou Índice de Satisfação dos clientes.

PROCESSOS INTERNOS
Métrica: Tempo de conclusão do procedimento ou tempo de entrega.
Indicador: Índice de conformidade ou Índice de eficiência de produção.

PESSOAS
Métrica: Quantidade de treinamento.
Indicador: Clima Organizacional.

Leia também: 3 métricas de vendas que sua empresa sempre deve acompanhar

Estudiosos investigaram o desempenho de 84 empresas no período entre 1984 e 1997 que adotaram um sistema de mensuração de desempenho.

O estudo concluiu que essas empresas aumentaram significativamente seu lucro residual ajustado e que a melhora persistiu durante cinco anos após o período de estudo.

Tanto indicadores como métricas devem fornecer aos executivos informações significativas para tomar melhores decisões, que impactam na meta ou nos objetivos do planejamento estratégico da empresa. De nada vale colocar em prática seu planejamento para consolidação das metas se não houver maneiras de avaliar o seu desempenho e ajustar as ações através do uso de métricas e indicadores. Fale conosco e saiba como aplicar na sua empresa e obter o sucesso que procura!

Um abraço,
Dekker Jordão Baptista.