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3 atividades cruciais de empresas bem sucedidas!

Seja qual for a empresa, o segmento e o porte, existem três principais atividades que a empreendedora deve fazer na sua empresa sempre! Caso a empreendedora ou seus colaboradores não estejam fazendo essas atividades que listaremos abaixo, a empresa pode estar com baixa produtividade. Confira quais são essas atividades!

1. Conhecimento

Muitos colaboradores não valorizam essa atividade na empresa. Em algumas empresas costumamos testemunhar profissionais falando que não tem nada para fazer e estão aguardando a sua hora nas redes sociais. É importante frisar que o investimento do salário no colaborador é de 8 horas diárias. Em alguns casos, sugere-se que quando estiver desocupado ele deve fazer uma atividade que agregue conhecimento com foco em melhoria nas suas tarefas e nos seus compromissos, como por exemplo: técnicas de atendimento ao cliente, analisar a concorrência, analisar linhas de créditos e investimentos dos bancos, etc.

O conhecimento pode derivar de pesquisas, de treinamento online ou presencial, desde que estejam alinhados aos objetivos da empresa. Também pode ser adquirido no google, youtube, redes sociais, sempre visando melhorar uma tarefa ou um compromisso.

2. Tarefas

Tarefas são as atividades rotineiras da empresa que a empresária deve fazer ou que o colaborador foi contratado para executar durante a jornada de trabalho. Elas podem ser realizadas a qualquer momento da jornada, desde que tenham início e fim, por exemplo, fazer um orçamento, ler e responder emails, planejar, elaborar relatórios, etc.

3. Compromissos

O compromisso é normalmente uma atividade que exige a presença da empresária ou a presença do colaborador em um determinado horário e que dificilmente pode ser delegado, por exemplo: reunião com cliente, reunião com gerente de banco, etc.

Então, o que você acha de evidenciar mais as atividades de conhecimento na descrição de cargo dos seus colaboradores? Leve em conta que o único investimento que sempre gera frutos é o conhecimento.

Sempre que o colaborador não tiver o que fazer no horário de expediente, sugira uma atividade de conhecimento relacionado com o seu negócio e peça-lhe para compartilhar com você e com os demais colegas o que aprendeu!

Veja 5 erros comuns que você deve estar cometendo ao gerir sua equipe

Liderar não é tarefa fácil. E para aqueles que pensam que basta mandar e esperar que os outros obedeçam, sinto informá-los que estão enganados. Existem vários livros de autores diversos que dissertam extensivamente sobre as formas eficazes de se gerir uma equipe. São habilidades novas a serem desenvolvidas e aperfeiçoadas, mudanças na análise do contexto empresarial e a desconstrução de antigas práticas que certamente você pecava em achá-las correto. Iremos então citar alguns dos erros mais comuns praticados por gestores para que você aperfeiçoe seu desempenho na função. Confira!

Falta de liderança

Quando falamos de falta de liderança, não estamos dizendo falta de autoridade, pois, definitivamente, elas não são a mesma coisa! O cargo que você ocupa lhe garante autoridade, mas são as suas características que garantirão a liderança informal, que é um dos aspectos mais importantes e desejados pelos gestores. E não se engane, essas características as quais nós citamos podem sim ser desenvolvidas, não sendo, necessariamente, características inatas. Um bom líder é aquele que consegue transmitir confiança aos seus liderados, bem como ser persuasivo, inspirador, entre outros.

Ausência de feedback à equipe

Seus liderados precisam e gostariam de saber se o trabalho realizado está adequado, assim como o que poderia ou deveria mudar. Entretanto, muitos gestores não fazem isso, e não estamos falando da bronca caso alguém do time faça algo errado, mas sim de discorrer a respeito do trabalho do funcionário, explicando onde ele pode fazer melhor e o que ele não deve fazer, tudo de forma muito didática. Isso fará você ser bem visto pela equipe, para o time, que alcançará melhores resultados, e para o funcionário, que irá aprender a exercer melhor suas funções.

Ignorar a opinião do time

O funcionário sempre tem algo a oferecer. Sejam novas opiniões, novas perspectivas ou sugestões. Dessa forma, ele quer ser ouvido ao invés de ser tratado como apenas uma parte da empresa sem opinião. Lembre-se que o funcionário vivencia áreas, rotinas e processos que podem ser mais intensas do que a do gestor, fazendo assim com que ele tenha visões das necessidades do setor mais apuradas do que o líder. Saiba ouvir seu grupo, pois eles terão muito a dizer e, com toda certeza, você pode aprender muito com eles. Sem contar, é claro, que alguém pode ter uma solução melhor do que a sua para um problema.

Se manter distante da equipe

Um bom líder deve se fazer presente e estar lá para seu time caso eles necessitem. Ninguém gosta daquele chefe que só aparece para dar ordens, mas logo depois desaparece. Isso não gera confiança dos liderados no gestor, o que prejudica em muito os resultados que o time irá apresentar. Portanto quebre as barreiras de comunicação entre sua equipe. Ouça, fale, aconselhe e os conduza por caminhos que possam levá-los ao progresso.

Uso de autoridade em excesso

Autoridade sim, excesso nunca. Muitas pessoas deixam o cargo falar mais alto nas relações e, consequentemente, começam a utilizar de autoridade para conseguir tudo que precisam. Utilizar de autoridade em excesso desmotiva funcionários, faz com que seu rendimento caia, além de tornar a relação líder-liderado algo extremamente desagradável para ambas as partes.

Liderar não é tarefa fácil. Se fosse, teríamos apenas lideres sem ninguém para liderar. A responsabilidade que se assume é grande, pois lidar com as variáveis e os diversos tipos de perfil de cada grupo é algo complicado, porém não impossível. Quando essa gestão é bem feita, gera resultados excelentes. Você se pegou lembrando que já cometeu de algum dos erros que citamos acima? Como você tenta ser um bom gestor em sua empresa? Comente abaixo nos contando sua experiência como líder e assine nosso newsletter para se manter sempre informado.

Gestão Participativa, a sua empresa faz?

As novas dinâmicas do mundo tem exigido que todos os segmentos da sociedade se abram para uma atuação sob o leque de mais possibilidades de participação, isso inclui as empresas. Em uma empresa, segundo Thomas Quick, “participação significa que as pessoas afetadas ou envolvidas em uma decisão têm voz ativa nesse processo”, de modo que isso passa por decisões que podem abranger solução de problemas, fixação de períodos de trabalho, treinamentos ou quaisquer tipos de questões  relacionadas com a eficácia de sua operação e muitas vezes, níveis decisórios até mais contundentes, como recompensas a serem distribuídas, metas e avaliação de desempenho de equipes.

O “x” da questão em todo esse escopo é que ainda há aqueles que acham que compartilhar liderança com funcionários pode significar ser “menos chefe”, mesmo que já se saiba por força das experiências que a liderança compartilhada se reproduz em um aprofundamento do compromisso do funcionário, no aumento da motivação e em maior produtividade.

Rensis Likert, cientista social que dirigiu o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Michigan, um dos mais conhecidos proponentes do gerenciamento participativo, no seu livro The Human Organization (1967) define quatro sistemas gerenciais, a saber:

  • Autoritário Explorador: é aquela gerência que não confia nos subordinados e cujo sistema de comunicação ocorre, majoritariamente, de cima para baixo. Esse tipo de posicionamento de gestão cria ambientes de medo, ameaças e algumas vezes, recompensas;
  • Autoritário Benevolente: neste a gerência e os funcionários convivem em um relacionamento patrão-empregado. Aqui há um certo nível de envolvimento dos funcionários com a chefia e, embora ainda reticente, a comunicação tende a ser um pouco mais livre que o padrão de cima para baixo. No fim, porém, prevalece o “paternalismo” que se traduz em nula preocupação efetiva com a satisfação do funcionário;
  • Consultivo: aqui a gerência mantém o controle, mas permite-se consultar os funcionários em determinados níveis de decisão. Embora a comunicação seja melhor que nos dois sistemas anteriores, os funcionários ainda se mantém desconfortáveis e inibidos quando enviam informações para o topo, pois compreendem que as suas contribuições podem não merecer a devida consideração;
  • Grupo Participativo: “é o tipo de gerência que confia nos funcionários e considera que estão trabalhando de forma interessada no sentido de alcançar os objetivos organizacionais. Aqui as pessoas são motivadas por recompensas e em todos os níveis, os funcionários são envolvidos na discussão e na decisão quanto às questões que são importantes para eles” [Quick]. Como se cria uma cultura de liberdade para se expor pensamentos, ideias e ferramentais de colaboração, aqui a comunicação é precisa e com fluxo de todos os lados (de cima para baixo, de baixo para cima e entre os pares). Metas não são fruto de imposições, mas uma construção coletiva e em conjunto com os caminhos para alcançá-las. Ao contrário do que gerentes mais conservadores possam julgar, neste sistema de gestão, a fluidez livre de comunicação facilita a administração, uma vez que o gestor sabe precisamente no que deve atuar e não gastará energia com processos demorados e onerosos para descobrir as difilculdades e possibilidades de suas equipes. Outra vantagem desse sistema, é que as pessoas que atuam em níveis inferiores compreendem perfeitamente o quanto é importante para a gerência tomar conhecimento de tudo o que ocorre.

Gestão Participativa cai como uma luva em ambientes que requerem liberdade criativa, inovação e contínuo e maduro processo de motivação das equipes. Aliás, se não tivermos ainda chegado a esse nível, é questão de tempo, mas pode-se já arriscar dizer que muito em breve, sistemas de gestão que não se adequarem a criativos processos de participação, poderão ser responsáveis pela estagnação e consequente morte de muitas empresas.

Fica, então, a pergunta: Gestão Participativa, a sua empresa faz?

Caso a sua resposta seja não ou ainda, estamos com muita dificuldade para mudar a nossa cultura de gestão, talvez esteja na hora de aplicar à sua estrutura de negócio a Solução Daexe Perfil,  um moderno Sistema de Identificação Profissional/Comportamental, destinado à seleção de candidatos, bem como remanejamento, construção de equipes, gestão motivacional e gerenciamento de recursos humanos.

Para saber mais acesse: www.avaliarperfil.com.br e desafie-se a criar uma cultura mais participativa na sua empresa.