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Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

 

Universidade Corporativa: Custo ou Investimento?

A Universidade Corporativa é um sistema estratégico para se obter melhores resultados internos, com o treinamento de colaboradores. Ou seja, é a criação de uma rede educacional para funcionários de uma organização.

Por meio de cursos, palestras, oficinas e workshops, a Universidade Corporativa tem o objetivo de atualizar, treinar, informar e educar colaboradores, assim como disseminar a cultura empresarial. Dessa maneira, é possível construir uma equipe mais preparada para os desafios.

No entanto, quando uma empresa sente a necessidade de desenvolver um ambiente de aprendizado e atualização, há uma preocupação: Afinal, isso será custo ou investimento?

Sendo custo um gasto extra e evitável, enquanto investimento é um gasto que terá retorno futuramente, pode-se afirmar que a Universidade Corporativa é um investimento de curto, médio e longo prazo.

Em outras palavras, após investir em projetos de educação para o funcionários, a empresa pode colher bons resultados em pouco tempo (às vezes, em questão de dias). Depois, os resultados podem ser prolongados para meses e anos, quando esse sistema integra a cultura organizacional.

Leia também: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Universidade Corporativa: Como fazer?

A empresa que pretende iniciar com projetos educacionais para os colaboradores, deve passar por um processo de organização para iniciar com a nova cultura. O processo consiste nas seguintes etapas:

1 – Detectar falhas e carências: Ao notar quais são os pontos fracos de uma empresa ou equipe, é possível criar planos mais assertivos para a melhoria do desempenho. Por isso, líderes e gestores devem pesquisar e entender quais são os obstáculos da equipe.

2 – Planejar: Depois, é importante que haja um planejamento para os cursos e palestras, levando em consideração tempo, agenda, horários, participantes, ministrantes, professores, etc. Além disso, nessa fase devem ser discutidas as metas e as ferramentas de mensuração de resultados.

O planejamento também consiste em compreender quais serão os materiais e equipamentos necessários, bem como espaço físico e ambiente virtual

3 – Divulgar e Comunicar: Parte fundamental de uma Universidade Corporativa é o apoio dos próprios colaboradores. Os alunos devem comprar a ideia de uma nova política educacional na empresa, para que o investimento gere resultados.

A divulgação interna é parte fundamental. Por isso, é importante apresentar as vantagens da Universidade Corporativa não só no campo organizacional, mas pessoal. Afinal, ela também é um desenvolvimento pessoal, um avanço na carreira individual e trará resultados pessoais.

4 – Criar uma política de recompensa: Outra parte importante, atrelada à comunicação, é o incentivo à Universidade Corporativa. Com políticas de recompensas (bônus, prêmios, participações lucrativas, e e, planos de carreiras) é possível motivar ainda mais as equipes.

As regras para isso devem estar claras e serem comunicadas antes da iniciação dos cursos. Os funcionários também devem ter conhecimentos sobre as metas que devem ser atingidas.

Universidade Corporativa em EAD

A Universidade Corporativa ainda pode ser implementada em EAD (Educação à Distância). Ou seja, os cursos podem ser transmitidos online para os colaboradores. Gerando inúmeras vantagens para empresa, tais como:

Redução de Gastos: A empresa irá economizar com aluguel ou compra de equipamentos, coffee break ou contratação de palestras. Além disso, há economias com espaço físico (às vezes, é preciso alugar salas), luz, ar-condicionado, entre outros.

Flexibilidade de horários: Não é necessário parar uma equipe inteira para fazer o treinamento. Os colaboradores podem revezar o tempo de estudo com o tempo de trabalho. Isso irá fazer com que a produtividade continue ativa.

Arquivamento de conteúdo: Com os conteúdos disponíveis na internet, é possível revisitá-los para recordar algo. Sendo assim, o aprendizado é contínuo e pode ser transmitidos para novos contratados.

Universidade Corporativa: Hora de investir!

Com a ampliação do conhecimento do time de colaboradores, é possível que uma empresa tenha melhores resultados, maior margem lucrativa e mais produtividade. Além de poder contar com funcionários mais motivados e competentes em suas áreas de atuação.

A Daexe possui serviços e consultorias em Educação Corporativa, e nosso time de especialistas pode te ajudar a implementar uma Universidade Corporativa na sua empresa.

Entre em contato com a gente!

5 Passos para Estruturar uma Universidade Corporativa

 

Universidade Corporativa: Entenda quais são os passos para estruturar uma

Em um mercado competitivo e acelerado, as empresas que param no tempo ficam para trás. Por isso, é fundamental buscar políticas de atualização e treinamento, como uma Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa é um departamento de educação ao colaboradores, a fim de tornar as equipes mais produtivas, atualizadas e competentes. Sendo assim, a empresa passa a ter outros benefícios, como maior lucratividade e melhor vantagem competitiva.

Em outras palavras, a Universidade Corporativa é um sistema educacional interno de uma organização. São ações instrucionais voltadas para o desenvolvimento humano, a capacitação profissional e a busca por mais conhecimentos técnicos, trabalhando as competência institucionais, técnicas e comportamentais.

Nos tempos atuais, essa cultura de educação se tornou ponto-chave para as empresas. Porque além de promover benefícios monetários e produtivos, uma Universidade Corporativa gera resultados no campo emocional de cada colaborador.

Isso porque promove maior motivação (sentimento de valorização) e melhor integração entre equipes (sentimento de companheirismo). Também desenvolve a parte técnica, dando impulsionamentos para a carreira de cada colaborador, que poderá assumir cargos de chefia futuramente.

Veja também o artigo: Educação Corporativa porque é importante para as empresas

Veja a seguir, os 5 passos para estruturar uma Universidade Corporativa:

Universidade Corporativa: O passo a passo para o sucesso profissional

É possível estruturar uma Universidade Corporativa em apenas 5 passos simples para uma empresa. Eles são:

1 – Análise interna e externa

O primeiro passo para implementar uma Universidade Corporativa é estudar e analisar o mercado externo e as competências internas de uma organização. Assim, é possível elaborar metas e conhecer quais são os pontos fracos da empresa levando em consideração onde ela quer chegar a médio e longo prazo.

Uma dica para esse ponto é fazer uma análise SWOT da empresa. A análise SWOT é uma tabela comparativa entre o mercado externo e a produção interna, ela gera uma análise sobre pontos fortes e carências empresariais.

Com esses relatórios em mãos, os líderes devem começar a pensar em quais equipes devem ser treinadas, quais são os tipos de treinamentos e conteúdos, e como isso tudo deve ser feito.

2 – Planejamento

Após a análise, a empresa deve iniciar o planejamento e criar um projeto. O planejamento deve constar:

  • Responsáveis: Quais áreas ou quais colaboradores serão responsáveis pelo desenvolvimento e a organização de uma Universidade Corporativa?
  • Metas: Qual é a meta que se pretende atingir?
  • Índices de Mensuração: Como o resultado será medido?
  • Gastos: Quanto a empresa irá investir?
  • Materiais: O que será necessário comprar ou alugar?
  • Metodologia: Como o aprendizado será feito (Presencial e Portal Virtual?
  • Conteúdo: O que será ensinado?

3 – Desenvolvimento

O terceiro passo é colocar o planejamento em ação. A Universidade Corporativa começa a sair do papel e ganhar vida. Nessa etapa,  estrutura o Sistema de Educação Corporativa, além  de se pensar em estrutura (física e virtual) e demais recursos.

A equipe responsável começa a traçar esboços e materializar planos anteriores. Com isso é possível ter um panorama sobre o projeto feito e até fazer ajustes, se necessário.

4 – Divulgação

Parte importante da Universidade Corporativa é a comunicação aos colaboradores. Eles devem estar cientes do projeto e entender a importância deles. A empresa deve fazer ações de endomarketing para motivar as equipes a participarem efetivamente dos treinamentos.

Os colaboradores são os maiores interessados nesse novo projeto e são eles quem dão vida a uma Universidade Corporativa. Sendo assim, é fundamental contar com o apoio deles e a participação de todos.

5 – Profissional Especialista

Por fim, é fundamental que a empresa conte com um profissional especialista em Universidade Corporativa. A consultoria e colaboração deixará o projeto mais assertivo, favorecendo o alcance das metas desenhadas.

O profissional irá analisar o projeto, promover melhorias e ampliar sua influência nos resultados da organização. Sendo assim, os caminhos para os objetivos são encurtados e facilitados com a visão de um especialista.

Algumas empresas, como a DAEXE, possui a consultoria em  Educação Corporativa. Esse serviço tem como objetivo fazer com que a empresa passe a lucrar com o seu investimento em educação corporativa.

Especialista em Universidade Corporativa

A Daexe pode te ajudar nessa missão. Entre em contato com a gente e consulte um de nós especialistas em Educação Corporativa!

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Plataforma para Cursos a Distância

Você também pode utilizar uma plataforma EAD que permita personalização para poder ministrar cursos a distância para a sua equipe, o que facilita principalmente para empresas com grande números de funcionários.

Como um assessor executivo pode aumentar a produtividade na sua empresa

Assessor Executivo: Veja no que ele pode contribuir na sua empresa

Um assessor executivo é como um estímulo para os empresários que desejam melhorar o seu desempenho ou da sua empresa. O profissional torna-se um “braço direito” da diretoria da empresa para realizar determinadas ações em alta performance.

Além de trabalhar pela própria motivação, o assessor executivo tem pleno conhecimento de gestão e de como alcançar objetivos. Com o senso de auto responsabilidade apurado, ele estimula toda a empresa a crescer também.

Funções do assessor executivo

O assessor executivo pode exercer funções a nível estrategista, evangelizador, gestor ou networker. O que ditará isso é o formato de trabalho e o que fora colocado a cargo dele pela empresa.

Portanto, ele poderá, por exemplo, ser a pessoa que define o tom e o norte das estratégias. Ele enxerga o negócio como um todo – muitas vezes até de fora – e está apto à tomada de decisões. Além disso, pode ser o elo de ligação da diretoria com os funcionários, exercendo papel de líder.

Como gestor, o assessor executivo é capaz de avaliar resultados e desempenhos. É assim que ele pode apontar onde é necessário melhorar a produtividade, por exemplo. Já como networker ele atua como um representante da empresa no mercado.

O que uma assessoria empresarial pode fazer pelo seu negócio

Princípio de Pareto

É essencial que um assessor executivo trabalhe com base no Princípio de Pareto. Isso nada mais significa do que a regra do 80/20. Ou seja, o assessor atenta-se apenas ao que pode gerar resultados positivos à empresa. Isso ocorre pois a regra afirma que 80% dos efeitos é originado de 20% das causas.

Autonomia e independência: marcas do assessor executivo

Tratando-se de um profissional completo para a gestão, o assessor executivo é habilitado a trabalhar de forma independente. Em outras palavras, ele não espera ordens: apenas faz o que é para ser feito. Essa é uma das principais formas para aumentar a produtividade.

Por trabalhar pela motivação própria, o assessor executivo possui também uma gestão eficiente do tempo. É capaz de fazer uso otimizado e inteligente das tecnologias e possui habilidade de gestão documental. Essas três características, em suma, são as principais para que o trabalho seja bem executado.

Apostar em um assessor executivo também é a certeza de que o profissional está em constante aperfeiçoamento. Essa é uma das metas mais importantes na área: buscar sempre estudar mais para alcançar resultados ainda melhores. Como é possível perceber, o assessor executivo possui uma motivação voltada ao desempenho de alta performance.

Assessores e Consultores Executivos: Agentes da transformação organizacional

Vantagens de um assessor executivo

Afinal, por que contar com um assessor executivo na sua empresa? Seja ela de grande ou pequeno porte, o profissional pode ajudá-lo a enxergar todos os potenciais do seu negócio.

Uma das tarefas do assessor executivo é justamente pensar em conjunto com a empresa. Ele não trabalha apenas para o bem dela, mas também junto à ela. Ao invés de um empreendedor ou gestor sobrecarregar-se, pode dividir as responsabilidade com o assessor executivo.

Muitas vezes, por exemplo, é preciso um novo comando aos funcionários da empresa, mas isso demanda tempo. O empresário pode, então, contratar um assessor executivo para essa tarefa. O mesmo pode acontecer em outras áreas da empresa, até mesmo para conquistar novas parcerias no mercado.

O importante no assessor executivo é que ele tenha liberdade para agir na empresa em busca dos resultados desejados. Assim, ele identifica os melhores rumos a serem tomados e, a partir da própria motivação, busca esses resultados. O melhor benefício para o assessor, afinal, é crescer junto com a empresa. É assim que ele comprova a sua excelência e importância para o mercado de trabalho.

O assessor executivo precisa deixar um legado na empresa. Para isso, ele precisa sair da sua zona de conforto e assumir diversas responsabilidades e função mais supervisora. Ele precisa ser proativo na busca de melhorar a motivação e qualificação de todos os colaboradores da empresa. Lembre-se um funcionário motivado é capaz de produzir 40% a mais do que o normal.

Os 4 princípios da formação transformacional do Comandante Brandon Webb

As formações, treinamentos e capacitações que ministramos às nossas equipes podem ser realmente transformacionais? Deveriam ser. Um estudo sobre mudança organizacional publicado pela Consultoria em Gestão Empresarial Bain & Company mostrou que cerca de 65% das iniciativas das empresas exigem mudanças comportamentais significativas por parte dos colaboradores em linha de frente, algo que os gestores frequentemente deixam de considerar ou de planejar com antecedência. Transformações nas empresas exigem uma transformação de todo o seu corpo de colaboradores.

Brandon Webb é um especialista no assunto da transformação organizacional. Ele foi um dos Comandantes e treinadores de snypers mais reconhecidos do Grupo Especial da Marinha de Guerra norte-americana. Este reconhecimento se dá, especialmente, por sua atuação como gestor do Navy SEAL Sniper Course, período de trabalho no qual desenvolveu novos currículos para o curso e treinou franco-atirados que tiveram seu talento, habilidade e contribuição reconhecidos em todo o mundo, como Chris Kyle. Em uma entrevista recente à Business Review, Webb compartilhou os principais princípios de formação que implementou no curso e que resultaram no aumento da taxa de graduação com excelência , de 70% para 98%, instantaneamente, além de uma transformação que contagiou a toda a organização. Ele os chamou de “os quatro princípios da formação transformacional”. Vamos conhecer?!

Princípio 1: Tenha por objetivo a EXCELÊNCIA, e não ESTAR ACIMA DA MÉDIA.

O primeiro conselho de Webb é sobre o que não se deve fazer:
— “Ser muito bom, não é ser o bom o suficiente. Portanto, programas de treinamento jamais devem ser concebidos para proporcionar competência; eles devem, na verdade, dedicarem-se à produção de excelência. Organizações sérias não aspiram a serem confortavelmente acima da média. Quem busca excelência não quer ser parte de qualquer equipe ou organização que não está disposta a alcançar este padrão. Aponte alto, perca alto. Em outras palavras, a formação divorciada de excelência é o mero cumprimento. Não se pode considerar isso verdadeiro investimento em capital humano. Vocês realmente acham que “Acima da média” é um objetivo de formação que realmente compensa o tempo, energia e despesa investidos? O serviço ao cliente e treinamento de liderança que só aumenta, em vez de transformar capacidades e competências não compensa muito.”

A perspectiva de Webb pode até ser considerada como radical, mas não podemos negar que coloca um desafio existencial aos pontos de vista da maioria das empresas de recursos humanos. Afinal, será que elas realmente estão focadas em treinamento para capacitar e desperta o melhor de seus colaboradores? Ou será que todos treinam com a expectativa tácita de que a excelência importa menos do que ser um pouco melhor? Webb questiona se a maioria das empresas é séria sobre o que o treinamento pode e deve proporcionar.

Princípio 2: Incentive a EXCELÊNCIA, não a COMPETÊNCIA

As organizações precisam de sistemas de reconhecimento e recompensas que explicitamente reconheçam e promovam a excelência. Segundo Webb, é preciso ter coragem e integridade para reposicionar e substituir o seu time, de acordo com seus esforços, vitórias e derrotas.
— “Para o treinamento ser eficaz, os incentivos têm de estar claros (crescimento financeiro, pessoal, promoção, etc.). Eu sou fã do economista Milton Friedman e aprendi com ele que a forma mais eficaz de criar alinhamento é através de incentivos. Foi isto que fiz quando criei o programa do mentor instrutor/aluno. Os instrutores eram responsabilizado, ou seja, eles seriam avaliados sobre o desempenho de seus alunos. Esta medida criou o incentivo certo para eles buscarem a excelência. Fez uma diferença enorme. Além disso, nós mudamos para um estilo positivo de ensino e vimos a nossa taxa de graduação subir como um foguete.”

Princípio 3: Esteja aberto e incorpore ideias INOVADORAS

Para Webb, o treinamento bem sucedido deve ser dinâmico, aberto e inovador. A inovação é tão importante para os formadores quanto o é para os formandos.
— Como um instrutor, eu aprendi que nós nunca sabemos tudo, e nossos alunos podem ser uma riqueza de informações. Chris Kyle, no seu retorno do Iraque, certamente poderia fazer excelentes recomendações sobre a melhor forma de treinar os alunos para o ambiente urbano. Nós sempre tivemos o hábito de valorizar e incorporar o conhecimento dos atiradores que estavam retornando de lugares como Iraque, Afeganistão, países africanos e outros lugares cujo ambiente não estava tão amigável. Assim, foi possível absorvermos esse conhecimento e incorporá-lo em nossa revisão curricular anual. E quando julgávamos importante o suficiente, fazíamos a mudança dentro de semanas.”

Princípio 4: Liderar pelo exemplo

Se tornar cada vez melhor a cada novo treinamento é um princípio organizador vital para as organizações de aprendizagem. Indiscutivelmente os temas de treinamento que Webb era mais apaixonado em compartilhar com os formandos eram aqueles que refletiam suas experiências no campo de batalha, e não apenas seus triunfos de formação. Por isso, Webb enfatiza que o comportamento mais importante que um líder pode demonstrar é a liderança pelo exemplo.

— Liderar pelo exemplo significa não pedir a sua equipe para fazer algo que você não está disposto a fazer a si mesmo. Se você não é capaz de fazer direito o que pede para sua equipe fazer, eles não irão respeitá-lo e segui-lo. Eu já vi isso acontecer e carreiras terminarem com este tipo de atitude. Liderar pelo exemplo é assistir seu time elevá-lo com suas próprias realizações. Eu vi pequenas equipes realizarem coisas incríveis em formação, tanto em meus tempos na escola de franco-atirador quanto em combate no Afeganistão e no Iraque. Em ambientes de Operações Especiais e ambientes de negócios superiores, você tem o privilégio de trabalhar com pessoas que simplesmente estão dispostas a fazer o trabalho a todo custo. Eles se auto motivam. Mesmo que eles não tenham o know-how, eles vão descobrir como fazer e apenas fazê-lo acontecer. É incrível ter uma equipe inteira que pensa desta maneira, e ver o que eles podem realizar. Nas equipes que formei, o nível de motivação, dedicação e autossacrifício que demandavam de si mesmos e uns dos outros ia muito, muito além do que a maioria das empresas e escolas de negócios costumam cobrar ou esperar de seus alunos. Mas para os líderes e gestores que realmente se preocupam com suas equipes e seus clientes, eu recomendo que levem o nosso modelo de formação a sério. A educação e a formação tem papel vital na criação e manutenção da competitividade econômica a nível mundial. Eu acredito que CEOs, conselhos, escolas de negócios e universidades deveriam repensar o papel do treinamento de suas equipes para o mundo.

As afirmações de Webb são fortes e até polêmicas, é verdade, mas suscitam importantes reflexões. É por isso que agora queremos ouvir a sua opinião sobre o assunto. Você acha que os princípios da formação transformacional de Webb se aplicam ao mundo corporativo? Como você aplica ou aplicaria nos treinamentos do seu time de colaboradores? Estamos aguardando seu ponto de vista, nos comentários abaixo.

Perfil do funcionário: como não errar na hora da contratar

A grandeza de qualquer empreendimento reside no talento de seus funcionários. São eles que realmente fazem o negócio caminhar e imprimem os diferenciais necessários para que o sucesso seja obtido da melhor maneira possível. E para contar com os melhores profissionais e reter talentos com precisão, é preciso acertar especialmente na hora de contratar. Esse processo é complexo, mas quando bem feito, pode trazer resultados incríveis. Quer descobrir as melhores dicas para fazer isso sem erros? Leia o texto a seguir e descubra:

Análise do perfil do candidato Leia mais

Veja 5 erros comuns que você deve estar cometendo ao gerir sua equipe

Liderar não é tarefa fácil. E para aqueles que pensam que basta mandar e esperar que os outros obedeçam, sinto informá-los que estão enganados. Existem vários livros de autores diversos que dissertam extensivamente sobre as formas eficazes de se gerir uma equipe. São habilidades novas a serem desenvolvidas e aperfeiçoadas, mudanças na análise do contexto empresarial e a desconstrução de antigas práticas que certamente você pecava em achá-las correto. Iremos então citar alguns dos erros mais comuns praticados por gestores para que você aperfeiçoe seu desempenho na função. Confira!

Falta de liderança

Quando falamos de falta de liderança, não estamos dizendo falta de autoridade, pois, definitivamente, elas não são a mesma coisa! O cargo que você ocupa lhe garante autoridade, mas são as suas características que garantirão a liderança informal, que é um dos aspectos mais importantes e desejados pelos gestores. E não se engane, essas características as quais nós citamos podem sim ser desenvolvidas, não sendo, necessariamente, características inatas. Um bom líder é aquele que consegue transmitir confiança aos seus liderados, bem como ser persuasivo, inspirador, entre outros.

Ausência de feedback à equipe

Seus liderados precisam e gostariam de saber se o trabalho realizado está adequado, assim como o que poderia ou deveria mudar. Entretanto, muitos gestores não fazem isso, e não estamos falando da bronca caso alguém do time faça algo errado, mas sim de discorrer a respeito do trabalho do funcionário, explicando onde ele pode fazer melhor e o que ele não deve fazer, tudo de forma muito didática. Isso fará você ser bem visto pela equipe, para o time, que alcançará melhores resultados, e para o funcionário, que irá aprender a exercer melhor suas funções.

Ignorar a opinião do time

O funcionário sempre tem algo a oferecer. Sejam novas opiniões, novas perspectivas ou sugestões. Dessa forma, ele quer ser ouvido ao invés de ser tratado como apenas uma parte da empresa sem opinião. Lembre-se que o funcionário vivencia áreas, rotinas e processos que podem ser mais intensas do que a do gestor, fazendo assim com que ele tenha visões das necessidades do setor mais apuradas do que o líder. Saiba ouvir seu grupo, pois eles terão muito a dizer e, com toda certeza, você pode aprender muito com eles. Sem contar, é claro, que alguém pode ter uma solução melhor do que a sua para um problema.

Se manter distante da equipe

Um bom líder deve se fazer presente e estar lá para seu time caso eles necessitem. Ninguém gosta daquele chefe que só aparece para dar ordens, mas logo depois desaparece. Isso não gera confiança dos liderados no gestor, o que prejudica em muito os resultados que o time irá apresentar. Portanto quebre as barreiras de comunicação entre sua equipe. Ouça, fale, aconselhe e os conduza por caminhos que possam levá-los ao progresso.

Uso de autoridade em excesso

Autoridade sim, excesso nunca. Muitas pessoas deixam o cargo falar mais alto nas relações e, consequentemente, começam a utilizar de autoridade para conseguir tudo que precisam. Utilizar de autoridade em excesso desmotiva funcionários, faz com que seu rendimento caia, além de tornar a relação líder-liderado algo extremamente desagradável para ambas as partes.

Liderar não é tarefa fácil. Se fosse, teríamos apenas lideres sem ninguém para liderar. A responsabilidade que se assume é grande, pois lidar com as variáveis e os diversos tipos de perfil de cada grupo é algo complicado, porém não impossível. Quando essa gestão é bem feita, gera resultados excelentes. Você se pegou lembrando que já cometeu de algum dos erros que citamos acima? Como você tenta ser um bom gestor em sua empresa? Comente abaixo nos contando sua experiência como líder e assine nosso newsletter para se manter sempre informado.

10 dicas para atrair e reter profissionais mais talentosos.

cara_artigojaneiroUm dos maiores desafios do empreendedor no seu dia a dia é manter a sua equipe por muito tempo na empresa. O Departamento de Pessoal e profissional da área tem dificuldade cada vez maior de cumprir essa missão. Se nas grandes empresas com uma estrutura organizada, este desafio é enorme, por outro lado, nas pequenas empresas, onde existe “EUQUIPE”, o dono faz tudo, é um pouco mais complicado.

 

 

Por isso, siga as nossas dicas:

 

 

1.   Organização seja extremamente organizado em todos os processos da sua empresa e tenha um padrão de comportamento coerente com os seus discursos do dia a dia. Deixe bem claro quais são os seus valores pessoais, propósito empresarial e contrate as pessoas comos mesmos propósitos da sua empresa.

 

2.   Delegação delegue tarefas de forma escrita e dê exemplos de como fazer na prática; explique o propósito da tarefa e faça o colaborador sentir-se dono da atividade; delimiteo campo de atuação e a sua autonomia.

 

3.   Cultive sonhos uma pessoa que sonha é mais motivada para trabalhar. Por isso, é importante proporcionar aos colaboradores a oportunidade de conseguirem realizar o sonho deles, e assim estes irão contribuir mais para a realização do sonho empresarial.

 

4.   Estímulo à inovação e criatividade – valorize a inovação e criatividade do colaborador. A existência de um ambiente em que os colaboradores possam ser escutados e fazer sugestões é importante para desenvolvimento da empresa.

 

5.   Condições adequadas de trabalho – forneça ferramenta adequada; mantenha atualizadas as ferramentas de trabalho de forma a proporcionar segurança, qualidade de vida e satisfação na execução da sua atividade.

 

6.   Políticas de incentivo adequadasas pessoas se submetem ao trabalho se receberem os estímulos e incentivos que elas esperam e de acordo com o esforço realizado.

 

7.   Estímulo ao aprendizado – o aprendizado é um dos mais importantes estímulos e fatores motivadores para uma pessoa, pois este reflete não apenas o reconhecimento, mas também o a possibilidade de se desenvolver.

 

8.   Respeito e cordialidade – o ambiente de trabalho é um local sério, e as relações entre as pessoas, independentemente da sua posição hierárquica, deve primar pelo respeito e cordialidade entre as pessoas.

 

9.   Transparência – o proprietário da empresa deve mostrar seriedade e transparência de seus atos, de maneira que os colaboradores se sintam respeitados, valorizados e possam, assim, transmitir esta postura ao público externo.

 

10.               Elogio – é sempre importante reconhecer e fazer com que as pessoas se sintam reconhecidas e elogiadas. Reprima o colaborador em privado e elogie em público, essa é uma das melhores maneiras de estimular e valorizar as pessoas.

 

Não existe uma fórmula mágica ou segredo que consiga reter totalmente as pessoas, haja vista que cada pessoa tem um perfil e interesse particular. Contudo, seguindo essas simples dicas, as pessoas se sentirão motivadas e trabalhar com mais vontade na empresa.

 

 

OBS: Nós da Daexe Assessoria Executiva acreditamos que tudo pode ser melhorado e pode ser mais simples, então continue pesquisando e aprimorando o seu conhecimento partindo do que foi escrito aqui.